04/02/2026
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Nós, da Promed, reforçamos que não houve qualquer mudança na NR 31 que determine a substituição do chapéu tradicional do trabalhador rural por capacete de segurança.
Na prática, o que aconteceu foi interpretação simplificada, comunicação alarmista, uso indevido da NR 31 como argumento comercial ou de imposição.
O próprio MTE entrou para recolocar a discussão no eixo técnico, deixando claro que não existe imposição arbitrária e que a atuação da Auditoria Fiscal do Trabalho é baseada em critérios legais e na análise de riscos.
A norma não exige capacete para todo trabalhador rural. Ela exige proteção compatível com o risco real, conforme apontado no PGRTR.
O capacete é indicado quando há risco de impacto ou trauma na cabeça.
O chapéu de aba larga continua sendo adequado e recomendado quando o risco predominante é a exposição à radiação solar.
Essa lógica não é novidade. Ela sempre fez parte da SST e está alinhada à hierarquia de controles prevista nas normas regulamentadoras.
Aqui na Promed, trabalhamos com análise técnica, responsabilidade e respeito à realidade de cada atividade. Segurança se constrói com conhecimento, não com ruído.
👉 Em caso de dúvida, busque orientação técnica. Conte com a Promed.