Psicóloga Lahana Sambaquy Gomes

Psicóloga Lahana Sambaquy Gomes Psicóloga graduada pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) | CRP07/29099
Em percurso na psicanálise

- Psicóloga graduada pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), com ênfase em Saúde e Processos Clínicos
- Percurso em psicanálise
- Atendimento individual a crianças, adolescentes, adultos e idosos
- Atendimento a mulheres com demandas relacionadas a violências de gênero
- Atendimento com escuta qualif**ada a recortes étnico-raciais, de gênero, e LGBTQIA+
- Atendimento em demandas referentes a sofrimentos psíquicos decorrentes do trabalho
- Atendimento a grupos: rodas de conversas; grupos de escuta articulando psicanálise e arte/cultura
- Coordenação de grupos de estudo


Desde a graduação venho construindo um percurso de estudos e pesquisa das relações entre cultura/arte e processos psíquicos; relações étnico-raciais; e aos estudos discursivos referenciados na Análise do Discurso francesa; a transmissão de conhecimentos (por meio de cursos/grupos de estudo) acerca dessas temáticas atravessadas pela psicanálise, também compõe esse percurso.

Não sei qual foi o momento em que fui fisgada pela psicanálise. No curso de psicologia, eu percebia a psicanálise entrem...
20/02/2021

Não sei qual foi o momento em que fui fisgada pela psicanálise. No curso de psicologia, eu percebia a psicanálise entremeada em boa parte da grade curricular, embora se tratasse mais de conceitos compartimentalizados, talvez pelo bem da didática... 1a tópica, 2a tópica, fases do desenvolvimento psicossexual, mecanismos de defesa, estruturas...
Embora esses conceitos sejam fundamentais, não foi a partir daí que a psicanálise me instigou.

Pensando bem, não teve um momento exato, foi um processo que foi acontecendo, sem que eu tivesse tomado como uma decisão.
Mas sei que O Mal Estar na Civilização teve muito a ver com isso. Foi o texto que marcou, senão um encontro, uma espécie de encanto com a psicanálise.
Primeiro texto de Freud que li, quando eu ainda não sabia muito bem que a psicanálise era uma outra coisa, além da psicologia.

Foi quando eu percebi que a psicanálise não se debruçava apenas no que é da ordem do intrapsíquico ou do núcleo familiar... Mas que há algo além, algo do social e da cultura que nos atravessa enquanto sujeitos e que afeta a escuta do sujeito do inconsciente.

A psicanálise pra mim, era uma antes desse texto, e foi outra depois.

Desconfio que foi aí que iniciou o meu percurso, mesmo que eu ainda não soubesse que era isso... A partir daí comecei a caminhar meus passos pela via do desejo, escolhendo mestras e mestres ainda na universidade, cuja transmissão me afetava, como antes não acontecia... Fui escolhendo caminhos que me aproximavam cada vez mais da psicanálise e do que ela fazia transbordar em mim...

Movida por esse encontro, que ainda pulsa e reverbera, venho convidar vocês para o grupo de estudos:

O Mal Estar na Civilização:
(des) enlaces na/da cultura

Serão 4 encontros quinzenais realizados nas terças-feiras das 19h30 às 21h. Os encontros serão realizados em março e abril, nas seguintes datas: 09/03, 23/03, 13/04 e 27/04.
(Para o dia 30 de março estou preparando um outro convite para os inscritos, aguardem)

O grupo será online, via plataforma Google Meet

*Grupo de estudos voltado a estudantes de psicologia, estudantes em percurso na psicanálise, profissionais psi e demais interessados no tema.
*Valor 35 reais mensais
*Será emitido certif**ado de participação

Inscrições inbox, no IG .psicanálise, ou pelo whatsapp (54)992551477

Janeiro branco é uma campanha criada para conscientizar sobre a importância do cuidado em saúde mental. São muitas as si...
28/01/2021

Janeiro branco é uma campanha criada para conscientizar sobre a importância do cuidado em saúde mental. São muitas as situações que podem interferir na saúde mental das pessoas, causando sofrimento: conflitos familiares, problemas no trabalho, problemas de saúde em geral, falta de acesso a direitos básicos, falta de acesso a lazer...

Atualmente, passamos por uma pandemia que além de causar muitas perdas (de pessoas, de planos, de rotinas...), nos trouxe a necessidade repentina de nos adaptarmos. Tudo isso tem efeitos na vida e na saúde mental, e cada um é afetado de forma singular.

Nesse mês, muito se fala em saúde mental, mas nos outros meses também lidamos com situações que podem ser adoecedoras. É preciso se cuidar o ano todo, se fortalecer para lidar com as partes difíceis da vida.

A campanha Janeiro Branco foi instituída no Brasil em 2014 em razão das metas que muitas pessoas colocam para si mesmas no início de cada ano. Com essas metas, muitas vezes vem um sentimento excessivo de cobrança, e frustrações quando elas não são alcançadas da forma planejada.

Nesse sentido é importante lidar com essas metas, como manifestação de desejos e não como um imperativo capaz de causar mais danos à saúde psicológica.
Fazer dieta, fazer mais exercícios, aprender algo novo, fazer aquela viagem esperada, formar-se, trocar de emprego, casar, dentre tantas outras… Qual o sentido de cada meta da sua lista? O que as coisas que você quer alcançar signif**am pra você? O que na sua história liga você a uma meta e não a outra?

Que a reflexão sobre a saúde mental, perdure ao longo do ano e da vida e que ao invés estabelecer metas rígidas, você possa abrir espaço para assumir uma postura de cuidado consigo mesmo. Que você possa construir caminhos, que levem ao encontro consigo, com o que você deseja e lhe reconcilie com sua história. Que essas sejam as maiores “metas”.

Que possamos nos permitir ser mais gentis para acolher o que é possível alcançarmos, porque além de vivermos tempos difíceis, não podemos tudo. Somos faltantes, e tudo bem!

Cuidar da saúde mental não signif**a chegar a um estado inabalável de felicidade, mas muitas vezes é dar espaço às nossas faltas, frustrações e sofrimentos… porque tudo isso nos diz algo, e na melhor das hipóteses, nos dá meios de traçar outros caminhos. Falar pode ser libertador!

Que tal parar e se escutar?
Atendimento presencial e online
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Contato (54) 99255 1477

Lahana Sambaquy Gomes
Psicóloga | CRP 07/29099

"Hoje, revendo essa lembrança, penso também no quanto os discursos normatizadores aprisionam os afetos, e no sofrimento ...
14/01/2021

"Hoje, revendo essa lembrança, penso também no quanto os discursos normatizadores aprisionam os afetos, e no sofrimento que causa a tantos sujeitos essa tentativa de docilização de corpos e subjetividades. Mas penso também que a cidade fala, inscreve nas suas paredes o que os discursos hegemônicos tentam silenciar.
A palavra circula em muros cinzas, pulsa afeto e resistência. Aquilo que é político, que é público, aquilo que se refere a direitos... atravessa a vida privada: a liberdade de ser o que se é, e amar a quem se ama...
Sobre aquilo que é singular do amor, penso na clínica e na célebre frase: "não se faz outra coisa em análise, senão falar de amor” (muito bem dita pelo nosso queridíssimo Lacan). E na análise fala-se mesmo de amor; da falta do amor; daquilo que se pensa ou se teoriza sobre o amor e que talvez não o seja; das idealizações e fantasias que permeiam as relações de um modo geral; da forma de se relacionar que tem muito dos primórdios da formação do sujeito."

Texto completo no link:
https://levebruma.blogspot.com/2021/01/libertem-o-amor.html

Lahana Sambaquy Gomes
Psicóloga CRP 07/29099
Em percurso na psicanálise
Agenda aberta para atendimento presencial em Caxias do Sul, e online para todo o Brasil

2020 foi um ano de muitas mudanças... abalou aquilo que muitos de nós tinham por certo ou estável. A pandemia nos fez en...
12/01/2021

2020 foi um ano de muitas mudanças... abalou aquilo que muitos de nós tinham por certo ou estável.
A pandemia nos fez encarar, de forma coletiva, o que Freud nomeou como uma das três principais fontes do sofrimento humano: a fragilidade do corpo.
Tivemos que nos recolher, adotar uma série de cuidados que não faziam parte do cotidiano. Tivemos que nos adaptar, algumas vezes sem nem elaborar direito o fluxo dos acontecimentos, das notícias, das estatísticas, das perdas...
Em 2020, sobreviver foi muito!

Iniciamos um novo ano, já com um pouco mais de conhecimento sobre a Covid 19; sobre o que é possível e o que não é, para dar contornos a vida: seguir não só sobrevivendo, mas vivendo.
Vivendo de outras formas, e conhecendo traços de nós mesmos que ainda não tínhamos encontrado, e talvez só por viver situações adversas eles tenham se desenhado à flor da pele.

Se você tem alguma questão sobre si mesma/o/e, inquietações em relação a vida ou angústias decorrentes do que já vivenciou de recente ou de antigo... - f**a o convite para que você inicie o seu processo de análise, e quem sabe você encontre nesse espaço de cuidado, um lugar para desenhar outros traços e caminhos, pelas vias do desejo e da vida!

Agende seu horário inbox ou pelo whatsapp https://whats.link/lahanasambaquy

Atendimento presencial em Caxias do Sul (seguindo os protocolos de prevenção à Covid 19); atendimento online a pessoas de qualquer região.


Lahana Sambaquy Gomes
Psicóloga | CRP 07/29099
Em percurso na psicanálise



Alguns ciclos findam e outros (re)iniciam. Ou repetem-se.Chegamos a dezembro, e alguns de nós ganharam também algo... de...
10/12/2020

Alguns ciclos findam e outros (re)iniciam. Ou repetem-se.
Chegamos a dezembro, e alguns de nós ganharam também algo... de novo: não sem dor, não sem perdas e não sem luta.

Chegamos a dezembro e alguns de nós (re)inventaram com aquilo que restou das possibilidades, dos planos, do que se perdeu em (des)caminhos.

Chegamos a dezembro, e os pares de opostos se contrastam e também se misturam em infinitos tons de cinza... assim como a pulsão de vida e a pulsão de morte, linhas tênues que se entrelaçam e dançam: apontam caminhos possíveis na busca de espaços para construir algo com as pedras dos castelos que se desfizeram, ou ainda na busca de espaços para sobreviver, (res)pirar...

Grandes feitos, dadas as circunstâncias, dado o agudo mal estar de estar em um mundo tão mais inóspito para alguns do que para outros.

Grandes feitos, apesar de tudo... com linhas tênues e fios dançantes, que tecem caminhos e descobertas, que aproximam corações e nos fazem perceber que as palavras, tal como Freud pontuou, são dotadas de magia: são capazes de transformar os restos dos castelos em saídas para a angústia. Capazes de transformar (de novo, e mais uma vez) a escuta em ato, que pode salvar um momento ou um resto, que seja.

Voltamos ao básico: a palavra, a escuta, a transferência... básico e tão complexo.
A tarefa é árdua, mas não esqueçamos que fragmentos compõem mosaicos, e que resquícios de luz apontam para um pouquinho mais além do que antes não se podia ver.

A cada sujeito cabe (re)inventar frente ao (im)possível da vida. E se responsabilizar por sua parte nos caminhos tecidos, e nos que ainda se tecerão.

(Re)descobrimos de novo, e mais uma vez (pois as repetições estão a serviço do que nos causa desejo, afinal) o poder das palavras: que sustentam os vínculos, os encontros, as sessões de análise, e mais que isso, a vida! Que pulsa ainda e nos move a (re)construir algumas pontes, fazer travessias... por simples valas ou infinitos abismos... grandes feitos, de qualquer modo: chegamos a dezembro.

Um ciclo finda e outro (re)inicia. Ou repete-se... na pulsação dos dias, compõem a cadência do que continua, a/pesar de tanto, a (re)inventar-se.


Lahana Sambaquy Gomes
Psicóloga
CRP 07/29099

Chegamos a dezembro, e isso não é pouco... esse ano de 2020 foi desafiador  em tão variados níveis.Chegamos até aqui. Nã...
01/12/2020

Chegamos a dezembro, e isso não é pouco... esse ano de 2020 foi desafiador em tão variados níveis.

Chegamos até aqui. Não sem dor, não sem algumas perdas, não sem lutas. E talvez não seja precipitado dizer que todos perdemos algo, direta ou indiretamente, por conta da Covid, da quarentena, ou das tantas adaptações (im)possíveis...

Alguns de nós, perderam pessoas, perderam a possibilidade de se despedir de seus entes queridos.
Outros de nós, devido ao alto risco de mortalidade perderam a liberdade de ir e vir...

Alguns de nós perderam planos, projetos do ano, ou da vida. Ou até perderam meios de ganhar a vida...
Outros perderam a própria vida.
Chegamos a dezembro, e isso não é pouco. Quase um milhão e meio de nós não chegou...

Chegamos a dezembro e alguns de nós decidiram por arriscar-se um pouco mais, abrir brechas para respirar e sobreviver... já que as pulsões são no corpo, conforme Lacan, o eco de que há um dizer. Fato é, que o corpo grita o que a boca não fala...

E é preciso achar meios de sobreviver: à angústia sufocante dos números, das notícias, do isolamento...
do perigo de morte que pertinho, apertando o cangote nos dá notícias da vida...

Chegamos a dezembro e muitos de nós vivem como se não houvesse pandemia... outros de nós, recebem dezembro como se a anunciação de um novo ano, trouxesse um novo tempo, livre das mazelas desse tão mal-dito 2020.

Como se o (re)início materializasse tudo o que falta: a vacina, os planos (des)feitos, os abraços (não) dados, as pessoas perdidas na distância, os (des)encontros e (des)encantos da vida, o retorno do que já não é mais.

Fato é, que os calendários representam um retorno a um ponto de partida - uma pausa, um suspiro - não é o mesmo ponto, e já não é a mesma vida... Mas todos precisamos sustentar alguma fantasia... é também fato: alguns ciclos findam e outros (re)iniciam.

Lahana Sambaquy Gomes
Psicóloga
CRP 07/29099

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Dia da/o psiEsse é o meu terceiro dia do psi depois de "formada". Formada entre aspas, porque a formação não se encerra ...
27/08/2020

Dia da/o psi

Esse é o meu terceiro dia do psi depois de "formada". Formada entre aspas, porque a formação não se encerra com o término da graduação, com os ritos, diploma e juramento.
Esse é só o início de estudos, trocas e muitas (des)construções que acontecem a cada dia, a cada paciente, a cada sessão, a cada experiência do fazer psi em sua pluralidade de atuação e de profissionais...
A gente se forma e se reforma a cada nova leitura, a cada supervisão, a cada grupo de estudos, a cada (des)encontro com a teoria e a técnica na prática profissional.

Posso dizer o quanto acho essa profissão linda, indispensável nas suas diversas áreas de atuação, o quanto amo ser psicóloga, o quanto isso me transforma como ser humano.
E isso sem romantizar a profissão, porque ela é tão encantadora quanto cheia de desafios. Psis são humanos, e a relação com a profissão assim é: ser psi é, entre tantas coisas, (r)existir. É investir no humano em um mundo em que a humanidade se encontra, muitas vezes, tão desfigurada. É apostar no sujeito, na diversidade, na igualdade de direitos. Apostar na possibilidade de que cada sujeito pode ressignif**ar a própria história, ser autor da própria vida, com suas delícias e suas dores também, mesmo que a sociedade nos cobre ideais de completude e felicidade compulsória.

Posso dizer também do quanto é árduo sustentar esse lugar, mas o desejo sempre nos custa algo. Como eu sempre digo, fui convocada pela psicanálise. Ela me atravessou e está presente em mim, pulsa nas minhas veias. Dá contornos a minha clínica, aos meus estudos e a minha vida: não tem jeito, fui fisgada, e não é sem dor. É transforma-dor.
Mas a psicologia foi o início de tudo, ela me escolheu e me colocou nesse percurso. E não por acaso decidi continuar no caminho do desejo.

E é um caminho lindo, e emocionante, cheio de surpresas. Fazer parte do processo de cada sujeito que vem à procura de uma escuta, dar a mão para que percorra os seus trechos mais tortuosos, fazer do seu sofrimento um pouco menos solitário, é um privilégio imenso.
E para o sujeito, falar e mais que isso: ouvir-se falar, pode ser liberta-dor.
Freud já disse sabiamente que as palavras são mágicas. E eu acredito nisso. Colocar em palavra, aquilo que se sabe, aquilo que parece óbvio, aquilo que se sabe sem saber, aquilo que escapa do que a linguagem pode traduzir, tem efeitos na realidade.
É narrar a própria história e para além disso, tomar para si a responsabilidade por escrevê-la. É criar possibilidades de existência. E é mágico ver isso acontecer.

É mágico, mas não é em um passe de mágica. Não é sem trabalho. Isso nos distingue de quem faz promessas a torto e a direito, de resolver todos os problemas de um sujeito como se a vida fosse macarrão instântaneo. Não é.
A/o psi (e aqui podemos aproximar a psicologia e a psicanálise) não tem como dar garantias, de acabar com traumas, de curar o paciente de seus sintomas ou de lhe mostrar o caminho para felicidade. Não há soluções milagrosas, e não há como despir o sujeito das dores que o tornam humano.

Os destinos do sofrimento, da angústia, ou do sintoma, vão se descobrir no caminho. O psi pode andar junto, acompanhar lado a lado no trajeto. O processo se dá no passo a passo. É pouco a pouco. É paciência, para dar lugar ao que dói e deixar sentir. É suportar a incompletude: dar lugar a falta, ao vazio, a angústia, para então fazer contornos: tecer bordas. Como eu disse, não é sem dor e não é sem trabalho. É puxar um fio para se encontrar no labirinto e, transformar esse fio no tecido que é a história de sua vida. Assim mesmo, com suas imperfeições, remendos e costuras de retalhos.

Parabenizo as/os colegas psis que fazem do acolhimento de si e do outro, e da aposta nas sementes, processos transformadores. Sou grata pela inspiração e pelas trocas sempre potentes.
Também sou grata a cada pessoa que confiou a mim suas histórias e me permitiu fazer uma pequena parte nas suas (des)costuras.
Feliz dia, psis 🌻💚
📷 Nas fotos: um dia de trabalho no consultório, e um dia de trabalho em casa com o mais recente desafio da profissão, que nos convocou algumas re-invenções: seguimos!

Lahana Sambaquy Gomes
Psicologa
CRP 0729099

Temos novidade no ar!Estão abertas as inscrições para a primeira edição do grupo Vozes do Feminino, na modalidade online...
15/07/2020

Temos novidade no ar!
Estão abertas as inscrições para a primeira edição do grupo Vozes do Feminino, na modalidade online.

Mas o que é o grupo Vozes do Feminino?
É um projeto que surgiu para propiciar um espaço de escuta, acolhimento e trocas de experiências entre mulheres. Durante os encontros, são utilizadas diversas formas de expressões artísticas e culturais, para fazer emergir reflexões a serem compartilhadas no grupo 🌻

Quem pode participar?
Qualquer mulher que deseje olhar para si em um espaço de cuidado e afeto, ampliando o seu autoconhecimento por meio da vivência em grupo, e de sua potência criativa 😊🎭🎨📸📖

Serão 5 encontros semanais, em duas opções de horários: terças-feiras das 18h30 às 20h ou sextas-feiras das 10h às 11h30, iniciando a partir do dia 07 de agosto de 2020
🗓⏰

Para informações e inscrições, entre em contato:
Whatsapp: (54)992551477
Email: lahanasambaquy.psi@gmail.com

As vagas são limitadas! 😉⏳

🧠💬🦋🍁🌻🍂

Lahana Sambaquy Gomes
Psicóloga
CRP 07/29099

A profissão e a realidade nos demandam uma tomada de posição. Quando se trata de opressão, quando se trata de injustiças...
02/06/2020

A profissão e a realidade nos demandam uma tomada de posição. Quando se trata de opressão, quando se trata de injustiças, quando se trata das diversas formas de violência causadas pela discriminação e pelas desigualdades sociais:
É dever ético da psicologia atuar na defesa dos direitos humanos e na promoção da igualdade de direitos.
Não há neutralidade: uma psicologia omissa é uma psicologia conivente.
CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO/A PSICÓLOGO/A
Princípios Fundamentais:

I. O psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integração do ser humano, apoiado nos valores que embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos;
II. O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.
III. O psicólogo atuará com responsabilidade social, analisando crítica e historicamente a realidade política, econômica, social e cultural.

Saudade desse espaço, desse enquadre. Saudade de habitar pelo tempo da sessão, - tempo este, que é um outro tempo, uma o...
21/05/2020

Saudade desse espaço, desse enquadre.
Saudade de habitar pelo tempo da sessão, - tempo este, que é um outro tempo, uma outra lógica - o mesmo silêncio, a mesma luz e um lugar mais perto do sujeito que fala.
Uma fala que vem acompanhada de um corpo.
Corpo que se movimenta e ocupa o espaço, e nesse processo fala um pouquinho além das próprias palavras que os lábios enunciam.
Saudade do olhar que ora se encontra, ora se desvia, seguindo o curso da narrativa ou ainda, sendo causa de breves, mas signif**ativas rupturas.
Tantas sutilezas, que se manifestam agora de outras formas. O digital oferece possibilidades de encontro: um outro espaço de fala, escuta atenta, cuidado.
O encontro presencial segue suspenso - entre tantas outras incertezas da vida - até que seja seguro. Até logo, até breve.
Enquanto isso, seguimos (re)construindo a clínica, sustentando a escuta psicanalítica em tempos em que o isolamento nos é demandado (e nos casos em que o isolamento não é possível, que seja a sobriedade), tempos em que parar e olhar pra si, parar e escutar o próprio eco, seja talvez ainda mais necessário.
Desse espaço de trabalho, - tanto para mim (no sentido real, do lugar de quem escuta), quanto para o sujeito que investe no seu processo que se dá enquanto trabalho psíquico - permanece a saudade, mas permanece também o encontro, a transferência e as possibilidades de reinvenção da escuta, das narrativas e também da vida.
Seguimos online, seguimos reinventando os laços. Mais que um divã e todo o setting que o acompanha, que o desejo de vivenciar a psicanálise seja o fio condutor que nos liga.

Um abraço, com afeto.

Lahana Sambaquy Gomes
Psicóloga
CRP 07/29099

🌻Agenda aberta 🌻

📲(54) 99255 1477
📧 lahanasambaquy.psi@gmail.com

No dia 6 de maio de 1856, nascia Sigmund Freud. O homem que revolucionou o pensamento científico de sua época; tão visio...
07/05/2020

No dia 6 de maio de 1856, nascia Sigmund Freud. O homem que revolucionou o pensamento científico de sua época; tão visionário que sua obra segue (re)construindo espaços para existir ainda hoje, nos contemplando com um legado que fornece bases para escutar as singularidades e as demandas de nosso próprio tempo.
São 164 anos do nascimento do mestre, pai da psicanálise... a psicanálise, que ao me convocar, revolucionou também o meu mundo, estando presente nos meus estudos, no meu trabalho, na minha vida.
Que a psicanálise siga abrindo questões... dando espaço e voz ao sujeito e o que de mais valioso ele/a carrega consigo: sua angústia, sua história, seu desejo.

O momento que vivemos é difícil e é normal que cause grande mal estar. Sentimentos de desamparo, sintomas físicos e/ou p...
25/03/2020

O momento que vivemos é difícil e é normal que cause grande mal estar. Sentimentos de desamparo, sintomas físicos e/ou psíquicos de ansiedade, dentre outras reações e sofrimentos psíquicos podem surgir ou ser agravados frente a situação de instabilidade e isolamento.
Tendo em vista esse cenário, estou disponibilizando horários para atendimento online*, incluindo atendimento social para pessoas que tem ou terão suas rendas afetadas pelas consequências da pandemia pelo vírus Covid-19.
Para informações ou agendamentos, entre em contato inbox ou via
telefone/whatsapp: (54) 99255 1477
email: lahanasambaquy.psi@gmail.com
*Estão suspensos, por tempo indeterminado, os atendimentos presenciais, conforme as orientações da OMS e do Conselho Federal de Psicologia.
O isolamento deveria ser um direito, mas é um privilégio ao qual nem todos tem acesso. Quem puder, fique em casa; o quanto puder, fique em casa.
Cuidem-se e cuidem uns dos outros.
Abraço,

Lahana Sambaquy Gomes
Psicóloga
CRP 07/29099


Endereço

Caxias Do Sul, RS

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