01/03/2026
O magnésio exerce papéis que surpreendem muita gente. Ele é fundamental para a sensibilidade à insulina, ajudando as células a responderem melhor ao hormônio e reduzindo resistência insulínica (mecanismo associado ao diabetes tipo 2, obesidade, inflamação crônica e fadiga). Os estudos mostram que níveis adequados de magnésio estão relacionados a glicemia mais estável e menor risco de síndrome metabólica.
Ele também participa da produção e conversão de hormônios se***is, incluindo a testosterona. Homens com deficiência apresentam níveis menores do hormônio e, por isso, a reposição de magnésio (aliada ao exercício) pode melhorar a testosterona biodisponível.
No sistema nervoso, ele atua como calmante natural: modula glutamato, reduz a excitabilidade neuronal, melhora o sono e o relaxamento muscular. É por isso que pessoas com deficiência frequentemente relatam ansiedade, irritabilidade, cãibras, dores de cabeça e dificuldade para dormir.
As melhores fontes alimentares incluem folhas verde-escuras, castanhas, sementes, cacau, abacate e legumes.
A alimentação moderna altamente processada e pobre em minerais, no entanto, torna comum a deficiência. Nesses casos, a suplementação pode ser necessária. Os estudos mostram benefícios em doses entre 200 mg e 400 mg/dia de magnésio elementar, dependendo da forma (glicinato, treonato, citrato são melhor absorvidos).
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