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03/02/2026

Freud já dizia que amamos com o inconsciente, sendo assim as duas situações citadas no vídeo, não são possibilidades para o encontro amoroso!

Os discursos que colocam o amor no campo da racionalização, são apenas tentativas neuróticas de dar conta do que o real apresenta, tentando modificá-lo, desconsiderando a existência do inconsciente.

O que significa, que além de ineficazes, são completamente sem sentido para a experiência amorosa!

Pequenos lembretes do  , para sua semana, ou melhor, pra vida!! ✨
02/02/2026

Pequenos lembretes do , para sua semana, ou melhor, pra vida!! ✨

30/01/2026

Em pleno 2026 me descobri do feia.. 🫠

O mais curioso neste tipo de discurso, é que ele vem com uma roupagem muito "sedutora"! Se o homem é o provedor, a mulher pode ficar o dia inteiro no salão, na clínica de estética, na academia, no kr@lho a quatro.. Mas ninguém conta que se você discordar de algo, tudo isso é jogado na sua cara, usado para te diminuir, e ou para te chantagear!

A crise na masculinidade (homens que não sabem se relacionarem com as mulheres, se a relação não for baseada em poder), é responsável pelo desmonte do "mito do amor romântico" (ideia de príncipe e princesa, de amor enquanto encaixe perfeito, e não construção)! O feminismo não é responsável por destruir relações (como essa galera aí fala), ele segue sendo instrumento de combate a alienação, controle, opressão e viol&ncia!

28/01/2026

Muitas mulheres não conseguem "dar oportunidade" para o amor real, por dois motivos!

O primeiro é que muitas vezes idealizam uma versão de si, que as fazem achar que ainda não estão prontas!

O segundo é que muitas também idealizam o amor em um script, e se ele não vem exatamente da forma que elas imaginaram, elas acreditam que elas precisam performar para que ele se torne o que elas imaginaram (ou o descartam)!

Ambas as situações, escondem a fantasia do "ideal de eu", o amor idealizado mantém a fantasia de que pode existir "uma melhor versão de si" (e não se trata aqui de não querermos evoluir, mas por trás dos discursos de "alta performance", "sua melhor versão", "mulher/homem de valor", há ideais narcísicos, e não processos de desenvolvimento ou evolução!), que é sustentada também pelo "dispositivo amoroso" (ZANELLO,2018), que te fará merecer viver o amor!

Não confunda amor com aprovação, um cura, ou outro adoece, até você deixar de existir⚠️

Muitas mulheres passam anos acreditando que, para viver o amor, precisam primeiro merecê-lo.Que precisam ser a mulher “c...
26/01/2026

Muitas mulheres passam anos acreditando que, para viver o amor, precisam primeiro merecê-lo.
Que precisam ser a mulher “certa”, a que se esforça, que não erra, que não incomoda, que não tem necessidades, que sabe a medida exata entre charme e silêncio!
Uma mulher performática, quase um personagem.

Essa dinâmica não nasce do nada, ela é social, é aprendida, e nomeado como "dispositivo amoroso" (Valeska Zanello).

Que de forma simples, é um conceito utilizado pela psicóloga e pesquisadora, como um instrumento de "subjetivação da mulher", que se dá por meio de um conjunto de expectativas que moldam o lugar da mulher no amor, fazendo com que ela se sinta responsável por ser escolhida e fazer dar certo, mesmo que isso lhe custe a própria subjetividade!

A partir do dispositivo amoroso, o amor não é encontro, é projeto! É mérito, esforço, estética, negligência a si mesma, e claro, culpa! Porque quando o vínculo falha, a mulher acredita que falhou também como mulher.

O problema é que quem ama performando, ama de fora de si. Ou melhor, ama buscando aprovação, tentando ser a mulher que o outro desejaria que ela fosse, e não a mulher que ela é!

Mas o amor real não acontece a partir da perfeição, acontece a partir da ética do encontro, dois sujeitos que se reconhecem, se respeitam, se afetam, e não precisam se salvar, se educar ou se moldar mutuamente.
Se no amor você perde espontaneidade, perde voz, perde desejo, perde corpo, perde liberdade…
Isso pode ser muita coisa, menos amor!

A questão posta aqui, não é deixar de desejar o amor, é deixar de tratá-lo como performance!
É sair da lógica de “ser suficiente para o outro”, e entrar na lógica de “ser sujeito para si”..
Porque no final, ninguém vive um grande amor performando (já que vive-se atuando).
E quando acaba, o que dói não é só a perda do outro, é o colapso da fantasia que sustentava a “mulher perfeita” que você estava tentando ser!

💭 Se esse tema te atravessa, salve este post para reler sempre que precisar refletir!

E se quiser, me conte, quantas versões você já "precisou ser", acreditando que só através delas seria amada? 👇🏻

Minha eterna piadinha de que ele me ensinou na prática, o que eu só sabia na teoria.. Ao contrário do que muita gente pe...
23/01/2026

Minha eterna piadinha de que ele me ensinou na prática, o que eu só sabia na teoria.. Ao contrário do que muita gente pensa, a gente não se cura se isolando, mas sim, se relacionando!

"Sempre amamos sozinhos, pois cada um ama a seu próprio modo, cada um ama com sua história, com seu sintoma, com suas perebas psíquicas, com seus perrengues transgeracionais."

(Ana Suy )

Na fantasia, o outro é a peça que encaixa, o antídoto para a solidão, o remédio para as inseguranças, a ideia de validaç...
21/01/2026

Na fantasia, o outro é a peça que encaixa, o antídoto para a solidão, o remédio para as inseguranças, a ideia de validação, quase como uma prova de que você é suficiente!

Muitas mulheres não vivem o amor como encontro, mas como rendenção, utilizando do "amor" apenas como reconhecimento narcísico, em busca da validação social!
Furar essa bolha, é viver uma vida que você jamais imaginou que existia, é viver sem o peso da busca eterna por aprovação!

Muitas mulheres sonhadoras sofrem nos relacionamentos não porque amam “demais”, mas porque amam somente a partir da fant...
20/01/2026

Muitas mulheres sonhadoras sofrem nos relacionamentos não porque amam “demais”, mas porque amam somente a partir da fantasia, e não do encontro.

Na psicanálise, entendemos que a fantasia não é apenas imaginação, é um modo de tamponar faltas, de organizar o desejo e, muitas vezes, de sustentar a esperança de que “dessa vez será diferente”. E é importante ressaltar que não se trata de viver sem fantasias, nem possível isso é!
O problema é quando essa fantasia se torna a principal referência amorosa, e o outro vira mais um objeto de projeção do que um sujeito com limites, contradições e escolhas próprias.

Somado a isso, a socialização feminina contribui para que alimentarmos a fantasia de que podemos "consertar" o outro! Fomos ensinadas a acreditar no amor como projeto, e em nós mesmas como as responsáveis por fazer dar certo⚠️ E pelo dispositivo amoroso, o amor vem como campo onde a mulher prova valor, dedicação e persistência, mesmo quando isso exige tolerar o intolerável!

Muitas mulheres não estão esperando um homem, estão esperando o reconhecimento que acreditam que virá através dele. Não querem apenas vínculo, querem que o outro confirme o que elas próprias não conseguem afirmar sobre si!

E quando o amor acaba, não sofrem apenas pelo outro, mas pelo colapso da fantasia, como se falhasse também a mulher ideal que habita essa fantasia.
É necessário aprender a diferenciar fantasia de encontro, persistência de abandono de si, amor de idealização.
Olhar para dentro, e não apenas para o outro, é o único caminho para deixar de viver fora de si, no amor (e na vida)!

Com o yoga eu aprendi a respeitar o meu próprio tempo.. 🛤️Mas mais que respeitá-lo, eu aprendi a aceitar as dualidades d...
20/01/2026

Com o yoga eu aprendi a respeitar o meu próprio tempo.. 🛤️

Mas mais que respeitá-lo, eu aprendi a aceitar as dualidades dele! O que as vezes se apresenta como contradição (uma pessoa acelerada, mas que nos movimentos as vezes chega depois; uma pessoa agitada, mas que (ou justamente por isso) aprecia o silêncio), na realidade é só a existência sendo o que é, múltipla, ambígua, diversa!

🧘🏻‍♀️Com a análise eu aprendi a escutar minha psiquê (que não está separada do meu corpo, então também inclui escutá-lo), mas com o yoga, eu aprendi a consolidar essa integração (do que chamamos de corpo e mente, físico e mental), que na verdade é o que somos!! 🤸🏻‍♀️

É difícil mulher, eu sei!Não vivo numa bolha, ou talvez in - (ou) felizmente, viva!Depois que começamos estudar recorte ...
19/01/2026

É difícil mulher, eu sei!

Não vivo numa bolha, ou talvez in - (ou) felizmente, viva!
Depois que começamos estudar recorte de gênero, e temos o mínimo letramento, vamos vivendo sim em bolhas! Mas para além desta, quero dizer que não é porque me dedico a isso, que estou isenta das dificuldades!

Pode parecer muito difícil para você compreender tudo isso, e entender que quando se luta por igualdade de gênero, seja em qual aspecto for, não se luta para ficar sozinha, se LUTA PARA TER DIGNIDADE, e direito a uma existência digna, sem precisar ficar esbarrando o tempo todo na opressão e viol&ncia!

Acredite, é possível ser amada livremente, sem as cordas que te amarram a essa busca eterna por aprovação! 💛

19/01/2026

Que Deus me dê sabedoria, porque paciência tá -10 (10 abaixo de zero)! 😅

Energia de estudar ninguém quer né?! Impressionante!

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Contagem, MG

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