Dra Brunella Pupo

Dra Brunella Pupo CRMSC 21988 | RQE 19985 | RQE 16257

Dicas de cuidados com seu cérebro para uma vida feliz e saudável

Seguimos na espera desta moça, mas que espera boa 🥰!!  obrigada por tudo e por tanto.
22/12/2025

Seguimos na espera desta moça, mas que espera boa 🥰!! obrigada por tudo e por tanto.

16/12/2025

Em uma das cenas mais marcantes do filme Para Sempre Alice, vemos como o acolhimento e o afeto são muito mais poderosos do que o confronto.

No dia a dia com uma pessoa com Alzheimer, nem sempre vale a pena corrigir ou trazer pra realidade. O cérebro está em desequilíbrio e contrariar pode gerar medo, confusão e até agressividade.

A melhor atitude? Estar presente com paciência, validar o sentimento, entrar no mundo dela por alguns minutos. A lógica pode falhar, mas o afeto ainda encontra caminhos. E é aí que nascem os momentos de conexão verdadeira.

Você já viveu algo parecido com alguém que ama? Comenta aqui e compartilha esse post com quem cuida também! 💬👇

Dra Brunella Pupo | Neurologista
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09/12/2025

Na fase moderada a avançada da demência, é comum que o paciente se torne mais irritado, desconfiado ou até agressivo. Isso acontece porque o cérebro já não reconhece os estímulos da mesma forma. A realidade pode parecer confusa, ameaçadora e o medo se transforma em reação.

Nesses momentos, o melhor caminho não é argumentar, corrigir ou contrariar. A dica é simples e poderosa: entre na onda do paciente. Concorde, acolha, mude de assunto com suavidade. Isso acalma, diminui a tensão e evita conflitos desnecessários. Você não precisa ter razão, você precisa ser um porto seguro.

Você já tentou essa abordagem? Conta aqui como foi ou compartilha esse post com quem está passando por isso agora! 💬👇

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03/12/2025

Estamos nos preparando para um momento muito especial: a chegada da Maria Clara!

Estarei em atendimento até o dia 15 de dezembro para resolver pendências, atualizar receitas e garantir suporte para meus pacientes. Se você está precisando de algo, envie um e-mail para: receitasbrunella@gmail.com

Ah, e durante esse período também teremos uma diminuição no ritmo dos conteúdos de neurologia por aqui, mas não vamos parar.

Obrigada por toda confiança, carinho e compreensão nesse momento tão especial. Nos vemos em 2026!

Dra Brunella Pupo | Neurologista
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03/12/2025
25/11/2025

No diagnóstico inicial de Alzheimer, é essencial manter o cérebro ativo com estímulos leves, afetivos e constantes. E uma das formas mais eficazes e acessíveis de fazer isso é com conversas guiadas.

No vídeo, eu compartilho uma atividade simples, você pode usar perguntas afetivas como:

👉🏻 Qual era seu lugar preferido na infância?
👉🏻 Que música te traz boas lembranças?
👉🏻 Quem foi seu melhor amigo de infância?

Essas perguntas ativam memórias de longa duração, fortalecem conexões cerebrais e ainda geram momentos de afeto com a família. Quanto antes essa prática vira rotina, mais chances temos de preservar essas memórias por mais tempo.

Encaminhe esse vídeo para quem tem um familiar com Alzheimer! 📲

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Pra registrar um dos melhores feriados do ano! Pena que nao tiramos mais fotos pra registrar todo mundo que participou d...
23/11/2025

Pra registrar um dos melhores feriados do ano! Pena que nao tiramos mais fotos pra registrar todo mundo que participou das comemoracoes da vida da Maria Clara🫠 mas ter visto toda minha familia reunida e com saúde nao tem preço 🥰🥰🥰🥰

21/11/2025

Um simples cartão pode mudar a forma como o paciente com Alzheimer se conecta com a família.

No início do diagnóstico de demência, especialmente o Alzheimer, a forma como a família se aproxima faz toda a diferença. Por isso, uma das estratégias que mais recomendo aos meus pacientes é o uso de cartões afetivos pequenas mensagens com frases, fotos ou lembranças do passado.

Esses cartões ativam a memória afetiva, estimulam conexões cerebrais e, mais importante: fortalecem o vínculo emocional entre o paciente e seus familiares. Eles não apenas ajudam o paciente a se lembrar de quem são as pessoas ao seu redor, mas também criam momentos de troca, carinho e presença essenciais nessa fase inicial.

Não espere a memória desaparecer pra começar a criar memórias afetivas. O melhor momento é agora!

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17/11/2025

“Doutora, ele estava tão bem, até parecia que ia melhorar.” Essa melhora repentina tem um nome e um significado.

É comum que pacientes com demência em estágio avançado apresentem uma melhora súbita pouco antes do falecimento. Eles parecem mais alertas, mais conscientes… até interagem com mais clareza. Mas, infelizmente, isso não indica recuperação.

O que acontece, na verdade, é uma liberação intensa de neurotransmissores e hormônios que o corpo utiliza como um “último esforço” para manter o funcionamento mínimo por mais alguns momentos.

Essa fase é conhecida como “melhora paradoxal” e não tem tratamento nem intervenção médica capaz de prolongá-la. Por isso, é um momento que pede presença, carinho e criação de memórias. Mais do que tentar entender o porquê, o mais importante é estar ali.

Você já passou por isso com alguém querido? 💬

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11/11/2025

A ciência já comprovou: conexões humanas mantêm o cérebro saudável. Por isso, oriento meus pacientes a cultivarem 3 hábitos que fazem diferença real na saúde neurológica:

1️⃣ Voluntariado: se sentir útil, fazer o bem e pertencer a algo maior fortalece o emocional e até a cognição.
2️⃣ Atividades em grupo: como caminhadas, aulas ou hobbies coletivos estimulam a comunicação, a empatia e o raciocínio.
3️⃣ Boas relações sociais: manter vínculos positivos com família e amigos reduz o risco de depressão, ansiedade e até de demência.

O cérebro precisa de gente, de afeto e de trocas reais. Isolamento prolongado pode ser tão nocivo quanto sedentarismo ou má alimentação.

Qual dessas 3 práticas você já faz? Me conta aqui nos comentários e envia esse post pra alguém que precisa se cuidar mais! 💬👇

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05/11/2025

Agitação, confusão mental, agressividade e desorientação no fim do dia não são birra nem manias da idade. Esse fenômeno é conhecido como Síndrome do Pôr do Sol (Sundowning) e é bastante comum em pacientes com demência, especialmente Alzheimer.

Isso acontece porque, com o avançar da doença, o cérebro tem mais dificuldade em processar estímulos, e a mudança de luminosidade no final do dia pode desorganizar ainda mais o funcionamento interno.

Algumas estratégias que podem ajudar:

👉🏻 Manter uma rotina clara, com horários fixos;
👉🏻 Evitar cochilos longos à tarde;
👉🏻 Reduzir ruídos e estímulos visuais no fim do dia;
👉🏻 Inserir atividades leves nesse horário (como ouvir música ou organizar algo);
👉🏻 Avaliar medicações com o neurologista.

Lidar com essa fase exige empatia, observação e, muitas vezes, ajustes clínicos. Você já presenciou isso com alguém próximo? Comenta aqui e vamos conversar sobre esse desafio! 💬👇

Dra Brunella Pupo | Neurologista
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Hoje sábado feliz com emergências neurológicas Evento muito bem organizado pela .unesc Obrigada pelo convite🥰
01/11/2025

Hoje sábado feliz com emergências neurológicas
Evento muito bem organizado pela .unesc
Obrigada pelo convite🥰

Endereço

Rua Antônio De Lucca, 148/Sala 111/Pio Corrêa
Criciúma, SC
88811503

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