Psicóloga Júlia Cabral Mazini

Psicóloga Júlia Cabral Mazini Psicologia Clínica e Desenvolvimento Humano
Infância ao envelhecimento
CRP 04/43766
Mestre em Psicologia
Clínica Fenomenológica Existencial

Acompanhamento Terapêutico (AT)
Anamnese Psicológica
Aplicação de Dinamicas em Grupos
Avaliação Neuropsicológica
Avaliação psicológica para cirurgia bariátrica/ Laudo Cirurgia Bariátrica
Avaliação Psicossocial
Consulta psicológica da criança
Consulta psicológica do adulto
Consulta psicológica do idoso
Consulta psicológica domiciliar
Consultoria em Recursos Humanos
Figura Complexa de Rey
Orientação profissional
Orientação Vocacional
Preparação para aposentadoria
Psicologia Social
Psicoterapia
Psicoterapia Adulto
Psicoterapia de Grupo
Terapia de Casal
Terapia existencial
Psicologia Cataguases

Começar um novo ano não é sobre virar alguém diferente. É sobre habitar melhor quem você já é.Em 2026, que o cuidado não...
05/01/2026

Começar um novo ano não é sobre virar alguém diferente. É sobre habitar melhor quem você já é.

Em 2026, que o cuidado não seja só com o que dói, mas também com o que sustenta, com o que cresce,
com o que você faz bem e, muitas vezes, nem reconhece.

Que seja de menos exigência, com mais presença! E que possa fazer parte:

🩵 Em 2026, eu escolho me cuidar sem me explicar.
🩵 Me cuidar também é reconhecer o quanto eu já faço.
🩵 Aprender a me elogiar também é saúde mental.
🩵 Cuidar de mim não é luxo, é sustentação.
🩵 Nem tudo que é lento está parado.
🩵 Me cuidar é um compromisso comigo, não uma meta.
🩵 Reconhecer meu esforço também é amadurecer.

Júlia Cabral Mazini
Psicóloga e Mestre em Psicologia
CRP-04/43766

01/01/2026

Em 2025 algo diferente aconteceu na clínica. E não é só sobre agenda cheia no fim do ano.

É sobre um tempo em que as pessoas não estão mais conseguindo (e nem querendo) adiar o cuidado. A terapia deixou de ser “quando der” e passou a ser quando é necessário.

Talvez isso diga muito sobre o mundo em que estamos vivendo. Mas também diz sobre maturidade emocional. Sobre reconhecer limites. Sobre pedir escuta antes do colapso.

Cuidar da saúde mental não é sinal de fraqueza. É sinal de consciência!

O que mudaria em 2026 se você não adiasse mais o seu cuidado?

Júlia Cabral Mazini
Psicóloga e Mestre em Psicologia
CRP-04/43766

Encerrando 2025. Abrindo 2026.2025 foi um ano diferente para mim. Não porque tudo ficou fácil, mas porque eu aprendi a m...
31/12/2025

Encerrando 2025. Abrindo 2026.

2025 foi um ano diferente para mim. Não porque tudo ficou fácil, mas porque eu aprendi a me dar espaço.

Aprendi a cuidar do meu tempo, do meu corpo e das minhas escolhas. Aprendi a dizer não para alguns trabalhos, mesmo quando isso antes parecia impossível. Consegui organizar minha rotina, sustentar a atividade física, olhar com mais presença para a alimentação, abrir espaço real para minha família. E, sobretudo, aprendi a me respeitar.

Esse movimento mudou não só a minha vida pessoal, mas também o meu lugar como psicóloga. Passei a ocupar a clínica (e esta página) a partir de um outro ponto: o do autocuidado que não é discurso bonito, mas prática cotidiana, possível e imperfeita!

Trago isso aqui não para falar sobre mim, mas a partir de mim. Porque talvez, ao olhar para essa retrospectiva, você também possa se perguntar:
• Onde eu não tenho me dado espaço?
• O que eu sigo sustentando por dificuldade de escolher diferente?
• Que cuidados eu adio como se fossem extras, quando na verdade são base?

Que 2026 não seja só um novo número no calendário, mas um ano de escolhas mais conscientes, de limites mais claros e de cuidado como compromisso consigo mesma(o).

Se essa reflexão te atravessou, leve com você. E permita-se abrir 2026 com mais presença, mais verdade e mais cuidado.

Feliz novo ano, feliz novas oportunidades! 🥂

Júlia Cabral Mazini
Psicóloga e Mestre em Psicologia
CRP-04/43766

Tem coisas que, pra mim, como psicóloga, já estão muito mais claras hoje. Mas que não são óbvias pra todo mundo (e tudo ...
29/12/2025

Tem coisas que, pra mim, como psicóloga, já estão muito mais claras hoje. Mas que não são óbvias pra todo mundo (e tudo bem).

Essas frases não são verdades absolutas, nem regras de vida. São lembretes simples, daqueles que a gente costuma esquecer no meio da pressa, da cobrança e do “depois eu vejo”.

Talvez alguma delas te soe familiar. Talvez outra te incomode um pouco. E talvez seja justamente aí que mora algo importante!

Deslize com calma. Não pra concordar com tudo, mas pra se escutar enquanto lê. 🩵

Júlia Cabral Mazini
Psicóloga e Mestre em Psicologia
CRP-04/43766

Você já pensou em incluir a terapia nos seus planos para 2026?Antes de responder “depois”, vale considerar:• quanto temp...
27/12/2025

Você já pensou em incluir a terapia nos seus planos para 2026?

Antes de responder “depois”, vale considerar:
• quanto tempo você tem vivido no automático
• o que vem sendo engolido para dar conta do dia
• o cansaço que não passa nem quando você descansa
• as repetições que você promete mudar, mas se mantêm
• o quanto você cuida de tudo — menos de você

Na Fenomenologia, cuidar não é consertar. É olhar com presença para o que se apresenta agora. E o que pede cuidado, quando ignorado, costuma voltar (e mais alto!).

Autocuidado não é algo para quando “sobrar tempo”. É uma escolha que sustenta todas as outras!

Talvez 2026 não precise ser o ano de mais exigências, mas o ano em que você não se deixou por último. Vamos juntos? 🩵

Júlia Cabral Mazini
Psicóloga e Mestre em Psicologia
CRO-04/43766

Esse ano eu percorri 7 escolas da região. Foram 11 palestras (a maioria delas não estão registradas nestas foros). Mas, ...
20/12/2025

Esse ano eu percorri 7 escolas da região. Foram 11 palestras (a maioria delas não estão registradas nestas foros). Mas, sobretudo, foram encontros.

Encontros com pessoas que sustentam a escola todos os dias, muitas vezes em silêncio, muitas vezes no limite, quase sempre com mais responsabilidade do que reconhecimento.

Falamos de saúde mental, de autocuidado, de comunicação, de equipe. Mas, na prática, falamos de humanidade. De cansaço acumulado. De tentativas. De vínculos. De seguir mesmo quando não é simples.

Cuidar da saúde mental de quem trabalha na escola não é um luxo, é uma responsabilidade social. Porque a escola não é feita só de conteúdos, calendários e metas. Ela é feita de pessoas. E pessoas precisam ser vistas, respeitadas e cuidadas.

Valorizar professores, auxiliares, equipes pedagógicas, administrativas e de apoio é reconhecer que nenhuma educação acontece sem quem sustenta o cotidiano escolar. É lembrar que quem cuida também precisa de cuidado. Que quem escuta alunos o dia inteiro também precisa ser escutado. Que quem forma cidadãos precisa ter sua dignidade preservada.

Esses encontros reforçaram algo essencial: pensar a escola é pensar o coletivo, é entender que saúde mental não é um assunto individual, mas um compromisso de todos nós enquanto sociedade.

Que possamos seguir construindo escolas onde o respeito não seja exceção, onde o cuidado não seja paliativo, onde quem trabalha ali se sinta reconhecido, pertencente e valorizado.

Porque cuidar da escola é, antes de tudo, cuidar de quem a faz existir todos os dias!

Júlia Cabral Mazini
Psicóloga Escolar (com orgulho!)
CRP-04/43766

Quando o emocional adoece, não é só o humor que muda. O corpo pesa, o pensamento cansa, as relações exigem mais do que s...
18/12/2025

Quando o emocional adoece, não é só o humor que muda. O corpo pesa, o pensamento cansa, as relações exigem mais do que se pode oferecer.

A doença emocional não aparece de repente no Natal. Ela vem do acúmulo, do excesso, do que foi sendo engolido ao longo do ano sem tempo, espaço ou escuta.

E então chega dezembro, com suas luzes, encontros e expectativas, e o que já estava adoecido sente mais.

Talvez o cuidado possível agora não seja “fazer dar certo”, mas não agravar a dor: diminuir estímulos, reduzir exigências, reconhecer limites reais.

Respeitar a doença também é cuidado. E atravessar o Natal com mais verdade pode ser, inclusive, o começo de um processo de cura.

Júlia Cabral Mazini
Psicóloga e Mestre em Psicologia
CRP-04/43766

A depressão não é só tristeza. É um modo de estar no mundo onde tudo perde cor, sentido e direção.A abordagem fenomenoló...
16/12/2025

A depressão não é só tristeza. É um modo de estar no mundo onde tudo perde cor, sentido e direção.

A abordagem fenomenológica não começa tentando “corrigir sintomas”. Ela começa escutando a experiência de quem vive a dor.

Em vez de perguntar “o que há de errado com você”, mas perguntamos: “como está sendo existir assim?”

Na clínica fenomenológica, a pessoa não é reduzida a um diagnóstico. Ela é acolhida naquilo que sente, vive e carrega — mesmo quando não consegue nomear.

🩵 O silêncio é respeitado
🩵 O tempo do sujeito é considerado
🩵 O sofrimento é levado a sério

Aos poucos, aquilo que estava fechado pode ganhar palavra. E quando a experiência encontra sentido, o mundo pode voltar a se abrir, mesmo que devagar.

A Fenomenologia não promete soluções rápidas.
Ela oferece presença, compreensão e a possibilidade de reconstruir o sentido de viver.

Se isso faz sentido pra você, talvez seja um bom lugar para começar.

Júlia Cabral Mazini
Psicóloga e Mestre em Psicologia
CRP-04/43766

“Ah, psi, me ajuda rapidinho com esse problema que aconteceu agora?”Eu entendo a urgência, a dor e a ansiedade por uma r...
14/12/2025

“Ah, psi, me ajuda rapidinho com esse problema que aconteceu agora?”
Eu entendo a urgência, a dor e a ansiedade por uma resposta imediata. Mas é importante ser clara: não é assim que o cuidado psicológico funciona.

Mesmo conhecendo o paciente, um sofrimento emocional não se resolve em um áudio, em uma mensagem ou em uma resposta rápida no WhatsApp. A terapia exige escuta qualificada, contexto, vínculo e um espaço seguro para que a pessoa possa elaborar o que sente e não apenas apagar o incêndio do momento.

Os atendimentos de urgência online existem justamente para isso: oferecer acolhimento responsável, técnico e ético quando algo não pode esperar pela próxima sessão, mas sempre dentro de um setting terapêutico adequado.

Cuidar da saúde mental é mais do que responder.
É acompanhar, sustentar, elaborar e construir caminhos com responsabilidade.

Se você está passando por um momento difícil e sente que precisa de ajuda agora, agende um atendimento de urgência online. Você merece cuidado de verdade!

Júlia Cabral Mazini
Psicóloga e Mestre em Psicologia
CRP-04/43766

34 anos.Ontem, nas vésperas do meu aniversário, mas em um dia quase comum, escutei uma mestra recitando Bráulio Bessa, “...
12/12/2025

34 anos.

Ontem, nas vésperas do meu aniversário, mas em um dia quase comum, escutei uma mestra recitando Bráulio Bessa, “Sonhar”. Tocou a alma, pareceu mensagem.

Há um tempo eu entendi que não é sobre apressar a saída do casulo. É sobre honrar o tempo que ele pede.

Este ano não foi sobre virar outra pessoa. Foi sobre me encontrar. Me amar sem exigência. Me olhar com mais carinho, cuidado e respeito. E aprender a agradecer, não só pelos dias bons, mas pelo processo inteiro.

Assim como a borboleta, descobri que a força não nasce no voo, ela se constrói na paciência diária, no aperto que ensina, no silêncio que amadurece.

Hoje celebro 34 anos com mais presença do que pressa. Com mais gentileza do que cobrança.
E com a certeza de que crescer não é acelerar, mas
é sustentar quem a gente está se tornando, um dia de cada vez.

Feliz que sejam todos os dias! 🎂

Final de ano costuma ser esse tempo estranho: de balanços, comparações, listas silenciosas do que deveríamos ter sido. E...
07/12/2025

Final de ano costuma ser esse tempo estranho: de balanços, comparações, listas silenciosas do que deveríamos ter sido. E, nesse momento, o espelho muitas vezes vira juiz: aponta cansaços, marcas, ausências, excessos.

Mas autoestima não nasce do espelho. Autoestima nasce quando a gente aprende a se enxergar com gentileza, incluindo o que o reflexo não mostra.

Eu também precisei me reconciliar com o espelho.
E sigo, todos os dias, escolhendo olhar para além da imagem: para a história, para as travessias, para o corpo que sustentou, para a mente que resistiu, para a pessoa que continua aqui.

Na clínica, vejo isso acontecer quando alguém começa a trocar a cobrança por presença. Quando o olhar deixa de perguntar “o que falta?” e passa a perguntar “o que foi possível?”

Talvez esse seja o convite desse fim de ano:
não se cobrar para caber, mas se permitir existir com mais cuidado.

Júlia Cabral Mazini
CRP-04/43666

Endereço

Cataguases, MG

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