Vanderley Martins - Espaço Terapêutico e Desenvolvimento Humano

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5 SINAIS DE QUE VOCÊ NÃO SE VALORIZAVocê sabe se valorizar? Sabe se impor? Talvez você responda sim a essas perguntas, m...
27/02/2026

5 SINAIS DE QUE VOCÊ NÃO SE VALORIZA

Você sabe se valorizar? Sabe se impor? Talvez você responda sim a essas perguntas, mas pode ser que você apenas pense que sim, quando na realidade você não tem demonstrando isso nas suas ações e atitudes para consigo mesma.

5 Atitudes que tiram sua alegria

E isso pode ser visto em alguns comportamentos que temos diante de algumas situações diárias e até mesmo nas nossas relações pessoais.

Confira agora alguns sinais que você transmite, mesmo que inconscientemente, que mostram que você não se valoriza o suficiente, e que pode refletir negativamente na sua autoestima e no modo como as pessoas vão te tratar.

1- Você não sabe dizer não
Acontece de as vezes sermos tão pressionados a fazer certas coisas que não sabemos dizer não, seja por medo de perder uma amizade, medo de ser rejeitada depois, e etc. Mas é muito importante que sua vontade prevaleça, aprenda a dizer não sempre que não quiser fazer algo. Quem diz sim para tudo é visto como uma pessoa desinteressante e pode ser vitima de abusos.

2- Você não reconhece suas qualidades
Sabe quando alguém te elogia e você diz: "imagina, que isso", pois é, dizer isso é o mesmo que dizer "isso não é verdade", por isso quando alguém te elogiar aceite o elogio e agradeça, a menos que você sinta que a pessoa esta sendo falsa ou o elogio está sendo exagerado.

3- Você aceita qualquer pessoa para se relacionar
Você não escolhe muito na hora de se envolver com alguém e acaba ficando com o primeiro que aparece, mesmo ele não sendo tão bom quanto você merece.

4- Você se abala com as criticas alheias
Se você se abala com as criticas dos outros é sinal de que você não se valoriza, e acredita em tudo que as pessoas dizem a seu respeito. Tenha consciência do seu valor e você não se deixará atingir por comentários maldosos.

5- Você tem medo de expor suas opiniões
Você evita expor sua opinião sobre diversos assuntos por medo de ser confrontado e ter suas ideias vistas como sem valor ou até mesmo bobas.

Esses são alguns sinais básicos e muitas vezes sutis de que não nos valorizamos o suficiente.

Vanderley Martins
Psicanalista 🧠

AS PESSOAS DÃO SINAIS DAQUILO QUE SÃO!Depois que eu ouvi a frase "As pessoas dão sinais" passei a ver sinais em tudo...E...
24/02/2026

AS PESSOAS DÃO SINAIS DAQUILO QUE SÃO!

Depois que eu ouvi a frase "As pessoas dão sinais" passei a ver sinais em tudo...

Em quem quer ficar, em quem quer ir, em quem se importa de verdade, em quem não está para nada!...

Ninguém faz nada por acaso!...

As acções falam mais do que as palavras. Sempre!...

A todo o momento as pessoas dão sinais. Sinais do que querem, do que não querem, do que são e do que estão dispostas a fazer.

Os sinais estão aí, claros!... Só não os vê quem não quer...

Quando alguém gosta de si, sente-o!...

Quando uma pessoa a(o) quer perto dela, também o sente!...

Quando alguém a(o) trata como uma prioridade, percebe...

Quando alguém está a brincar com os seus sentimentos, com jogos de ego e não a(o) leva a sério, também percebe, só que prefere não acreditar!...

É importante prestar atenção sobre o lugar que as pessoas a(o) colocam nas relações. Está confortável? Está feliz? Está a fazer-lhe bem essa relação? Se não for o caso, sabe exactamente o que fazer...

Cada pessoa sabe-o sempre, só que muitas vezes falta-lhe a coragem para aceitar e reagir perante essa realidade!...

O nosso corpo também é incrível na forma como nos dá os sinais do que precisamos fazer.

O que nos impede de perceber os sinais são as nossas projecções pessoais.

Preste atenção aos sinais!

AME-SE o bastante para fechar algumas portas!

Não abra espaço para quem não sabe ocupar o seu lugar! Aquele lugar que deseja e pretende comungar no percurso da sua vida!

Vanderley Martins🧠

23/02/2026

📵 **Não é sobre o celular.
É sobre o que o celular está fazendo com o cérebro dos nossos filhos.**
O surto não começa quando o aparelho é tirado.
Ele começa muito antes — no excesso.
📌 Estudos em neurociência mostram que o uso excessivo de telas na infância e adolescência está associado a:
• 🔁 Baixa tolerância à frustração – o cérebro acostumado à recompensa imediata (dopamina rápida) não suporta esperar.
• ⚡ Hiperestimulação neural – excesso de estímulos visuais e sonoros mantém o sistema nervoso em alerta constante.
• 👁️ Hipervigilância – estado de alerta elevado, como se algo sempre estivesse acontecendo.
• 🧠 Pensamento acelerado – dificuldade de concentração e manutenção da atenção.
• 📉 Redução da autorregulação emocional – menor capacidade de lidar com o “não”.
• 🎯 Dependência de recompensa instantânea – o cérebro passa a rejeitar atividades que exigem esforço prolongado.
Quando o celular é retirado, não é apenas um objeto que está sendo tirado.
É a fonte rápida de dopamina.
E um cérebro acostumado a estímulo constante reage como quem está em abstinência.
🚨 Não é sobre disciplina apenas.
É sobre neurodesenvolvimento.
O cérebro infantil ainda está em formação.
Ele precisa de: ✔ tédio saudável
✔ interação real
✔ frustração gradual
✔ limites consistentes
Excesso de tela não cria apenas distração.
Cria um cérebro menos tolerante ao mundo real.
Pais, cuidado.
Limite não é castigo.
É proteção neurológica.

— Vanderley Martins

Você já deve ter ouvido essa frase, mas já parou pra pensar no que ela representa? 🤔Faz parte de todos nós, ocasiões que...
23/02/2026

Você já deve ter ouvido essa frase, mas já parou pra pensar no que ela representa? 🤔

Faz parte de todos nós, ocasiões que geram angústia, o desejo de pertencimento, o apego, períodos de insegurança. Porém, em alguns momentos, essas sensações ficam mais latentes e, sem nos dar conta disso, muitas vezes lidamos com nossas carências de forma distorcida.

Sim, ocupamos mais nosso tempo com atividades desnecessárias, trabalhamos muitas horas além do necessário, comemos mais compulsivamente, compramos mais e supervalorizamos bens materiais, nos frustramos e permanecemos desanimados na maioria dos dias, pois não conseguimos finalizar ou iniciar o que realmente desejamos, ou seja, mais barulhos fazemos para justificar nossas carências, para esconder nossas dores, para camuflar o vazio da alma.

👉Quais estão sendo seus excessos? Que vazio, seu excesso esconde? 🤔

Ao descobrir o que seus excessos dizem, silencie! Alguns silêncios são necessários para que o discernimento aconteça.

Transforme-o em algo positivo e agradável! Nem sempre o que é dito, é construtivo! Silenciar nosso coração, aquietar nossa mente, permite-nos encontrar conosco.

Lembre-se: “Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz!” 😉

Vanderley Martins

20/02/2026

Você já deitou depois de um dia cansativo, pronto para dormir… e de repente começa a ouvir o ronco do seu companheiro?
O som parece aumentar. Seu coração acelera. A irritação cresce. Você tenta se controlar, vira de lado, cobre o rosto… mas a raiva parece desproporcional.
Agora imagine sentir essa mesma explosão interna em um almoço de família, numa reunião de trabalho ou no cinema, só porque alguém está mastigando, respirando mais alto ou mexendo a boca.
Isso pode ser misofonia.
Misofonia significa literalmente “aversão ao som”.
Mas não é apenas incômodo. É uma reação emocional e física automática a sons comuns do dia a dia.
Quem sofre com isso pode sentir: – irritação intensa
– ansiedade
– raiva súbita
– necessidade urgente de sair do ambiente
Os gatilhos mais comuns são sons humanos, como: mastigação, respiração, ronco, tosses, talheres raspando no prato.
Não é “frescura”.
Não é falta de controle.
É uma resposta neurológica involuntária que pode impactar relacionamentos, trabalho e qualidade de vida.
Se sons simples despertam reações desproporcionais em você, talvez não seja apenas impaciência.
Pode ser misofonia.

Outro dia li uma frase que dizia mais ou menos assim: “Não trate como prioridade quem só te trata como opção”, e fiquei ...
18/02/2026

Outro dia li uma frase que dizia mais ou menos assim: “Não trate como prioridade quem só te trata como opção”, e fiquei pensando nos amores rasos que de vez em quando vejo por aí.

Tenho visto muita relação desigual, e por mais que um dos lados viva de esperanças, na expectativa infantil de que tudo pode mudar num piscar de olhos, é preciso enxergar os fatos como eles são.

Já ouvi muito a história: “A gente não escolhe quem vai amar”, mas será que é isso mesmo? Será que não podemos escolher o que fazer de nós mesmos quando estamos amando?

Nem sempre o coração está certo, e podemos entrar numa “canoa furada” pela simples dificuldade de sermos amorosos com nós mesmos.

Amor nenhum deveria doer. Amor nenhum deveria impor angústia e sofrimento. Amor nenhum deveria fazer você duvidar se o outro sente amor e alegria na sua companhia.

Acredito sim que a gente escolhe quem amar. E muitas vezes repetimos erros porque não aprendemos a ser gentis e generosos com aqueles que deveríamos colocar em primeiro lugar: nós mesmos.

Apaixone-se por alguém que adore a sua companhia e escolha estar com você sob o sol forte ou embaixo de uma chuva fria. Alguém que sinta a sua falta e demonstre que precisa do seu abraço a qualquer hora do dia.

Apaixone-se por alguém que goste do seu cheiro, que aprecia suas ideias e admira suas atitudes. Alguém que não titubeie ao andar ao seu lado nem tenha a intenção de guarda-la só para si.

Apaixone-se por alguém que assuma que lhe ama, alguém que tenha orgulho de ter sido cativado por você.

Apaixone-se por alguém que valorize seus gestos e escute sua opinião. Alguém que lhe queira sempre por perto, e que sinta saudades se você demora.

Vanderley Martins 🧠👨🏾‍⚕️

10/02/2026

Misofonia: o que é, como identificar e tratamento

A misofonia é uma condição na qual a pessoa reage de forma intensa e negativa a pequenos sons que a maior parte das pessoas não repara ou não dá significado, como o som de mastigar, de tossir ou de simplesmente limpar a garganta, por exemplo.

Esses sons podem deixar a pessoa se sentindo muito desconfortável, com ansiedade e com vontade de abandonar quem está produzindo o som, mesmo que seja durante atividades normais do dia-a-dia. Embora a pessoa consiga reconhecer que tem algum tipo de repulsa a esses sons, normalmente não consegue evitar se sentir assim, o que faz com que a síndrome tenha semelhanças a uma fobia.

Estes sintomas geralmente começam a surgir na infância, por volta dos 9 aos 13 anos e se mantêm pela vida adulta, no entanto, a terapia psicológica, pode ser uma técnica capaz de ajudar a pessoa a tolerar melhor alguns sons

Como identificar a síndrome
Embora ainda não exista um teste capaz de diagnosticar a misofonia, alguns dos sinais mais comuns de pessoas com esta condição surgem após um som específico e incluem:

Ficar mais agitado;
Fugir do local do barulho;
Evitar algumas atividades devido a pequenos barulhos, como não ir comer fora para não ouvir pessoas mastigando;
Reagir de forma exagerada a um barulho simples;
Pedir de forma ofensiva para que o barulho pare.
Este tipo de comportamentos pode ainda dificultar as relações com as pessoas mais próximas, pois alguns sons, como tossir ou espirrar, não podem ser evitados e, por isso, a pessoa com misofonia pode começar a evitar estar com alguns familiares ou amigos que façam o som mais frequentemente

Além disso, e embora seja mais raro, também podem surgir sintomas físicos como aumento dos batimentos cardíacos, dores de cabeça, problemas de estômago ou dor no maxilar, por exemplo.

Principais sons que provocam misofonia
Alguns dos sons mais comuns que provocam o surgimento de sentimentos negativos relacionadas à misofonia são:

Sons provocados pela boca: beber, mastigar, arrotar, beijar, bocejar ou escovar os dentes;
Sons da respiração: roncos, espirros ou respiração ruidosa;
Sons relacionados com a voz: sussurrar, voz anasalada ou uso repetido

05/02/2026

Querer dar conta de tudo
Querer dar conta de tudo, o tempo todo, parece virtude — mas muitas vezes é sintoma.
Sintoma de ansiedade, de medo de falhar, de necessidade de controle e, principalmente, de uma crença silenciosa: “se eu não fizer, tudo desmorona”.
Esse padrão faz a pessoa assumir mais do que pode, carregar responsabilidades que não são só dela e viver em estado constante de alerta. A mente não descansa. O corpo não relaxa. A alma não respira.
Quem quer dar conta de tudo raramente se permite errar, descansar ou pedir ajuda. Há culpa quando para, inquietação quando desacelera e angústia quando algo sai do controle. Aos poucos, o viver vira sobrevivência.
O corpo começa a falar — e a pele é um dos primeiros lugares onde a emoção aparece.
A chamada alergia emocional na pele surge, muitas vezes, como resposta ao excesso de cobrança, à sobrecarga emocional e às emoções que não encontram espaço para serem expressas. Coceiras, dermatites, vermelhidão e crises cutâneas podem se intensificar em períodos de estresse, ansiedade e tensão prolongada.
A pele é limite.
Quando a pessoa não consegue colocar limites na vida, o corpo tenta colocar por ela.
Além disso, surgem outros sinais:
cansaço crônico, dores musculares, ansiedade constante, irritabilidade, problemas gastrointestinais, insônia e queda da imunidade. Não é fraqueza — é excesso.
Dar conta de tudo não é força.
Força é reconhecer limites.
Força é entender que não precisamos ser fortes o tempo inteiro.
Força é aceitar que algumas coisas podem — e devem — ficar para depois.
Quando a pessoa aprende a soltar o controle, o corpo agradece, a mente desacelera e a vida volta a ter leveza.
Porque ninguém adoece por ser fraco.
Adoece por aguentar demais por tempo demais.

Vanderley Martins

Ouvimos com frequência a frase pronta: “O tempo cura tudo.”⁣ Será que cura mesmo? Alivia, mas cura?Quero te dizer que se...
04/02/2026

Ouvimos com frequência a frase pronta: “O tempo cura tudo.”⁣ Será que cura mesmo? Alivia, mas cura?

Quero te dizer que se você acredita nessa frase, repense. O tempo não cura nada, o que cura é o que você fará com o que te aconteceu a partir de então. ⁣

São as suas ações que curam, sua ressignificação sobre o que viveu, o perdão que você vai escolher dar ou prender. Como profissional, eu ajudo meus pacientes com as ferramentas necessárias, mas quem faz uso desses recursos são eles. ⁣

Ninguém fará esse trabalho por você. A cura é sua responsabilidade, independente de quem gerou essa ferida em você. Só você é capaz de se curar, não o terapeuta, não seus pais, não seu parceiro(a), não quem você acredita que deve reaver a atitude, não outro alguém, não o tempo, VOCÊ.

Se sozinho(a) você não tem tido sucesso em curar suas feridas, sejam elas da infância, de suas escolhas ou de alguém que te fez mal, peça ajuda profissional para aprender a acessar as suas forças internas de cura. Você merece cuidar das suas feridas e ser feliz!

Quando você vira as costas para um problema, ele não deixa de existir. Ele te pega pelas costas.

Vanderley Martins

02/02/2026

Endereço

Rua Raul Soares, 134 Centro
Caratinga, MG
35300020

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