Rodrigo Alcantara Mendonça

Rodrigo Alcantara Mendonça Psicólogo (CRP 06/149268). Atuação clínica desde 2016, com experiência em traumas infantis. Pós em Psicologia Positiva e Neurolinguística.

Discente de Nutrição, foco no bem-estar físico e mental. Terapia on-line 📲 WhatsApp (14) 99839-6842 ✅ Acompanhamento psicoterápico

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03/03/2026

Psicólogo Rodrigo Alcantara - CRP 06/149268
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Vivemos em uma era marcada por uma dualidade desconcertante: enquanto somos inundados com imagens de ostentação e prospe...
02/03/2026

Vivemos em uma era marcada por uma dualidade desconcertante: enquanto somos inundados com imagens de ostentação e prosperidade superficial, enfrentamos uma crise silenciosa de desequilíbrio emocional. Essa dicotomia apresenta um desafio signif**ativo para o desenvolvimento e habilidades individuais, mas também oferece uma oportunidade única de reflexão e mudança. Ao reconhecermos a importância de cuidar da nossa saúde emocional, não apenas para nosso próprio bem-estar, mas também para o futuro das próximas gerações, estamos dando um passo crucial em direção à construção de uma sociedade mais resiliente e saudável. Ao priorizarmos nossa saúde emocional, estamos investindo não apenas em nós mesmos, mas também nas gerações futuras. Cultivar a resiliência emocional não signif**a ignorar ou suprimir nossos sentimentos, mas sim aprender a reconhecê-los, processá-los e responder a eles de maneira construtiva. Essa habilidade é essencial em um mundo onde a pressão social e as expectativas muitas vezes nos empurram para a ostentação e a busca incessante por status material. Convido você a refletir sobre como suas escolhas diárias impactam não apenas seu próprio bem-estar, mas também o mundo ao seu redor. Ao priorizarmos o autocuidado emocional, estamos contribuindo para um futuro onde a autenticidade, a empatia e a conexão humana são valorizadas acima de tudo.

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Quando conflitos como o atual, envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, voltam a escalar, não é apenas a geopolítica que...
01/03/2026

Quando conflitos como o atual, envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, voltam a escalar, não é apenas a geopolítica que entra em estado de alerta, a psique humana também.

A guerra opera em duas camadas simultâneas.
A primeira é concreta: explosões, estratégias militares, decisões de Estado.
A segunda é invisível: medo crônico, hiper-vigilância, sensação de impotência, retraumatização coletiva.

E é nessa segunda camada que a psicologia se torna indispensável.

Em qualquer cenário de conflito, o cérebro humano reage como se estivesse preso em um ciclo permanente de ameaça. O sistema nervoso, desenhado para sobreviver, f**a em “modo de combate” por longos períodos mesmo em pessoas que estão a milhares de quilômetros de distância.
Isso signif**a: insônia, irritabilidade, colapso emocional, pensamentos catastróficos e perda do senso de futuro.

A guerra não atinge apenas soldados ou civis impactados diretamente.
Ela afeta quem assiste, quem lê, quem se identif**a, quem teme o que pode acontecer a seguir.
É um trauma que viaja rápido.

E aí, entra a batalha silenciosa da psicologia.

Terapia, regulação emocional, contato com a realidade factual, técnicas de estabilização e nomeação das emoções funcionam como pequenas estruturas de resistência psíquica. Elas evitam que o indivíduo seja engolido pela avalanche de medo, ruído e desumanização que a guerra produz.

Porque a guerra, antes de destruir cidades, tenta destruir a capacidade humana de imaginar o amanhã.

Por isso, quando dizemos que a psicologia luta outra batalha, falamos de algo muito concreto: preservar o que ainda resta de esperança, desejo, vínculo e humanidade dentro de um cenário que parece conspirar contra todos esses elementos.

A geopolítica decide o rumo da guerra.
Mas é a psicologia que ajuda as pessoas a sobreviver ao impacto que ela deixa por dentro.

E você, o que acha desse cenário? Escreva nos comentários 👇🏼

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🥺 A gente sabe o nome deinfluenciadores. Mas não sabe o nome de quem salvou vidas.Isso diz muito sobre nós. 🇧🇷Tatiana Sa...
26/02/2026

🥺 A gente sabe o nome de
influenciadores. Mas não sabe o nome de quem salvou vidas.

Isso diz muito sobre nós. 🇧🇷

Tatiana Sampaio é a cientista brasileira que devolveu o movimento a 6 pacientes paraplégicos. Enquanto muitos disputam palco, ela transformou destinos em silêncio, dentro de um laboratório. Ciência também é heroísmo. 🧠

Heley de Abreu se tornou he***na ao se sacrif**ar para salvar 25 crianças em uma creche em Minas Gerais. No momento mais sombrio, ela escolheu proteger. Escolheu amar. Mesmo que isso custasse a própria vida. ❤️‍🔥

Silmara Silva, merendeira da Escola Raul Brasil, salvou cerca de 50 crianças no massacre de Suzano. Enfrentou o medo, improvisou barricadas com freezers e mesas e colocou a própria vida em risco para proteger outras. Coragem não faz barulho — ela age.

Três mulheres.
Três histórias reais.
Três provas de que o Brasil tem heróis.

Talvez o problema nunca tenha sido a falta deles…
Mas a nossa escolha de quem aplaudir.


📸 .motivacional

A cena dessa mulher agarrada a um poste em meio à enxurrada em Ubá - MG é um retrato cru da força que só quem luta para ...
26/02/2026

A cena dessa mulher agarrada a um poste em meio à enxurrada em Ubá - MG é um retrato cru da força que só quem luta para sobreviver conhece. Há uma dor que não aparece apenas na água barrenta e no caos ao redor.. ela está também no desespero silencioso de quem precisa resistir porque não existe outra escolha. Essa imagem não é só sobre uma pessoa enfrentando a correnteza; é sobre toda uma população que, repetidas vezes, precisa ser mais forte do que deveria, exposta à vulnerabilidade que poderia ser evitada.

Hoje, solidarizar-se é essencial, mas não basta. Precisamos olhar para essa realidade com responsabilidade coletiva: prevenir, cobrar, estruturar, cuidar. Precisamos transformar tragédia em ação e indignação em movimento. Porque nenhuma força individual, por maior que seja, deveria substituir o que a sociedade, o poder público e a infraestrutura precisam garantir. Que essa mulher seja vista não apenas como símbolo de resistência, mas como um lembrete urgente de que vidas estão em risco e que é agora que devemos agir.

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Há momentos em que a vida nos obriga a encarar uma verdade simples: enquanto você oferece algo, a mesa permanece cheia. ...
26/02/2026

Há momentos em que a vida nos obriga a encarar uma verdade simples: enquanto você oferece algo, a mesa permanece cheia. Mas quando decide parar de sustentar, de dar, de proporcionar, percebe rapidamente quem estava por você e quem estava apenas pelo que recebia. O vazio ao redor não é perda , é revelação. É o filtro que expõe vínculos frágeis, interesses disfarçados e presenças condicionais. E, apesar de doer, também liberta: porque só quando você para de ofertar é que descobre quem realmente f**a quando não há nada além de você.

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À luz de Jung e Freud, escolher a si mesmo é um movimento de retorno ao centro psíquico e/ou um gesto de individuação. A...
21/02/2026

À luz de Jung e Freud, escolher a si mesmo é um movimento de retorno ao centro psíquico e/ou um gesto de individuação. Antes de buscarmos o outro, precisamos reconhecer as forças internas que moldam nossos desejos: o inconsciente freudiano que nos empurra, e o Self junguiano que nos chama. Quando nos escolhemos, deixamos de mendigar afeto e passamos a estabelecer vínculos a partir da inteireza, não da falta. Assim, escolher quem nos escolhe torna-se apenas a consequência natural de ter se encontrado primeiro.

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Que medo você se recusa a olhar? Na perspectiva junguiana, todo medo evitado revela um conteúdo psíquico que busca emerg...
20/02/2026

Que medo você se recusa a olhar?

Na perspectiva junguiana, todo medo evitado revela um conteúdo psíquico que busca emergir à consciência. Ele não é apenas uma sensação desconfortável, mas um sinal simbólico de que algo importante foi lançado para a Sombra, aquela parte de nós que não reconhecemos, mas que continua influenciando escolhas, comportamentos e limites. Quando não encaramos o medo, ele não se dissolve; apenas passa a agir de forma inconsciente, moldando padrões que não entendemos. Olhar para ele é permitir que o inconsciente dialogue com o ego, um passo essencial no processo de individuação e na construção de uma vida mais íntegra. Pergunte a si mesmo o que esse medo tenta revelar. É justamente no contato com essas partes ocultas que começa o verdadeiro caminho do autoconhecimento.

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Estudei 7 anos para ser Psicólogo Positivo e as pessoas não acreditam quando eu falo que… Psicólogo Rodrigo Alcantara - ...
17/02/2026

Estudei 7 anos para ser Psicólogo Positivo e as pessoas não acreditam quando eu falo que…

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Agradeço mais uma vez ao Padre Kadu e à sua equipe pelo convite para participar do retiro com jovens e adolescentes na c...
15/02/2026

Agradeço mais uma vez ao Padre Kadu e à sua equipe pelo convite para participar do retiro com jovens e adolescentes na cidade de Lins-SP.
Foi uma experiência intensa e transformadora, discutindo de forma aberta os chefões da vida real, o medo, ansiedade, depressão, insegurança e relacionamentos tóxicos e muitos outros que foram falados na manhã de hoje.
Foi impactante ver tantos jovens encarando seus desafios com coragem. Obrigado pela confiança e pela oportunidade de contribuir.

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QUE PAÍS É ESSE, QUE PAI É ESSE?Ele não sentia nada pelos filhos. Não sentia coisa alguma. O ódio só entra no coração va...
14/02/2026

QUE PAÍS É ESSE, QUE PAI É ESSE?
Ele não sentia nada pelos filhos. Não sentia coisa alguma. O ódio só entra no coração vazio.
O mais assustador é a calma antinatural, a frieza diante de dois meninos indefesos e vulneráveis que partiram sem jamais entender o que aconteceu, sem acreditar em tamanha brutalidade de quem se mostrava íntimo, de quem os levava para o futebol, de quem se dizia pai.
Os pequenos não desconfiavam da macabra dissimulação. Sem a esposa ao lado, eles não serviam mais.
Um pai deveria cuidar, proteger, zelar, dar a sua vida pelas vidas das crianças.
É o amor incondicional acima da própria existência. Acima da ideologia. Acima da fome, da sede, do desespero. Acima de um relacionamento.
Mas aquele era um genitor assassino. Só queria condenar, castigar a esposa, custasse o que custasse. Se ela não seria dele, não seria de mais ninguém. Não teria mais ninguém.
Como se os filhos fossem dela, nunca dele. Assinou a vingança com o sangue de inocentes, com o sangue de anjos.
Ele era secretário em Itumbiara (GO), pessoa influente, casado com a filha do prefeito, e gostava de exibir a sua família nas redes sociais. Esse mesmo sujeito, que se proclamava um cidadão de princípios, foi o responsável por um crime hediondo que chocou o Brasil. Aproveitou que a mãe estava viajando e matou os dois filhos, Miguel, 12 anos, e Benício, 8, com uma rajada de balas, e depois cometeu suicídio na madrugada de quinta-feira (12). Nem as paredes daquele lar conseguiram esconder o barulho ensurdecedor da covardia.
Que pai é esse? Que país é esse, onde é comum acabar com os filhos para não conceder o divórcio?
Agora não bastam mais, para as mulheres, medidas protetivas que garantam a distância do ex — precisam ser estendidas à prole, que corre perigo.
Crianças se transformam em alvos de represália contra o fim do casamento, são usadas como castigo à independência feminina.
É a alienação parental no seu estágio mais avançado. Primeiro, arranca-se o coração materno. Em seguida, esvazia-se o ventre.
Homens não vêm admitindo a rejeição. Se não conseguem assassinar as parceiras, assassinam os próprios rebentos.
Nem o diabo é capaz de perdoar esse falso pai. Via

Reviravolta: familiares revelam que casal já estava oficialmente separado desde dezembro, mas Thales não aceitava o fim ...
14/02/2026

Reviravolta: familiares revelam que casal já estava oficialmente separado desde dezembro, mas Thales não aceitava o fim do casamento. As crianças, inclusive, já viviam em guarda compartilhada e estavam com o pai essa semana por conta do seu aniversário. Moradores de Itumbiara relatam que o homem tinha obsessão pela ex-eposa e seria capaz de tudo para prejudicá-la. “Eu o conhecia e ele não era nenhum exemplo de moral. Tinha muitos podres”. São informações duras para os que tentavam justif**ar esse crime sob a ótica do adultério. A narrativa que circulou nas redes sociais desde a noite da última quarta-feira (11), tentando enquadrar a morte de duas crianças como consequência de uma suposta traição conjugal, começa a ruir diante de novos elementos revelados por familiares. Segundo parentes próximos, o casal já estava oficialmente separado desde dezembro. As crianças viviam em regime de guarda compartilhada e, naquela semana, estavam com o pai em razão do aniversário dele.

Matéria por Ana Oliveira via site www.pragmatismopolitico.com.br

Minha análise psicológica 👇🏼

A reviravolta no caso mostra que a narrativa inicial, baseada em suposta traição, não corresponde ao que realmente vinha acontecendo. Familiares confirmam que o casal já estava separado há meses, com guarda compartilhada estabelecida, e que as crianças estavam com o pai apenas por causa do aniversário dele. Relatos de moradores de Itumbiara apontam que ele não aceitava o fim da relação e apresentava comportamento obsessivo em relação à ex-esposa, indicando um padrão de controle e não um episódio motivado por ciúme súbito. Do ponto de vista psicológico, isso sugere uma dinâmica de violência possessiva, em que o agressor tenta manter domínio mesmo após o término, reinterpretando o rompimento como uma ameaça intolerável. Quando a sociedade reduz um crime desse tipo à ideia de adultério, ignora sinais prévios de risco — como recusa ao limite, manipulação e fixação — que já estavam presentes e ajudam a explicar a gravidade do desfecho.

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Endereço

Praça Colônia Espanhola, 150/Jardim Santa Isabel
Cafelândia, SP

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