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Noite de jogos. Seu filho percebe que vai perder e, de repente, o choro vem, as peças voam ou ele tenta trapacear. Bate ...
28/03/2026

Noite de jogos. Seu filho percebe que vai perder e, de repente, o choro vem, as peças voam ou ele tenta trapacear. Bate o desespero: "Estou criando uma criança desonesta e mimada?"

A neurociência pede calma. Entre 5 e 10 anos, o cérebro ainda está construindo o senso de valor próprio.

Para a amígdala (o centro de alerta do cérebro), perder não é só brincadeira; soa como uma ameaça ao status dele na família. O chilique é apenas o cérebro em curto-circuito de frustração. E a trapaça? É um instinto desesperado para tentar não perder a sua aprovação.

Como ensinar a perder (sem humilhar):

Seja o "bom perdedor": O cérebro aprende por imitação. Quando você perder, narre: "Fiquei chateada que perdi, mas me diverti! Parabéns pela jogada".

Valide a dor, corte a atitude: "Eu sei que dá muita raiva perder, mas não vou deixar você jogar as peças no chão".

Elogie o esforço, não a vitória: Se você só vibra quando ele ganha, ele entende que a vitória é a única forma de receber amor. Elogie a estratégia e a diversão.

Saber perder exige regulação emocional. Ninguém nasce sabendo engolir a frustração.

🧶 Se você quer oferecer apoio psicológico para seu filho, para que ele se torne um adulto mais feliz e bem sucedido, melhorar a convivência em casa ou até melhorar os resultados escolares, marque uma consulta comigo. Envie uma mensagem para marcarmos uma avaliação e juntos descobrirmos quais caminhos podem ajudá-lo a se desenvolver.

26/03/2026

Você faz uma pergunta e ganha uma revirada de olhos. A criança que te achava um herói agora parece ter vergonha de você. O que aconteceu? Biologia.

O nome disso é Individuação. Para ter coragem de enfrentar o mundo adulto, o cérebro do seu filho precisa te desidealizar. Se ele continuasse te achando perfeito, nunca cortaria o cordão umbilical.

Ele procura defeitos em você e acha suas regras chatas como um mecanismo de sobrevivência para construir a própria identidade separada da sua.

Como sobreviver sem enlouquecer:

1- Não morda a isca: A revirada de olhos é só uma válvula de escape. Ignore essas "micro-agressões" visuais e poupe energia para as batalhas que realmente importam.

2- Corrija o respeito, não a emoção: Diga: "Você tem todo o direito de achar a minha regra chata, mas não vou aceitar que você grite comigo".

3- Seja a âncora: Ele empurra seus limites só para testar se você continua lá. Não leve para o lado pessoal e não devolva com rejeição.

No fundo, ele morre de medo de crescer. Achar você irritante é só o jeito torto que o cérebro dele encontrou para ter coragem.

🧶 Se você quer oferecer apoio psicológico para seu filho, para que ele se torne um adulto mais feliz e bem sucedido, melhorar a convivência em casa ou até melhorar os resultados escolares, marque uma consulta comigo. Envie uma mensagem para marcarmos uma avaliação e juntos descobrirmos quais caminhos podem ajudá-lo a se desenvolver.

Se levantar seu filho adolescente da cama exige quase um guindaste, o diagnóstico da família costuma ser um só: preguiça...
18/03/2026

Se levantar seu filho adolescente da cama exige quase um guindaste, o diagnóstico da família costuma ser um só: preguiça.

Mas a ciência pede calma. A verdade é que o seu filho vive em outro fuso horário.

Na puberdade, a liberação de melatonina (o hormônio do sono) sofre um atraso natural de cerca de duas horas. Mandar um adolescente dormir às 22h e acordar às 6h é o mesmo que obrigar você a dormir às 20h e levantar às 4h da madrugada.

Essa privação diária de sono gera irritabilidade extrema, falta de foco e mau humor — sintomas que muitas vezes são até confundidos com TDAH.

Como diminuir as brigas matinais:

1- Corte a luz azul: Telas inibem a melatonina que já está atrasada. Celular longe da cama 1 hora antes de deitar é inegociável.

2- Choque de luz natural: O despertador tocou? Abra as cortinas na hora. A luz corta a melatonina e avisa o cérebro que é dia.

3- Pare de ofender: Troque o "você é um preguiçoso" por "Eu sei que seu corpo ainda quer dormir, mas precisamos ir".

Ele não está com preguiça de viver, o relógio biológico dele só está incompatível com o horário escolar.

💬 Quantas vezes você precisa chamar seu filho de manhã até ele finalmente levantar?

🧶 Se você quer oferecer apoio psicológico para seu filho, para que ele se torne um adulto mais feliz e bem sucedido, melhorar a convivência em casa ou até melhorar os resultados escolares, marque uma consulta comigo. Envie uma mensagem para marcarmos uma avaliação e juntos descobrirmos quais caminhos podem ajudá-lo a se desenvolver.

15/03/2026

Corta o coração ver a criança chorar na hora da despedida. A tentação de esperar ela se distrair e "sair de fininho" é gigante. Mas, para a neurociência, fugir sem dar tchau é um erro grave.

O cérebro em hipervigilância: Quando você some do nada, o cérebro da criança entra em alerta máximo: "Minha proteção sumiu sem aviso, o mundo não é seguro".

Sair escondido cria um estado de ansiedade crônica. É por isso que, depois, a criança gruda na sua perna até para você ir ao banheiro. Ela f**a apavorada com a possibilidade de você desaparecer de novo.

Como sair do jeito certo (mesmo com choro):

Sempre se despeça: O cérebro lida muito melhor com a dor previsível da partida do que com o pânico do abandono surpresa.

Crie um ritual curto: Dê um marcador de tempo que ele entenda: "A mamãe volta depois do lanche". A previsibilidade desativa o alarme de perigo.

Não prolongue: Ficar voltando para abraçar de novo passa a mensagem de que você também está inseguro de deixá-lo ali. Dê tchau com confiança e saia.

O choro na despedida é só saudade. Sair escondido é o que cria a verdadeira ansiedade.

🧶 Se você quer oferecer apoio psicológico para seu filho, para que ele se torne um adulto mais feliz e bem sucedido, melhorar a convivência em casa ou até melhorar os resultados escolares, marque uma consulta comigo. Envie uma mensagem para marcarmos uma avaliação e juntos descobrirmos quais caminhos podem ajudá-lo a se desenvolver.

12/03/2026

A criança se joga no chão e grita, mas dá aquela "espiadinha" para ver se você está olhando. É manip**ação ou sofrimento real? A neurociência explica a diferença:

1. Desregulação Real (O curto-circuito):
O sistema nervoso pifou por excesso de estímulos ou cansaço. O cérebro está inundado de estresse e ela perdeu o controle. Ela não quer plateia, o olhar f**a perdido. Ela precisa da sua ajuda para se acalmar.

2. A Birra Estratégica (O show):
É comportamento aprendido. O cérebro registrou que fazer escândalo funciona para ganhar o doce ou a atenção. A marca registrada é a "pausa para checagem": ela chora, olha sua reação e volta a chorar. Se a plateia some, o show acaba.

Como agir em cada caso:

Na desregulação real: Acolha. Não dê sermão, o cérebro racional dela está offline. Diga apenas: "Eu sei que está difícil. Estou aqui com você".

Na birra estratégica: Desidrate o show. Não se irrite, não argumente e não ceda. Fale com tom neutro: "Gritar não vai mudar a regra. Vou esperar você terminar".

Ceder ao show ensina que gritar é uma boa moeda de troca. Acolher a dor real ensina que você é um porto seguro.

💬 Você já cedeu a uma "birra de palco" só por vergonha de quem estava olhando?

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A hora da lição de casa chega e a batalha começa. Água, banheiro, fome repentina, tudo vira desculpa. É fácil rotular se...
10/03/2026

A hora da lição de casa chega e a batalha começa. Água, banheiro, fome repentina, tudo vira desculpa. É fácil rotular seu filho de "preguiçoso" ou "desorganizado", mas a neurociência tem outra explicação.

Procrastinar não é um problema de gestão de tempo. É um problema de regulação emocional.

Quando a criança olha para o caderno e sente medo de errar, frustração ou tédio extremo, o cérebro dela aciona um alarme. Para o sistema nervoso, aquela lição de matemática é uma "ameaça" ao bem-estar. O cérebro não está fugindo da tarefa em si, está fugindo da sensação ruim que ela causa.

E o que o cérebro faz para buscar alívio rápido e dopamina? Foge para a TV, para o videogame ou para qualquer outra distração.

Como destravar o estudo (sem gritaria):

1- Fatie o monstro (Micro-passos): Um comando amplo como "vá estudar agora" assusta o cérebro. Quebre em partes minúsculas: "Pegue o estojo e abra o livro na página 10". Um passo pequeno "engana" e burla o sistema de alarme do cérebro.

2- A regra dos 5 minutos: Combine o seguinte: "Você só precisa focar nessa lição por 5 minutos. Depois, a gente avalia". O maior obstáculo neurológico é a inércia inicial (começar). Depois que o cérebro engata a primeira marcha, ele costuma continuar.

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05/03/2026

"Se todo mundo p**ar da ponte, você p**a também?"

Todo pai ou mãe já disse essa frase. E a resposta biológica do cérebro adolescente, por mais assustadora que seja, é: Sim.

Quando seu filho faz uma besteira em grupo que jamais faria sozinho, não é (apenas) falta de juízo ou "falha de caráter". É neurociência.

Na puberdade, o cérebro vive um pico de sensibilidade à ocitocina e à dopamina sociais. A aprovação dos amigos vira a maior recompensa do mundo. E o mais impressionante: para o cérebro deles, a dor da exclusão social ativa as mesmas áreas neurais da dor física.

Ser rejeitado ou virar piada no grupo dói de verdade.

Então, o cérebro faz um cálculo rápido de sobrevivência: "É melhor correr o risco de fazer essa idiotice do que sofrer a dor extrema do isolamento social". O "efeito manada" é o instinto gritando para ele pertencer a uma tribo.

Como ajudar (sem virar o inimigo):

1- Ensine uma "saída honrosa": Combine uma desculpa pronta para ele usar. "Fala que eu sou louca e que vou cortar seu celular por um mês se você fizer isso". A culpa cai em você, e ele diz "não" sem perder o status no grupo.

2- Não ataque os amigos: Criticar a turma faz com que ele os defenda com ainda mais força (o instinto de lealdade à tribo). Foque sempre na atitude e na responsabilidade dele, independentemente de quem estava junto.

3- Refúgio seguro: Quanto mais pertencimento e segurança ele sentir dentro de casa, menos precisará provar seu valor na rua fazendo loucuras.

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A boca suja de chocolate e o clássico: "Não fui eu!"O coração gela: "Meu filho tem falha de caráter?". Calma. Para a ciê...
03/03/2026

A boca suja de chocolate e o clássico: "Não fui eu!"

O coração gela: "Meu filho tem falha de caráter?". Calma. Para a ciência, a primeira mentira não é desvio moral, é um marco de desenvolvimento cognitivo.

Aos 3 ou 4 anos, a criança desenvolve a Teoria da Mente. Ela descobre que o cérebro dela é separado do seu e que você não sabe tudo o que ela faz. A mentira é apenas o teste dessa nova habilidade.

Nessa idade, eles não mentem por maldade. Mentem por medo da punição ou por pensamento mágico (achar que dizer "não fui eu" desfaz o erro).

Como lidar (sem criar um mentiroso crônico):

Não monte armadilhas: Se você sabe que ela riscou a parede, não pergunte "Foi você?". Isso convida à mentira por medo. Diga direto: "A parede riscou, vamos limpar".

Foco na solução: Quando o erro é tratado como um problema a consertar e não um crime a punir, a criança não precisa mentir para se defender.

Celebre a honestidade: Quando ela confessar algo, agradeça por dizer a verdade, mesmo que tenha que corrigir a atitude.

A mentira infantil é um teste do cérebro. Mas é a sua reação que define se ela será só uma fase ou um hábito.

💬 Qual foi a mentira mais absurda que seu filho já contou por aí?

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"Desliga isso agora!"E de repente, o caos. Choro, gritos ou porta batendo. Tirar a tela do seu filho às vezes parece des...
26/02/2026

"Desliga isso agora!"

E de repente, o caos. Choro, gritos ou porta batendo. Tirar a tela do seu filho às vezes parece desarmar uma bomba.

Mas para a ciência, isso não é só desobediência. É uma crise de abstinência química temporária.

Jogos e redes sociais são desenhados para hackear o sistema de recompensa do cérebro. Eles liberam doses contínuas e altíssimas de dopamina (o neurotransmissor do prazer). A criança entra no "modo zumbi".

Quando você manda desligar de repente, a dopamina despenca. O cérebro entra em pânico. Aquele chilique absurdo é uma reação física à queda brusca de uma substância que dá muito prazer.

Como desligar (com menos brigas):

Nunca puxe a tomada do nada: O cérebro precisa de previsibilidade. Avise: "Faltam 10 minutos", depois "Última fase".

Crie uma transição: Sair da tela (dopamina 100) direto para a lição de casa (dopamina zero) é pedir para ter briga. Intercale com algo neutro, como um lanche ou um banho.

A regra vem antes do play: Combine o tempo limite antes do cérebro estar inundado de dopamina. E cumpra.

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19/02/2026

É fácil cair nos extremos: ou tratar o colégio como um "drive-thru" da educação (deixa a criança na porta e espera um adulto pronto), ou blindar o filho de qualquer frustração ("ele é um anjo, a professora que persegue").

O erro é esquecer que a educação não é um produto. É uma coprodução.

A escola ensina o convívio e o acadêmico. A família constrói a base emocional e os valores. Se a família sabota o trabalho do professor, a criança perde a referência de autoridade.

Como construir uma parceria real:

Não desautorize o professor: Se você critica a escola na frente do seu filho, ele entende que não precisa respeitar aquele ambiente. Resolva divergências com os adultos, na coordenação.

Escute antes de defender: A escola vê seu filho inserido em um grupo com outras 20 crianças. A dinâmica é muito diferente da sala da sua casa. Abaixe a guarda para ouvir.

Apoie o processo: Acompanhar a rotina escolar não é fazer a lição por ele para entregar perfeito. É garantir um ambiente em casa para que ele mesmo tente.

Quando família e escola puxam a corda para o mesmo lado, a criança não encontra brechas para a indisciplina e se sente segura para aprender.

💬 A comunicação com a escola por aí é tranquila ou gera estresse?

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Atire a primeira pedra quem nunca disse isso no parquinho por pura vergonha. Mas forçar a partilha é um erro.Até os 4 ou...
14/02/2026

Atire a primeira pedra quem nunca disse isso no parquinho por pura vergonha. Mas forçar a partilha é um erro.

Até os 4 ou 5 anos, a criança não entende o conceito de "devolver". Para o cérebro dela, emprestar signif**a perder para sempre.

O perigo de forçar: Arrancar o brinquedo da mão do seu filho não ensina generosidade, gera insegurança. O cérebro registra: "Alguém mais forte pode confiscar minhas coisas do nada".

O resultado é o egoísmo reativo: ele passa a agarrar os brinquedos com muito mais força por medo de perder. Afinal, nós adultos não emprestamos nosso celular a um desconhecido na rua. Por que exigimos isso deles?

Como ensinar a dividir (sem forçar):

Defenda o direito dele: Diga à outra criança: "Ele está usando agora. Quando ele terminar, é a sua vez".

A garantia da vez: Em vez de focar no "emprestar", ensine que os objetos não mudam de dono, apenas mudam de mão por um tempinho. Quando a criança entende a regra de que o brinquedo vai voltar para ela, o medo de perder desaparece. Com essa segurança, ela relaxa e acaba soltando o objeto muito mais rápido.

A regra da visita: Vai receber amigos em casa? Guarde os brinquedos "intocáveis" no armário antes. O que f**ar na sala é de uso comum.

A generosidade real nasce da segurança de ter, não do medo de perder.

💬 Você já passou por essa "vergonha do parquinho" quando seu filho não quis dividir?

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10/02/2026

Gritos, porta batida. O motivo parece minúsculo, mas a reação é nuclear. Isso não é só falta de educação, é um Sequestro da Amígdala.

No cérebro adolescente, existe um desequilíbrio de poder:

A Amígdala (Emoção): Está hiperativa e interpreta qualquer cara feia como uma ameaça de guerra.

O Córtex (Razão): A parte que diz "Calma, é só um prato" ainda está em obras e é lenta para frear.

Resultado: O alarme de incêndio dispara antes que o raciocínio chegue com a água. Por isso a raiva é absoluta num segundo e desaparece no outro.

Como sobreviver (sem explodir junto):

Não morda a isca: Se você gritar de volta, confirma para o cérebro dele que realmente existe uma guerra. Seja o adulto da sala.

Não raciocine na tempestade: Tentar dar sermão na hora do grito é inútil. O cérebro racional dele está offline.

Corrija no frio: Só converse quando a química baixar. "Aquela reação não foi legal. Eu mereço respeito."

Entender a biologia ajuda a não levar para o pessoal. Ele não te odeia, ele só está temporariamente "sem freio".

💬 Qual foi a "bobeira" que gerou a última 3ª Guerra Mundial aí?

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