Gabriela Novaes Facundes- Psicóloga Clínica

Gabriela Novaes Facundes- Psicóloga Clínica Psicóloga Clínica

Olá, seja muito bem vindo (a) sou Psicóloga clínica e me formei em 2015,ao longo da minha trajetória acadêmica e profissional,venho oferecendo atendimento psicológico,visando o bem estar e saúde mental dos meus pacientes. Sou pós graduada em Psicologia organizacional, tenho como abordagem a Psicologia analítica (Jung) atendo adolescente, adultos,idosos,possuo experiência em terapias para crescimento pessoal,autoconhecimento e resolução de conflitos pessoais e profissionais,através da psicoterapia ajudo pessoas a resolverem os seus anseios,a ver a vida de uma forma melhor e a cada dia se tornarem a sua melhor versão. Eu não sei pelo o que você está passando, mas você não precisa passar por isso sozinho (a) eu estarei aqui para te ajudar.Em nenhum momento você será julgado (a) será muito bem recebido (a) acolhido (a) juntos chegaremos ao seu propósito.- “Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” Psicóloga

CRP 06/147029

São Paulo

🜂 Quando um povo perde o nome, o que acontece com a alma?Na psicologia junguiana, o nome não é um detalhe.Ele é um símbo...
18/01/2026

🜂 Quando um povo perde o nome, o que acontece com a alma?
Na psicologia junguiana, o nome não é um detalhe.
Ele é um símbolo de identidade, de pertencimento e de inscrição no mundo.
Quando uma pessoa perde o nome, ela não perde só uma palavra
perde o fio que a liga à sua origem.
No Brasil, milhões de pessoas negras e pardas carregam sobrenomes europeus
não porque essa seja sua raiz psíquica profunda,
mas porque houve uma violência simbólica radical:
o apagamento do nome africano.
Na linguagem do inconsciente coletivo, isso é uma ruptura arquetípica.
Os nomes africanos carregavam clã, território, ancestralidade, função espiritual.
Ao serem substituídos por nomes impostos, ocorreu algo semelhante a um complexo traumático coletivo:
uma identidade obrigada a sobreviver sem espelho.
Quando Jung fala de sombra, ele não se refere apenas ao que é pessoal,
mas também ao que uma cultura inteira não pôde integrar.
A ausência de sobrenomes africanos no Brasil é uma sombra cultural.
Ela não desapareceu , apenas foi empurrada para o inconsciente.
E o inconsciente sempre encontra formas de se expressar:
no corpo,
na sensação difusa de não pertencimento,
na pergunta silenciosa: “de onde eu vim?”
Não é coincidência que tantas pessoas negras ou pardas busquem hoje reconstruir narrativas,
resgatar símbolos,
nomear a si mesmas de outras formas.
Isso não é moda.
É um movimento de individuação coletiva.
Recuperar a história não é voltar ao passado
é permitir que a psique volte a circular onde foi interrompida.
Porque quando um povo perde o nome,
a alma não morre
ela espera.

Verão 💛🩷✨☀️
12/01/2026

Verão 💛🩷✨☀️

Existe uma diferença importante entre observar a sociedade e reduzir a complexidade humana a regras simplistas.É verdade...
12/01/2026

Existe uma diferença importante entre observar a sociedade e reduzir a complexidade humana a regras simplistas.
É verdade que aparência, dinheiro e corpo influenciam oportunidades.
Mas transformar isso em leis absolutas diz menos sobre o mundo e mais sobre a história emocional de quem fala.
Quando alguém afirma que:
pessoas “feias” são rejeitadas por definição
mulheres precisam se moldar a um único padrão
homens “de valor” desejam apenas um tipo específico de corpo
não está fazendo análise social, está organizando a própria dor.
A experiência pessoal vira lente única.
E a lente vira regra.
O problema desse tipo de discurso não é só a generalização.
É o efeito que ele produz:
culpa, vigilância constante do corpo, medo de não ser suficiente e relações baseadas em performance, não em presença.
Beleza pode abrir portas.
Mas não sustenta vínculos.
Não constrói intimidade.
Não cura feridas antigas.
Reduzir o humano a estética e status é uma forma sofisticada de desespero não de força.
Talvez a pergunta não seja
“quem é bonito o suficiente?”
mas
“quem precisou acreditar nisso para continuar existindo?”

Por que a geração dos anos 90 parece mais bonita?Existe uma pergunta que tem circulado por aí, meio disfarçada de brinca...
10/01/2026

Por que a geração dos anos 90 parece mais bonita?
Existe uma pergunta que tem circulado por aí, meio disfarçada de brincadeira, meio carregada de comparação:
“Por que as pessoas dos anos 90 parecem mais bonitas?”
Talvez a resposta não esteja exatamente na estética ,mas no tempo em que essa estética foi construída.
A geração dos anos 90 cresceu antes da padronização total da beleza. Antes dos filtros, antes da harmonização como rito de passagem, antes da exigência de performar uma imagem perfeita ainda na adolescência. O rosto amadureceu junto com a identidade. O corpo teve tempo. A expressão também.
Houve espelho, mas não vigilância constante.
Houve comparação, mas não um catálogo infinito de rostos “ideais” disponíveis 24 horas por dia.
Isso produz marcas diferentes.
Enquanto muitas pessoas mais jovens hoje são empurradas a “parecer adultas” cedo demais, a geração dos anos 90 teve o privilégio,ainda que sem saber,de envelhecer no ritmo do próprio desenvolvimento psíquico. E isso aparece. No olhar. Na postura. Na forma como o rosto sustenta o que sente.
Não se trata de parecer mais jovem.
Na verdade, a maioria aparenta sim a idade que tem.
Mas aparentar a própria idade não é o mesmo que aparentar desgaste.
A beleza que se percebe nessa geração não vem da tentativa de congelar o tempo, mas de ter atravessado o tempo com menos intervenção precoce, menos ansiedade estética e mais espaço para se tornar quem se é.
Talvez por isso exista essa sensação de que “envelheceram bem”.
Porque envelhecer bem não é apagar marcas , é quando as marcas fazem sentido.
E vale dizer o óbvio, que anda meio esquecido:
ter 30, 33, 35 ou até 38 anos não é ser velho.
É estar num ponto em que a juventude já não precisa ser provada o tempo todo , e isso, paradoxalmente, deixa as pessoas mais bonitas.
No fim, talvez a geração dos anos 90 não seja mais bonita por parecer mais jovem,
mas por parecer inteira.💅🏽🌱🧛🏻‍♀️

Nem todo mundo sente vontade de treinar.E isso não é um problema.Existe um mito moderno de que o autocuidado precisa vir...
07/01/2026

Nem todo mundo sente vontade de treinar.
E isso não é um problema.
Existe um mito moderno de que o autocuidado precisa vir acompanhado de entusiasmo, motivação e alegria antecipada. Mas, na vida real, o corpo não funciona assim.
Para muitas pessoas, o movimento não começa no desejo começa na decisão.
Vai-se sem vontade. Faz-se mesmo assim.
E o alívio vem depois.
O bem-estar não está no “amor pela atividade física”, mas na sensação posterior de regulação: o corpo mais calmo, a mente mais organizada, o peso emocional um pouco menor.
Quem espera motivação, costuma parar.
Quem age apesar da resistência, permanece.
Cuidar de si não exige paixão.
Exige presença, constância e maturidade psíquica.
O prazer pode não vir antes
mas ele chega depois.

Hoje eu encerro um ciclo importante da minha trajetória.Não como quem chega a um ponto final, mas como quem alcança um l...
30/12/2025

Hoje eu encerro um ciclo importante da minha trajetória.
Não como quem chega a um ponto final, mas como quem alcança um lugar mais amplo para olhar o caminho percorrido.
A psicologia sempre foi, para mim, mais do que uma profissão. Foi uma forma de escutar o humano onde ele não consegue se dizer por inteiro. Ao longo desses anos, passei pela clínica, pela escola, pelo trabalho com famílias, por plataformas de atendimento online, por contextos institucionais e, sobretudo, por encontros que me transformaram tanto quanto eu pude contribuir.
A neuropsicologia surgiu não como um desvio, mas como um aprofundamento natural. Veio da necessidade de compreender melhor o cérebro sem perder a alma, de estudar funções, desenvolvimento e neurodiversidade sem reduzir pessoas a te**es, laudos ou diagnósticos. Veio do contato com crianças, especialmente crianças autistas, que me ensinaram que comportamento é linguagem e que o cérebro também conta histórias.
Concluir essa formação é integrar saberes: ciência, clínica, sensibilidade e ética. É poder sustentar um olhar mais preciso sem abrir mão do simbólico, do vínculo e da singularidade. É reconhecer que estudar o cérebro não me afastou do humano me aproximou ainda mais.
Hoje, sigo Psicóloga. agora, também Neuropsicóloga.
Com mais responsabilidade, mais escuta e mais compromisso com um cuidado que respeita o tempo, a história e a complexidade de cada sujeito.
Que esse novo ciclo seja fértil, vivo e verdadeiro como tudo aquilo que vale a pena construir.🌱✨🧠

No contexto brasileiro, a mulher solteira que se cuida , física, estética ou emocionalmente , frequentemente é colocada ...
26/12/2025

No contexto brasileiro, a mulher solteira que se cuida , física, estética ou emocionalmente , frequentemente é colocada sob suspeita. Seu corpo, sua presença e sua autonomia passam a ser lidos não como expressão de cuidado de si, mas como ameaça. Surge então um rótulo perverso e silencioso: o de “destruidora de lares”. Como se o simples fato de existir de forma visível, desejável e autônoma já configurasse uma transgressão moral.
Esse julgamento não nasce do acaso. Ele é sustentado por uma cultura que historicamente condicionou o valor da mulher à sua função relacional: ser esposa, mãe, cuidadora, pertencente a alguém. Quando uma mulher se apresenta fora desse lugar,solteira, cuidando de si, dona do próprio desejo ela rompe um pacto simbólico. E toda ruptura tende a ser punida.
O efeito subjetivo disso é profundo. Muitas mulheres internalizam a culpa por se cuidarem, por gostarem de si, por ocuparem espaço. O autocuidado, que deveria ser fonte de fortalecimento psíquico, passa a ser vivido com ambivalência: prazer misturado à vigilância, autoestima atravessada pela culpa. Surge um conflito interno entre o desejo de existir plenamente e o medo de ser julgada, rejeitada ou atacada.
Na clínica, esse fenômeno aparece de diversas formas: mulheres que diminuem sua luz para não incomodar; que se sentem responsáveis pelo desejo alheio; que carregam uma culpa difusa por serem vistas. É como se o olhar do outro fosse sempre acusatório, e não apenas observador. A subjetividade feminina, então, vai sendo moldada por defesas: retraimento, autocensura, hipervigilância emocional.
Há também um deslocamento perigoso da responsabilidade. Em vez de questionar relações frágeis, pactos conjugais mal elaborados ou a própria ética masculina, a sociedade prefere localizar o “perigo” no corpo feminino que circula livre. Isso mantém intactas estruturas de poder e transfere para a mulher a função de conter o desejo o dela e o do outro.
Reconhecer esse mecanismo é fundamental para a saúde psíquica feminina. Cuidar de si não é provocação, não é ataque, não é convite. Despatologizar a mulher que se cuida é um ato clínico e político.

O medo não veio para mandar. Veio para avisar.Ele surge quando algo importa, quando há risco ou mudança.O problema não é...
21/12/2025

O medo não veio para mandar. Veio para avisar.
Ele surge quando algo importa, quando há risco ou mudança.
O problema não é sentir medo é obedecer a ele sem questionar.
Quando o medo vira comando, a vida encolhe.
Desejos são adiados, limites são quebrados, escolhas passam a ser feitas para evitar dor, não para sustentar verdade.
Liberdade não é ausência de medo.
É presença suficiente para não entregar o volante.
Escutar o medo sem se submeter a ele é maturidade psíquica.
Coragem não é ir sem medo é ir apesar dele.
O medo pode acompanhar.
Só não pode governar.

14/12/2025
Misoginia não é opinião. É sombra.Toda vez que uma mulher se levanta,alguns homens tremem não porque ela ameaça,mas porq...
08/12/2025

Misoginia não é opinião. É sombra.
Toda vez que uma mulher se levanta,
alguns homens tremem
não porque ela ameaça,
mas porque ela ilumina.
E onde existe luz,
as sombras se desesperam.
Misoginia não é opinião:
é o grito antigo do patriarca ferido,
ecoando através daqueles que ainda não aprenderam a enxergar mulheres como seres inteiros.
É a poeira de um mundo velho,
tentando assoprar nos olhos de quem já despertou.
Mas eu não fecho mais os meus olhos.
Nem diminuo minha luz.
Nem recolho minha voz para caber no silêncio que esperavam de mim.
A mulher que eu sou carrega arquétipos que eles não decifram:
a força da Mãe,
a intuição da Sacerdotisa,
o fogo da Guerreira,
a potência da Criadora.
E nenhuma dessas faces aceita migalhas de respeito.
Misoginia não é opinião.
É um sistema morrendo de medo da mulher que renasce.
E eu?
Eu sou renascimento.
Eu sou ruptura.
Eu sou o fim do ciclo que me feriu
e o começo do mundo que me honra.

🎡🎢🎠
15/11/2025

🎡🎢🎠

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Campinas, SP

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Psicóloga Clínica e Organizacional,atendo crianças, adolescentes,adultos,idosos, especialista em Psicologia Analítica Junguiana pela UNICAMP.