05/10/2020
A distensão muscular, também chamada de estiramento, é caracterizada por um grande esforço submetido ao músculo esquelético ou ao tendão — tecido responsável pela movimentação das mais diversas partes do corpo e região que faz conexão direta aos ossos —, respectivamente. Desse modo, as fibras acabam sendo rompidas, assim como os vasos sanguíneos que irrigam determinada parte do corpo humano.
Logo que é gerada, a lesão provoca uma inflamação, com migração de células sanguíneas para o local — que pode f**ar dolorido, inchado, quente e até dar origem a um hematoma. Por isso, trata-se de uma situação que exige cuidados especiais para amenizar desconfortos. Apesar de ser gerada pela mesma situação, a distensão muscular pode ser de dois tipos: aguda e crônica.
A aguda é a mais frequente no dia a dia. Ela acontece quando os tendões e músculos fazem uma contração repentina, com força e intensidade. Podemos citar como exemplo as famosas contusões nas costas quando um objeto pesado é levantado de maneira brusca. O sinal da distensão é imediato, com aquela puxada no músculo que já dá o alerta sobre o problema.
Já a crônica é desenvolvida de forma lenta, como consequência de exercícios repetitivos por um longo período de tempo, principalmente em atividades físicas que trabalham os mesmos músculos, como no caso da corrida e partidas de futebol.
Geralmente, quem sofre a distensão acaba percebendo que estava exagerando na quantidade de distância, velocidade ou pesos. Por isso, é fundamental destacar a importância de um profissional da área de educação física para acompanhar e orientar a prática esportiva.