Dra Lidiane Dotta Guarienti Psiquiatra Infantojuvenil em Xaxim e Chapecó

Dra Lidiane Dotta Guarienti  Psiquiatra Infantojuvenil em Xaxim e Chapecó Psiquiatra - RQE13698. Psiquiatra da Infância e Adolescência - RQE13849. Agende sua consulta pelo

Esta página visa promover informações, orientações para pais, professores e crianças que estão apresentando dificuldades na escola, sejam elas por uma dificuldade de aprendizagem, por problemas comportamentais, ou algum transtorno psiquiátrico na infância como: TDAH, TOD, Depressão entre outros.

Você já ouviu falar em AVDs (Atividades de Vida Diária)?Elas são habilidades básicas do dia a dia que permitem que a cri...
28/01/2026

Você já ouviu falar em AVDs (Atividades de Vida Diária)?

Elas são habilidades básicas do dia a dia que permitem que a criança desenvolva autonomia, independência e autoestima.

As AVDs incluem ações como:
* alimentar-se sozinha
* vestir-se e despir-se
* higiene pessoal (escovar os dentes, usar o banheiro)
* organizar objetos pessoais
* seguir pequenas rotinas

Para muitas crianças, especialmente aquelas com TDAH, TEA, atrasos no desenvolvimento ou dificuldades comportamentais, essas tarefas podem ser desafiadoras e gerar frustração tanto para a criança quanto para a família.

Quando uma criança apresenta dificuldades persistentes nas AVDs, isso não significa preguiça, birra ou falta de esforço. Muitas vezes, há questões relacionadas à maturação neurológica, planejamento motor, atenção, processamento sensorial ou regulação emocional.

Estimular AVDs não é apressar a criança, mas oferecer suporte adequado, previsibilidade e oportunidades de treino, respeitando o tempo e as capacidades individuais.

Promover autonomia desde cedo é investir em um desenvolvimento mais saudável, funcional e confiante.

Brincadeiras agressivas demais: até onde deixar passar?Brincar de luta, correr, empurrar ou testar limites faz parte do ...
20/01/2026

Brincadeiras agressivas demais: até onde deixar passar?

Brincar de luta, correr, empurrar ou testar limites faz parte do desenvolvimento infantil.

A brincadeira é, muitas vezes, a forma que a criança encontra para expressar energia, emoções e até frustrações.

Mas quando a brincadeira se torna repetidamente agressiva, com machucados, dificuldade de parar, prazer em ferir o outro ou ausência de empatia, é importante acender um sinal de alerta.

Alguns pontos que merecem atenção:
* a criança não respeita limites mesmo após orientação
* há agressividade intensa ou frequente contra outras crianças ou adultos
* o comportamento aparece em diferentes ambientes (casa, escola, lazer)
* há dificuldade em lidar com frustrações e emoções

Nesses casos, não se trata apenas de “fase” ou “brincadeira de criança”. Pode haver dificuldades no desenvolvimento emocional, na autorregulação ou até sinais de transtornos comportamentais que precisam ser avaliados.

Observar, orientar e buscar ajuda quando necessário não é exagero, é cuidado.

Quanto mais cedo entendemos o que está por trás do comportamento, maiores são as chances de ajudar a criança a se desenvolver de forma saudável.

Se esse comportamento tem preocupado você ou a escola, uma avaliação especializada pode trazer clareza e direcionamento.

Férias não são sinônimo de telas: por que crianças precisam de tédio saudável?Férias não deveriam ser sinônimo de telas ...
14/01/2026

Férias não são sinônimo de telas: por que crianças precisam de tédio saudável?

Férias não deveriam ser sinônimo de telas o dia inteiro. Quando a criança tem cada minuto preenchido por estímulos digitais, ela perde algo essencial: a oportunidade de lidar com o tédio de forma saudável.

O tédio não é inimigo do desenvolvimento, pelo contrário. É nele que a criança aprende a criar, imaginar, organizar ideias e lidar com o tempo livre sem depender de recompensas imediatas.

O uso excessivo de telas, especialmente nas férias, está associado a alterações no sono, aumento da irritabilidade, dificuldade de concentração e menor tolerância à frustração, impactos que podem ser ainda maiores em crianças com TDAH, ansiedade ou dificuldades de autorregulação.

Permitir o tédio não é negligenciar. É oferecer espaço para o cérebro descansar, amadurecer e se desenvolver.

Observe como seu filho reage ao tempo livre. Pequenas mudanças de rotina podem fazer grande diferença no comportamento e no bem-estar emocional.

Janeiro Branco: cuidar da saúde mental das crianças é prioridade, não exceçãoJaneiro Branco é um convite para falarmos s...
06/01/2026

Janeiro Branco: cuidar da saúde mental das crianças é prioridade, não exceção

Janeiro Branco é um convite para falarmos sobre saúde mental com mais responsabilidade, escuta e consciência.

E quando falamos de crianças e adolescentes, esse cuidado precisa começar ainda mais cedo.

Mudanças bruscas de comportamento, irritabilidade constante, dificuldades escolares, isolamento, ansiedade excessiva ou tristeza persistente não devem ser normalizadas nem ignoradas. Muitas vezes, esses sinais são pedidos silenciosos de ajuda.

Cuidar da saúde mental infantil não é esperar a crise chegar. É observar, acolher, orientar e, quando necessário, buscar avaliação profissional. Assim como acompanhamos o crescimento físico, o desenvolvimento emocional também precisa de atenção contínua.

Neste Janeiro Branco, o convite é simples e profundo: vamos olhar para nossas crianças além do comportamento e ouvir o que elas ainda não conseguem dizer em palavras.

Saúde mental também é cuidado, prevenção e futuro.

Se você tem dúvidas ou percebe mudanças importantes no comportamento do seu filho, procure orientação especializada.

Janeiro Branco: cuidar da saúde mental das crianças é prioridade, não exceçãoJaneiro Branco é um convite para falarmos s...
06/01/2026

Janeiro Branco: cuidar da saúde mental das crianças é prioridade, não exceção

Janeiro Branco é um convite para falarmos sobre saúde mental com mais responsabilidade, escuta e consciência.
E quando falamos de crianças e adolescentes, esse cuidado precisa começar ainda mais cedo.

Mudanças bruscas de comportamento, irritabilidade constante, dificuldades escolares, isolamento, ansiedade excessiva ou tristeza persistente não devem ser normalizadas nem ignoradas. Muitas vezes, esses sinais são pedidos silenciosos de ajuda.

Cuidar da saúde mental infantil não é esperar a crise chegar. É observar, acolher, orientar e, quando necessário, buscar avaliação profissional. Assim como acompanhamos o crescimento físico, o desenvolvimento emocional também precisa de atenção contínua.

Neste Janeiro Branco, o convite é simples e profundo: vamos olhar para nossas crianças além do comportamento e ouvir o que elas ainda não conseguem dizer em palavras.

Saúde mental também é cuidado, prevenção e futuro.

Se você tem dúvidas ou percebe mudanças importantes no comportamento do seu filho, procure orientação especializada.

Um novo ano se aproxima, trazendo a oportunidade de recomeçar, ajustar rotas e cuidar do que realmente importa.Que 2026 ...
31/12/2025

Um novo ano se aproxima, trazendo a oportunidade de recomeçar, ajustar rotas e cuidar do que realmente importa.

Que 2026 seja um ano de mais saúde mental, vínculos fortalecidos e desenvolvimento com acolhimento para as crianças, os adolescentes e suas famílias.

Cada pequeno avanço importa. Cada criança tem seu tempo. Cada família merece apoio e orientação.

Seguimos juntos, com ciência, empatia e olhar humano, construindo caminhos mais leves e conscientes.

Feliz Ano Novo! Que venha um ano de cuidado, equilíbrio e novas possibilidades.

31/12/2025
23/12/2025

Gratidão, cuidado e esperança

Ao final de mais um ano, quero agradecer a cada família que confiou seu bem mais precioso: seus filhos. Foram muitos desafios, aprendizados, escutas, acolhimentos e conquistas, que fizeram de 2025 um ano de muito crescimento humano e profissional.

Que este Natal seja um tempo de pausa, conexão e afeto. Que possamos olhar para nossas crianças com ainda mais empatia, respeito e presença, lembrando que cada uma tem seu tempo, sua história e seu jeito único de ser.

Desejo a todos um Natal de paz e um novo ano com mais saúde mental, cuidado e esperança.

Um grande abraço.

Autismo e férias escolares: como criar uma rotina flexível sem sobrecarregar?As férias escolares podem ser um alívio par...
16/12/2025

Autismo e férias escolares: como criar uma rotina flexível sem sobrecarregar?

As férias escolares podem ser um alívio para muitas famílias, mas para crianças com TEA, a quebra brusca da rotina pode gerar insegurança, irritabilidade e regressões comportamentais.

Isso acontece porque a previsibilidade é um fator essencial para o bem-estar emocional dessas crianças.

Ter uma rotina flexível não significa ausência de organização. Pelo contrário: pequenos combinados, horários aproximados para acordar, refeições e atividades ajudam a criança a se sentir segura, sem transformar as férias em um período rígido ou exaustivo.

O equilíbrio está em manter referências e, ao mesmo tempo, permitir momentos de descanso, lazer e escolhas.

Cada criança é única e a rotina deve ser ajustada à realidade dela, não o contrário.

👉 Se as férias estão sendo mais difíceis do que o esperado, orientação profissional pode ajudar a tornar esse período mais leve para toda a família.

Provas finais à vista! Quando a ansiedade passa do esperado?O período de provas pode ser desafiador para qualquer crianç...
09/12/2025

Provas finais à vista! Quando a ansiedade passa do esperado?

O período de provas pode ser desafiador para qualquer criança mas, para algumas, o nível de estresse ultrapassa o limite do que é considerado normal. A chamada ansiedade de desempenho é cada vez mais comum na infância e na adolescência, especialmente diante de cobranças escolares, medo de errar e insegurança sobre o próprio potencial.

Dificuldade de concentração, choro fácil, irritabilidade, sensação de “branco” na hora da prova e cobranças exageradas sobre si mesmo são sintomas que merecem atenção. A ansiedade, quando não cuidada, pode transformar o período das avaliações em um grande sofrimento emocional.

Pais e professores têm papel essencial: acolher, orientar, organizar rotinas, evitar comparações e reforçar a confiança da criança.

E lembre-se: desempenho escolar não define valor pessoal e todo estudante merece aprender a lidar com seus desafios de forma saudável.

Cuidar da saúde emocional durante as provas é tão importante quanto estudar. As férias estão logo ali… respire, faça o seu melhor e lembre-se de que dias leves estão chegando.

TDAH na escola não é indisciplina, é um desafio real de autorregulaçãoMuitos professores enfrentam dificuldades com alun...
03/12/2025

TDAH na escola não é indisciplina, é um desafio real de autorregulação

Muitos professores enfrentam dificuldades com alunos que parecem distraídos, agitados, impulsivos ou desorganizados. Mas, antes do julgamento, é importante lembrar: o cérebro dessas crianças funciona de forma diferente e isso exige estratégias específicas, e não punição.

Quando não compreendidos, esses alunos acumulam frustrações, quedas de rendimento, conflitos sociais e, muitas vezes, perdem a autoestima.

Com apoio adequado, estrutura e acolhimento, eles podem se desenvolver plenamente, aprender com qualidade e alcançar resultados extraordinários.

Professor, você é parte fundamental dessa jornada. A informação é o primeiro passo para transformar caminhos.

Conta aqui nos comentários: a escola do seu filho é parceira ou ainda precisa aprender?

A criança que mente frequentemente: buscas emocionais ou ausência de suporte?Muitos pais se assustam ao perceber que seu...
25/11/2025

A criança que mente frequentemente: buscas emocionais ou ausência de suporte?

Muitos pais se assustam ao perceber que seu filho está mentindo com frequência, mas nem sempre isso significa mau caráter, falta de limites ou desobediência proposital.

A mentira recorrente na infância pode ser um sinal de necessidades emocionais não atendidas, dificuldade em lidar com frustrações, medo de punição ou até mesmo uma estratégia de sobrevivência psicológica.

Crianças pequenas ainda estão aprendendo a regular emoções, expressar sentimentos e compreender as consequências dos próprios atos e muitas vezes mentem para evitar vergonha, rejeição ou conflito.

Em outros casos, a mentira pode estar associada a transtornos comportamentais ou emocionais, como:
* TDAH (impulsividade e dificuldade de autocontrole),
* Ansiedade (medo de desapontar ou ser punido),
* TOD (comportamento opositor e desafiador),
* Problemas de autoestima (mentiras para se sentir aceito ou valorizado).

Por isso, olhar além do comportamento e investigar o que está por trás dele é essencial.

Em vez de apenas punir, acolha, escute e ajude seu filho a nomear o que sente. Com orientação adequada, a criança aprende a substituir a mentira por diálogo, confiança e responsabilidade.

Se você percebe que a mentira virou um padrão e está afetando o comportamento social ou escolar, procure ajuda de um profissional.

A intervenção precoce transforma o futuro emocional da criança.

Endereço

Marechal Deodoro Da Fonseca 400E, Sala 904
Chapecó, SC
89802140

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