10/03/2024
Alerta Gatilho!
Iniciei a terapia da TRG com uma carga pesada de ansiedade generalizada, ataques de pânico, aversão sexual e dores físicas que pareciam não ter fim. Na primeira sessão, meu nível de apatia era avassalador; eu não conseguia demonstrar emoções, fossem elas positivas ou negativas. O reprocessamento aconteceu em silêncio, filme após filme.
Minha história emocional remonta à infância, onde a falta de apoio emocional foi uma constante. Aos 11 anos sofri um abuso, mas não disse nada a ninguém, e foi quando crises intensas de ansiedade começaram a assombrar minha vida.
Medicamentos não trouxeram alívio, e, infelizmente, alguns profissionais minimizaram minha situação, chegando ao absurdo de afirmar que era frescura e que eu precisava apanhar da minha mãe. Aos 16 anos outros abusos aconteceram, e eu cheguei a tentar o suicídio. O sofrimento me levou a ser internada em uma clínica psiquiátrica.
Posteriormente, obtive tratamento pelo SUS, mas, após receber alta, comecei um relacionamento e as crises voltaram com tudo. Minhas tentativas com outros profissionais foram infrutíferas, pois não conseguia verbalizar meus traumas, o que limitava qualquer progresso.
Com a descoberta da TRG, senti um alívio imediato. Ao contrário de outras terapias, não precisava expor meus traumas verbalmente, o que tornou o processo mais suave e acessível. Na primeira sessão, experimentei uma liberação notável, sentindo um peso enorme sendo retirado de mim. Com o tempo, fui capaz de me aproximar do meu namorado, as crises desapareceram, e a alegria de viver voltou.
A TRG proporcionou um ambiente acolhedor e eficaz para reprocessar minhas emoções e traumas. Gradualmente, comecei a notar mudanças significativas em mim. Ganhei ânimo para realizar minhas tarefas diárias e, sinceramente, me sinto como uma nova pessoa. Agradeço à TRG por essa incrível transformação e por me ajudar a recuperar minha vida. Pareço ter renascido, mais forte e determinada do que nunca.