Psicóloga Yáskara B. Fredo Meulam

Psicóloga Yáskara B. Fredo Meulam Psicoterapia cognitivo comportamental

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Cultivar o que te faz bem é um exercício diário de escolhas!Nem tudo cresce ao acaso — algumas coisas precisam de cuidad...
21/01/2026

Cultivar o que te faz bem é um exercício diário de escolhas!

Nem tudo cresce ao acaso — algumas coisas precisam de cuidados, limites e intenções.

Observe o que você anda nutrindo dentro de si...

Atendimento psicológico particular com condições especiais para beneficiários Unimed, mesmo sem credenciamento, sempre c...
19/01/2026

Atendimento psicológico particular com condições especiais para beneficiários Unimed, mesmo sem credenciamento, sempre com ética, transparência e respeito ao processo terapêutico. 😃

Psicoterapia é cuidado contínuo com a saúde mental!🙂

Meu sonho sempre foi ter uma horta...E ela tinha até um detalhe clássico: um espantalho!Por muito tempo, esse sonho pare...
18/01/2026

Meu sonho sempre foi ter uma horta...

E ela tinha até um detalhe clássico: um espantalho!

Por muito tempo, esse sonho parecia grande demais…
Na minha cabeça, ele vinha junto com uma casa grande, um quintal enorme, uma cena quase de filme.
Mas hoje, a minha horta mora na janela da cozinha do nosso apartamento.
Tem sálvia, manjericão, hortelã… já teve tomate cereja.
E o espantalho? Está ali também — do tamanho que cabe, do jeito que dá.

E sabe de uma coisa?
Ela me realiza.

Hoje eu colhi a sálvia que eu mesma plantei!
E esse gesto simples me lembrou que, assim como na vida, plantar exige cuidado, presença e paciência — e a colheita acontece no tempo certo, não no tempo da pressa.

Na Psicologia Cognitivo-Comportamental, a gente aprende que muitos sonhos não são abandonados por falta de desejo, mas por crenças limitantes:

“quando eu tiver tempo”, “quando eu tiver espaço”, “quando for perfeito”...

Cuidar dessa horta virou minha arte terapia...
Ela me ensina presença, constância, respeito aos processos…
E me lembra que realizar um sonho não precisa ser grandioso — precisa ser possível.

E você?
Que sonho anda adiando porque ele parece “grande demais”?

Será que ele não pode começar menor, mais simples, mais real… e ainda assim fazer sentido para você?

Às vezes, uma horta na janela já é suficiente pra florescer algo muito precioso dentro da gente!

16/01/2026

Janeiro Branco

Nós últimos das, muitos foram os memes, piadas e comentários sobre a história da mulher do Rio Grande do Sul que acredit...
09/01/2026

Nós últimos das, muitos foram os memes, piadas e comentários sobre a história da mulher do Rio Grande do Sul que acreditou estar conectada com Brad Pitt e acabou esperando o ator em um aeroporto — uma situação que, agora, ela afirma ter sido uma brincadeira e que está impactando profundamente sua vida emocional e familiar.

É fácil rir de uma cena isolada nas redes sociais. Mas o que muitas vezes esquecemos é que, por trás de cada “viral”, existe uma pessoa de verdade, com sentimentos, relacionamentos e uma história complexa — e, neste caso, uma mulher que hoje diz que “sua vida acabou”, sente-se exposta, humilhada e emocionalmente abaladíssima.
Cabe a nós julgar?

Por que isso importa?

Em psicologia clínica sabemos que o julgamento social pode agravar ou até desencadear sofrimento intenso. Situações de exposição pública, críticas agressivas e transformações inesperadas na vida pessoal podem gerar ou intensif**ar:

• Ansiedade, vergonha e retraimento social
• Dificuldades nos vínculos familiares e sentimentais
• Ruminação e autô-crítica exacerbada
• Sensação de desamparo emocional

E isso sem sequer considerar se havia ou não um contexto de pré fragilidade emocional. Ao reagirmos com memes, fazemos parte de um coletivo que, muitas vezes sem intenção explícita de maldade, contribui para um ambiente psicologicamente hostil — que pode levar a consequências ainda mais graves para alguém já abalado.

Diante da gravidade e proporção que cada situação como essa pode atingir, podemos — e devemos — ponderar:

Quem é a pessoa por trás da história?
Que impacto isso tem na vida real dela e de sua família?
Como nossa reação pode contribuir para a dignidade e bem-estar de alguém?

A empatia não é apenas um “bom sentimento” — é uma habilidade psicológica que fortalece relações, comunidades e promove um ambiente mais humano e sustentável do ponto de vista emocional.

Talvez não possamos ajudar de longe, mas podemos escolher não sermos parte da onda que retira o outro de sua humanidade.

Que este episódio nos convide a olhar para além do meme — e a lembrar que cada pessoa, mesmo numa história inusitada, merece respeito, cuidado e dignidade emocional.

Hoje é o Dia da Gratidão!Um dia que vale ir além do “obrigado” automático e olhar para a gratidão como aquilo que a ciên...
06/01/2026

Hoje é o Dia da Gratidão!

Um dia que vale ir além do “obrigado” automático e olhar para a gratidão como aquilo que a ciência já demonstrou: uma habilidade psicológica treinável, e não um otimismo ingênuo.

Do ponto de vista cognitivo-comportamental, a gratidão atua diretamente sobre os viéses negativos da mente, ajudando o cérebro a ampliar o foco atencional. Ela não elimina a dor, o luto ou as dificuldades — mas impede que eles ocupem todo o campo da consciência. Pessoas gratas não sofrem menos; elas interpretam com mais flexibilidade, ressignif**am com mais rapidez e regulam melhor suas emoções.

Estudos mostram que a prática consistente da gratidão está associada à redução de sintomas de ansiedade e depressão, melhora da qualidade do sono, maior adesão a tratamentos de saúde e fortalecimento dos vínculos interpessoais. Na prática clínica, a gratidão funciona como um antídoto silencioso contra a desesperança, porque reconecta o indivíduo ao que ainda sustenta, mesmo em meio ao caos.

Gratidão não é negar a realidade...

É reconhecer que, apesar dela, algo permaneceu de pé.

Que hoje não seja apenas sobre agradecer o que foi fácil — mas também aquilo que doeu, ensinou, transformou e expandiu.

Porque amadurecer emocionalmente não é apenas sobreviver.
É aprender a honrar o caminho, inclusive os trechos mais difíceis.

Baseado em evidências científ**as: Emmons & McCullough (2003); Wood et al. (2010); Bohlmeijer et al. (2023).

31/12/2025
Basta nós dois, boa música, ótimo lugar… e muita risada!Obrigada por ser esse companheiro que t**a, dança, ri e transfor...
27/12/2025

Basta nós dois, boa música, ótimo lugar… e muita risada!

Obrigada por ser esse companheiro que t**a, dança, ri e transforma qualquer lugar em diversão!

✨💃🕺

Existe uma expectativa social de que datas simbólicas tenham o poder de “consertar” relações difíceis.Mas do ponto de vi...
26/12/2025

Existe uma expectativa social de que datas simbólicas tenham o poder de “consertar” relações difíceis.

Mas do ponto de vista psicológico, relações não se reparam por calendário — se reconstroem por processos, não por rituais pontuais.

Em famílias onde há histórico de invalidação emocional, conflitos não elaborados ou limites pouco respeitados, o Natal costuma ativar padrões antigos como:

papéis rígidos, cobranças silenciosas, comparações e tentativas de controle disfarçadas de cuidado.

A ciência do comportamento mostra que:
vínculos saudáveis exigem constância, não eventos isolados; reconciliação verdadeira depende de mudança de comportamento, não apenas de presença física; respeitar limites protege a saúde mental e não configura frieza, egoísmo ou ingratidão.

Escolher menos exposição, mais distância emocional ou até ausência não signif**a rejeitar a família. Muitas vezes, signif**a preservar a si.

O Natal pode ser um momento de encontro —
mas não precisa ser um espaço de autoabandono.

Cuidado psicológico não negocia datas!!

Ele respeita histórias, contextos e, sobretudo, o limite de cada sistema nervoso.

Seja gentil com o seu ritmo. 🪻

Nas confraternizações de final de ano, o álcool costuma estar presente como parte do ritual social. Brindar, comemorar e...
23/12/2025

Nas confraternizações de final de ano, o álcool costuma estar presente como parte do ritual social. Brindar, comemorar e relaxar são comportamentos culturalmente reforçados. O ponto de atenção, do ponto de vista psicológico, não é o ato de beber em si, mas a função que o álcool passa a exercer na regulação emocional.

Para algumas pessoas, beber ajuda a reduzir a ansiedade social, silenciar desconfortos, tolerar ambientes difíceis ou “aguentar” relações que, em outros contextos, já são desgastantes.

Nesses casos, o álcool deixa de ser apenas social e passa a ocupar um papel de anestésico emocional — ainda que temporário.

Na abordagem cognitivo-comportamental, observamos que comportamentos que aliviam emoções no curto prazo tendem a ser repetidos, mesmo quando geram consequências negativas depois: culpa, arrependimento, conflitos, prejuízos físicos e emocionais. O alívio imediato mascara, mas não resolve, o que precisa ser cuidado.

Este não é um convite à culpa, à proibição ou ao julgamento. É um convite à auto-observação: Estou bebendo para celebrar ou para suportar?

O que eu estaria sentindo se não bebesse?
O que f**a depois que a festa termina?

Cuidar da saúde mental também passa por reconhecer limites, escolhas e necessidades emocionais — especialmente em períodos socialmente intensos como o fim do ano.

Se algo em você pede pausa, escuta ou cuidado, isso merece atenção!

Autocuidado não é ausência de festa, é presença de consciência!

Endereço

Centro Médico Gastroclínica Rua Antônio Alves Massaneiro, 414
Cascavel, PR
85812-090

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