08/03/2026
Onde foi que você se guardou?
Mães, o Dia da Mulher está chegando e eu não quero falar de "super-heroínas". Quero falar da mulher que vive aí dentro, entre uma terapia e outra, entre o cansaço e a doação integral.
Sabemos que o diagnóstico muitas vezes silencia nossos gostos, nossos batons e nossos sonhos. Por isso, quero te fazer um convite de resgate: vamos tirar o "modo automático" e falar de VOCÊ?
Por trás da mãe atípica, existe uma mulher que sente, que sonha e que faz muita falta.
Por isso quero fazer a seguinte pergunta:
*Do que você sente mais saudade na mulher que você era antes do diagnóstico?*
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Pode ser anônimo.
Quem vem comigo quebrar esse silêncio