Ingrid -Psicologa Clinica - Trabalhar pensamentos é viver melhor

Ingrid -Psicologa Clinica - Trabalhar pensamentos é viver melhor Como trabalhar os pensamentos para melhor sua vida pessoal, profissional e afetiva.

Não desvalorize-se você é capaz e merecedor do melhor. Venha brilhar!!
08/10/2019

Não desvalorize-se você é capaz e merecedor do melhor. Venha brilhar!!

25/09/2019
27/09/2016

O resultado das nossas melhores escolhas são de nossos pensamentos, da mesma forma como o das piores. Com isso o comportamento de desistir ou construir, está empatado. Quem faz a diferença é você.

Não dizemos muitas vezes eu te amo pai, ou eu te amo mãe, achamos muitas vezes que o amor é subentendido.Mas quando pass...
13/08/2016

Não dizemos muitas vezes eu te amo pai, ou eu te amo mãe, achamos muitas vezes que o amor é subentendido.
Mas quando passamos por diversas situações que entendemos a profundidade do amor de um pai e uma mãe, entendemos o porque disseram sim ou não em algumas situações.
Entendemos que graças a eles hoje somos o que somos, pois eles fizeram o que acharam de melhor, com todo o amor que Deus colocou em seus corações.
É engraçado quando volto a minha infância, adolescência e percebo que está tão longe, mas tão perto nos olhos de meus pais.
Ainda escuto; Está tudo bem?, se alimentou direitinho?, se agasalha, olha está muito frio lá fora, cuidado para não ficar doente...
Enfim ainda percebo que para eles sou uma pequena garotinha, e me sinto orgulhosa por ver este olhar, pois sei que eles fazem uma grande torcida para sempre me verem feliz!!
Sinto muito agradecida a Deus por ele ter escolhido os meus pais.
E hoje veio mencionar na Fan page, um abraço mais que especial a todos os pais e mães, por serem tão dedicado a seus filhos.
Por sempre serem um super heróis que buscam a fazer o bem aos seus filhos e cuidando de cada detalhe para que eles possam crescer com maior felicidade que eles podem oferecer.
Quero parabenizar a todos pais, mães, avós, avôs, tio, tia enfim todos os responsáveis legais que ajudam na troca de fraudas, nas mamadeiras, nas pequenas doenças, nas noites sem dormi, nas horas que cobrem seus filhos, brincam, nas broncas.
Enfim por serem pais!!
Parabéns a todos os pais.
Que mesmo pais que estão sem ver ou vão estar longe nesta data que se sintam abraçados. E que possam ser cada vez mais abençoados por Deus.
Feliz dia dos pais.

Na década de cinquenta o Brasil fez seu primeiro carro, e a partir daí os automóveis foram crescendo com mais potencia, ...
11/07/2016

Na década de cinquenta o Brasil fez seu primeiro carro, e a partir daí os automóveis foram crescendo com mais potencia, mais exuberância, com pequenos luxos, econômicos, velozes, práticos, “um verdadeiro sonho”. Hoje muitos jovens conquistam esse sonho cada vez mais cedo, e isso faz com que se torne quase que obrigatório em currículos ou círculos sociais.

Vejo muitas pessoas que tiram a carteira, mas que não passa disso, muitos por medo, outros por falta de oportunidade de ter um carro, outros por comodismo “melhor ser carona”, mas a questão é que este número de pessoas está em constante crescimento. Por quê?

O medo de dirigir pode ser de um evento traumático (um acidente de carro, moto, caminhão ou que englobou os três e cada vez que está dirigindo sente a mesma sensação que sentiu durante este período), pode ser por comodismo (não me preocupo, sempre tem alguém para me buscar é mais fácil), pode ser por não saber o que irá acontecer (tem pessoas que planejam o trajeto quais as ruas que irá virar, o estacionamento se não ocorrer como planejado e perder ou tiver mais dificuldades em manobras), pode ser por não saber o que fazer (sempre tem que ter uma rotina se quebra-la, ou o carro passar por problemas – gasolina/álcool ruins e afogar – furar o pneu, há um período de estresse que há um esquecimento), pode ser por ter dificuldade em fazer controles de embreagem e de ré, fazer baliza.

Esse medo faz com que gere uma ansiedade que faz com seja evitado a possibilidade desta pessoa dirigir com isso é mais cômodo ter uma outro para fazer esta função, porém essa dificuldade não diminui com o tempo, e o pior são as pequenas chacotas (pequenas brincadeiras desconfortantes) como chamar de preguiçoso/preguiçosa, de acomodado/acomodada, de fraco/fraca, ou usam a expressão se é ruim de roda é melhor ficar em casa mesmo. Que fazem com que desistam de tentar e trabalhar esta ansiedade.

Como melhorar este problema? Primeiramente é reconhecer que dirigir está sendo um obstáculo, e que precisa procurar ajuda. Entender o que há por trás do problema, a ajuda de um Psicólogo começaria por saber qual é a dificuldade desta pessoa em dirigir, ela consegue sentar atrás de um volante, se não for como planejado como irá reagir, ele/ela irá trabalhar com esta frustração, fazer com que tenha sabedoria e paciência para resolver algum problema no carro e poder pedir ajuda.

Eu gosto de trabalhar com pequenos deveres de casa, são formas com que as pessoas trabalham seus pensamentos, para poder identifica-los e tentar fazer com que o círculo vicioso acabe e assim ter uma modificação no comportamento (tenho medo de dirigir porque tenho medo de bater o carro – o pensamento dela é só de bater o carro - o inicio do circulo vicioso, posso dar a sugestão para quebrar - mas se pensar que o carro não é um instrumento de batida, mas de condução – a resposta dela pode ser diferente - isto pode gerar com que ela possa ligar o carro dar uma volta – mudança no comportamento – Esta mudança de comportamento ocorre de diferente forma, pois cada pessoa tem um tempo certo para ter esta resposta). Hoje em dias há muitos profissionais que ajudam habilitados, contudo sem mudança no comportamento, terá vários pensamentos que pode fazer com que o medo e ansiedade de dirigir não passe.

Não é vergonha ter medo de dirigir, medo é você não querer encarar o problema porque trás ansiedade, muitas pessoas falam que dirigir é aprender na prática. Eu particularmente acredito que dirigir é praticar sim, mas é não manter regras padronizadas (tenho que estacionar em lugar X, vou passar pelo caminho mais longo para fugir de baliza, controle de embreagem, vou seguir a mesma rota porque eu conheço e não tenho medo – “se for uma rota que é mais segura tem mais iluminação, policial, não há risco de ser assaltado/assaltada”), pois se mantém provavelmente pode ter a tendência de manter pensamentos de frustrações e isso gerar insegurança, medo e a ansiedade, e com isso ter dificuldades em sentir confiante em dirigir.

29/06/2016

Filhos prematuros
Não marcamos a hora com que nascemos, ou até mesmo a hora de amadurecer simplesmente acontece, nascem bilhões de bebes todos os dias, e todos os dias descobrimos coisas novas, que faz-nos ter uma ideia totalmente diferente do que antes era a nossa vida.
O primeiro choro de um bebê para os pais é como um alivio, “ele está bem”, mas quando descobrimos que esse choro deveria ser só ouvido daqui uns 2 a 3 meses. É uma questão que gera muita culpa e frustração, mas deve-se lembrar que aquela criança está sendo vitoriosa por já nascer lutando, e que não cabe lugar para nenhum pensamento destrutivo de (culpa, raiva, frustração), mas para pensamentos de motivação (vamos ser os melhores pais, vamos dar mais força, é hora de nos unirmos), já que são os pais que serão a maior força que ele/ela terá.
Há um índice comum de mais ou menos 6% das mulheres brasileira terem o parto antecipado seja por quererem crescer na carreira para depois ter filhos, terem filhos na adolescência e seu corpo não está pronto para receber esta criança, por inseminações in vitro e por fim problemas na gravidez (diabetes, hipertensão, DST, dr**as).
Hoje em dia os filhos estão em descobertas constantes cada fase é uma conquista nova, um bebê que nasce prematuro tem maiores chances de sobrevivência que há vinte anos atrás. Isso decorre do avanço da medicina, das consultas aos Obstetras serem mais frequentes, do papel masculino na criação dos filhos e sua grande interação e intervenção com a criança.
Há um tempo lembro de ter ouvido sobre terapia em grupo que tinha como ênfase o apoio aos pais de crianças prematuras até o primeiro ano de vida, neste grupo tinha como objetivo a troca de experiência de forma dinâmica e com apoio de profissionais como Psicólogo, Psicopedagogo, Enfermeiro e Psiquiatra. Ele era conduzido por um Psicólogo e os pais relatavam suas vitórias, frustrações, conquistas, perdas e aprendizado sobre o dia a dia.
Cada pai e mãe era direcionado a anotar suas experiências e suas expectativas mais marcantes para dividir com o grupo durante a sessão de 2 horas, semanais e sempre que acontecia algo que eles esperavam ou não era relatado no grupo, quando passava o período de dificuldade dos filhos (imaturidades dos pulmões, rins, estomago, coração, além de baixa imunológica), e terem seus bebês em casa, os pais faziam com que suas experiências fossem motivação para os pais que estavam em processo da recuperação dos filhos. Muitos pais traziam as fotos dos filhos em sua casa e colocavam em um mural. Para estimular, a esperança e a motivação de cada pai e mãe.
Esse trabalho é um exemplo a ser seguido, mesmo que não seja com todos os profissionais, porém tendo esta troca acredito que seja encorajadora e importante para os pais.
Ter um bebê prematuro é sinal que os pais têm que trabalhar seus pensamentos sempre buscando motiva-los, entender que este pode ser um processo de êxodo, mas também de frustração e/ou perda, que isto pode ter a tendência em existir pensamentos culpa, mas que isso é um pensamento que deve ser descartado, pois seu filho/filha já nasceu para lutar pela sobrevivência, e que em pequenos gestos, são grandes as vitórias, mas cada pessoa tem a sua limitação. Como relatado no parágrafo anterior este trabalho de dinâmica ajudaria neste momento de dificuldade. Como também o acompanhamento de um Psicólogo.

23/06/2016

Quando é a hora certa de dizer adeus?
Atualmente muitas pessoas usam este termo “hora certa”, para falar de algo triste como a perda de um ente querido, uma dor; que é inexplicável, quando alguém morre, ou não temos mais noticias sobre aquela pessoa, sofremos o período que muitos conhecem como luto.

O luto é um momento que tentamos aceitar que aquela foi “a hora certa” para a outra pessoa, que é o melhor para ela, todavia sempre há aquele sentimento de que poderia ter sido totalmente diferente, que se fizesse algo contrario, ou não agisse de certa maneira, ou não se falasse, ele/ela poderia está aqui. Com isso começa a passar vários pensamentos, alguns de lembrança, outros de culpa, um sentimento de angustia, ansiedade, empatia (vontade de morrer), tristeza, raiva, mas quando isto deve parar? Ou se não consigo sentir nada o que fazer?

O período que deve durar um luto em média são seis meses a um ano, entretanto esse tempo pode variar, podendo ser em menos tempo, ou mais tempo, este último quero ressaltar que deve ser analisado com mais cautela, pois o mesmo pode fazer com que este individuo desenvolva uma depressão (é um estado de tristeza e baixo autoestima, podendo ser uma consequência física como a falta de algum hormônio como a serotonina), síndrome do pânico (sentir medo intenso, tendo ou não motivo) e com isso precisar de ajuda terapêutica. Há pessoas que não consegue sofrer e com isso ignora os sentimentos durante anos e um dia inesperado começa a recordar e vivenciar este sofrimento. Confesso que tenho certa preocupação neste último caso, por que sofrer é necessário precisamos chorar, precisamos entender o que aconteceu, para poder aceitar e seguir em frente. Quando não fazemos isto, evitamos uma das partes mais importantes da vida. A parte que entendemos a importância do tempo, o valor de cada pessoa, o quanto somos especiais, o quanto é importante ter lembranças e o quanto conquistar cada uma delas faz a diferença.

Precisamos ter em mente que sofrimento é necessário, mas sofrimento em excesso é totalmente diferente, pois precisa de ajuda, identificar isto normalmente é difícil, pois é um momento de dificuldade, alteração de sentimentos, baixa autoestima, tristeza e etc., mas se isso prolonga por mais de um ano e a pessoa não consegue realizar mais atividades que antes eram possíveis, ou até mesmo consiga em dias alternados, ou evita ver pessoas, não passa pelo mesmo trajeto que o ente querido foi morto, mantem a casa da mesma maneira, esperando que o ente querido volte. Isto tem que ser cuidado e avaliado por um Psiquiatra para ajudar na medicação e também um Psicólogo, para ajudar no dia a dia desta pessoa e a expectativas dos mesmo. Da mesma forma precisamos entender que se não há nenhum sofrimento de luto, por um período de um ano a mais é algo que devemos ter atenção. Hoje em dias muitas pessoas criam um logotipo de que sofrer é algo do passado, que a vida só vai para frente. Acredito que é um pensamento interessante, necessário, mas que devemos ter cuidado, por que se não existe em nenhum momento o sofrimento isto pode fazer com que a pessoa mantenha uma distancia dela mesmo, podendo até criar uma realidade paralela, ou podendo ser uma pessoa que desconheça o significado de ter empatia, solidariedade, compaixão com isso tendo a tendência de ter um perfil de ser um individuo distante e frio.

O tempo é a forma com que se desenrola todas as coisas na vida sejam elas boas ou ruins a hora certa para cada coisa acontecer são experiências únicas a ser/serem vividas, mas há uma experiência que é uma das mais difíceis. A morte, ela faz com que sempre haja uma surpresa desagradável, gerando um sentimento que é inexplicável, porém a forma com que encaramos essa noticia faz com que possamos seguir em frente, algumas pessoas irão precisar de ajuda para conseguir isto, mas o importante é reconhecer isto e conseguir. Admitir ajuda não é considerar uma pessoa fraca ou impossibilitada de conseguir resolver algum problema na verdade essa pessoa é tão forte que ela tem consciência que é melhor resolver o problema que desenvolver pensamentos frustrantes e andar em círculos por não saber o que fazer.

15/06/2016

Como está a escola atualmente está buscando a integração ou a inclusão? Por quê acham isso?

15/06/2016

Pensamentos Motivados Ajudam a Criar a Inclusão Social Escolar

Os pensamentos são a nossa forma de comunicar com o mundo, eles são muito especiais em nossas vidas são eles que transmitem nossas atitudes, nossas falas, nosso conhecimento. São eles que nos ajuda quando estamos em alguma dificuldade ou para conquistar algo ou alguém.
Os nossos pensamentos podem ser demostrado de diversas formas, há pessoas que possuem pensamentos que se tornem audíveis (falam sozinhas enquanto elaboram alguma atitude), pensamentos que podem ser positivos (que estimula a motivação), pensamentos negativos (que podem nos desmotivar), todos esses pensamentos nos fazem alcançar nosso objetivo, todos eles geram um novo comportamento diário, e é este comportamento que pode ser o estimulo para conquistar ou destruir algo.
Gosto de falar sobre pensamentos principalmente quando se tratam de pessoas com deficiência intelectual e motora, pois eles são o maior exemplo para motivarmos nossos pensamentos.
O desenvolvimento cognitivo de cada pessoa é diferente, observo muito que a educação é um padrão a ser seguido ler, escrever, e compreender o que está escrito é considerado que a pessoa recebeu alfabetização, no inicio do aprendizado escolar. Porém isto vai muito além, a educação do individuo em si precisa em primeiro lugar saber conviver individualmente (comer, dormir, usar o banheiro sozinho, tomar banho, se vestir) para depois conviver o socialmente, e por fim a alfabetização.
Acho a ideia da inclusão social escolar (a escola estar preparada estruturalmente e com uma equipe para receber alunos com necessidades especiais, fazendo com que haja uma educação individualizada seguindo o tempo e a capacidade para cada criança/adolescente/jovem) em escolas regulares uma das ideias mais interessante que surgiu neste século, entretanto como falei no parágrafo anterior os pensamentos de motivação dos pais, familiares, professores, colegas de sala quando encontram esta escola é de que eles possam ter a melhor educação possível, todavia há um distanciamento em algumas escolas para receber este aluno, gerando assim uma integração social (a escola cria um padrão único a ser seguido para cada criança/adolescente/jovem, e se os mesmos não adaptarem não há o que fazer nesta escola).
A inclusão social escolar infelizmente ainda está em processo em alguns lugares o que há é uma integração social escolar. Tive a oportunidade de trabalhar diretamente por seis meses como Professores de Apoio (Professora responsável por ficar com alguma criança/adolescente/jovem dentro da sala de aula, portadora de alguma necessidade especial) em uma escola regular e verifiquei que muitas escolas estão preparadas estruturalmente (rampa, banheiro adaptado, etc.), mas quando recebe um aluno a um acolhimento inicial, porém há um despreparo dos profissionais que irão trabalhar diretamente e/ou indiretamente, pois a escola cria um padrão de educação a ser imposto, que cabe só ao professor de apoio a seguir e com isso gera um distanciamento, daquela criança/adolescente/jovem com os outros funcionários.
Quando trabalhei em uma escola regular foi um estágio remunerado, entrei na rede da educação regular, não tendo nenhum treinamento, só após três meses que estava trabalhando assistir uma semana de palestra para compreender sobre a diferença da inclusão e interação, e pude melhorar meu trabalho, contudo antes desses três meses, fui a escola apresentei-me e entregaram-me um papel sobre tudo que eles achavam que deveria saber sobre esta criança a deficiência intelectual, e motora, e pediram para elaborar um plano de aula, e elaborei, e executei alguns, e observei o quanto era difícil fazer este trabalho, por reparar o distanciamento da equipe escolar. Nesta escola tive muitas dificuldades primeiro porque os colegas de sala da criança estavam aprendendo a ler e escrever, com isso não poderia trabalhar com a mesma dentro da sala de aula, pois quando ficava grande tempo em alguma atividade sentia frustrada e gritava, segundo que era muito difícil trabalhar sentada, com alguma atividade que precisava de concentração (separar cor, montar e desmontar objeto, colorir) por causa do excesso de atividades motoras e os atrativos (brinquedos, areia), mas conseguir cada uma. Contudo observei que ela precisava era comunicar e manter uma rotina, foi então que criei símbolos para ela se comunicar para quando queria comer o lanche, beber agua, suco. Comecei a trabalhar e com ajuda dos pais a rotina imposta na escola era feita em casa, o que gerou um grande avanço, por buscar recursos na Psicologia do que só a parte de ser professora e ensinar a educação padrão. Esta criança foi o maior desafio e o maior presente na minha carreira, sou muito grata pela oportunidade de ter feito alguma diferença, já que ela fez na minha.
Este é um dos grandes obstáculos dos pais encontrar uma escola que possa ajuda-los individualmente, para conseguir chegar a ter o social, e por fim a alfabetização um profissional de psicologia ajuda os pais a terem esses pensamentos de motivação sempre focados, para que possa cada vez mais ajudar os filhos, o profissional também ajuda a desenvolver o cognitivo, o motor, a individualidade e a identidades dessas crianças/adolescentes/jovens fazendo com que possam cada vez mais socializadas.
A inclusão social será a nossa maior conquista deste século quando se fala em educação na escola regular, pois mantendo-os motivados fazemos com que haja a abolição da integração e criando a liberdade da individualidade para conquistar o social e assim a educação.

07/06/2016

As crianças estão brincando, ou será uma fonte para distrair o tédio, essa é uma questão que tenho observado em muitas crianças e adolescentes do século XXI a qual a correria do dia a dia, o excesso de atividades fazem com que se tornem vitimas da ansiedade Sentimento o qual o corpo cria para fugir de algo que acha que está em perigo, o qual pode ter sintomas de náusea, tonteira, batimento acelerado e etc., o tédio de sempre cumprir a mesma carga horária e não ter como fugir desta rotina imposta pode gerar nas crianças e adolescentes a vontade de criar barreiras com o mundo externo e com a vida social que muitos conhecem que são a de longos diálogos nas portas de casa, de conhecer os vizinhos, de brincar nas ruas.
Hoje os filhos estão sendo criado com tanto estímulos visuais que está sendo cada vez mais comum dormirem bem menos e ficarem horas sendo estimulados pelas luzes dos vídeos games, tabletes, smartphones e etc. Mas até quando isso pode fazer bem, ou mal? Eu particularmente não sei, mas tenho observo que nos últimos anos há muitas crianças e adolescentes em Oftalmologistas, Ortopedistas, Neurologistas, Gastroenterologista e usando óculos por excesso de luminosidade, ou por ficarem em lugares escuros durante muito tempo, sentindo sintomas como dores de cabeça, dores na coluna, nos olhos, dores no estomago por comerem rápido e alimentos calóricos etc., por ficarem horas em frente a essas tecnologias e não terem tempo a perder.
Quero deixar claro aos pais, que usar a internet, computador, ver TV é essencial, há tecnologia está em todos os lugares, mas não podemos fazer com que sejam o ponto único de convívio social (laço de contato com outras pessoas) para os nossos filhos. É fundamental para que haja um desenvolvimento Intelectual, Motor (correr, andar), Sensorial (entender as expressões faciais, físicas) estar em contato direto com outro ser humano.
Observo em crianças e jovens com alguma deficiência física, intelectual, o quanto a tecnologia ajuda em certo ponto, o quanto facilitou para que eles possam expressar, locomover, porém o contato direto com outras pessoas é que faz com haja o melhor desenvolvimento. Isto acontece também com os mais velhos em seu convívio com outras pessoas, observa-se o aumento em sua autoestima. Isto é um aprendizado que deve ser ressaltado todos os dias, a internet é ótima, mas não pode ser o centro da vida de uma pessoa.
Devemos sempre observar alguns sinais, que são importantes como é minha relação com meu filho/filha, dedico um tempo para ele/ela, o que ele/ela faz na internet, como é o convívio social, se ele/ela precisar de algo eu como pai e mãe somos os primeiros que eles pedem ajuda, ou são os amigos? Quem são os amigos deles? Ele sofre alguma dificuldade como o bullying? O que fazer se estão sofrendo, interfiro até quando. “Esta é uma dúvida que é importante ressaltar porque no caso se forem crianças a ajuda direta dos pais pode ser como se fossem super. Heróis, porém se forem adolescente é considerado como (o filho da mamãe ou do papai) e com isso gerar mais contenda, neste caso a melhor ajuda seria de um profissional de Psicologia”.
Os filhos devem ter brincadeiras que ajudem o contato social, posteriormente sua identidade (forma com que relaciona com as pessoas, com o meio em que vive, sua opinião e forma de expressa-la) se está fugindo do mesmo, um alarmante pode ser imposto, as redes sociais ajudam muito, mas limitar somente a elas pode ser conflitante. Os pais tem que saber criar o tempo com os filhos, e nesta criação é fazer com que o tempo seja de qualidade.
A primeira coisa é pensar em quanto tempo os pais têm gastado em seu local de trabalho, depois quantas atividades os filhos têm realizados nas escolas, creches, aulas particulares, aulas de esportes.
Após chegarem ao seus lares as mães e pais mantém a rotina de ficam horas em frente a TV, internet, trabalham mais ou geram horas de diálogos com os filhos, a qual ensinam dever, brincam, ou misturam os dois cada qual no seu tempo. Calcule este tempo que tem passado com eles sem agir mecanicamente, ou seja, sem olhar nos celulares, smartphones, tablete, computadores. O tempo que passam é de qualidade (podem ficar horas sem se ver, mas sempre para e escuta-os)? Ou ficam sentindo que falta algo, quando estão com eles.
A partir dai vamos refletir, o que posso fazer para ter mais dias com meus filhos. Uma ótima ideia se for crianças é reunir com outros pais e fazer com que tenha dias de brincadeiras, em conjunto, como gincanas. Criar formas para que possam estimular as crianças com pequenos gestos diários a socializar com outras crianças criando com elas a comunicação olho a olho.
Com os adolescentes há diferença, pois as redes sociais são quase que obrigatória para ser incluído em seu círculo de amizades, com isso proibi-los é como um castigo e não uma forma de aproximação, todavia uma ideia que seria diferenciada é leva-los para passear um lanche que queiram, um boliche ou piscina sendo como principio “a lei dos celulares, smartphone desligados”, e neste lugar possam ter o foco de aproximação, se mesmo não funcionar, ou houver alguma barreira que impeçam de conversar, podem combinar entre si que só irão pedir a senha do wifi no restaurante que estão, depois de 30 minutos de conversa, lembrem-se adolescente precisa da atenção dos pais, nesta fase é a determinação e validação da personalidade, quanto mais os pais se ausentam nesta fase pode existir que quando se tornem adultos possam tornar-se mais distantes dos pais no estender da vida.
O importante desta nova rotina é inicia-la e mantê-la; às vezes pode ser difícil criar novas brincadeiras com as crianças ou encontro ser com poucas trocas de palavras, mas atenção dos pais ajudam os filhos a visualizar melhor seus problemas e a saber o quanto é importante esse laço familiar e com isso ajudará em seu futuro com a relação profissional, social.

05/06/2016

Essa é uma pergunta para os pais:
As crianças estão brincando no computador, tablet, video game, smartphone ou será uma fonte para distrair o tédio?

30/05/2016

O prazer de Comer X Casamento

Quando pensamos em casamentos cada um tem em sua memoria com o que mais identifica sobre aquele momento. Alguns observam os noivos com seus respectivos trajes, outros nos convidados, outros na guloseima, outros como eu que reparam naqueles bonequinhos de noivos em cima do bolo; com um sorriso estridente e uma forma física impecável. Contudo o que todos não sabem o como irá à continuação deste dia.
Passado há algum tempo o amor começa a ficar cada vez mais solido, mas a perder algumas gentilezas e algumas realidades começam a aparecer, o estresse do dia-a-dia, o trabalho fora e dentro de casa, os filhos, fazem com que optem por alimentos rápidos, e muitos deles com grande carga calórica.
Com isso começa as pequenas frustrações do próprio corpo a identidade que tinha de ter um corpo lindo e escultural, começa a ficar somente naqueles bonequinhos do topo de bolo ou do álbum de casamento, um corpo que simplesmente te dava orgulho e prazer começa a ser refugio de pensamentos que te fazem optar por alimentos mais saborosos, como doces e massas.
Não podemos negar da primeira coisa que nos é ensinada, é a comer e comer com fartura, ao dar o leite ao recém nascido percebemos a satisfação que o mesmo tem em fazer aquela sucção, até sentir cheio; “satisfeito”.
A satisfação é um pensamento poderoso, porque quando estamos satisfeitos com algo ou alguém temos a necessidade de expressar de alguma maneira, normalmente com nossa alimentação. E caso seja o contrario seja a insatisfação comente-se o mesmo erro. Um exemplo desta ocorrência é com dietas e exercício ficamos felizes ao emagrecermos, com isso fazemos com que sentimos compensados ao comermos daquela sobremesa ou massa que privamos aqueles dias de dieta, porém se não emagrecermos comemos; pois ficamos frustrados por não ter o resultado obtido.
A chave do sucesso para que isto não ocorrer é trabalhar a fundo esses pensamentos, “Qual a importância da comida para mim? Qual é o nível de satisfação em comer? porque eu como? Gosto de comer comida saudáveis? Mas o que é comer saudável? Eu faço isso? Com que frequência? Gosto de fazer? Ou faço para agradar alguém? E se ele (a) me magoar vou continuar a fazer algo que não goste só para agradá-lo? Como anda minha auto estima? Me amo? Acho meu corpo bonito? O que quero em relação em meu corpo? Porque escolher é tão difícil?”. Estas são perguntas básicas, porém muito importantes. A intervenção do Psicólogo ajuda a melhorar essas perguntas visando entender esses pensamentos a abordagem Terapia Cognitiva Comportamental (Uma Terapia que ajuda através de análises dos pensamentos a terem um melhor comportamento) a Psicanalise [Uma terapia que visa três estágios que segue o Inconsciente (estado mais profundo do pensamento, o que guarda toda a memória de fatos que não quer lembrar), Subconsciente (estado o qual os pensamentos estão entre o que quer lembrar e não, e o que não quer lembrar volta ao Inconsciente) e o Consciente (estado atual, o qual todos os pensamentos estão presentes e ativos) e diversas outras abordagens da Psicologia foca nos pensamentos e ajuda a ter foco para que essas perguntas sejam respondidas diversas vezes.
O que faz com que essas perguntas citadas a cima em todos os momentos passem em nossas mentes, às vezes quando temos problemas com nosso amor próprio, são mais fácies as brigas do que a conciliação, pois há muitos pensamentos destrutivos que não conseguem serem expressos de formas claras e com isso muitas pessoas preferem focar em alimentos rápidos para melhorar esta magoa, pois encontram co***lo, encorajamento, alegria e etc.. Desencadeando uma baixa autoestima e a desvalorização do eu podendo chegar a vícios de comidas e depressões. Decisões devem ser tomadas imediatamente. Intervenções de terapia precisam ser feitas.

Pensamentos Construtivos e Destrutivos faz com que interfira em nossos relacionamentos
Qual o problema das gordurinhas a mais no relacionamento? Será que está relacionado com fato de que a “Caça acabou”, “Game Over”, para o relacionamento, e a perfeição da busca por um corpo cada vez mais atraente para o parceiro (a)?
Estas são perguntas que devemos refletir todos os dias, pois a busca por um corpo perfeito tem que ser uma motivação intrínseca ou interna (que você sente a vontade de fazer algo para transformar a sua vida) e não uma motivação extrínseca ou externa (que nada mais que algo momentâneo feito para agradar alguém ou algo).
Ressalto sempre que devemos respeitar o pensamento de cada cônjuge na casa, pois qualquer desavença provavelmente a comida será uma fuga (descontar a raiva, a frustração em um alimento e com isso come-lo até sentir que sente tranquilidade). Principalmente se for importante o corpo para um dos parceiros. Para saber quais dos tipos de motivação pensem sobre o que acham do corpo e se é preciso mudar? Por quê?
Quando escrevi sobre motivação lembrei-me de um caso que ilustrará sobre isso; V. é um homem que trabalha na empresa de Publicidade e Propaganda que nunca se preocupou com seu peso, pesava cerca de +/- 110kg, com 1.72, namorava com J., uma professora de 1.65 mais ou menos 45 kg depois de quatro de namoro, eles resolveram casar, após três anos de casados ele engordou mais 20kg e ela 6kg, exatamente. Ao deparar com eles percebi uma grande frustração ambos estavam chateados e magoados, a forma de falar era mais ríspido e sempre com deboche, em duas horas que tive com ambos resolvi chama-los para uma sessão de terapia. Ele evitou, mas ela ao insistir pararam para conversar sobre a proposta, passado alguns dias o casal ligou e agendou comigo.
Ao vê-los mal assentaram e ele começou a falar “Mulher que roupas são essas, uma coisa ridícula uma mulher com a calça que não fecha, gordura saltando, se engordou aumenta o número da calça porque ninguém quer ver essa feiura sua dona redonda”, “para quem não conhece era uma mulher da cidade de Saramandaia que não parava de comer, até que explodiu de tanta que ela comera – foi ao ar a novela Saramandaia na primeira versão em 1976 e com nova versão em 2013”; ao debater o argumento de seu marido, ela falou “Olha quem fala pelo menos sou bonita e chamo a atenção pior você que só pensa em comida seu Leitão Rabicó”, “para quem não conhece é um leitão falante que não para de comer e é viciado em comida – Ele é um dos personagem de Monteiro Lobato – do livro Sitio do Pica Pau Amarelo”. Quando os dois terminam a discursão podia só observar duas pessoas; não se escutando e somente tentando se defender.
As defesas dos dois estavam atrapalhando a sua comunicação, os pensamentos frustrados de ambos e a sua expectativa fazem com criem barreiras no relacionamento. V. poderia falar para ela sobre os pensamentos que estavam afligindo, o porquê ele estava insatisfeito com o fato de J. engordar, da mesma maneira que ela poderia dizer sobre a irrelevância desta cobrança. Mas a forma com que esses pensamentos foram desencadeando mais as palavras de ofensas e deboches, estão os distanciando. A proposta para eles é construírem novos pensamentos para criar novas formas para melhorar o comportamento
Os pensamentos destrutivos quando nos achamos “gordos (as)” e a nossa vida Sexual
Vou dar uma sugestão de nomes e depois vamos discutir sobre isso.
Hambúrguer, Pizza, Lasanha, Batata recheada, pipoca com muita manteiga, brigadeiro, doce de mamão, sorvete, pé de moleque e etc.
Calça apertada, blusa justa, culote, barriga saliente, celulite, varizes, estria e etc..
O que mudou da primeira estrofe para segunda? O seu pensamento, correto? Se não, que ótimo! Você faz parte da pouca população que existe no Brasil e pode dizer que até no mundo.
As mulheres tendem a ser mais ligadas ao corpo, que os homens, acredito que isto possui a relação dês de quando uma mulher está grávida e descobre que é uma menina, as roupas são exuberantes, cheia de detalhes, mas quando descobrem que são meninos são roupas mais simples. Ao passar o tempo as meninas aprendem a sempre a andar arrumada enquanto os meninos em quase todas as ocasiões estão de bermuda, blusa e sandália. Quando ficam adultos esta situação não muda tanto para os homens, mas para as mulheres tudo tem que ser exuberante, mas tem que ter um manequim que todos aprovam, tem que ser cheirosas, lindas, delicadas, recatadas.
Este padrão imposto pela sociedade faz com que a maioria dos homens são bem quista visivelmente de qualquer jeito e as mulheres só são belas se forem perante o padrão.
E este padrão faz com que muitas mulheres tenham a autoestima baixa ao se verem um pouco mais gordinhas pensem que seus companheiros; não as desejam, e com isso como elas podem se desejar? Muitos homens compartilham a mesma visão de seu corpo. Por isso começam a fazer dietas tortuosas e esperam milagres de dia para noite, e sofrem quando o resultado não é o esperado.
Quando uma mulher ou homem não sente a vontade com o próprio corpo parece que quando é tocado se privam de sentir a vontade com seu corpo na hora da relação sexual, eles remetem a um pensamento que sempre gera frustração “como essa pessoa pode ter prazer comigo? Tem tantas pessoas mais bonitas que eu, com o corpo mais atraente, que ele convive todos os dias, a qualquer instante possam ser traídos (as), vou fingir que estou cansado (a) e marcar para outro dia”. Com isso pode começar a gerar um circulo vicioso que irá afasta-los para sempre, um exemplo simples, “Já que não sou o padrão dela (e), vou cuidar somente dos meus filhos, ou não sou o padrão vou cuidar do que preenche o meu tempo no trabalho fora e dentro casa, ou na comida”. O que quero dizer que os pensamentos destrutivos em não pertencer a um padrão imposto podem fazer com que a relação perca o desejo um pelo outro, ou seja não é o fato da quantidade de peso, mas a forma com que encaro a mudança no meu corpo pode ajudar ou diminuir completamente a libido.
Claro que um homem dando sugestões diretas, ou indiretamente em relação ao ganho de peso, pensando que é uma forma de motivação pode fazer com que a mulher perca a libido. Da mesma forma que se ao sugerir para um homem que o outro tem um corpo mais bonito traços da sua masculinidade pode ser atacado. É importante que o casal possa trabalhar seu pensamento para que sempre possa estimular a autoestima. Um casal que mantem essa autoconfiança crescem juntos.
Há casos de homens e mulheres que não ajudam seus companheiros (as), a manter foco em suas dietas, por ciúmes, pois pensam que se os mesmos manterem o corpo mais gordinho, não há incidências de traição também há casos de comodismo não ter que seguir uma dieta para o ajuda-los e etc.
Quando sentimos nossas roupas apertadas percebemos que o corpo está diferente, mas as percepções de quem nos cerca são as que mais nos deixam magoados, por pensarmos que ao nos verem eles vão querer buscar o padrão, e não mais a mulher ou homem que está a frente deles. Contudo devemos trabalhar melhor isto. Cuidando sempre de nossos pensamentos, para que eles não nos traia, se quisermos manter o corpo da nossa maneira.

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