Dr Luiz Carlos Sardenberg - Psiquiatra

Dr Luiz Carlos Sardenberg - Psiquiatra Suporte Psiquiátrico para as questões da vida cotidiana, quebrando tabus da saúde metal em Cachoeiro.

O período de Carnaval costuma alterar a rotina de muitas pessoas. Do ponto de vista do cérebro, trata-se de uma fase mar...
13/02/2026

O período de Carnaval costuma alterar a rotina de muitas pessoas. Do ponto de vista do cérebro, trata-se de uma fase marcada por estímulos intensos e mudanças bruscas no ritmo habitual.

Privação de sono, consumo excessivo de álcool, alimentação irregular e exposição contínua a barulho e multidões mantêm o sistema nervoso em estado de alerta prolongado. Isso pode aumentar ansiedade, irritabilidade, impulsividade e sensação de desorganização emocional.

Nem todo excesso aparece como problema imediato. Muitas vezes, os efeitos surgem depois, em forma de cansaço extremo, tristeza, queda de energia e dificuldade de concentração.

Cuidar da saúde mental durante o Carnaval não significa deixar de aproveitar. Significa respeitar limites para que o prazer não se transforme em sofrimento depois.

O álcool costuma ser associado à sensação de relaxamento e desinibição. No entanto, do ponto de vista neurobiológico, se...
11/02/2026

O álcool costuma ser associado à sensação de relaxamento e desinibição. No entanto, do ponto de vista neurobiológico, seus efeitos são mais complexos do que parecem.

Inicialmente, o álcool pode reduzir a inibição e gerar sensação de alívio. Mas, pouco tempo depois, ele desorganiza neurotransmissores relacionados ao humor e ao controle emocional. Isso aumenta ansiedade, irritabilidade e pode intensificar sintomas depressivos.

Em pessoas predispostas, o uso frequente ou excessivo de álcool piora crises de ansiedade, interfere no sono e compromete o equilíbrio emocional.

Relaxamento verdadeiro não vem da substância, mas de descanso, limites e cuidado com o próprio corpo e mente.

A sensação de estar atrasado na vida é cada vez mais comum, especialmente no início do ano. Ela nasce da comparação cons...
10/02/2026

A sensação de estar atrasado na vida é cada vez mais comum, especialmente no início do ano. Ela nasce da comparação constante com trajetórias alheias, metas irreais e padrões sociais que ignoram a história emocional de cada pessoa.

Do ponto de vista psiquiátrico, a comparação contínua ativa no cérebro um estado de alerta e inadequação. A mente passa a interpretar o próprio percurso como insuficiente, o que favorece ansiedade, queda da autoestima, desânimo e sensação persistente de fracasso.

Cada indivíduo vive ciclos diferentes, enfrenta desafios distintos e dispõe de recursos emocionais próprios. Comparar processos internos com resultados externos quase sempre leva ao sofrimento psíquico.

Você não está atrasado. Você está vivendo o seu tempo, com as experiências que conseguiu atravessar e com os limites que precisou respeitar.

Reduzir a autocobrança não é abrir mão de crescer. É escolher um caminho mais sustentável, com menos adoecimento e mais consciência emocional.

Muitas pessoas entram em fevereiro com a sensação de que o ano já começou errado. Cansaço, ansiedade, falta de ânimo e d...
05/02/2026

Muitas pessoas entram em fevereiro com a sensação de que o ano já começou errado. Cansaço, ansiedade, falta de ânimo e dificuldade de organização emocional seguem presentes, mesmo depois da virada do calendário.

Isso acontece porque a adaptação emocional não ocorre no dia primeiro de janeiro. O cérebro não funciona por datas simbólicas. Ele precisa de tempo para se reorganizar após períodos intensos, mudanças de rotina, excesso de estímulos e expectativas elevadas.

O início do ano costuma trazer cobranças internas, comparações e decisões importantes, tudo ao mesmo tempo. Para quem já vinha sobrecarregado, isso mantém a mente em estado de alerta contínuo, favorecendo sintomas de ansiedade como tensão, inquietação, preocupação excessiva e dificuldade de concentração.

Sentir o ano pesado não é sinal de fracasso. É sinal de que seu sistema emocional ainda está tentando encontrar equilíbrio.

Cuidar da saúde mental nesse momento envolve reduzir exigências irreais, respeitar o próprio ritmo e, quando necessário, buscar acompanhamento profissional. A mente não precisa acelerar para acompanhar o calendário. Ela precisa de cuidado para seguir com mais estabilidade.

Durante uma crise de ansiedade, o corpo entra em modo de alerta máximo. A sensação é intensa, mas passageira.Respirar le...
30/01/2026

Durante uma crise de ansiedade, o corpo entra em modo de alerta máximo. A sensação é intensa, mas passageira.

Respirar lentamente, focar no presente e lembrar que a crise não é perigosa ajuda o cérebro a sair desse estado.

Após as crises, é fundamental buscar acompanhamento para entender causas e prevenir recorrências.

Ansiedade tem controle quando é cuidada.

O uso excessivo de redes sociais favorece a comparação constante, distorção da realidade e sensação de inadequação.O cér...
29/01/2026

O uso excessivo de redes sociais favorece a comparação constante, distorção da realidade e sensação de inadequação.

O cérebro responde a estímulos rápidos com liberação de dopamina, criando ciclos de dependência emocional e aumento de ansiedade.

Reduzir tempo de tela, filtrar conteúdos e fortalecer a vida fora das redes protege a saúde mental.

Presença real é mais nutritiva do que validação virtual

Sentir dor emocional faz parte da experiência humana. Nem todo sofrimento configura um transtorno mental.Mas isso não si...
28/01/2026

Sentir dor emocional faz parte da experiência humana. Nem todo sofrimento configura um transtorno mental.

Mas isso não significa que deva ser ignorado. Sofrimento persistente, intenso ou incapacitante merece escuta, acolhimento e orientação profissional.

A psiquiatria não existe apenas para diagnosticar doenças, mas para aliviar sofrimento e promover saúde mental.

A ansiedade social vai além da timidez. Ela envolve medo intenso de julgamento, exposição e rejeição.Esse medo pode leva...
26/01/2026

A ansiedade social vai além da timidez. Ela envolve medo intenso de julgamento, exposição e rejeição.

Esse medo pode levar ao isolamento, prejuízo profissional e sofrimento emocional significativo. O cérebro interpreta situações sociais como ameaças.

Com tratamento adequado, é possível reduzir sintomas, recuperar a confiança e melhorar a qualidade das relações.

Ninguém precisa viver se escondendo do mundo.

Essa é uma das dúvidas mais comuns entre pacientes. Nem todo medicamento psiquiátrico causa dependência.Quando prescrito...
23/01/2026

Essa é uma das dúvidas mais comuns entre pacientes. Nem todo medicamento psiquiátrico causa dependência.

Quando prescritos corretamente, com indicação adequada e acompanhamento médico, os medicamentos atuam na regulação do funcionamento cerebral de forma segura.

O uso sem orientação, a automedicação e a interrupção inadequada sim representam riscos.

Informação correta reduz medo e melhora a adesão ao tratamento.

Você não precisa esperar chegar ao limite para buscar ajuda. O psiquiatra atua na prevenção, no diagnóstico e no tratame...
21/01/2026

Você não precisa esperar chegar ao limite para buscar ajuda. O psiquiatra atua na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de transtornos mentais.

Se sintomas emocionais persistem por semanas, interferem no sono, no trabalho ou nas relações, é hora de procurar avaliação especializada.

Cuidar da mente é tão legítimo quanto cuidar do corpo. Buscar ajuda é um ato de responsabilidade consigo mesmo.

Burnout é um estado de esgotamento físico e emocional causado por estresse crônico, especialmente relacionado ao trabalh...
19/01/2026

Burnout é um estado de esgotamento físico e emocional causado por estresse crônico, especialmente relacionado ao trabalho.

Os sintomas incluem cansaço extremo, irritabilidade, queda de rendimento, sensação de vazio e distanciamento emocional. Não é falta de compromisso ou preguiça.

O corpo e a mente entram em colapso quando os limites são ignorados por tempo prolongado.

Burnout exige reconhecimento, mudança de rotina e acompanhamento profissional.

O sono é um dos principais reguladores da saúde mental. Quando dormimos mal, o cérebro perde a capacidade de organizar e...
16/01/2026

O sono é um dos principais reguladores da saúde mental. Quando dormimos mal, o cérebro perde a capacidade de organizar emoções, regular o estresse e manter o equilíbrio do humor.

Insônia frequente está associada a aumento de ansiedade, irritabilidade, dificuldade de concentração e maior risco de depressão.

Dormir bem não é luxo. É parte do tratamento e da prevenção em saúde mental.

Se o sono não vem, o corpo está tentando avisar que algo precisa ser cuidado.

Endereço

Rua Batista Fluminense, 11
Cachoeiro De Itapemirim, ES
29300190

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