Marisa Ecke Facilitando Mudanças

Marisa Ecke Facilitando Mudanças Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Marisa Ecke Facilitando Mudanças, Terapeuta, Rua Aguaçú, n. 171, Sala M01, Mezanino/Bloco D/JERIVÁ Condomínio AlphaBusiness, Campinas.

Facilitando Mudanças Humanas e Organizacionais
Psicoterapeuta Transpessoal Sistêmica com Manejo e Integração do Trauma
Formadora e Facilitadora de Constelações Familiares, Estruturais, do Trauma e em Empresas
Terapeuta Renascedora e Energética

22/03/2026

Não nascemos na nossa família por acaso.

Existe uma matriz de origem, a primeira relação, o primeiro campo, o primeiro pertencimento: a mãe.

É a partir dela que a vida começa a se organizar. De uma única célula surge um corpo inteiro, uma estrutura complexa, uma inteligência biológica capaz de sentir, adaptar, memorizar e se relacionar.

Por isso, falar desse corpo como algo separado do todo é uma ilusão. Ele é uma máquina viva, perfeita na sua função, em constante conexão com o ambiente, com as relações e com a própria existência.

Mas para acessar essa sensação de presença, de despertar e de conexão mais ampla, muitas vezes precisamos voltar ao início, à base onde tudo começou.

É no reconhecimento da origem que a consciência se organiza.

Abandono de si mesmo: a consequência mais silenciosa do trauma.O que acontece quando, para sobreviver, uma criança preci...
22/03/2026

Abandono de si mesmo: a consequência mais silenciosa do trauma.

O que acontece quando, para sobreviver, uma criança precisa abrir mão de si mesma?

Um bebê não desejado, que é concebido e se desenvolve em um ambiente de dor, rejeição ou violência não escolhe — ele se adapta.
O corpo aprende cedo: “Para sobreviver, preciso me ajustar, agradar, não sentir demais.”

Isso não é personalidade.
É sobrevivência.

Essa criança cresce e se torna um adulto que:
• cuida de todos, menos de si
• busca amor fora, sem conseguir sustentar dentro
• se entrega demais… e depois se perde, quando depende emocionalmente
• se auto boicota para afastar quando algo saudável aparece

Não por falta de amor.
Mas por dor não transmutada e integrada.

Quando o vínculo que chamamos de AMOR falhou na infância, o corpo registrou:
amar dói
pedir ajuda é perigoso
ser eu mesmo pode me fazer perder o vínculo

Então, o adulto se protege… se desconectando de si para não sentir a dor congelada.

E aqui nasce o padrão mais profundo do trauma:
o abandono de si mesmo.

A verdade é que o trauma não está no que aconteceu,
mas no que precisou ser silenciado para sobreviver.

E enquanto isso não é visto, reconhecido, liberado, transmutado e integrado, o corpo repete.

A cura começa quando o movimento se inverte:
quando você para de buscar fora… e começa a voltar para si.

Porque curar não é se tornar alguém novo.
É parar de se abandonar.

Talvez hoje não seja sobre entender tudo…
mas sobre sentir que você já pode, aos poucos, ficar consigo, se amar, se proteger, se validar.

Quer participar do próximo encontro, entre no grupo exclusivo de comunicação, com link na Bio.

19/03/2026

Você é apenas a sua história… Ou algo maior do que ela?

Além do que você sente por dentro, dos vínculos que vive e do papel que ocupa no mundo, existe também uma dimensão mais ampla do seu ser: o Eu Multidimensional.

É a parte que não se limita às experiências, às feridas ou às identidades que você construiu ao longo da vida.

É uma dimensão de consciência que está em constante interconexão com pessoas, com a vida e com algo maior que sustenta a existência.

Alguns chamam de Campo, Deus, Universo, Consciência, Infinito. Os nomes mudam, mas apontam para a mesma experiência: a sensação profunda de pertencimento, que vai além do ego e da história pessoal.

O problema é que, muitas vezes, vivemos apenas nas camadas adaptativas, aquelas moldadas pelo que aconteceu conosco. Reagimos, nos defendemos, repetimos padrões… E esquecemos dessa dimensão mais profunda que nos organiza e integra.

Talvez a pergunta não seja só o que aconteceu com você, mas de qual lugar dentro de você, você tem vivido sua vida.

Vamos conversar mais sobre isso? Acesse o link da bio e fale comigo. 🤍🧘‍♀️

Aquilo que você vive, sente e escolhe não nasce de um único lugar dentro de você. Existe uma organização interna acontec...
17/03/2026

Aquilo que você vive, sente e escolhe não nasce de um único lugar dentro de você. Existe uma organização interna acontecendo o tempo todo e ela envolve diferentes dimensões que se influenciam mutuamente.

- Há a sua história interna, com memórias e marcas que moldaram sua forma de reagir.
- Há seus vínculos, onde partes profundas aparecem sem que você perceba.
- Há a maneira como você se coloca no mundo através do trabalho.
- E há também uma dimensão mais ampla de consciência, que dá sentido e direção à experiência de existir.

A vida que você vive hoje é resultado do entrelaçamento dessas camadas.

Por isso, a pergunta não é apenas “quem você é”, mas de qual parte sua suas escolhas estão vindo hoje. 🤍

12/03/2026

As suas relações te revelam… Ou te aprisionam? Quem é você no encontro com o outro?

O Eu Relacional aparece nos vínculos: parceiros, filhos, pais, amigos. É ali que nossas partes mais profundas se mostram, seja na forma como nos aproximamos, nos afastamos, nos calamos, insistimos ou nos perdemos.

Observe as suas relações:
- Elas são leves ou exaustivas?
- Construtivas ou destrutivas?
- Você pode ser quem é ou precisa se adaptar para caber?
- Você escolhe estar… Ou sente que precisa manter?

Tudo isso também se expressa no trabalho. O Eu Profissional não é só o que você faz, é como você se coloca no mundo.

Você expressa seus dons e talentos… Ou repete papéis que aprendeu a ocupar? Há satisfação, sentido e vitalidade? Ou apenas obrigação, esforço e sobrevivência?

Talvez a pergunta não seja só “quem você é”, mas de qual lugar você vive seus vínculos e suas escolhas profissionais.

Se quiser olhar para isso com mais profundidade, acesse o link da bio e vamos conversar. 🧘‍♀️

08/03/2026

Quando pergunto “quem é você?”, não falo apenas do nome, da profissão ou das escolhas aparentes. Falo da organização interna que conduz a sua vida hoje.

Dentro de cada pessoa existem diferentes camadas:
- uma parte mais integrada e presente,
- outras que funcionam em modo de defesa, tentando evitar dor,
- e também partes emocionais congeladas em idades antigas, onde algo importante ainda não foi elaborado.

Muitas vezes, o comportamento adulto não nasce de uma decisão consciente, nasce de estratégias que um dia foram necessárias para lidar com o que era difícil demais.

E então repetimos, reagimos, escolhemos… Sem perceber que quem conduz não é o adulto de hoje, mas uma necessidade emocional do passado.

A pergunta não é só “quem você é”, mas de qual lugar dentro de você, você tem vivido sua vida?

O que você sente que ainda te conduz hoje?
🌿

Como reconhecer um sinal limpo em meio ao ruído?Vivemos em um tempo de excesso de informações. A todo instante somos atr...
07/03/2026

Como reconhecer um sinal limpo em meio ao ruído?

Vivemos em um tempo de excesso de informações. A todo instante somos atravessados por sinais, opiniões, notícias, narrativas, interpretações….

Diante disso, nasce uma pergunta essencial: que tipo de sinal estamos permitindo entrar em nós?

É preciso observar e discernir aquilo que chega.

Este sinal alimenta apenas a minha mente ou nutre também o meu coração?
Em que frequência essa informação vibra?

Uma informação limpa nos ajuda a parar de confundir:
• informação com orientação,
• volume com verdade,
• popularidade com precisão.

O nosso sistema nervoso é um instrumento sensível de detecção da verdade. Mas ele só funciona com clareza quando é apoiado pela quietude, pela respiração consciente, pelo tempo e pela plataforma do coração.

O discernimento nasce no silêncio.

Quando a respiração se acalma e a mente desacelera, torna-se possível sentir a ressonância no corpo e fazer três perguntas simples diante de qualquer informação:
1. O que eu realmente sei, em primeira mão, neste momento?
2. Que parte disso é interpretação da mente e que emoção tenta se instalar em mim?
3. Qual é a fonte original? Quem disse? Em qual contexto? Qual é o documento, o clipe ou a linha do tempo completa?

Se a fonte permanece incerta, o nosso sistema interno pode simplesmente esperar.

Esperar não é fraqueza.
Esperar é sabedoria.

Neste tempo, a espera se torna um profundo ato de consciência, porque o tempo revela aquilo que a urgência tenta esconder.

Quando cultivamos a quietude interior, o discernimento sutil começa a surgir. E então podemos escolher com mais consciência aquilo que deixamos entrar em nossa mente, em nosso coração e em nosso campo vibracional.

Eu escolho um sinal limpo.

Um sinal limpo carrega a frequência da verdade, da sutileza, da coerência e da orientação.
E quando cada um de nós começa a escolher com consciência o que recebe e o que transmite, toda a consciência coletiva também se eleva para uma frequência mais elevada de amor, respeito, compaixão, sabedoria e perdão.

Quais os sinais que você escolhe todos os dias?


01/03/2026

O que acontece quando uma criança sofre abuso e não pode sentir o que está sentindo?

Diante de uma ameaça extrema, o sistema nervoso ativa mecanismos de sobrevivência. Quando não é possível lutar ou fugir, o corpo congela. E congelar não é fraqueza — é proteção.

Mas junto com o corpo, muitas emoções também ficam congeladas:
raiva que não pôde ser expressa,
dor que não foi acolhida,
tristeza sem testemunha,
vergonha do corpo,
vergonha de existir.

Para sobreviver, a criança aprende a se calar por dentro.

Essas emoções não desaparecem. Ficam registradas no sistema nervoso e no corpo. O que a mente esquece, o corpo guarda. Anos depois, essa energia reprimida pode se manifestar como autoataque, somatizações ou doenças — não como punição, mas como expressão de algo que não encontrou caminho de integração.

Quando a raiva não pode ir para fora, pode voltar-se para dentro.
Quando a dor não é reconhecida, pode se cristalizar no corpo.

Em uma Constelação do Trauma, não buscamos culpados — buscamos consciência e movimento para a energia que ficou interrompida. Quando olhamos para a própria história com segurança e respeito, o que estava congelado começa a se mover.

Cura não é apagar o passado.
É permitir que o corpo complete o que ficou incompleto.

Tudo começa quando paramos de nos culpar, paramos de nos envergonhar e escolhemos olhar para nossa história com compaixão e coragem.

Transformar dor em força de vida é um processo — e ele começa com consciência.

Quer participar do próximo encontro, entre no grupo exclusivo de comunicação com link na bio.

Às vezes, tudo o que a gente precisa é de um respiro. Um momento para sair do fazer, do explicar, do sustentar… E simple...
27/02/2026

Às vezes, tudo o que a gente precisa é de um respiro. Um momento para sair do fazer, do explicar, do sustentar… E simplesmente estar. Estar no corpo, no presente, na própria companhia.

Que esse post seja um convite gentil: respira fundo, relaxa os ombros, volta um pouquinho pra você.

Um Campo de Constelação é muito mais do que um espaço terapêutico. É um campo vivo de consciência e ressonância, onde o ...
22/02/2026

Um Campo de Constelação é muito mais do que um espaço terapêutico. É um campo vivo de consciência e ressonância, onde o individual (intrapsíquico) e o sistêmico (familiar) se encontram.

As pessoas que dizem sim em estar neste espaço seguro, de alguma forma são trabalhadas, e assim algo ainda mais profundo acontece: o Campo deixa de ser apenas um espaço onde “alguém constela” e se torna uma experiência coletiva de espelhamento, liberação e integração. Cada história acessada toca camadas do inconsciente compartilhado.

Cada movimento revela não apenas uma dinâmica pessoal, mas também padrões transgeracionais, estratégias de sobrevivência e vínculos invisíveis que atravessam todos.

O Campo não cria nada. Ele revela.
Ele torna visível o que já está atuando silenciosamente na vida psíquica e relacional das pessoas.

Ali, memórias implícitas — muitas vezes não verbalizadas — encontram representação. O corpo reage, a emoção se manifesta, e aquilo que estava dissociado pode ser reintegrado com segurança. O que emerge não é acaso: é a expressão fisiológica viva e organizada de autorregulação, coerência, identidade e autenticidade sendo manifestada.

Para saber do próximo encontro, entre no grupo exclusivo de comunicação com link na bio.

22/02/2026

Sim, existem momentos difíceis durante um atendimento. Gatilhos podem surgir e emoções ficam mais intensas, isso faz parte do processo terapêutico.

O papel do terapeuta é dar segurança no presente, permitindo que o cliente revisite aquela memória difícil e, agora de forma segura, ele libere a energia das emoções presas aquela memória e renegocie com estas emoções no presente, trazendo consciência que aquele acontecimento já acabou.

Trazer para o “aqui e agora” é essencial para que a emoção da memória seja reconhecida, liberada, transmutada e integrada neste presente seguro.

Assim o cuidado se restabelece, quando a segurança é sentida de forma biofisiologica, quando o cliente sente que acabou e ele dá conta de viver sem entrar nos novos gatilhos. 🤍

19/02/2026

“Se eu perdoar, será que estou dizendo que o que aconteceu foi aceitável?” O perdão não é apagar o passado, minimizar a dor ou absolver o outro. Perdão é um movimento interno, feito no seu tempo, quando o corpo já não precisa mais ficar preso àquela história.

Às vezes, o mais difícil não é perdoar o outro, mas se perdoar por não ter conseguido reagir diferente, por não ter ido embora antes, por não ter se protegido como gostaria.

O perdão verdadeiro não nasce da obrigação. Ele nasce quando há espaço, segurança e maturidade emocional para soltar o peso, não para esquecer, mas para seguir sem carregar tanta dor.

Endereço

Rua Aguaçú, N. 171, Sala M01, Mezanino/Bloco D/JERIVÁ Condomínio AlphaBusiness
Campinas, SP
13098321

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