Psicóloga - Margarete Sperotto

Psicóloga - Margarete Sperotto 🧠 Psicóloga Margarete Sperottto
Especialista em saúde mental e bem-estar emocional. Atendimento presencial em Canoas/RS e online para todo o Brasil.

Talvez você tenha aberto o aplicativo só para relaxar um pouco. Mas, ao fechar, vem um incômodo difícil de explicar: uma...
28/01/2026

Talvez você tenha aberto o aplicativo só para relaxar um pouco. Mas, ao fechar, vem um incômodo difícil de explicar: uma mistura de vazio, comparação e cansaço.

A mente, enquanto rola o feed, não apenas consome imagens, ela se compara, se mede e se questiona. Mesmo que de forma sutil, cada postagem ativa pequenas avaliações internas:
“Estou ficando para trás?”
“Por que minha vida não é assim?”

Esse acúmulo silencioso cria uma sensação de insuficiência difusa, que o cérebro interpreta como tristeza ou desânimo.

A questão não é demonizar as redes, mas entender o efeito psicológico da exposição constante. Quando o olhar se volta o tempo todo para fora, o contato com o próprio ritmo se perde.

Já se sentiu assim?

Alguns padrões parecem se repetir sem explicação. Mesmo mudando de cidade, de emprego e de parceiro, o roteiro se repete...
21/01/2026

Alguns padrões parecem se repetir sem explicação. Mesmo mudando de cidade, de emprego e de parceiro, o roteiro se repete.

Essas repetições não são coincidência. Elas revelam feridas antigas tentando ser reparadas no presente.

O primeiro passo para quebrar o ciclo não é agir diferente, mas perceber. Nomear o que se repete é começar a escolher o que se quer viver.

O consultório não é feito só de “casos difíceis”. É feito de histórias reais: alguém que terminou um relacionamento, que...
14/01/2026

O consultório não é feito só de “casos difíceis”. É feito de histórias reais: alguém que terminou um relacionamento, quem sente saudade, quem quer se entender melhor, quem anda cansado de parecer bem o tempo todo.

A terapia não é para quem “não está bem”, mas um espaço de escuta, onde o que é vivido pode, finalmente, ser compreendido.

Muitas vezes o medo não se mostra de forma direta. Ele aparece como necessidade de controle, como planos excessivos, com...
07/01/2026

Muitas vezes o medo não se mostra de forma direta. Ele aparece como necessidade de controle, como planos excessivos, como dificuldade em delegar, como preocupação constante.

Controlar é, em parte, tentar evitar o que assusta, mas o custo disso pode ser viver em permanente tensão.

A psicoterapia ajuda a reconhecer o medo sem julgá-lo, entendendo o que ele tenta proteger. E, a partir daí, abrir espaço para uma forma mais livre de estar no mundo.

Neste período, é comum que o fim de ano desperte reflexões e emoções diversas.Encerramentos, balanços e expectativas faz...
24/12/2025

Neste período, é comum que o fim de ano desperte reflexões e emoções diversas.

Encerramentos, balanços e expectativas fazem parte dos processos psicológicos que marcam a passagem do tempo.

Que este Natal traga momentos de pausa e significado, no seu próprio ritmo.

🎄 Feliz Natal. Psicóloga Margarete Sperotto

O desconforto emocional que muitas pessoas sentem no fim do ano é um fenômeno conhecido e estudado pela psicologia.Ele e...
17/12/2025

O desconforto emocional que muitas pessoas sentem no fim do ano é um fenômeno conhecido e estudado pela psicologia.

Ele está relacionado à forma como o cérebro e a mente processam encerramentos, balanços e expectativas.

Nesse período, há um aumento natural da autorreflexão e da lembrança de eventos significativos, o que pode gerar tristeza, cansaço e sensação de sobrecarga.

Além disso, fatores biológicos, como alterações de sono, rotina e luminosidade, também influenciam o humor.

Essas reações não indicam fragilidade, mas fazem parte do modo como o ser humano lida com o tempo, as perdas e as transições.

Você costuma se sentir diferente nesta época também?

A autossabotagem não é uma escolha consciente.Ela acontece quando algo dentro de nós associa o “dar certo” a algum tipo ...
10/12/2025

A autossabotagem não é uma escolha consciente.

Ela acontece quando algo dentro de nós associa o “dar certo” a algum tipo de risco: perder o controle, decepcionar alguém, ser exposto, mudar uma dinâmica que antes parecia segura.

Por isso, muitas vezes a mente cria estratégias sutis para nos proteger de algo que interpreta como perigoso, mesmo que, racionalmente, saibamos que é bom.

A procrastinação, a autocrítica excessiva, o perfeccionismo, a dificuldade em sustentar o que desejamos… tudo isso pode ser expressão de um conflito interno entre o desejo de avançar e o medo do que esse avanço representa.

Na psicologia, compreendemos que a autossabotagem não é sinal de fraqueza, mas um mecanismo de defesa: uma tentativa de manter coerência com antigas crenças sobre quem somos, o que merecemos e até onde podemos ir.

O primeiro passo para transformá-la não é “forçar” produtividade ou disciplina, mas reconhecer o que está sendo protegido por trás desse comportamento e dar novos significados a essas experiências.
Só assim o movimento de mudança deixa de ser uma luta interna e passa a ser um caminho possível.

A relação terapêutica é feita de encontros que deixam marcas de ambos os lados.Mesmo fora do consultório, é comum que o ...
03/12/2025

A relação terapêutica é feita de encontros que deixam marcas de ambos os lados.

Mesmo fora do consultório, é comum que o psicólogo se lembre de momentos, conquistas e desafios que foram significativos ao longo do processo.

Essas lembranças não rompem o limite profissional, mas expressam cuidado e reconhecimento da jornada do outro.

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo é um dos transtornos de ansiedade mais subestimados e também um dos mais solitários.Nã...
26/11/2025

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo é um dos transtornos de ansiedade mais subestimados e também um dos mais solitários.

Não se trata de ser “perfeccionista” ou “controlador”, mas de lidar diariamente com pensamentos invasivos que geram medo, culpa e dúvida.

Para tentar conter essa angústia, a mente busca alívio por meio de rituais: conferir, repetir, limpar, evitar. Esses comportamentos reduzem o desconforto por instantes, mas acabam reforçando o ciclo da ansiedade.

Estima-se que o TOC atinja cerca de 2% da população mundial, e muitas pessoas demoram anos para buscar ajuda, por vergonha ou por acreditarem que deveriam “dar conta sozinhas”.

A psicoterapia baseada em evidências, especialmente a terapia cognitivo-comportamental e a exposição com prevenção de resposta, tem se mostrado eficaz na redução dos sintomas e na retomada da qualidade de vida.

Falar sobre o TOC é importante para reconhecer o sofrimento e mostrar que há tratamento.

Vivemos em uma cultura que transforma o fazer em medida de valor. Ser produtivo o tempo todo virou sinônimo de sucesso, ...
19/11/2025

Vivemos em uma cultura que transforma o fazer em medida de valor. Ser produtivo o tempo todo virou sinônimo de sucesso, e descansar parece desperdício.

Mas o cérebro não opera em modo contínuo. Ele precisa de pausas para consolidar memórias, processar emoções e restaurar energia. Quando esse tempo de recuperação é ignorado, o corpo responde com fadiga, irritabilidade e perda de concentração.

Descansar não é preguiça (e não deveria ser privilégio). É parte da regulação emocional e do cuidado com a mente.

Permitir-se parar é também um exercício de confiança: o de reconhecer que o seu valor não está no quanto você produz, mas em quem você é quando pode respirar.

Transtornos alimentares vão muito além da comida. Envolvem ansiedade, autoestima, imagem corporal e uma necessidade de c...
12/11/2025

Transtornos alimentares vão muito além da comida. Envolvem ansiedade, autoestima, imagem corporal e uma necessidade de controle ou preenchimento emocional.

Estudos no Brasil mostram que cerca de 37,3% de adolescentes de baixa renda já apresentaram episódios de comer compulsivamente, e quase 25% relataram a prática frequente de dietas rígidas.

Entre universitárias, comportamentos alimentares desordenados também são comuns: 40,7% fazem regimes para emagrecer, 35,6% usam métodos compensatórios como jejum ou restrição severa, 23,9% pulam refeições e 3,3% relatam vômitos para controlar peso.

Esses transtornos não se formam do dia para a noite. São resultado de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Por isso, tratamentos multidisciplinares, incluindo a psicoterapia, são fundamentais para a recuperação do indivíduo.

A psicoterapia ajuda a compreender como a ansiedade se forma e a criar novas maneiras de responder aos pensamentos que m...
05/11/2025

A psicoterapia ajuda a compreender como a ansiedade se forma e a criar novas maneiras de responder aos pensamentos que mantêm o corpo em alerta.

Com o tempo, você passa a reconhecer padrões, desenvolver estratégias e encontrar formas mais equilibradas de lidar com o que antes parecia fora de controle.

É um processo de autoconhecimento e reeducação emocional que torna possível viver com mais leveza.

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