Dr. Giuliano Cigerza

Dr. Giuliano Cigerza Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Dr. Giuliano Cigerza, Medicina e saúde, Rua Augusto Pestana, 543, Canela.

Dr. Giuliano Cigerza é médico pela ufrgs, especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo, pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Especialista em Endoscopia Digestiva e em Cirurgia Bariátrica pelo CBCD.

Você sabia que a endoscopia é capaz de detectar, de forma precoce e precisa, a presença de câncer no aparelho digestivo?...
14/04/2026

Você sabia que a endoscopia é capaz de detectar, de forma precoce e precisa, a presença de câncer no aparelho digestivo?

Esse exame permite que eu consiga visualizar diretamente o interior do esôfago, do estômago e da primeira parte do intestino delgado. Na prática, isso signif**a conseguir identif**ar alterações muito pequenas na mucosa como lesões iniciais, áreas suspeitas ou mudanças no tecido que ainda não causaram sintomas evidentes.

E isso faz uma diferença enorme. Muitos cânceres do aparelho digestivo começam de forma silenciosa, evoluindo aos poucos antes de provocar sinais claros. Quando essas alterações são encontradas cedo, as possibilidades de tratamento aumentam consideravelmente e, em alguns casos, a abordagem pode ser muito menos invasiva.

Sintomas persistentes como queimação frequente, dor no estômago, dificuldade para engolir, anemia sem causa aparente ou perda de peso inexplicada merecem atenção. Em determinadas situações, a endoscopia também pode ser indicada como parte do acompanhamento de pacientes com maior risco.

Por essa razões, eu considero a endoscopia como uma das ferramentas mais importante para diagnóstico precoce e cuidado preventivo da saúde digestiva.

Existe algo curioso no nosso tempo: a velocidade virou virtude. Quanto mais rápido o resultado, mais valor parece ter. D...
13/04/2026

Existe algo curioso no nosso tempo: a velocidade virou virtude. Quanto mais rápido o resultado, mais valor parece ter. Dietas imediatas, transformações prometidas em semanas, soluções que cabem em um prazo curto o suficiente para caber na ansiedade moderna.

Mas a mente humana nem sempre foi treinada para viver nesse ritmo.

Séculos atrás, Zenão de Cítio, fundador da escola estoica, observava a natureza humana com uma lente bastante diferente da nossa. Para ele, a pressa era uma paixão destrutiva. Algo que afastava o indivíduo da racionalidade e da serenidade necessárias para viver bem.

Os estoicos falavam muito sobre ataraxia, um estado de tranquilidade interior. Trata-se da calma que surge quando a pessoa aprende a exercer autocontrole e a aceitar o que não está sob seu domínio imediato. Isso exige uma mudança de perspectiva bastante radical: em vez de correr contra o tempo, o foco se volta para o presente, para aquilo que pode ser feito hoje, com consistência.

O corpo humano, aliás, opera exatamente assim.
Metabolismo, digestão, hábitos alimentares e saúde não respondem bem à lógica da urgência. São processos complexos.

Talvez por isso a obsessão contemporânea pela solução rápida frequentemente produza frustração. O que realmente transforma as coisas quase nunca acontece de forma explosiva.

Os estoicos sabiam disso há mais de dois mil anos: a vida é mais leve quando desaceleramos.

Depois da cirurgia bariátrica, o corpo passa por mudanças profundas que vão além do peso perdido. O metabolismo se ajust...
10/04/2026

Depois da cirurgia bariátrica, o corpo passa por mudanças profundas que vão além do peso perdido. O metabolismo se ajusta: a forma como absorvemos nutrientes, a sinalização da fome e da saciedade e o armazenamento de energia são alterados, transformando o funcionamento do organismo.

Essas mudanças ajudam não só na perda de peso, mas também na melhora de doenças associadas, como diabetes, hipertensão e problemas no fígado. O efeito mais duradouro, porém, depende de acompanhamento contínuo: alimentação adequada, exercícios e monitoramento médico são fundamentais para manter os resultados e proteger a saúde a longo prazo.

Passe para o lado e confira as principais mudanças metabólicas que ocorrem depois da cirurgia bariátrica.

A bariátrica é uma ferramenta muito poderosa no tratamento da obesidade, mas ela não funciona como uma solução definitiv...
09/04/2026

A bariátrica é uma ferramenta muito poderosa no tratamento da obesidade, mas ela não funciona como uma solução definitiva que encerra o problema para sempre.

A cirurgia modif**a o tamanho do estômago, altera o caminho dos alimentos e provoca mudanças hormonais importantes que ajudam no controle da fome, da saciedade e do metabolismo. Por isso, muitos pacientes conseguem uma perda de peso signif**ativa e melhora de doenças associadas, como diabetes e hipertensão.

Mas a obesidade é uma doença crônica, isso signif**a que o organismo continua tendo mecanismos biológicos que favorecem o ganho de peso ao longo do tempo. Se o acompanhamento é interrompido, se os hábitos antigos retornam ou se o cuidado com a saúde deixa de ser prioridade, parte do peso vai voltar e é normal que o paciente se sinta frustrado.

Isso não signif**a que a cirurgia tenha falhado.
Na prática, apenas reforça que o tratamento da obesidade não termina no bloco cirúrgico.

A bariátrica costuma ser o início de uma nova fase de cuidado, que envolve acompanhamento médico, ajustes na alimentação, atividade física e, em alguns casos, uso de medicações para manter os resultados ao longo do tempo.

Se você já operou e percebeu mudanças incomuns no peso ou tem dúvidas sobre essa fase do tratamento, conte comigo! Muitas vezes, pequenos ajustes podem ajudar a retomar o controle e proteger os resultados da cirurgia. Vamos marcar uma consulta?

Existe um padrão que aparece com muita frequência na história de quem já tentou emagrecer várias vezes. A pessoa decide ...
08/04/2026

Existe um padrão que aparece com muita frequência na história de quem já tentou emagrecer várias vezes. A pessoa decide que precisa mudar, cria regras rígidas para a alimentação, corta alimentos, reduz drasticamente as calorias e entra em um período de grande controle.

No começo, os resultados aparecem e isso reforça a ideia de que finalmente encontrou o caminho certo. Com o tempo, porém, o próprio organismo começa a sabotar essa mudança. A sensação de fome aumenta, o pensamento em comida f**a mais presente e, repentinamente, o paciente passa a se sentir mais cansado. Paralelamente, surge um desgaste emocional importante: ansiedade, cansaço mental e a sensação constante de estar lutando contra si mesmo para manter o plano alimentar.

Quando esse nível de restrição deixa de ser sustentável surgem episódios de quebra do padrão alimentar. A partir daí, muitas pessoas passam a sentir frustração, culpa e a impressão de que “perderam o controle”, o que frequentemente leva ao abandono do tratamento.

Esse processo não acontece por falta de disciplina ou de força de vontade: a obesidade envolve mecanismos metabólicos, hormonais e comportamentais complexos que influenciam diretamente o apetite, a saciedade e a forma como o corpo responde às mudanças de peso.

Por isso, entendo que o tratamento precisa ser pensado de forma mais ampla. Estratégias muito restritivas tendem a gerar ciclos de tentativa e frustração, enquanto abordagens estruturadas, acompanhadas e sustentáveis ao longo do tempo oferecem mais chances de resultados consistentes.

No fundo, tratar obesidade não é apenas reduzir números na balança, mas construir um processo de cuidado que seja possível de manter no longo prazo. Para isso, conte comigo. Vamos marcar uma consulta?

O Dia Mundial da Saúde costuma trazer muitas campanhas e mensagens sobre bem-estar. Mas, mais do que apenas lembrar a im...
07/04/2026

O Dia Mundial da Saúde costuma trazer muitas campanhas e mensagens sobre bem-estar. Mas, mais do que apenas lembrar a importância do tema, essa data pode funcionar como um convite simples: parar por alguns minutos e refletir sobre as próprias práticas de cuidado.

No consultório, vejo com frequência pessoas que convivem por anos com sinais do corpo sendo ignorados. Alterações no peso, cansaço constante, desconfortos frequentes, exames que vão f**ando para depois e outras mudanças que, no início, parecem pequenas demais para exigir atenção. Muitas vezes, é justamente nesse acúmulo de pequenas decisões ao longo do tempo que os problemas começam a se formar.

Usar essa data como um ponto de pausa pode ser útil. Como está sua alimentação no dia a dia? Há quanto tempo você não faz uma avaliação médica mais completa? O que te incomoda quando você vê o próprio corpo? São perguntas simples, mas que ajudam a trazer consciência sobre a direção que a saúde está tomando.

Se faz tempo que você não olha para a saúde com mais atenção, talvez este seja um bom momento para começar. Marque sua consulta e vamos avaliar com calma como está o funcionamento do seu organismo e quais caminhos fazem sentido para cuidar melhor dele daqui para frente.

06/04/2026

Essa é uma pergunta que aparece com frequência no consultório. “Doutor, eu sei que como bastante coisa industrializada, mas meus exames estão normais. Preciso me preocupar mesmo assim?”

A resposta, na maior parte das vezes, é: sim, vale se preocupar.

Os exames mostram um retrato do organismo naquele momento. Eles indicam como o corpo está lidando hoje com a rotina alimentar, com o peso, com o sono e com o nível de atividade física. Mas muitos dos efeitos dos alimentos ultraprocessados são medidos muito além dos números nutricionais.

Esses produtos costumam concentrar grande quantidade de açúcar, gordura refinada, sódio e aditivos que estimulam o consumo excessivo. Ao mesmo tempo, trazem pouca fibra e poucos nutrientes que realmente sustentam o funcionamento do organismo.

O resultado é um padrão alimentar que favorece ganho de peso, inflamação crônica de baixo grau, alterações metabólicas e sobrecarga progressiva de órgãos como fígado, pâncreas e coração.

Por isso, olhar apenas para um exame isolado pode dar uma falsa sensação de segurança.

Discutir o consumo de ultraprocessados não é sobre demonizar um alimento específico, mas sobre entender o padrão alimentar que se constrói no dia a dia. Pequenas escolhas repetidas ao longo do tempo costumam ter mais impacto na saúde do que um resultado de exame momentaneamente tranquilo.

04/04/2026

“Uma coisa que escuto muito no consultório é: ‘Doutor, eu quero mudar, mas tenho medo de mexer no meu corpo.’ Esse medo é muito comum e totalmente compreensível. Nosso corpo é a nossa casa, e qualquer mudança signif**ativa, seja perda de peso, cirurgia ou até ajuste de hábitos, pode despertar uma série de inseguranças.

O que costumo lembrar aos pacientes é que ter medo não signif**a que você não deve agir. Ele é um sinal de que estamos diante de algo importante, que precisa de planejamento, acompanhamento e respeito ao próprio corpo.

Superar esse medo começa com informação clara: entender como o corpo vai responder, quais estratégias são as mais adequadas à condição corporal, quais cuidados são necessários e como resultados à expectativas. Depois, é questão de organizar o passo a passo, sem pressa, mas com consistência.

E mais: nem tudo se resolve com grandes operações, afinal, pequenos avanços, quando repetidos, constroem mudanças duradouras. Mudança de corpo e de hábitos exige uma grande dose coragem, mas também mostra que método, apoio médico e paciência são fatores muito importantes.

Se você sente que esse medo está te paralisando, vale marcar uma conversa comigo. Vamos olhar sua história com calma, esclarecer cada dúvida e construir um plano que faça sentido para você.

Muita gente ainda associa a Doença celíaca apenas a sintomas digestivos como: inchaço, diarreia e desconforto. Mas na ve...
03/04/2026

Muita gente ainda associa a Doença celíaca apenas a sintomas digestivos como: inchaço, diarreia e desconforto. Mas na verdade o problema pode ser (muito) mais profundo do que isso.

A doença celíaca é uma condição autoimune: no momento em que a pessoa consome glúten, o sistema imunológico passa a atacar a mucosa do intestino delgado. Esse processo gera uma inflamação crônica e leva à destruição das vilosidades intestinais, que são estruturas responsáveis por absorver nutrientes.

Quando essa inflamação permanece ativa por anos, sem diagnóstico ou sem tratamento adequado, a saúde intestinal muda como um todo. Geralmente, processos inflamatórios crônicos aumentam o risco de alterações celulares ao longo do tempo.

É nesse contexto que surge a relação entre doença celíaca não tratada e alguns tumores gastrointestinais, principalmente o Linfoma intestinal e, em menor frequência, o Adenocarcinoma do intestino delgado.

Isso não signif**a que todo paciente celíaco terá câncer.
Mas signif**a que manter a doença ativa por muitos anos pode aumentar esse risco.

A boa notícia é que o tratamento da doença celíaca é muito ef**az. Uma dieta rigorosamente sem glúten, acompanhamento médico e monitoramento adequado permitem que a mucosa intestinal se recupere e reduzem signif**ativamente a chance dessas complicações.

Muita gente pergunta no consultório como usar o Mounjaro com mais segurança e eficácia no dia a dia. A medicação atua em...
02/04/2026

Muita gente pergunta no consultório como usar o Mounjaro com mais segurança e eficácia no dia a dia. A medicação atua em hormônios intestinais que regulam fome, saciedade e o esvaziamento do estômago e, justamente por isso, alguns hábitos alimentares podem interferir na forma como o organismo tolera o tratamento.

Refeições muito gordurosas, por exemplo, tendem a piorar sintomas gastrointestinais durante o uso da tirzepatida, favorecendo náuseas, sensação de peso no estômago e digestão mais lenta. O mesmo pode acontecer quando a alimentação é composta por alimentos ricos em açúcares, farinhas refinadas e doces, que podem provocar picos de glicose e aumentar a fermentação intestinal, contribuindo para inchaço e desconforto abdominal.

Bebidas gaseif**adas também merecem atenção. Refrigerantes, inclusive as versões sem açúcar, podem aumentar a sensação de estufamento e distensão abdominal, algo que alguns pacientes percebem logo no início do tratamento. O consumo de álcool em excesso ou em grandes volumes também aumenta signif**ativamente a chance de mal-estar digestivo, além levar à desidratação, que, combinada com os efeitos gastrointestinais, pode sobrecarregar os rins.

A medicação pode ser uma ferramenta importante no tratamento da obesidade e do diabetes, mas ela costuma funcionar melhor quando faz parte de um cuidado estruturado, com acompanhamento médico e orientação adequada ao longo do processo.

Se você já está usando ou está pensando em iniciar o tratamento, vale fazer uma avaliação individual em meu consultório para ajustar alimentação, dose e rotina de forma segura. Cada organismo responde de maneira diferente, e eu te ajudo a organizar esses detalhes para que o tratamento seja mais confortável e traga melhores resultados para o seu caso.

Quando o assunto é tratamento da obesidade, uma dúvida aparece com frequência: o que funciona melhor a curto, médio e lo...
01/04/2026

Quando o assunto é tratamento da obesidade, uma dúvida aparece com frequência: o que funciona melhor a curto, médio e longo prazo, cirurgia bariátrica ou Mounjaro?

A resposta passa por quatro pontos principais: perda de peso, durabilidade dos resultados, efeitos metabólicos e riscos.

Em relação à perda de peso, estudos indicam que a bariátrica ainda apresenta os resultados mais expressivos. Em média, os pacientes alcançam reduções maiores e mais consistentes ao longo dos anos. O Mounjaro também promove perda signif**ativa, mas geralmente em menor magnitude quando comparado à cirurgia.

Quando à durabilidade, a diferença f**a mais evidente. A cirurgia tende a manter os resultados por mais tempo, mesmo com alguma variação ao longo dos anos. Já a medicação depende de uso contínuo: ao interromper, é comum que parte do peso retorne e que o organismo volte a sua condição anterior.

Nos efeitos metabólicos, ambas as abordagens têm impacto relevante. A bariátrica pode levar à melhora importante, e até remissão, de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão e alterações do colesterol. O Mounjaro também melhora esses parâmetros enquanto está em uso, especialmente no controle da glicemia e do apetite.

Por outro lado, cada estratégia tem seu perfil de risco. A cirurgia envolve um procedimento com riscos controlados, necessidade de preparo físico e emocional a longo prazo. A medicação de tierzepatida não exige cirurgia, mas pode causar efeitos gastrointestinais e requer adesão contínua para manter os resultados.

Em suma, acredito que não se trata de definir o que é “melhor” de forma geral, mas de entender o que faz mais sentido para cada pacientem, e, em casos específicos, até como essas estratégias podem ser combinadas.

Tratar obesidade é uma questão de estratégia contínua, de acompanhamento próximo e de decisões bem alinhadas à realidade do paciente.

Gostou da abordagem e quer reconquistar sua melhor versão? Marque uma consulta comigo.

Muita gente me pergunta se é possível associar a cirurgia bariátrica com o uso do Mounjaro, e, mais do que isso, se faz ...
31/03/2026

Muita gente me pergunta se é possível associar a cirurgia bariátrica com o uso do Mounjaro, e, mais do que isso, se faz sentido combinar essas duas estratégias no tratamento da obesidade.

A minha resposta não poderia ser outra: é claro que sim!

A bariátrica atua promovendo mudanças anatômicas e hormonais importantes, reduzindo o tamanho do estômago, alterando o trânsito dos alimentos e modulando hormônios ligados à fome e à saciedade. Já o Mounjaro (tirzepatida) age mimetizando hormônios intestinais que ajudam a controlar o apetite, melhorar a saciedade e otimizar o metabolismo da glicose, DIMINUINDO A INFLAMAÇÃO

Em pacientes com lipedema, a relação com os quilos é ainda mais complexa. Trata-se de uma condição caracterizada por acúmulo desproporcional de gordura, geralmente em membros inferiores, associada a dor, sensibilidade e resistência à perda de volume mesmo com dieta e exercício. Nesses casos, a bariátrica pode ser forte aliada no controle do peso, enquanto o Mounjaro contribui AINDA MAIS na REDUÇÃO DA INFLAMAÇÃO, O QUE PODE ESTAR ASSOCIADO A UMA RESPOSTA MAIS INTENSA SOBRE O LIPEDEMA

Essa associação pode ser uma estratégia extremamente válida, quando se tem a indicação para isso.
Passe para o lado e veja a diferença que este tipo de tratamento faz.

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Dr. Giuliano Cigerza

O Dr. Giuliano Cigerza é médico graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 2006.

Cursos e Especializações

– Residência Médica em Cirurgia Geral no Hospital de Clínicas de Porto Alegre nos anos de 2008 – 2009. – Residência Médica em Cirurgia do Aparelho Digestivo do Hospital de Clínicas de Porto Alegre nos anos 2010 – 2011. – Curso de Formação de Médico Perito Legista. – Especialista em Endoscopia Digestiva. – Membro Titular da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed). – Especialista em Cirurgia Bariátrica pelo CBCD.

Atuação Profissional