Dr. Giuliano Cigerza

Dr. Giuliano Cigerza Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Dr. Giuliano Cigerza, Medicina e saúde, Rua Augusto Pestana, 543, Canela.

Dr. Giuliano Cigerza é médico pela ufrgs, especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo, pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Especialista em Endoscopia Digestiva e em Cirurgia Bariátrica pelo CBCD.

O uso das canetas emagrecedoras cresceu rápido demais e criou a impressão de que elas serviam para todos. A prática most...
29/12/2025

O uso das canetas emagrecedoras cresceu rápido demais e criou a impressão de que elas serviam para todos. A prática mostrou outra coisa. Elas funcionam muito bem quando usadas com critério, em pacientes com IMC entre 25 e 35, sobretudo quando há doenças metabólicas associadas.

O problema começa quando a indicação ignora o quadro clínico. Pacientes com IMC acima de 35 raramente têm benefício duradouro com medicação isolada, porque a obesidade avança mais rápido do que a caneta consegue controlar. Nesses casos, a cirurgia é o tratamento mais seguro e mais efetivo no longo prazo.

Segundo a SBCBM, muitos pacientes que tentaram apenas a medicação agora retornam buscando uma solução definitiva. A caneta é útil, mas não substitui a precisão de uma boa indicação cirúrgica.

Tratamento não é tendência. É ciência aplicada ao corpo certo, na hora certa.

26/12/2025

A obesidade não se resolve só com contagem de calorias. Ela exige controle do corpo e da mente, que são as únicas partes do processo que realmente estão nas nossas mãos. Marco Aurélio dizia que a maior vitória é sobre si mesmo, e isso vale aqui.

Medicamentos e cirurgia ajudam, mas não substituem disciplina. O tratamento só se sustenta quando a pessoa assume uma busca diária por hábitos melhores, alimentação adequada, movimento e abandono de vícios que mantêm o corpo preso ao mesmo ciclo.

A liberdade que tanta gente procura não vem de um número na balança, e sim da capacidade de escolher de forma consistente o que faz bem. É esse conjunto que constrói uma vida saudável, estável e possível.

Neste fim de ano, quero agradecer a cada paciente que confiou em mim para cuidar da própria saúde. A jornada contra a ob...
24/12/2025

Neste fim de ano, quero agradecer a cada paciente que confiou em mim para cuidar da própria saúde. A jornada contra a obesidade não é simples. Ela exige coragem, disciplina, vulnerabilidade e, acima de tudo, disposição para recomeçar quantas vezes for necessário.

O que eu vejo todos os dias são histórias reais de força. Gente que escolhe se priorizar, que enfrenta medos antigos, que aprende a olhar para si com mais respeito e que decide construir uma vida com mais leveza, saúde e autonomia.

Que este Natal traga descanso, presença e a certeza de que cada passo valeu a pena. E que o ano que vem seja um convite para continuar evoluindo, cuidando do corpo, da mente e daquilo que sustenta a vida no longo prazo.

Obrigado por fazer parte desse caminho.
Feliz Natal e um 2026 com saúde, clareza e bons recomeços.
Dr. Giuliano

Um que logo me vem a mente é que "o corpo para de produzir vitamina B12 e o paciente f**a doente para sempre".🔹O corpo n...
23/12/2025

Um que logo me vem a mente é que "o corpo para de produzir vitamina B12 e o paciente f**a doente para sempre".

🔹O corpo não para de produzir B12 porque ele nunca produziu. A vitamina vem da dieta e é absorvida principalmente no intestino. Depois da bariátrica, essa absorção pode diminuir dependendo da técnica. A reposição de vitaminas é parte do tratamento. Não existe isso de "f**ar doente para sempre".

Outro bastante sensacionalista é que "o estômago pode estourar se a pessoa comer além da conta".

🔹Isso não acontece. O estômago operado tem menor capacidade e avisa rápido quando está cheio. O que pode ocorrer é dilatação gradual do estômago com o tempo, se o paciente desrespeitar constantemente os limites, mas isso é completamente diferente de "estourar".

E tem quem diga que "a pessoa continua com a mesma fome, só não consegue comer. Por isso f**a deprimida pra sempre".

🔹A cirurgia bariátrica também provoca mudanças hormonais importantes, que reduzem a fome e aumentam a sensação de saciedade. Então isso também não é verdade. A obesidade é uma doença que pode estar associada a questões emocionais, mas quando o paciente é bem acompanhado, a bariátrica melhora a qualidade de vida, em vez de causar depressão.

Se a dúvida atrapalha a decisão, vamos conversar. Marque sua consulta.

Enquanto a pessoa espera pela cirurgia, o corpo continua adoecendo. Em muitos casos, a progressão da doença é mais rápid...
22/12/2025

Enquanto a pessoa espera pela cirurgia, o corpo continua adoecendo. Em muitos casos, a progressão da doença é mais rápida do que a fila: novas comorbidades surgem, sintomas pioram e o risco de complicações aumenta.

Em listas de espera longas, até metade dos pacientes desenvolve uma nova comorbidade e uma parcela não chega ao dia da cirurgia. É uma realidade silenciosa que o sistema muitas vezes não contabiliza, mas que aparece de forma clara nos estudos.

O sofrimento emocional também cresce, porque a pessoa tenta sobreviver dentro de um corpo que já está no limite. Esses meses, que na teoria serviriam para preparo, acabam funcionando como um período de desgaste. Existem benefícios no pré-operatório, especialmente quando ele tem avaliação multidisciplinar.

O ponto central é simples. Quando a cirurgia já é indicada, adiar indefinidamente signif**a arriscar a saúde de alguém que já está vulnerável. A bariátrica não é um procedimento de conveniência, e sim uma intervenção que salva vidas. E salvar vidas exige tempo, mas não desperdício dele.

19/12/2025

A obesidade não afeta só a saúde. Afeta a vida. Pessoas obesas têm menos chance de promoção, menos espaço social e menos oportunidades, não por falta de capacidade, mas pelo estigma que acompanha o corpo antes mesmo da conversa começar.

Por isso o tratamento não cuida apenas do diabetes ou da pressão. Ele cuida da exclusão, da ansiedade que nasce do olhar do outro, da dificuldade de participar do mundo sem sentir que precisa se esconder. Outras condições podem ser disfarçadas. A obesidade não. Ela está sempre visível e, muitas vezes, define a forma como a pessoa é tratada.

Tratar a obesidade signif**a devolver saúde e também pertencimento. É permitir que alguém ocupe seu espaço com dignidade, sem carregar um peso que não é só físico.

Antes da bariátrica, muita gente vive um luto silencioso. E não se trata só de deixar de comer certos alimentos. É sobre...
18/12/2025

Antes da bariátrica, muita gente vive um luto silencioso. E não se trata só de deixar de comer certos alimentos. É sobre se despedir de hábitos, rotinas e confortos que acompanharam anos de vida.

Aquilo que hoje prejudica também já serviu como alívio, companhia ou distração, e reconhecer isso provoca medo, culpa e até pena do que está f**ando para trás.

Esse sentimento não signif**a fraqueza. Signif**a humanidade.
Mudar a própria relação com o corpo exige consciência do que precisa ir embora e do lugar afetivo que essas escolhas ocupavam. O luto aparece justamente porque a pessoa sabe que está atravessando uma fronteira importante, e essa transição pede tempo, honestidade e cuidado.

Quando esse processo emocional é acolhido, a cirurgia deixa de ser apenas um procedimento e se torna um recomeço possível. Antes do bisturi, vem a despedida. Depois dela, vem a vida que o paciente finalmente poderá viver.

Os primeiros minutos de uma bariátrica são dedicados a criar o ambiente seguro onde tudo vai acontecer. O paciente é pos...
17/12/2025

Os primeiros minutos de uma bariátrica são dedicados a criar o ambiente seguro onde tudo vai acontecer. O paciente é posicionado de forma que o cirurgião tenha acesso completo ao abdômen e que os órgãos fiquem visíveis com o mínimo de pressão possível.

Em seguida, o pneumoperitônio é criado: o abdômen é preenchido com gás para que as estruturas se afastem e a câmera consiga registrar cada detalhe com precisão.

Com o campo visual aberto, a equipe identif**a estômago, fígado, vasos e pontos anatômicos que vão guiar toda a técnica. É um momento de orientação fina, em que a cirurgia realmente começa.

Só depois dessa etapa de preparação é que entram os instrumentos de grampeamento, que vão definir o novo formato do estômago conforme a técnica escolhida.

Os primeiros 30 minutos não fazem cortes dramáticos. Eles constroem o cenário que garante segurança, controle e precisão para o restante do procedimento. É ali que a cirurgia se organiza e onde todo o resultado futuro começa a ser desenhado.

Os exames de sangue contam histórias que muitas vezes o paciente não percebeu no dia a dia. TGO e TGP alterados mostram ...
16/12/2025

Os exames de sangue contam histórias que muitas vezes o paciente não percebeu no dia a dia. TGO e TGP alterados mostram um fígado sobrecarregado. A ferritina alta denuncia inflamação. A vitamina D baixa indica fragilidade e risco aumentado de doenças metabólicas.

Insulina, TSH e hemoglobina glicada compõem esse retrato silencioso. Eles revelam resistência à insulina, descompasso da tireoide e risco concreto de diabetes, muito antes de qualquer sintoma claro.

Quando a gente interpreta esses marcadores com atenção, consegue intervir no momento certo, ajustar o tratamento e evitar complicações sérias.

O sangue fala e o exame antecipa. E a sua prevenção começa quando você marca uma consulta!

Muita gente ainda acredita que precisa emagrecer antes da bariátrica, como se a cirurgia fosse uma recompensa para quem ...
15/12/2025

Muita gente ainda acredita que precisa emagrecer antes da bariátrica, como se a cirurgia fosse uma recompensa para quem já conseguiu perder peso sozinho. Na prática, isso não é verdade. A indicação não depende do quanto a pessoa conseguiu emagrecer antes, e sim do impacto da obesidade na saúde e da urgência do tratamento.

Existem situações específ**as em que perder um pouco de peso ajuda. Pacientes com IMC acima de 50 costumam se beneficiar de uma redução inicial de cerca de 10 por cento do peso. É uma decisão técnica: um corpo muito inflamado e pesado responde pior à anestesia, acorda mais devagar e tem mais risco de complicações. Quando essa perda é possível, o procedimento f**a mais seguro e a recuperação costuma ser mais tranquila.

Mas isso não é regra nem condição para operar. Nem sempre o paciente consegue perder peso antes, e isso não cancela a cirurgia. Muitas vezes ele já chega limitado, cansado, cheio de tentativas frustradas. Às vezes o corpo não responde, às vezes a vida não permite. E seguir sem tratamento, nesses casos, representa um risco maior.

Operar um super obeso pode exigir mais da equipe e do próprio paciente no pós-operatório, mas quando o benefício é claro, o procedimento acontece. A bariátrica não funciona como teste de mérito. Funciona como cuidado. E cuidado, muitas vezes, é avançar com o que é possível, no tempo em que a saúde pede.

Depois da bariátrica, o corpo muda rápido, mas a imagem que o paciente guarda de si mesmo nem sempre acompanha o mesmo r...
12/12/2025

Depois da bariátrica, o corpo muda rápido, mas a imagem que o paciente guarda de si mesmo nem sempre acompanha o mesmo ritmo. A fotografia interna leva tempo para se atualizar. O espelho mostra medidas novas, mas a mente ainda reconhece antigas inseguranças, antigos hábitos e antigos medos.

Essa defasagem é comum. Não é sinal de ingratidão, vaidade ou confusão. É apenas o tempo psicológico fazendo o seu trabalho. A pessoa aprendeu por anos a se enxergar de um jeito específico, e essa memória não desaparece da noite para o dia. O corpo se transforma em semanas, mas a identidade visual leva meses para se reorganizar.

Quando o paciente entende isso, a transição f**a mais leve. Ele percebe que a adaptação não acontece só na balança, mas também no olhar que se dirige a si mesmo. E quando corpo e mente finalmente se encontram, a mudança deixa de ser apenas física e se torna, de fato, inteira.

A cirurgia bariátrica tem um impacto poderoso no metabolismo. Ela melhora o diabetes, reduz a resistência à insulina, co...
10/12/2025

A cirurgia bariátrica tem um impacto poderoso no metabolismo. Ela melhora o diabetes, reduz a resistência à insulina, controla a hipertensão e altera hormônios que regulam a saciedade.

O bisturi consegue reorganizar caminhos internos que, por anos, trabalharam contra o paciente. É por isso que tanta gente vê melhora rápida na glicemia, na pressão e nos marcadores inflamatórios logo após o procedimento.

Mas existe um limite importante. A cirurgia não cura compulsão alimentar, traumas emocionais, sedentarismo ou padrões de comportamento que foram construídos ao longo da vida. Ela modif**a o estômago e o trânsito intestinal, mas não altera as estruturas que sustentam a relação da pessoa com a comida, o corpo e o movimento.

Quando o paciente entende essa diferença, o tratamento se torna mais completo. A cirurgia entrega o que ela promete: mudança metabólica, perda de peso e melhora das doenças associadas. E o paciente entrega o que só ele pode oferecer: cuidado emocional, atividade física, escolhas diárias e disponibilidade para transformar hábitos.

O bisturi abre o caminho. Quem faz a travessia é o paciente.

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Dr. Giuliano Cigerza

O Dr. Giuliano Cigerza é médico graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 2006.

Cursos e Especializações

– Residência Médica em Cirurgia Geral no Hospital de Clínicas de Porto Alegre nos anos de 2008 – 2009. – Residência Médica em Cirurgia do Aparelho Digestivo do Hospital de Clínicas de Porto Alegre nos anos 2010 – 2011. – Curso de Formação de Médico Perito Legista. – Especialista em Endoscopia Digestiva. – Membro Titular da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed). – Especialista em Cirurgia Bariátrica pelo CBCD.

Atuação Profissional