30/01/2026
Nosso cérebro responde de forma extraordinária quando estamos com nossos animais de estimação. Quando acariciamos ou brincamos com eles, liberamos ocitocina (o hormônio do amor), dopamina (ligada ao prazer e recompensa) e reduzimos o cortisol (o hormônio do estresse).
Essas substâncias melhoram o humor, reduzem a ansiedade, equilibram nossas emoções e até ajudam a dormir melhor. Para os idosos, esse contato frequente funciona como uma terapia natural que pode prevenir ou retardar doenças como Alzheimer e outras demências.
Mas infelizmente, nem todos os animais recebem o amor que merecem. Essa semana, o Brasil se entristeceu com o caso do cachorro Orelha, um animal querido por toda a comunidade da Praia Brava, em Florianópolis, que foi brutalmente agredido até a morte.
Foi um ato cruel, covarde e um alerta. Animais não são coisas. Eles sentem, curam, amam e nos curam também. Precisamos falar mais sobre educação, empatia e responsabilidade.
A ciência já provou o impacto positivo deles em nossa saúde. Agora é hora da sociedade provar que é capaz de protegê-los.
E você, tem um bichinho de estimação? 🐶