Regina Robertson - Psicóloga

Regina Robertson - Psicóloga Analista Comportamental DISC e HMI
Facilitadora de Ambientes Seguros -NR-1

+55 67 9969-308

Psicóloga - CRP 14/01970-4
Psicologia Sistêmica Familiar e EMDR
Psicologia aplicada à vida, à família e ao trabalho
Atendimentos online • Palestras • Consultorias.

06/05/2026

A comunicação dentro das organizações não acontece apenas através das palavras.

Ela também acontece nas ausências.

Na falta de direcionamento.
Nas respostas que nunca chegam.
Nas decisões evitadas.
Nos silêncios prolongados diante de situações que exigem posicionamento.

Muitas vezes, líderes acreditam que evitar conflitos preserva o ambiente.
Mas, na prática, a ausência de comunicação costuma gerar exatamente o oposto:

👉 insegurança
👉 desgaste emocional
👉 ruídos
👉 perda de confiança
👉 adoecimento silencioso das relações

Equipes precisam de clareza para trabalhar com segurança emocional.

Quando não sabem o que esperar da liderança, começam a operar em estado constante de tensão, dúvida e instabilidade.

E isso também é um fator de risco psicossocial.

A segurança psicológica não depende apenas de acolhimento.
Ela depende de presença, direção e responsabilidade na comunicação.

Liderar também é sustentar conversas difíceis.
Dar respostas.
Construir clareza.
E assumir posicionamentos, mesmo quando eles são desconfortáveis.

Porque o silêncio da liderança nunca é neutro.

Ele também comunica.

E, muitas vezes, comunica abandono emocional dentro das equipes.

Sua liderança transmite clareza… ou insegurança?



Gerenciados

05/05/2026

Durante muito tempo, a sustentabilidade das empresas foi associada exclusivamente à eficiência operacional, à redução de custos e à capacidade de adaptação tecnológica.

Mas o cenário atual exige uma leitura mais profunda.

Organizações são sustentadas por pessoas.
E pessoas não operam de forma saudável em ambientes que geram desgaste contínuo, pressão excessiva e ausência de suporte emocional.

A produtividade pode até existir no curto prazo.
Mas, sem saúde emocional, ela não se sustenta.

É nesse ponto que a NR-1 reforça uma mudança importante ao incluir os fatores de risco psicossociais como parte da gestão organizacional.

Isso signif**a reconhecer que aspectos como sobrecarga, insegurança, relações disfuncionais e falta de clareza não são apenas questões comportamentais.

👉 São riscos que impactam diretamente os resultados e a sustentabilidade do negócio

Empresas que compreendem esse movimento deixam de atuar de forma reativa e passam a construir ambientes mais conscientes, estruturados e saudáveis.

E isso não é apenas uma questão de cuidado.

👉 É uma decisão estratégica.





04/05/2026

Tem gente que acredita que sofre da síndrome da segunda-feira porque acorda sem energia para o trabalho.
Nem sempre isso acontece por causa do funcionamento da pessoa, mas sobre outros fatores externos.

É sobre isso que falo neste vídeo!

Vem comigo!





01/05/2026

Neste dia do trabalhador eu trago uma reflexão sobre o que o seu trabalho representa para você.

Responda aqui nos comentários!

Sua resposta é muito importante.




29/04/2026

Durante muito tempo, a liderança foi associada à ideia de força inabalável.

Ser líder signif**ava não demonstrar fragilidade, sustentar todas as pressões e manter uma postura firme, independentemente do que estivesse acontecendo internamente.

O problema é que esse modelo não se sustenta mais.

Líderes também são pessoas. Sentem, se cansam, enfrentam inseguranças e lidam diariamente com níveis elevados de cobrança e responsabilidade.

Quando esse aspecto humano é ignorado, o impacto não f**a restrito ao indivíduo — ele se reflete diretamente no ambiente de trabalho.

Equipes passam a operar sob medo, evitam se expor, deixam de compartilhar dificuldades e, muitas vezes, silenciam problemas que poderiam ser resolvidos de forma mais saudável.

Com o tempo, esse cenário compromete não apenas o bem-estar, mas também a qualidade das relações, a tomada de decisão e os resultados do negócio.

A atualização da NR-1 reforça exatamente esse ponto ao incluir os riscos psicossociais como parte da gestão obrigatória das empresas.

Isso signif**a reconhecer que fatores como pressão constante, sobrecarga e insegurança emocional não são apenas questões individuais — são riscos que precisam ser identif**ados, gerenciados e prevenidos

E essa responsabilidade também envolve a liderança.

Porque um líder que não se permite ser humano dificilmente consegue sustentar um ambiente psicologicamente seguro e saudável.

Talvez o novo conceito de força esteja menos ligado à resistência constante

e mais à consciência, à escuta e à capacidade de construir relações mais equilibradas.

Sua empresa está preparada para esso novo cenário?





28/04/2026

O futuro do trabalho já começou.

E ele não será sustentado apenas por metas, tecnologia ou produtividade.

Empresas que desejam crescer de forma consistente precisam entender uma mudança fundamental:

👉 pessoas não são apenas recursos
👉 são o principal ativo estratégico

Cuidar da saúde mental deixou de ser um diferencial
e passou a ser um fator direto de sustentabilidade do negócio.

A NR-1 reforça exatamente isso:

👉 riscos psicossociais precisam ser gerenciados
👉 o ambiente de trabalho impacta diretamente o desempenho

E empresas que ignoram isso…
não perdem apenas pessoas.

perdem resultado, inovação e competitividade.

O cuidado humano não é custo.
É estratégia.

24/04/2026

Existe um lugar silencioso na rotina de quem cuida.

A agenda cheia.

As escutas profundas.

A responsabilidade emocional que não aparece… mas pesa.

E, no meio disso tudo, uma crença perigosa começa a se formar:

“Eu preciso dar conta.”

Só que ninguém sustenta cuidado sem descanso. Nem você.

O problema é que muitos profissionais da saúde emocional só percebem isso quando o corpo trava quando a mente não descansa...ou quando o prazer pelo que ama começa a desaparecer.

E aqui vai um ponto importante:

Burnout não nasce do trabalho.

Nasce da ausência de recuperação.

Da falta de pausas reais.

Da dificuldade de colocar limites.

Da ideia de que parar é fraqueza — quando, na verdade, é estratégia.

Inclusive, o próprio ambiente de trabalho já reconhece isso:

o esgotamento está diretamente ligado a fatores como sobrecarga, pressão constante e falta de equilíbrio .

Agora me diz…

Como você sustenta a saúde emocional do outro, se a sua própria está sendo negligenciada?

Autocuidado também é um gesto de amor por quem precisa de você.

Porque afinal... nossa saúde é o nosso instrumento de trabalho.





22/04/2026

Se a sua empresa ainda não avaliou os riscos psicossociais, haja rápido porque o tempo está acabando.
A NR-1 exige mais que percepção, ela exige diagnóstico. É preciso medir os riscos de forma estruturada.

É sobre isso que falo neste vídeo.

Quer saber como realizar está avaliação?

Me chame no direct que te explico como fazer isso na prática.




20/04/2026

A sobrecarga da mulher no trabalho nem sempre é visível.
Ela se acumula em silêncios, em responsabilidades múltiplas,
em exigências constantes — internas e externas.
Muitas seguem funcionando…mas já estão emocionalmente esgotadas.
E isso não é percepção — é realidade.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde,
mulheres têm cerca de duas vezes mais probabilidade de desenvolver ansiedade e depressão do que homens.
Quando somamos a isso a jornada dupla, a pressão por desempenho e a necessidade constante de provar valor, o impacto se intensif**a — dentro e fora do trabalho.
Ainda assim, muitas continuam entregando.
Sustentando.
Silenciando.
Falar sobre saúde mental da mulher não é fragilidade.
👉 É consciência.
👉 É responsabilidade.
E a NR-1 reforça esse olhar: riscos psicossociais precisam ser identif**ados, avaliados e gerenciados.
Isso inclui compreender realidades diferentes dentro do mesmo ambiente.
Porque ambientes de trabalho saudáveis
não tratam todos de forma igual…tratam com equidade.
E considerar a saúde mental da mulher
não é um diferencial.
É uma necessidade.


# saúde da mulher


16/04/2026

Se a sua empresa ainda não avaliou os riscos psicossociais, haja rápido porque o tempo está acabando.
A NR-1 exige mais do que percepção.
👉 exige diagnóstico.
E é aqui que muitas empresas erram.
Porque não basta perguntar como as pessoas se sentem…
é preciso medir o risco de forma estruturada.
O método que eu aplico utiliza uma avaliação técnica
que analisa dois pontos fundamentais:
👉 a frequência com que os riscos acontecem
👉 e o impacto que eles causam na saúde e no desempenho
A partir disso, é possível identif**ar com clareza:
✔ quais fatores representam maior risco
✔ quais áreas precisam de intervenção
✔ e onde a empresa deve agir com prioridade
Isso permite sair da suposição…
e entrar em uma gestão real dos riscos psicossociais.
E mais do que atender à NR-1,
👉 permite prevenir adoecimento e melhorar resultados.
Se a sua empresa ainda não iniciou esse processo,
esse é o momento.”
A NR-1 não exige opinião, exige diagnóstico.
E é exatamente aqui que muitas empresas estão errando.
Ainda tentam avaliar riscos psicossociais com base em percepção,
achismos ou ações isoladas.
Mas a nova realidade é outra.
👉 Riscos precisam ser identif**ados
👉 avaliados com critério
👉 e monitorados de forma estruturada
Não se trata apenas de “ouvir colaboradores”. Trata-se de medir, analisar e priorizar. Quando a empresa utiliza um método estruturado,
é possível entender:
✔ quais riscos são mais frequentes
✔ quais causam maior impacto
✔ e onde é necessário agir com urgência
Isso muda completamente o jogo.
Sai o improviso e entra a gestão estratégica.
E mais do que atender à NR-1 é sobre proteger pessoas, melhorar o ambiente e sustentar resultados.
O prazo está se esgotando.
A pergunta é:
sua empresa já sabe onde estão seus riscos?
Se quiser entender como aplicar isso na prática, me chama.

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13/07/2021

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