Jean Bombazar

Jean Bombazar Psicólogo Clínico CRP12/05193
Psicoterapeuta Cognitivo Comportamental - ICT
Especializado em Tran

13/03/2026

Quando uma rua vai ser refeita ou você reforma a casa, o que acontece?

Vira tudo de cabeça pra baixo. Barulho, poeira, desconforto. Você não pode usar aquele espaço do jeito que estava acostumado.

E é tentador pensar: “Será que vale a pena?”

Mas você sabe que sim.

Porque se a fundação está rachada, se o asfalto está cheio de buracos, não adianta só limpar e pintar por cima.

Tem que mexer na base. E isso dói.

Relacionamentos são exatamente assim.

Mudança real exige que você aceite o desconforto:
→ Rever padrões de anos
→ Ter conversas difíceis
→ Desconstruir crenças antigas
→ Reconstruir alguns aspectos do zero

E a gente odeia isso.

Porque sair da zona de conforto, mesmo quando ela machuca, parece mais difícil do que continuar do jeito que está.

Mas aqui está a verdade:

Aquela obra na rua? Foi caos, mas agora você dirige tranquilo.

Aquela reforma? Foi bagunça, mas agora o ambiente é funcional, seguro, bonito.

E o seu relacionamento?

Se você investir no processo - mesmo sendo desconfortável - o resultado pode ser uma relação completamente transformada.

Mudança em relacionamento tem fases:

Planejamento
Demolição (a mais difícil)
Reconstrução
Acabamento
Você não p**a etapas. Você confia no processo.

Sim, vai ser desconfortável. Vai ter dias que você vai querer voltar pro “como era antes”.

Mas se vocês aceitarem que o desconforto é parte da transformação, não o sinal de que algo está errado?

Vocês constroem algo novo. Algo melhor. Algo que sustenta.

💭 Qual “reforma” você vem evitando por medo do desconforto?

08/03/2026

A primeira mulher que aparece na nossa vida é a mãe.
Depois vem a professora, que nos ensina a ler o mundo.
Depois a enfermeira, a médica, a amiga, a companheira, a esposa, a filha.

Se a gente parar para olhar com honestidade, as mulheres sempre estiveram ao nosso lado em praticamente todos os momentos importantes da nossa vida.

Isso não tem nada a ver com movimento político, marketing ou modismo.

Tem a ver com reconhecer algo muito básico da vida:
muito do que a gente se tornou como homem, como profissional, como ser humano… passou pelas mãos de alguma mulher que cuidou, ensinou, apoiou ou acreditou.

Então hoje é simplesmente um dia de reconhecer isso.

Com respeito.
Com gratidão.
E com consciência.

Feliz Dia das Mulheres.

Reconhecimento Vida Família Psicologia Reflexão

20/02/2026

“Eu estou cansado. Faço, faço, faço... e nada acontece.”

Foi o que um casal me disse no consultório essa semana.

E sabe qual foi minha resposta?

“Quanto vale o seu casamento?”

Porque aqui está a verdade: talvez você esteja desistindo a um passo da transformação.

Talvez o que falte não seja começar do zero.

Seja fazer um pouquinho mais de esforço no que já existe.

Investir mais um pouco no seu casamento pode fazer toda a diferença entre continuar junto e se separar.

Mas atenção: não estou falando de grandes gestos. Sabe por quê?

Porque a gente não tropeça na pedra grande. Não tropeça na montanha.

A gente tropeça no desnível da calçada. Nos pequenos detalhes. Nas coisas simples.

No que parece “pouco importante”. Um “bom dia” falado com presença real, não no automático. Uma mensagem no meio do dia: “Pensei em você.”

Um café da manhã preparado com cuidado.

Um olhar que diz “eu te vejo” em vez de “estou acostumado com você”.

São esses gestos que constroem ou destroem um relacionamento. E o maior erro? Achar que porque são pequenos, não importam.

Importam. E muito.

Porque o casamento não morre em uma grande crise.
Ele morre aos pouquinhos, quando você para de investir nos detalhes diários.

Então aqui vai o convite:

Fazer acontecer desde o momento que você acorda.
Não esperar o final de semana. Não esperar “quando as coisas melhorarem”.

Não esperar ter mais tempo. Investir agora. Hoje.
Nos pequenos gestos.

Porque se o seu casamento vale a pena, ele merece mais do que sobras de atenção.

Ele merece intenção. E antes de dizer “eu já fiz demais”, pergunta pra você mesmo:
Eu fiz com consistência? Ou fiz algumas vezes e esperei que bastasse?

Relacionamento não se constrói com explosões de esforço. Se constrói com constância.

Qual pequeno gesto você pode fazer hoje pelo seu relacionamento?💭

12/02/2026

E se o primeiro passo não for procurar ajuda, mas ser honesto consigo mesmo?

Todo mundo diz: “Procure ajuda.”
E sim, isso é importante.

Mas aqui está o que pouca gente fala: reconhecer que você não está bem e ter que expor isso pra alguém pode ser a parte mais difícil.

Então deixa eu te dar um caminho mais leve:
Antes de procurar alguém, comece sendo honesto com você mesmo.

Pega um caderno. Ou as notas do celular.
E escreve:
“Hoje eu não estou bem.” “Isso me prejudica assim...” “Eu tenho me sentido...”

Como se fosse um diário. Uma confissão só pra você.

Porque talvez o primeiro passo seja evidenciar pra si mesmo o que você já sente, mas vem evitando encarar.

Quando você coloca no papel, você sai da negação.
Você reconhece: “Eu não estou legal. E preciso fazer algo sobre isso.”
E aí vem a parte que pode te libertar.

Sim, mudar vai exigir energia. Vai exigir coragem.
Mas a energia que você precisa pra mudar é menor do que o desgaste de continuar vivindo assim.

O esforço de buscar ajuda, de se abrir, de transformar, por mais difícil que pareça, é temporário.

Mas continuar fingindo que está tudo bem?
Isso te consome todos os dias.

Então comece pelo caderno se precisar.
Comece confessando pra você mesmo.

E quando estiver pronto, dê o próximo passo.
Porque você merece viver uma vida que não te esgote só por existir.

💭 Você tem sido honesto consigo mesmo?

05/02/2026

Cuidar da mente tem muitas formas. E cada um encontra a sua do seu jeito.

Muita gente me pergunta se eu faço terapia.
E sim, eu faço. Mas a minha não está no consultório. Está na estrada.

Em tirar um tempo pra admirar a natureza. Em sair da rotina e renovar a mente.
Isso não diminui a terapia tradicional, como psicólogo, eu sei o valor que ela tem.
Mas cuidar da mente vai além de resolver problemas. É também desenvolver quem você é.

E pra isso, cada um precisa encontrar o que funciona.
Pode ser:
→ Uma viagem
→ Um hobby que te tira do automático
→ O silêncio da natureza
→ Uma conversa profunda
→ Qualquer coisa que te faça parar e perguntar: “Quem eu sou de verdade?”

O que importa é reciclar a mente.
Renovar. Fazer diferente. Buscar conexão com aquilo que te move genuinamente.

Porque quando você está no piloto automático, preso na rotina, pensando sempre as mesmas coisas, e você vai se perdendo.

A melhor terapia é aquela que te faz voltar pra você.
Que te traz clareza sobre onde você quer estar.

Pra mim, isso vem na estrada. Pra você, pode ser em outro lugar.
Mas o convite é o mesmo: busque o que te reconecta com o seu eu verdadeiro.

💭 Onde está a sua terapia?

31/01/2026

Por que tem tanta gente junto, mas tão pouco conectada?
Porque conexão não é só proximidade. É cumplicidade.

Sabe o que é cumplicidade?
É conhecer as falhas do outro tanto quanto ele conhece as suas.
Não pra usar contra. Pra entrar junto no problema.

É isso que cria conexão de verdade.
Quando você sabe onde ele tropeça e estende a mão.
Quando ele conhece suas fragilidades e te acolhe.

Essa cumplicidade gera intimidade. E intimidade é:
-Conhecer o que o outro gosta
-Saber o que ele precisa nos dias difíceis
-Dividir vulnerabilidades, não só rotina

E assim nasce: → Afeto verdadeiro → Co***lo real → Parceria que sustenta

Sabe qual o problema? As pessoas estão perdendo isso.
Porque não estão sendo cúmplices. Estão sendo críticos.

Dividem o espaço, mas não dividem as fragilidades.
Conhecem a rotina, mas não conhecem os medos.
E aí o relacionamento vira coexistência.

Então, se você quer conexão:
Mostre suas falhas. Conheça as do seu parceiro.

Fale o que você gosta. Escute o que ele precisa.
Entrem juntos nos problemas.

Porque intimidade não é perfeição. É cumplicidade.
💭 Vocês são cúmplices ou só dividem o mesmo teto?

23/01/2026

A gente subestima demais o poder de ter um hobby.

Ter algo nosso, que nos move, que nos tira do automático, não é luxo. É autocuidado genuíno.

Quando aprendemos algo novo, estamos literalmente redesenhando conexões no cérebro. Fortalecemos memória, raciocínio, atenção. Criamos rotas neurais que nos protegem do declínio cognitivo.

A música, por exemplo, ativa múltiplas áreas cerebrais simultaneamente: memória, coordenação, emoção, linguagem. Por isso é tão poderosa no tratamento de Alzheimer, demências e na redução da ansiedade.

Mas não é só sobre prevenir doenças. É sobre qualidade de vida AGORA.

Quantas pessoas vivem no piloto automático? Acordam, trabalham, comem, dormem. E no meio disso, a ansiedade cresce, o vazio aumenta.

Um hobby é uma âncora. É aquele momento em que você não está produzindo para ninguém, não está sendo cobrado. Você está ali, presente, só seu.

Meu pai, aos 75 anos, está provando que nunca é tarde. Ele poderia ter mil desculpas, mas escolheu tentar de novo. E isso, por si só, já é terapêutico.

Se você sente que não tem tempo, que não sabe fazer nada, que "já passou a hora"... eu te convido a repensar.

Não precisa ser perfeito. Precisa ser SEU. Precisa te fazer respirar diferente.

🌿 Cuide da sua mente com gentileza. Ela merece mais do que apenas sobreviver.

Qual é aquela coisa que você sempre quis tentar, mas nunca se permitiu?

15/01/2026

Toda viagem nos transforma: entre dores e desafios, voltamos diferentes, mais fortes e carregando aprendizados que mudam a vida.




14/01/2026

Em todo relacionamento existem diferenças.
Gostos que não se cruzam, interesses que não combinam, caminhos que não são iguais.

O problema não está nisso.
O problema começa quando um tenta viver a vida do outro.

Vejo isso todos os dias no consultório:
um querendo que o outro goste do que ele gosta, viva como ele vive, caminhe no mesmo ritmo.

Isso cansa.
Machuca.
E afasta.

Amar não é fusão.
É encontro.

Cada um precisa do seu momento.
E o casal precisa aprender a combinar os momentos juntos.
É nessa conversa honesta que o vínculo se fortalece.

09/01/2026

Depois que os filhos chegam, a vida do casal muda.
Muda o ritmo, muda o tempo disponível, mudam as prioridades.

O espaço que antes era só dos dois passa a ser compartilhado.
E isso exige adaptação, diálogo e muita presença emocional.

Não é uma divisão de amor.
É uma ampliação.
Mais atenção, mais cuidado, mais responsabilidade afetiva.

A rotina com filhos pede que o casal aprenda a somar:
somar paciência, somar diferenças, somar gestos simples de carinho no meio do cansaço.

Amar com filhos não é perder a vida a dois.
É reinventá-la todos os dias, com mais consciência, parceria e propósito.

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