01/05/2026
Pela ótica de Esther Perel, a inteligência erótica envolve a capacidade de manter vivo o desejo dentro da relação — e isso passa por autonomia, presença e individualidade.
O desejo não nasce da fusão.
Ele precisa de espaço, mistério e diferença.
Ter inteligência erótica é também ter autocuidado:
é não se anular no outro, preservar sua identidade e continuar existindo como sujeito dentro do vínculo.
Porque quando há espaço para ser quem se é, também há mais espaço para o desejo acontecer.
Se você sente que tem se perdido nas suas relações, a psicoterapia pode ajudar nesse processo.
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