08/01/2026
Por que dedico minha vida a tratar a dor crônica
Eu não trato apenas sintomas.
Eu cuido de histórias.
A dor crônica não é só um diagnóstico no papel.
Ela rouba o sono, a energia, o movimento, o trabalho, os sonhos.
Ela isola, silencia, cansa a alma.
Dedico minha vida a tratar dor crônica porque vi de perto o que ela faz com as pessoas.
Vi pacientes desacreditados, rotulados, ouvindo que “era coisa da cabeça”,
quando, na verdade, era o sistema nervoso pedindo ajuda.
Tratar dor crônica é devolver dignidade.
É ensinar que o corpo pode reaprender.
Que o cérebro é plástico.
Que existe ciência, tecnologia, cuidado humano e caminho.
Não é sobre um remédio.
É sobre uma jornada.
Uma construção diária que envolve corpo, mente, hábitos, movimento, sono, propósito e acolhimento.
Faço isso porque acredito que ninguém nasceu para viver com dor.
E porque, quando a dor diminui, a vida volta a caber dentro da pessoa.
Essa é a minha missão.
Transformar sofrimento em esperança.
E mostrar, todos os dias, que é possível viver melhor — mesmo depois de anos de dor.
— Dr. Luiz Severo
Neurocirurgião | Médico da Dor