Dr. Luiz Severo

Dr. Luiz Severo ⚜️Neurocirurgião Médico da Dor
CRMPB 12554|CRMPE 24210|RQE 10983
📍Campina Grande📍Recife

Que a luz da ressurreição renove sua fé e encha seu coração de esperança. Feliz Páscoa!
05/04/2026

Que a luz da ressurreição renove sua fé e encha seu coração de esperança. Feliz Páscoa!

Fé e espiritualidade nos moldam, nos conectam e nos fortalecem.
04/04/2026

Fé e espiritualidade nos moldam, nos conectam e nos fortalecem.

A Anatomia da Dor Extrema Ganha Destaque na Imprensa: a análise do Dr. Luiz Severo sobre o sofrimento de Jesus Cristo. D...
04/04/2026

A Anatomia da Dor Extrema Ganha Destaque na Imprensa: a análise do Dr. Luiz Severo sobre o sofrimento de Jesus Cristo.

Diversos veículos de comunicação e plataformas digitais têm repercutido a análise do médico da dor Dr. Luiz Severo sobre um dos episódios mais impactantes da história: a crucificação de Jesus Christ.

Sob uma perspectiva médica, o especialista destaca que o sofrimento começou antes mesmo da cruz. O flagelamento romano, realizado com instrumentos contendo fragmentos rígidos, provocava lacerações profundas, destruição da pele e exposição de tecido muscular — uma dor nociceptiva aguda de altíssima intensidade, acompanhada de sangramento significativo e início de choque.

A coroa de espinhos, colocada sobre o couro cabeludo — uma das regiões mais sensíveis do corpo — gerava múltiplas perfurações, com dor contínua, lancinante e sangramento abundante, ampliando ainda mais o sofrimento.

Na crucificação, a dor atingia um novo patamar. Os pregos atravessando punhos e pés não apenas lesionavam tecidos, mas também estruturas nervosas, desencadeando dor em choque, irradiada, somada à dor mecânica de sustentar o próprio peso sobre áreas perfuradas. Cada respiração exigia esforço extremo: para inspirar, era necessário elevar o corpo ferido, tornando o ato de respirar progressivamente doloroso e exaustivo, até evoluir para asfixia.

Apesar da intensidade do sofrimento físico, um aspecto chama atenção na análise: a presença de lucidez, consciência e manifestações de perdão durante todo o processo.

A repercussão do tema vai além da medicina. A análise propõe uma reflexão profunda sobre a experiência humana diante da dor — mostrando que, mais do que a intensidade do sofrimento, é a forma como ele é significado que atravessa o tempo e continua a impactar gerações.

03/04/2026

As dores de Maria não eram visíveis…
mas transformaram tudo dentro dela.

Assim como a dor de quem sofre em silêncio hoje.

A Páscoa nos lembra:
a dor não é o fim da história.

03/04/2026

A crucificação de Cristo segundo a medicina da dor!

02/04/2026

Você não está com falta de força de vontade.
Seu cérebro está em sofrimento.

A ansiedade altera o sistema de recompensa,
aumenta o desejo por comida
e cria uma fome que não vem do estômago…
vem da emoção.

É a chamada fome hedônica.

E aí começa o ciclo:
você come pra aliviar → se culpa → piora a ansiedade → come de novo.

🔁 Silencioso. Biológico. Exaustivo.

Mas existe tratamento.
Quando a gente cuida do cérebro,
o comportamento muda.

Você não precisa lutar sozinho contra isso.

tdcs medicinadador saudemental

12 anos. E, no meio disso tudo… eu me tornei quem eu sou.Há 12 anos, eu me formei médico pela Universidade Federal do Ce...
01/04/2026

12 anos. E, no meio disso tudo… eu me tornei quem eu sou.

Há 12 anos, eu me formei médico pela Universidade Federal do Ceará.
Naquele dia, eu achava que estava pronto.

Eu não estava.

A medicina não me ensinou só diagnósticos…
Ela me desconstruiu.
Me testou.
Me levou ao limite.

E, aos poucos… foi me reconstruindo.

Eu aprendi que ninguém cuida de ninguém sozinho.
Que por trás de cada paciente existe uma história que ninguém vê.
E que, muitas vezes, o que mais cura… não é o remédio — é ser ouvido.

Eu aprendi a olhar nos olhos.
A respeitar o tempo.
A entender que dor não é só física…
É memória, é trauma, é silêncio.

E foi na dor…
que eu me encontrei.

Não foi por acaso.
Foi ali, naquele lugar onde muitos desistem, que eu descobri o meu propósito:
devolver vida a quem já tinha perdido a esperança.

Mas essa caminhada também cobrou um preço.

Teve um momento em que eu me perdi de mim.
O amor pela medicina virou excesso.
Virou cansaço.
Virou burnout.

E eu precisei parar.

Parar para entender que um médico que não se cuida… também adoece.
E que não existe cuidado verdadeiro quando ele não começa de dentro.

Depois disso, tudo mudou.

O conhecimento deixou de ser obrigação… e virou paixão.
Ensinar virou missão.
Aprender virou compromisso diário.

Eu tive a oportunidade de atravessar fronteiras, chegar a lugares como a Harvard University,
mas o mais importante não foi onde eu estive…
foi quem eu me tornei depois disso.

Eu entendi que medicina não é só prescrever.
É integrar.
É enxergar o todo.
É usar tudo o que pode transformar — da ciência à tecnologia, da neuromodulação ao estilo de vida.

Hoje…
eu não sou o mesmo médico de 12 anos atrás.

E ainda bem.

Porque hoje eu sei que não estou aqui apenas para tratar doenças.
Estou aqui para reconstruir histórias.

E, no final…
talvez seja isso que a medicina sempre foi:

Não sobre salvar vidas em grandes momentos…
mas sobre devolver sentido à vida todos os dias.

01/04/2026

A radiofrequência tem se destacado como uma alternativa moderna e eficaz no tratamento da artrose do joelho, especialmente nos casos de dor persistente que não respondem bem às abordagens convencionais.

No vídeo de hoje, explico de forma clara como essa técnica atua diretamente nos nervos responsáveis pela dor, promovendo um bloqueio controlado da condução dolorosa, sem comprometer a função do joelho. É um procedimento seguro, minimamente invasivo e que pode devolver qualidade de vida ao paciente, favorecendo a mobilidade e o retorno às atividades do dia a dia.

Mais do que tratar sintomas, é sobre devolver autonomia e bem-estar.

01/04/2026

Novas histórias dentro de um Centro de Dor representam novos desafios que merecem nossa atenção e cuidado para alcançarmos a melhor resposta.

Três vezes no mesmo lugar : não foi o lugar que mudou… fui eu.A Torre Eiffel completa 137 anos… e continua sendo muito m...
31/03/2026

Três vezes no mesmo lugar : não foi o lugar que mudou… fui eu.

A Torre Eiffel completa 137 anos… e continua sendo muito mais do que um monumento.

Já estive ali três vezes.
Três fases da vida.
Três versões de mim.

E, curiosamente, não foi o lugar que mudou… fui eu.

Porque viajar nunca foi sobre colecionar fotos.
É sobre colecionar experiências.
Conexões.
E, principalmente, significados.

De dia, ela impõe.
À noite, ela emociona.
De cima, amplia horizontes.
De baixo, lembra o quanto ainda há para crescer.

A mesma estrutura.
Mas infinitas formas de sentir.

Magnífica — não só pelo que é,
mas pelo que desperta em quem passa por ela.

31/03/2026

🚨 “Planos de saúde podem estar limitando seu acesso ao tratamento.”

Uma decisão da Justiça suspendeu uma resolução do CFM que protegia o paciente e a autonomia médica.

👉 Na prática, isso pode permitir:
• Glosas mesmo após procedimentos já autorizados
• Pressão financeira sobre decisões médicas
• Negativas sem transparência
• Auditorias feitas por quem não é médico

⚠️ O que está em jogo?

O direito do paciente ao diagnóstico e ao tratamento adequado.

E mais grave:
👉 A possibilidade de perder tempo… e até chance de cura.

💬 A medicina deve ser guiada por ciência e ética — não por interesse econômico.

🧠 Saúde não é custo.
É direito.

31/03/2026

Endereço

R. José Bernardino/Vila Cabral/Empresarial Heron Marinho, 11° Andar, Sala 1111
Campina Grande, PB
58408-000

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