Vania Duarte Martins

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Vania Duarte Martins Vânia Aparecida Duarte Martins Kryvcun. CRP 06/79940. Psicóloga formada pela Universidade São Judas Tadeu em 12/2002. Embasamento teórico em Psicanálise.

Nunca trabalhei como patologia, desde o início da minha carreira, sempre acreditei que era necessário trabalhar o amor p...
18/12/2017

Nunca trabalhei como patologia, desde o início da minha carreira, sempre acreditei que era necessário trabalhar o amor próprio.

ame-se, aceite-se, aprenda a se olhar por inteiro.

Essa decisão só colabora com a minha visão.

Profissionais da Psicologia terão normas de atuação em relação a travestis e transexuais regulamentadas. Decisão foi tomada neste domingo, 17/12/2017

17/10/2017

Psicanálise

17/10/2017

Contos de Fada

O SENHOR REI MANDOU DIZER QUE…

…somos moradores de uma floresta obscura, cujo enredo tem enigmas, fantasmas e diversas alucinações. Debaixo das árvores apresenta-se uma multidão de personagens em estado permanente de guerra. Cada personagem, uma sentença. Somos ao mesmo tempo Chapeuzinho Vermelho e o Lobo arreganhando os dentes; o sonho da Cinderela e a Feiticeira em trajes de fogo; a meiguice de Branca de Neve e o vestuário da Maga Patalógica; somos Gregos e Troianos. E nessa Terra de uivos e ganidos, normalmente o mastro da bandeira tem dizeres de guerra, pois entre as raízes do pé de feijão viceja o agouro dos Espantalhos, aqueles que escrevem a lógica dos acordos espúrios. Eis porque nossas conversas são retorcidas, como galhos secos em época de seca.

A pauta comum a todos é feita com alaridos da fantasia, essa verdade de cabeça para baixo, assunto tratado com vigor pelo MESTRE DE VIENA, que mostrou nossos gremlins brotando de todos os lados como regentes da maldade, tudo em perfeita ressonância com o congresso das bruxas. E não adianta insinuar que os contornos da maldade subsistem apenas no castelo alheio, retorcidas, como galhos secos.

São nossos velhos conhecidos com trajes pomposos do ódio, vagando para cima e para baixo, pois estão no labirinto onde traçamos os mapas da assombração, e em nossos pergaminhos de letreiros vistosos Barba Azul, que dizem ser o guardião das esposas degoladas e que o Capitão Gancho, timoneiro das sombras, o condutor de um barco à deriva.

Nossa morada é a Terra-do-Nunca, onde Peter Pan se satisfaz com o idioma da regressão? Até quando vamos deletar as dádivas do Sol, para referendar o congresso do medo? Não é simples atravessar o escuro da mata, onde o rugir dos fantasmas está no encalço, feito sombra possessiva. Toda travessia requer coragem, portanto é possível ir além da demarcação da floresta e sair do esconde-esconde. Para tal empreitada, urge sacudir o pó da estrada; arrancar, uma a uma, as traças da armadura e seguir em frente, montado em um alazão. Andar é preciso, eis porque os Sete Cabritinhos chegaram seguros às margens do riacho cristalino.

E justamente para clarear o lado obscuro da floresta, torna-se imprescindível aquela narrativa onde o amor predomina sobre os arautos da maldade; onde palavras são folhas na relva, à disposição do pequeno andarilho que teme a chegada do Dragão. Por isso as crianças, detentoras das varinhas–de-condão cultivam, com tanto ardor, a atmosfera mágica dos CONTOS DE FADAS. Narrativas, onde estão presentes de modo transbordantes, os referenciais de justiça, tão escassos nos dias atuais.

Para as crianças, os CONTOS DE FADAS são bússolas que apontam novas trilhas; é a nascente de um rio luminoso, pleno, capaz de ajudar nessa longa travessia, afinal, a angústia do despedaçamento é o elemento primordial que estampa os modos do sofrimento. Eis os ensinamentos de João e Maria quando suportaram a vertigem do abandono e na grandeza dos corações irmanados foram capazes de enfrentar, sob o uivo dos lobos e o pio das corujas, os engodos da Feiticeira.

O conteúdo que baila nas entrelinhas dos CONTOS DE FADAS torna a criança merecedora do sol radiante, visto que são histórias curativas como as lágrimas de Rapunzel, que caminhou sobre as areias escaldantes do deserto, para reerguer o olhar do príncipe. E quando essa narrativa transita no coração das crianças, o montante dos medos rotineiros se desfaz. Essa é a grande contribuição dos CONTOS DE FADAS (e seus lastros de amor), porque prevalece a retidão dos valores e a certeza de que o trabalho é um empreendimento digno.

Se o inconsciente é o emaranhado onde mora o nosso desejo, que a Bela e a Fera ultrapassem a solidão mortífera do penhasco e digam SIM à regência da vida. Onde era o caldeirão de água fervente da Bruxa, que seja a sinfônica do amor; onde era o desejo incestuoso, que seja a honra, em nome do pai; onde era o desgosto, que seja o valor de histórias reluzentes.

O SENHOR REI MANDOU DIZER QUE estamos adiando, demais, duas coisas: o encontro com as flores e a chama da vida e que está na hora de sair da TERRA-DO-FAZ-DE-CONTA.

Mario Cezar Queiroz
Psicanalista e Psicoembriólogo

Fonte: http://ibcppsicanalise.com.br/site/contos-de-fada/ acessado em 17/10/2017 14:36.

Psicanálise

31/07/2017

Qual é o verdadeiro papel do psicólogo?

Atender as questões internas das pessoas sobre assuntos de caráter intimista e particular quando essas questões provocam desconforto ao mesmo.

O profissional precisa manter-se neutro e abster-se de preconceitos e julgamentos, usando o relato do paciente, por este motivo é fundamental que o paciente ao adentrar um consultório para realizar seu atendimento psicológico ou terapêutico seja o mais sincero possível, pois somente assim é que poderá ajudar na solução das demandas que busca.

A sinergia, a empatia e a reciprocidade são importantes para que se estabeleça um vínculo de confiança entre ambos.

27/07/2017

Momento de mudança

Recentemente, fiz uma retrospectiva de minha vida pessoal. Remeti-me à minha infância que pode ser considerada normal, uma criança sendo criança, após entrei na minha adolescência com muitos sonhos e ideais, entretanto, foi nesse momento que descobri que tinha Retinose Pigmentar, uma doença degenerativa da retina, mas isso não me abalou e continuei seguindo minha vida de moleca.
Com o tempo, me tornei adulta e entre os muitos desafios dessa vida: pagar contas, emprego, estudo, preocupação com o futuro, entrou em minha jornada, meu filho, pois engravidei aos 27 anos enquanto freqüentava o curso de Psicologia na Universidade São Judas. Assim, consegui equilibrar mais esse prato.
Seguia minha caminhada normalmente, quando comecei a namorar meu atual marido, um relacionamento que fez e faz feliz. Seguindo a trajetória da vida, nos casamos quando tinha 41 anos, nossa vida conjugal segue como a de todo o casal, com altos e baixos em diversos assuntos, inclusive o falecimento do pai e no mesmo ano, do meu sogro.
Assim seguimos um apoiando o outro e, mais recentemente, ele começou a transacionar, nesse mesmo período, meu filho demonstra como cresceu, pois ele se encontra na adolescência.
Assim como é minha vida, a mudança é algo inerente ao ser humano, sendo ela possível para que ela nos traga o crescimento intelectual, espiritual, profissional e um aprimoramento do núcleo familiar. É graças a essa essência de buscar sempre algo a mais e a necessidade de aliviar as nossas angustias, é que hoje podemos nos dar ao luxo de vivermos com todas as facilidades que temos.
Tudo só nos é permitido, caso a energia que nos movimenta atinja e chacoalhe nossa zona de conforto. Estando em homeostase, facilita qualquer mudança que possamos ter em nosso íntimo nos tornado pessoas inteiras e mais abertas ao novo movimento do universo.
Qualquer pessoa pode conseguir esse equilíbrio do campo biopsicossocial e espiritual quando nos permitindo buscar o auxilio de um profissional da na área psicológica e espiritualista.

18/05/2017

Novo Texto:

"Pegadas que deixamos e quais passos realizaremos?

Já temos vivido um período razoável sobre os pés que nos transporta por onde nosso cérebro deseja ou por onde querem que andemos. De qualquer maneira a decisão de seguir é de cada indivíduo.
Temos desculpas para tudo, inclusive para procrastinar nossos anseios em ser feliz ou se quiser chamar felicidade de desejo de ser um pouco melhor. Na verdade, não sabemos onde buscamos a nossa felicidade, nem mesmo se a buscamos? O importante não é o que buscamos, mas o que somos?
Somos fruto de nossos desejos, nossos sonhos, anseios, ansiedades ou até mesmo de nossas frustrações ou alegrias? Não, os itens relacionados acima não significam o que nós somos, senão motores que geram as nossas atitudes para nós seguirmos andando ou ficarmos parados sobre os seus pés.
Então o que somos?
Podemos ser uma prateleira de conhecimentos com vários livros empoeirados, um barril de produtos que nos alienam de várias verdades, uma caixa de joias com várias bugigangas de baixo valor, mas que não podemos ficar sem elas. Nada vale ser uma joia preciosa se o que mais valorizamos são as bijuterias que os outros entregam para nós! Pulseiras de fuxico, colar de presunção, tornozeleira de insegurança, cinto de frustração, broche de intolerância.
Intolerância ao que é diverso. Diverso ao que somos ou ao que nos disseram que possamos ser.
Não ao que é perfeito ou imperfeito, mas sim ao que se agrega. As diferenças agregam, contribuem para o conhecimento e para o desenvolvimento do ser humano que existe dentro de nós.
Ao contrário disso, podemos estar alimentando os instintos primitivos que existe dentro do nosso cérebro. E assim simplesmente andamos para sobreviver deixando meramente de viver o melhor que há dentro de Nós." (Flávio Duarte Martins)

23/04/2017

Diante de todos os acontecimentos referente à “Baleia Azul” e ao aumento de suicídio entre os adolescentes e toda a divulgação nos meios de comunicação, é o momento de refletirmos como temos direcionado nosso tempo, nossas prioridades e necessidades quando se trata da família.

Buscamos nossas realizações diante da sociedade com uma busca desenfreada pela necessidade material, porém esquecemos que também necessitamos de afeto e atenção favorecendo um núcleo familiar saudável. Mas o que poderia ser um núcleo familiar saudável?

Um núcleo familiar saudável é aquele que sabe lidar com as necessidades, realizações e frustrações dos envolvidos em um ambiente familiar comum.

Infelizmente, hoje estamos presos nos modelo imposto pelo imaginário social, sem levar em considerações nossas emoções, frustrações, nossos sonhos e desejos reais. Nos sentimos incapazes de saciar esses desejos e realizações sem nem saber o que realmente buscamos. Estamos em um momento em que sonhar deixou de fazer parte da nossa vida, só ambicionamos o “Ter” e esquecemos de “Ser”.

Por causa da busca desenfreada em “Ter”, deixamos de lado o (con)viver em família, atualmente a tecnologia faz o papel de mediador dessa (con)vivência. Temos a convicção de que a escola tem a obrigação de educar e formar nossos filhos. Sequer nos atentamos que educar vai além do ensino formal.
Viver em família é conviver, diariamente, sem um mediador tecnológico, em todas as ocasiões possíveis, seja estar presente durante as refeições, assistir a um programa de televisão, sorrir e chorar juntos.

Dessa forma devemos nos questionar o que leva nossos filhos a buscar esse tipo de jogos fatais. Hoje, é o “Baleia Azul”, mas já tivemos outros jogos, tais como “roxinho”, rachas, desafios de coragem e por tantos outros, que levam o jovem a testar seus limites.

Então podemos aproveitar esse momento, para reavaliar o nosso cotidiano e como estamos nos relacionando com a nossa família. (Vânia Duarte Martins)

POR MAIS DIFÍCIL QUE UMA CRIANÇA SEJA, NUNCA DEIXE DE FALAR COM ELA COM CARINHOEu sei que às vezes estamos muito cansado...
18/04/2017

POR MAIS DIFÍCIL QUE UMA CRIANÇA SEJA, NUNCA DEIXE DE FALAR COM ELA COM CARINHO

Eu sei que às vezes estamos muito cansados, saturados com tantas informações e responsabilidades. Toda a nossa frustração acaba se transformando em cenhos franzidos e palavras duras que jogamos sobre os que mais amamos. Muitas dessas pessoas são crianças pequenas, filhos que não entendem o porquê da nossa irritação: trocamos o “falar bonito” e o carinho por palavras duras, cheias de adjetivos desnecessários que se referem de maneira cruel ao que eles “sempre fazem ou são”.

Quantos pais percebem que lançam sobre os seus filhos palavras como “você é um bobo”, “comporte-se” ou até mesmo “idiota”? A pessoa que vê de fora esse comportamento se surpreende com uma atitude tão imatura. No entanto, talvez esse pai não saiba como lidar com um nível de exigência tão alto. Será que em algum momento nós também já não agimos assim?

É preciso se esforçar. As crianças não têm culpa e não merecem que descarreguemos sobre elas os nossos problemas de maneira tão injusta. Elas estão começando a viver e tudo o que lhes dissermos hoje, seja uma mensagem positiva ou negativa, guardarão para sempre no seu coração.
Falar com carinho será melhor do que gritar
Os pais acreditam que um grito ou um castigo são mais efetivos do que uma boa conversa porque os resultados são imediatos. Mas se esquecem de que a longo prazo aparecem alguns efeitos secundários indesejáveis. As crianças não podem se defender, se sentem humilhadas e descobrirão um sentimento chamado “ressentimento”.

Em um primeiro momento, falar com carinho com as crianças diante de um mau comportamento pode parecer que não funcionará. No entanto, não é assim. Uma boa conversa sempre será mais importante; as crianças menores, mesmo que não acreditemos, entendem muito mais do que pensamos.

Se lhes explicarmos o que fizeram errado, como deveriam proceder e terminarmos a conversa com um abraço, estaremos lhes ensinando que errar é humano e que o importante é aprender com os erros. Entenderão que estamos lhes mandando uma mensagem clara: “eu confio em você, da próxima vez fará melhor”.

A ternura, o amor, a compaixão e o co***lo ficarão gravados no fundo do coração dessa pessoinha que tanto amamos e que ainda tem muito para aprender. Essa mensagem que tentamos transmitir, as crianças vão entendendo ao longo da sua vida; talvez não vejamos um efeito tão imediato como uma palmada, mas a longo prazo veremos os bons resultados. Veremos como os nossos filhos educam os seus filhos e nos sentiremos orgulhosos deles.
Queremos que os nossos filhos tenham medo de nós? Buscamos o seu respeito através do medo? Este não é o tipo de aprendizado que queremos transmitir. Uma palavra negativa ou um insulto podem causar insegurança, baixa autoestima, medos desnecessários… Sei que estamos muito ocupados, mas trouxemos para o mundo uma pessoa que merece toda a nossa atenção, nosso amor e todas as nossas boas ações.

O poder da disciplina afetiva
A agressividade promoverá mais agressividade e comportamentos que não desejamos. Por exemplo, se o nosso filho não entende os nossos gritos, aprenderá a não nos escutar. No entanto, se colocarmos em prática a disciplina afetiva, onde existem chamadas de atenção sutis e delicadas, os resultados serão muito melhores. É difícil agir dessa forma se os nossos pais não nos trataram assim. Sem nos darmos conta, repetiremos o mesmo padrão de comportamento.

Muitas vezes não queremos agir da mesma forma que os nossos pais, mas talvez isto aconteça porque não paramos para pensar em como estamos tratando nossos filhos. É muito importante refletir sobre isso. Talvez sintamos nostalgia por não termos recebido todo o carinho que os nossos pais podiam dar ou não sabiam demonstrar da maneira correta.
Tudo isso é normal. Nenhum pai tem um manual de instruções que indique qual é a melhor maneira de agir. Apesar disso, é preciso estar atento a tudo o que a criança vive na sua infância, porque falar com carinho a afetará de uma forma positiva, e descarregar nela as suas frustrações a afetará negativamente.

Tudo o que acontece na infância nos marca profundamente e interfere em nosso futuro. As crianças nascem predispostas ao amor. Aprenda a conhecê-las, dê-lhes carinho e busque aquele ponto onde conseguiremos captar a sua atenção para poder ensiná-las e orientá-las corretamente. Isto deve ser feito através do amor, e não do medo. Falar com carinho com os seus filhos é a melhor decisão.

Fonte: amenteemaravilhosa.com.br

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