Asangha Yoga

Asangha Yoga Estúdio de Yoga e Terapias Alternativas
Yoga | Reiki | Tarô | Cristalterapia
● Caxias do Sul (RS)

02/01/2026

Yoga restaurativa

02/01/2026
01/01/2026

O ano virou. Você, não.
Todo início de ano vem carregado de promessas.
Promessas silenciosas, outras ditas em voz alta.
Agora vai.
Agora eu mudo.
Agora tudo se resolve.
Mas o corpo sabe.
E o corpo não vira o ano junto com o calendário.
O corpo carrega o que foi engolido.
O corpo registra o que foi suportado além do limite.
O corpo repete padrões quando a consciência ainda não chegou.
Virar o ano não muda hábitos emocionais.
Não dissolve traumas.
Não reorganiza a mente cansada.
Não devolve presença a um corpo que vive em estado de defesa.
Por isso tanta gente começa janeiro exausta.
Não é falta de vontade.
É excesso de peso interno.
Enquanto a mente cria metas, o corpo pede escuta.
Enquanto o ego exige produtividade, o sistema nervoso implora pausa.
Enquanto o discurso fala em mudança, o corpo continua no mesmo lugar.
Yoga não é sobre alongar.
É sobre habitar.
Terapia não é sobre consertar.
É sobre reconhecer.
Quando o corpo entra no processo, a mudança deixa de ser promessa e vira prática.
Quando a respiração desacelera, a mente começa a acompanhar.
Quando existe presença, o padrão perde força.
Não é sobre começar o ano diferente.
É sobre parar de se abandonar.
Se você sente que o ano virou, mas você continua no mesmo cansaço, na mesma dor, nos mesmos ciclos, talvez não falte disciplina.
Talvez falte espaço interno.
O corpo é o portal.
A consciência é o caminho.
E a mudança real começa quando você decide estar inteiro onde está.
✨ O ano virou.
✨ Agora, você pode virar junto — com presença, cuidado e verdade.
Se quiser caminhar esse processo com apoio, yoga terapêutico e escuta consciente, o convite está aberto.
Não para um novo ano.
Mas para uma nova relação com você.

30/12/2025

O rancor e o ódio são venenos silenciosos.
Não entram de uma vez.
Eles são tomados aos goles.
Um pensamento repetido.
Uma memória ruminada.
Uma história que a gente insiste em contar de novo, sempre com o mesmo final.
E enquanto isso, o corpo sente. A mente adoece. A vida trava.
O mais duro de aceitar é isso: ninguém nos obriga a beber esse veneno.
Sentir raiva pode até ser um impulso, mas permanecer nela é uma escolha.
Quando permitimos que o ressentimento nos acolha, deixamos de ser livres.
Nos tornamos marionetes daquele outro que tanto dizemos detestar.
E f**a a pergunta incômoda:
que poder é esse que damos a alguém para continuar nos causando dor, mesmo quando já não está mais presente?
A filosofia sempre foi clara: o sofrimento nasce do apego.
O yoga também ensina — tudo é passageiro. O bom passa. O ruim passa.
Insistir em preferir um e rejeitar o outro é perder energia tentando controlar o que não se controla.
Final de ano não é sobre fingir que nada aconteceu.
É sobre fechar contas internas.
Soltar o que pesa.
Encerrar ciclos que só continuam existindo porque a gente insiste em mantê-los vivos dentro de si.
Perdoar não é absolver o outro.
É libertar o próprio corpo do peso de carregar uma guerra que já acabou.
Raiva, ira, ódio, ressentimento…
Eles não definem quem você é.
Mas podem definir quem você se torna se você continuar escolhendo senti-los.
Respira.
Solta.
Deixa ir.
Porque entrar no próximo ciclo carregando velhos venenos não é força.
É repetição.
E você já pode escolher diferente.

30/12/2025

Ofélia não é só um nome.
É um estado de existir.
A música Ofélia, da A Banda Mais Bonita da Cidade, não fala de uma personagem distante.
Ela fala de um mundo.
Um mundo de Ofélia.
E esse mundo é feito de excesso de sentimento, de espera, de entrega sem chão.
Um mundo onde a sensibilidade é grande demais para caber nas relações rasas.
Onde amar vira risco.
Onde sentir fundo vira quase um erro.
Quando a letra diz
“você me salvou nesse mundo de Ofélia”,
ela não está falando de alguém que resgata outro do abismo como herói.
Está falando de algo muito mais sutil e raro:
alguém que f**a.
Alguém que sustenta presença.
Alguém que não se assusta com a profundidade.
Ofélia, aqui, não enlouquece sozinha como na tragédia.
Ela existe num território emocional instável, fluido, sensível demais.
Ela é a mulher que sente tudo.
Que ama antes de ser amada.
Que espera mais do que recebe.
Que se perde tentando não perder o outro.
Esse mundo de Ofélia não é feito só de mulheres.
É feito de pessoas que aprenderam a viver para fora,
mas nunca foram ensinadas a se sustentar por dentro.
Por isso essa música toca tanto.
Porque ela nomeia um pedido que quase nunca é dito em voz alta:
“f**a comigo aqui”.
“Não me deixa sozinha nesse excesso”.
“Não me abandona quando eu transbordar”.
Ser salvo do mundo de Ofélia
não é deixar de sentir.
Não é endurecer.
Não é virar outro.
É poder sentir sem se dissolver.
É poder amar sem desaparecer.
É ter alguém — ou um espaço, ou uma prática —
que devolva chão quando tudo vira água.
Talvez o caminho não seja sair do mundo de Ofélia.
Mas criar, dentro dele, lugares de ancoragem.
Onde a sensibilidade não seja sentença.
Onde sentir não seja afogamento.
Onde existir não exija se perder.

29/12/2025

A dor fala.
A questão é: você está escutando?
A dor não surge do nada.
Ela não é azar, castigo ou fraqueza.
A dor é um aviso — e quase sempre chega quando outros sinais foram ignorados.
Antes de doer, o corpo tentou falar de formas mais sutis.
No cansaço constante.
Na irritação sem motivo.
Na ansiedade que aperta o peito.
Na rigidez que você normalizou dizendo “é assim mesmo”.
A dor é aviso de que um limite foi ultrapassado.
De que você ficou tempo demais sustentando o que não se sustenta.
De que continuou insistindo onde o corpo já pedia pausa.
Na psicanálise, entendemos que o sintoma aparece quando a mente não consegue mais elaborar o excesso.
No yoga, aprendemos que quando você sai do próprio eixo, a energia se desorganiza e o corpo sofre.
Na vida, isso se traduz em dores físicas, emocionais e existenciais.
A dor não quer te punir.
Ela quer te interromper.
Interromper o ritmo que não respeita o corpo.
Interromper a adaptação constante ao que machuca.
Interromper o abandono silencioso de si mesma.
Talvez a pergunta hoje não seja
“como faço para eliminar a dor?”
mas sim:
👉 o que eu ultrapassei?
👉 o que eu estou sustentando além do possível?
👉 em que ponto eu deixei de me escutar?
Cuidar do corpo não é luxo.
É retirar o corpo do lugar de sacrifício.
É voltar para a presença.
É reconhecer que o corpo é caminho — não obstáculo.
Quando você escuta a dor com consciência, ela deixa de ser inimiga.
E passa a ser direção.
✨ Se esse texto tocou algo aí dentro, respeite esse aviso.
✨ Se você sente que é hora de cuidar do corpo e da mente com mais presença, me chama no direct. Podemos conversar sobre práticas que ajudem a reorganizar esse excesso — com cuidado, sem pressa, sem violência.

29/12/2025

Vocês estão vendo uma aula que foi pensada para a comunidade surda.
Esses três, que chamo carinhosamente de cobaias, foram a Maara, o Marcos e a Cami.
Três alunos que se disponibilizaram a estar presentes, a testar a aula, para que eu pudesse compreender, na prática, como isso funcionaria de verdade.
Foi muito interessante porque a aula aconteceu em total silêncio.
Nós não conversamos durante a prática.
Isso me permitiu perceber como o yoga pode ser transmitido através da vibração, da presença e, principalmente, da visualização.
Foi uma experiência muito rica, muito agradável e também muito divertida.
Sou profundamente grata a esses três alunos maravilhosos que se propuseram a estar ali comigo, me auxiliando a atravessar aquilo que poderia ser visto como um obstáculo e transformando isso em possibilidade de inclusão, sensibilidade e escuta real do corpo.

Endereço

R. Dal Canale, 2186/Sala 10009/Exposição
Caxias Do Sul, RS
95080150

Horário de Funcionamento

Terça-feira 14:00 - 19:30
Quarta-feira 14:00 - 19:30
Quinta-feira 02:00 - 19:30
Sexta-feira 02:00 - 19:30

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