15/05/2025
Durante a infância é comum a criança respirar pela boca, pricipalmente quando é muito alérgica, quando está gripadinha, quando começa na escolinha ou quando tem problemas respiratórios, como a asma e a bronquite por exemplo. E até mesmo quando tem adenoide.
O problema é que dificilmente os pediatras encaminham para cuidar e tratar da respiração oral. E a criança começa a apresentar muitas consequências:
- ao invés de mastigar, a criança amassa com a língua, come de boca aberta, cospe enquanto fala e pode até babar;
- muda a estrutura óssea do céu da boca, da maxila, mandíbula, f**a com o rosto bem compridinho e pode ter o queixo pequeno;
- a musculatura das bochechas f**am caídas, a boca aberta, quase não se vê o lábio superior, a língua está sempre para fora, ou no meio dos lábios e mesmo que você peça para a criança fechar a boca, ela não consegue;
- a fala f**a alterada também, pode ter a língua atrapalhando os sons do C e do S (sapo, cebola - fala com a língua entre os dentes), dificuldade com o R da arara;
- alterações de mordida, dentinhos tortos e, até mesmo, até o rostinho pode estar bem assimétrico.
Isso é só a parte dos ossos, dos músculos, da estética facial, da fala, da parte funcional oral.
Tem, ainda, as consequências na atenção, na memória, na capacidade de ouvir, entender e responder a respeito da comunicação. Tudo que altera na parte oral, gera consequências na escrita.
Você já sabia disso tudo?
Procure uma fono quando perceber que seu filho - ou sobrinho, neto, amigo - estiver respirando pela boca.