01/01/2026
O Janeiro Branco nasceu para falar de saúde mental, mas o país parece mais cansado do que nunca. O Brasil segue liderando índices de ansiedade e depressão, enquanto ambientes escolares e profissionais ainda não acolhem quem pensa e sente de forma diferente.
Falar de neurodiversidade é mudar o foco da força individual para a responsabilidade coletiva.
É entender que o problema não está nas pessoas, mas nas estruturas que não se adaptam a elas. Campanhas são importantes, mas só viram transformação quando se traduzem em políticas, capacitação e empatia real.
Na Ludens, acreditamos em uma saúde mental construída coletivamente.
Porque ninguém deve enfrentar o mundo sozinho, é no acolhimento e na estrutura que o cuidado se torna real.