22/04/2026
🚨🚨Antes que alguém tente distorcer o que eu disse no vídeo, deixa eu ser muito clara:
O ponto aqui não é sobre o paciente.
É sobre desrespeito.
Existe uma linha que separa acolhimento de permissividade — e muitos profissionais estão cruzando essa linha achando que estão sendo “bons psicólogos”, quando na verdade estão ensinando o outro a ultrapassar limites.
Ser psicóloga não te obriga a aceitar invasão.
Não te obriga a tolerar falta de educação.
E muito menos a sustentar relações onde o mínimo — o respeito — não existe.
A escuta é terapêutica.
A validação é importante.
Mas a ausência de limite… adoece o profissional.
Se você não delimita o seu espaço, o cliente ocupa.
Se você não se posiciona, o paciente testa.
E se você normaliza o desrespeito, você treina exatamente o tipo de cliente que depois você diz que não aguenta mais atender.
Limite não afasta cliente.
Limite filtra.
E é isso que sustenta: – sua saúde mental
– seu posicionamento profissional
– e principalmente, a qualidade dos clientes que você atrai
Quem não respeita o seu limite, não valoriza o seu trabalho.
E quem não valoriza, não f**a — ou pior, f**a drenando.
No fim, não é sobre ser rígida.
É sobre ser íntegra com o seu lugar profissional.
Agora eu quero saber de você:
qual é a sua opinião sobre esse caso?
Você concorda ou enxerga diferente? Vamos conversar nos comentários.