23/01/2026
A gente subestima demais o poder de ter um hobby.
Ter algo nosso, que nos move, que nos tira do automático, não é luxo. É autocuidado genuíno.
Quando aprendemos algo novo, estamos literalmente redesenhando conexões no cérebro. Fortalecemos memória, raciocínio, atenção. Criamos rotas neurais que nos protegem do declínio cognitivo.
A música, por exemplo, ativa múltiplas áreas cerebrais simultaneamente: memória, coordenação, emoção, linguagem. Por isso é tão poderosa no tratamento de Alzheimer, demências e na redução da ansiedade.
Mas não é só sobre prevenir doenças. É sobre qualidade de vida AGORA.
Quantas pessoas vivem no piloto automático? Acordam, trabalham, comem, dormem. E no meio disso, a ansiedade cresce, o vazio aumenta.
Um hobby é uma âncora. É aquele momento em que você não está produzindo para ninguém, não está sendo cobrado. Você está ali, presente, só seu.
Meu pai, aos 75 anos, está provando que nunca é tarde. Ele poderia ter mil desculpas, mas escolheu tentar de novo. E isso, por si só, já é terapêutico.
Se você sente que não tem tempo, que não sabe fazer nada, que "já passou a hora"... eu te convido a repensar.
Não precisa ser perfeito. Precisa ser SEU. Precisa te fazer respirar diferente.
🌿 Cuide da sua mente com gentileza. Ela merece mais do que apenas sobreviver.
Qual é aquela coisa que você sempre quis tentar, mas nunca se permitiu?