24/02/2026
A escrita do laudo acaba sendo muito mais “aberta” do que muita gente imagina.
O documento do CFP orienta a estrutura geral: identificação, descrição da demanda, análise, conclusão e referências.
Mas na etapa da análise, que é onde descrevemos os resultados, entra muito da pessoalidade profissional.
É ali que escolhemos como organizar o raciocínio clínico.
Alguns profissionais preferem escrever por teste.
Outros organizam por função cognitiva.
Estudos na área de comunicação técnica e avaliação neuropsicológica mostram que a organização por função cognitiva tende a tornar o laudo mais compreensível e facilita uma interpretação integrada dos domínios avaliados.
Por outro lado, a escrita por teste pode ser operacionalmente mais simples para quem está estruturando o relatório.
Na minha prática, quando tenho diferentes instrumentos avaliando a mesma função, organizar por domínio acaba deixando a análise mais fluida e integrada.
E você, como prefere estruturar seus laudos?
Por teste ou por função cognitiva? 👇