26/01/2026
Cada história precisa ser avaliada com cuidado e respeito ao que o paciente já viveu.
Após enfrentar as sequelas de uma síndrome de Guillain-Barré, essa paciente convivia com dores importantes na coluna. Mesmo com indicação cirúrgica anterior, o receio de passar por um novo procedimento era compreensível diante de tudo o que ela já havia enfrentado.
Optamos por um tratamento conservador, associado à infiltração na coluna, sempre com critério médico e acompanhamento próximo. O resultado foi o controle da dor e a recuperação da qualidade de vida, sem necessidade de cirurgia.
Nem sempre o melhor caminho é o mais invasivo.
Decisão segura é aquela que respeita o paciente, o diagnóstico e as possibilidades reais de tratamento.