Psicóloga Clínica Suely Torres

Psicóloga Clínica Suely Torres Psicóloga especialista em Dependência Química, Terapia Cognitiva, Terapia Familiar, atendimentos clínicos e corporativos.

Psicóloga – CRP: 06/62548
Especialista em Dependência Química pela UNIAD/UNIFESP
Especialista em Terapia Cognitiva pelo ITC
Pós Graduanda em Terapia Familiar pela UNIFESP
Coordenadora de Atendimentos Clínicos e Corporativo do Instituto Padre Haroldo Rahm

Descrição de serviços oferecidos:
• Terapia Familiar Nuclear;
• Orientação Familiar;
• Terapia Individual de adultos;
• Grupo de Treinamento de Habilidades Sociais e Estratégias de Enfrentamento de Situações de Risco de Recaída;
• Palestras nas SIPAT/CIPA, das empresas com o Tema: Álcool e outras Drogas - Os prejuízos na vida dos colaboradores;
• Avaliação em grupo ou individualizada de colaboradores sobre o uso de álcool e outras drogas;
• Elaboração de Plano Terapêutico;
• Acompanhamento de colaboradores que apresentam comprometimento com álcool e outras drogas.

06/02/2017

OS DESAFIOS DA FAMÍLIA NA DEPENDÊNCIA QUÍMICA
FAMÍLIA NA VISÃO SISTÊMICA E USO DE DR**AS

O homem é um ser inserido em sistemas (família, comunidade, ecossistemas), sendo que o principal é a família. As pessoas que compõe a família estão em constante relação, umas com as outras, mas ao mesmo tempo, cada uma é um ser independente.

A família é um sistema vivo em constante processo de mudança e transformação, ou seja, ela se altera com o passar do tempo para se adaptar e assegurar a continuidade e o desenvolvimento de seus membros.

Com o avanço da tecnologia, da comunicação, da globalização, das questões de gênero, da espiritualidade, da biotecnia, do aumento populacional, a família modificou-se e transformou-se. Atualmente, sob a denominação de família, existe uma pluralidade de composições que incluem laços consanguíneos, relações de afeto, não formalizadas por parentescos, família conjugal extensa, núcleo doméstico, famílias não legitimadas juridicamente, entre outras.

A família é o sistema mais importante da vida do indivíduo, visto ser nele que se dá o processo de individuação através da inter-relação. É importante registrar que essa interação é regida por rotinas, normas, regras, que foram construídas transgeracionalmente, e que foram se modificando de acordo com cada família e dentro de cada momento histórico e de cada cultura.

Para exemplificar essa questão, podemos pensar em um adolescente que inicia o consumo de maconha. Ele, e todo contexto social, onde está inserido, é afetado. Dependendo da cultura e a forma como é vista essa questão, vão se desenrolar mudanças na interação com ele e dele com o contexto onde está inserido. Se ele vai interromper ou continuar consumindo também vai depender de uma série de questões, que poderão ser trabalhadas em terapia familiar, inclusive identificando que função esse consumo está tendo desse sistema familiar!

Suely Torres
Especialista em Dependência Química pela UNIFESP
Psicóloga e Pós-graduanda em Terapia Familiar Sistêmica pela UNIFESP.

14/08/2016

PAPÉIS FAMILIARES E DEPENDÊNCIA DE ÁLCOOL E OUTRAS DR**AS
Em todas as famílias, cada membro ocupa uma determinada posição ou um determinado estatus, sendo orientados por papéis. "Papéis são as expectativas de comportamento, de obrigações e de direitos que estão associados a uma determinada posição na família ou no grupo social".

Os papéis familiares são influenciados pelos aspectos advindos dos movimentos históricos do contexto cultural, gênero, religião, etnia e tempo:

Evolução de papéis na história
Na família pré-história: os papéis eram bem definidos (pela capacidade e força de cada um);
Família Romana: os papéis eram estabelecidos pelo "pater" - modelo paternalista / patriarcal;
Família Aristocrata: os papéis impostos por rígidas tradições (as crianças eram cuidadas por amas de criação);
Família Camponesa: mulheres cuidavam das crianças e da casa, teciam e cozinhavam. Os homens cuidavam das plantações, das construções e do comércio.
Família da Classe Trabalhadora: Com a revolução industrial homens e mulheres compartilhavam afazeres na indústria. Os filhos perambulavam pelas ruas. O papel da ama de criação (babá), ressurge posteriormente.

FAMÍLIA DE HOJE: valorização da mulher no mercado de trabalho, filhos na responsabilidade de avós ou "amas" modernas.
Os papéis confusos e o sustento da casa é compartilhado.
Família com filhos pequenos: pais lutam para encontrar um equilíbrio entre os as pressões internas e externas. Desejam e precisam trabalhar, mas sentem-se culpados em deixar os filhos e muitas vezes não contam com rede de apoio adequada. Precisam e desejam impor limites aos filhos, mas não querem ser rígidos e nem autoritários e às vezes não sabem como exercer esse papel. Os filhos crescem e os pais também num processo evolutivo contínuo vão se modificando. A coerência entre limites e regras ajuda a criança desenvolver uma imagem segura de si e do mundo que a cerca e contribui para assimilação dos valores familiares que são transmitidos transgeracionalmente.
Família com filhos adolescentes: pais precisam ser mais flexíveis e terão que rever papéis, pois o adolescente busca mais autonomia e independência. Por ser a adolescência um período em que se busca ajustamento sexual, social, ideológico e vocacional e a luta pela emancipatória dos pais, é importante que o casal esteja em sintonia para poder ajudar no desenvolvimento do filho nessa fase da vida.
Família com filhos adultos: nessa fase os filhos, normalmente, saem de casa, para estudar, trabalhar, casar. Pais e filhos organizam e desorganizam, constroem e descontroem padrões, normas, regras, valores e crenças familiares, ou seja, espera-se que os filhos já tenham se consolidado o sistema de regras e valores coerentes com seu grupo cultural e tenha capacidade de gerir a própria vida.
Família com netos: os laços com o trabalho formal são rompidos, trazendo perdas e limitações. O casal passa ter mais tempo e energia para se curtirem e curtir a nova geração (netos). Nessa fase existe uma reestruturação de papéis, onde muitas vezes os filhos têm que que prestar assistência aos pais.

Papéis familiares e Dependência de Álcool e outras Dr**as

Na família, cada um precisa estar ciente de seus deveres e desempenhar o seu papel, porque se cairmos no engano de assumir responsabilidades que não nos competem podemos abalar as estruturas de nosso núcleo familiar.

É importante registrar que o amor e o diálogo têm que estar sempre presentes e a família que apresenta dificuldade no relacionamento e ou nos papéis desenvolvidos pelos membros familiares, pode buscar ajuda especializada para poder resgatar seu importante papel, que é a transmissão de valores e das crenças para o bem da própria família!

15/06/2016

OS DESAFIOS DA FAMÍLIA NA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

QUAIS OS FATORES DE RISCO FAMILIAR? Uso de álcool e/ou dr**as por outros membros da família (pai que bebe muito ao final de semana é um fator de risco); . Automedicação (qualquer problema a família se automedica) Isolamento de membros familiares; . Falta de diálogo entre familiares (falta de interesse dos pais pelas conquistas dos filhos e na participação de seus sucessos e fracassos); . Tendências permissivas (ausência de normas e limites claros no ambiente familiar); . Transgressões (condutas inadequadas quanto ao padrão de educação); . Agressividade (relações conflituosas, excessivamente autoritárias ou controle de comportamentos através de ameaças, de brigas, de surras, com punição verbal ou física).

QUAIS OS FATORES DE PROTEÇÃO FAMILIAR? FORTES VÍNCULOS FAMILIARES (boa interação entre os membros familiares, com afeto); RELACIONAMENTO POSITIVO (Diálogo constante e comunicação eficiente entre cônjuges e companheiros, entre pais e filhos);
Troca de informação entre os membros da família sobre suas rotinas diárias); LIMITES (Presença de normas e limites claros no ambiente familiar, desenvolvimento de valores e compartilhamento das tarefas no lar);
MONITORAMENTO (a retomada da confiança é um processo lento), (o problema tem que ser encarado e confrontado de forma clara, transparente e objetiva).
APOIO, NEGOCIAÇÃO e COMUNICAÇÃO ASSERTIVA são fatores de proteção que contribuem para a harmonia familiar.

08/05/2016

Os Desafios da Dependência Química
Os sentimentos que emergem com a questão da dependência de álcool e outras dr**as são muitos: raiva, insegurança, culpa, impotência, medo, cansaço, entre outros.
Como lidar com esses sentimentos negativos?
Qualquer sentimento, seja bom ou ruim vai provocar reações físicas: taquicardia, sudorese, euforia, mal estar...
Os sentimentos negativos sempre nos mostram que algo não está bem.
Temos que refletir sobre nossos sentimentos para descobrir e perceber o que é preciso mudar e onde mudar.
Nós reforçamos mais as palavras que expressam sentimentos negativos do que as que reforçam sentimentos positivos, pois guardamos mais o que é negativo, isso é cultural.
Como transformar esses sentimentos negativos em atitudes realizadoras, em tolerância e em compreensão?
Estudiosos do assunto identificaram sentimentos positivos que ajudam a melhorar a flexibilidade cognitiva, combater a negatividade nociva.
Se incorporarmos mais sentimentos positivos em nossa vida, vamos melhorar nossos relacionamentos, nossa carreira profissional e na interrelação familiar.
A gratidão pode melhorar nosso bem estar e valorizar nossa auto-estima;
A esperança nos fortalece, ficamos menos culpadas e menos vítimas;
A serenidade prolonga nosso bom humor. É o sentimento que nos traz paz!
Aprender e desenvolver algo que nos desperte o interesse, levanta nossa auto-estima e nos faz sentir melhor em relação ao mundo;
E por fim o AMOR, que provoca o positivo, aumenta a alegria e renova as relações. Ofereça amor de forma genuína, ou seja, sem vergonha ou intimidação.

Com a prática desses sentimentos, a vida da família se modificará e conseguirá alcançar a harmonia quebrada, por conta da dependência de álcool e dr**as por um membro do grupo.

26/04/2016

Os Desafios da Família na Dependência Química
Atualmente a família enfrenta vários desafios: Violência urbana Doenças sexualmente transmissíveis Desemprego Dependência de álcool e outras dr**as

Sabemos que esses desafios aumentam os níveis de estresses intrafamiliar, repercutindo direta nas relações familiares.

Toda e qualquer doença gera um desiquilíbrio em toda a estrutura familiar, podendo ocasionar uma quebra de vinculo entre seus membros, que vão vivenciar profundas mudanças em suas vidas.

Na dependência de álcool e outras dr**as,os problemas são variados, desde alteração de humor, qualidade de vida, comprometimento da saúde física e mental até violência intrafamiliar e entre familiares.

As pessoas dependentes de álcool e outras dr**as, estão dentro de um contexto no qual seus valores, crenças, emoções e comportamentos, influenciam os comportamentos dos membros da família e são por eles influenciados.

Quando a família participa da terapia, há uma redução dos efeitos negativos em seu contexto, pois com o envolvimento dela no tratamento aumentam-se as chances no sucesso da abstinência do dependente.

13/04/2016

Os Desafios da Família na Dependência Química
Quando a família constata que um membro familiar está consumindo álcool e/ou outras dr**as, instalam-se conflitos emocionais, medos, incertezas, principalmente relacionados ao futuro. Nessa hora a família tem que buscar ajuda de profissionais especializados para lidar com essa situação, pois somente assim conseguirá diminuir sua angustia e encontrar formas para lidar com essa questão.

Endereço

Campinas, SP

Telefone

19 991635043

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