30/12/2025
2025 foi um ano de muitos movimentos profundos.
Nos grupos de Constelações do Trauma, mergulhamos em camadas da psique onde vivem memórias congeladas, padrões que atravessaram gerações e partes nossas que esperavam, há muito tempo, por um espaço seguro para serem vistas.
Em cada encontro, o campo revelava histórias que não surgiam por acaso.
Nada é aleatório: quem chega, chega em ressonância.
Cada pessoa traz um pedaço de si e recebe um pedaço de clareza que nasce do coletivo.
Constelar o trauma é ajustar o foco da consciência:
é enxergar com nitidez o que antes parecia confuso,
entender reações automáticas como respostas de sobrevivência,
e permitir que o corpo libere o que ficou estagnado.
É reconhecer padrões familiares, dores antigas, emoções que nunca tiveram nome… E, aos poucos, abrir caminhos mais livres, mais adultos, mais coerentes com quem somos hoje.
O mais bonito é que ninguém cura sozinho.
O grupo se transforma junto.
Cada movimento de um é aprendizado para todos.
Cada imagem registrada é apenas 1% da profundidade do que acontece ali, uma pequena janela para processos imensos.
Constelar é tocar a força viva que existe em cada um de nós.
É reconhecer a dor, dar lugar à história e permitir que a vida encontre direção.
Que 2026 seja o ano para colocar luz onde antes só existia repetição. O ano em que você agradece o passado, mas escolhe não carregá-lo como destino e, que finalmente, caminha com o coração livre, escrevendo a história que sempre quis viver.
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