Psicóloga Mara Regina Olivo

Psicóloga Mara Regina Olivo Psicoterapia Corporal Reichiana, Bioenergetica, Esp. Transpessoal, Consteladora Sistêmica CRP 12/11885

Graduação em Psicologia pela UNESC;
Formação em Psicoterapia Corporal Reichiana;
Pós Graduação em Psicologia Transpessoal;
Formação em Mandalas, entre outros.

01/02/2026

O mar é tudo pra mim. Onde me recarrego, onde minha alma vibra com alegria…
Pra você é assim também?

30/01/2026

“O Sábio Chinês e a Chuva

Durante um período de grande seca na China, com meses sem chuva, os habitantes de uma aldeia sofrida pediram a um sábio para ajudar a trazer chuva para seus ressecados campos.

Os aldeões imploraram pela ajuda do mestre, sendo que eles já tinham tentado muitas outras abordagens sem sucesso antes de virem até ele como sua derradeira esperança.

O mestre então concordou em ajudá-los e pediu uma pequena cabana para pousar, com um jardim que ele pudesse cuidar.

Por três dias, ele cuidou do jardim, sem fazer rituais especiais ou pedir mais nada aos aldeões.

No quarto dia, as nuvens se acumularam e a chuva começou a cair na terra seca.

Os aldeões ficaram exultantes.
Quando questionado como ele havia conseguido tal milagre, o mestre respondeu que ele não era o responsável pela chuva.

“Mas o que você fez nesses três dias?” eles perguntaram.

Ele explicou que, quando chegou à aldeia, sentiu uma desarmonia interna.

A cada dia, enquanto cuidava do jardim, ele voltava um pouco mais a si mesmo.
Quando ele voltou à sua harmonia e equilíbrio interior, a chuva veio naturalmente.

Esta foi uma das histórias favoritas do psicólogo Carl Jung.

“Jung acreditava naquilo que chamamos de consciência pessoal ser apenas uma percepção parcial de um Todo Maior.

Quando expandimos a mente, podemos nos conectar com o que ele chamou o “inconsciente coletivo” e acessar os ritmos universais maiores.

30/01/2026

A orquídea não grita. Ela encanta.

Ela é perfumada, sensível, delicada.
E, ao mesmo tempo, firme na própria raiz.

A orquídea é vulnerável —
mas não é ingênua.
Ela se abre, mas não se entrega a qualquer toque.
Ela permite acesso,
não invasão.

Vulnerabilidade não é fraqueza.
É a coragem de tirar a armadura
sem perder o próprio eixo.

Quando alguém vive fechado, blindado, endurecido,
o encontro acontece só na superfície.
Relações rasas nascem de almas protegidas demais.

A vulnerabilidade verdadeira
é o que permite que o outro veja, sinta, chegue.
É o espaço onde o encanto acontece.
Onde alguém percebe:
“aqui eu posso pousar…
talvez até fazer morada.”

O feminino sabe disso.
Ele floresce quando é visto, respeitado, honrado.
Não quando é manipulado, usado ou invadido.

A orquídea nos lembra:
ser sensível é força.
ser aberta é maturidade.
ser vulnerável é confiar na própria raiz.

E quando a raiz é forte,
a flor não teme o vento.

30/01/2026

A neurociência já observa algo muito importante:
o cérebro não diferencia totalmente o que é real do que é intensamente imaginado.
Para o sistema nervoso, a experiência sentida é o que conta.

Pesquisadores como Bruce Lipton e Rupert Sheldrake falam sobre campo, percepção e informação.
O ponto em comum é simples e profundo:
aquilo que você vive por dentro organiza o seu campo.

Quando você imagina com presença — envolvendo corpo, emoção e sentidos —
você não cria pessoas, nem controla a vida.
Você se reorganiza internamente.

E quando isso acontece,
suas escolhas mudam.
Seus encontros mudam.
Sua forma de se relacionar com a vida muda.

Consciência também é experiência vivida.

Se esse conteúdo fez sentido para você,
talvez seja o momento de olhar para dentro com mais profundidade.

Atendimentos individuais
Link na bio

30/01/2026

Ontem aconteceu algo muito bonito no meu atendimento e eu senti de trazer isso aqui.

Essa mulher chegou até mim com o masculino muito presente — um masculino ferido, vindo da infância, da falta do pai, de dores antigas.
E quando isso acontece, muitas vezes a mulher tenta resolver no parceiro aquilo que não pôde ser vivido lá atrás…
e acaba atraindo relações que machucam.

Ao longo de uma sessão de apometria e cinco sessões de terapia sistêmica, algo começou a se reorganizar dentro dela.
Ela pôde, aos poucos, voltar para o feminino dela.

Hoje, ela está num relacionamento leve, com um homem no próprio masculino: firme, presente, sensível, com espiritualidade.

E ontem ela me disse algo que me chamou muito a atenção:
‘Mara, eu saí na rua e os homens me olhavam diferente.
Eu estava vestida como sempre… mas algo tinha mudado.’

Ela foi ao médico, e ele parou, olhou para ela e perguntou:
‘Você fez alguma coisa diferente?’

Ela não mudou por fora.
Ela mudou por dentro.

Quando uma mulher ocupa o seu feminino, o mundo responde.
A vida responde.

Se você sente que está cansada de repetir padrões, talvez não seja falta de força…
talvez seja o momento de decidir.

A vida pede ação.
E ela quer ser vivida da melhor forma.

Ela não mudou por fora. Ela mudou por dentro.

Perceber já é um passo.
Decidir é outro.
Se você sente que é hora, estou aqui.

Você não está cansada da vida.Está cansada de viver desconectada de si.Pode até ter tudo “certo” no mundo externo,mas se...
29/01/2026

Você não está cansada da vida.
Está cansada de viver desconectada de si.

Pode até ter tudo “certo” no mundo externo,
mas se a alma não é escutada, o vazio aparece.

Espiritualidade não é religião.
É o que sustenta quando o controle falha.
É o que orienta quando o excesso de razão confunde.

Quem rejeita essa dimensão geralmente não é cético —
é alguém que aprendeu a sobreviver desligado de si.

Ignorar a espiritualidade cobra um preço.
O corpo avisa.
As relações adoecem.
O sentido se perde.

Reconectar-se não é fugir da realidade.
É voltar para casa.

Se você sente que algo em você pede reconexão,
me chama no direct.
Vamos olhar isso com cuidado, profundidade e respeito à sua história.

Muitas empresas tentam resolver conflitos no nível da estratégia, da gestão ou do controle.Mas nem todo problema nasce a...
29/01/2026

Muitas empresas tentam resolver conflitos no nível da estratégia, da gestão ou do controle.
Mas nem todo problema nasce aí.

Toda empresa carrega a marca do seu fundador — suas forças e também seus emaranhamentos não resolvidos.
Quando algo essencial não é visto, a organização manifesta.

A terapia sistêmica e a constelação organizacional permitem acessar essa camada invisível, trazendo ordem, pertencimento e equilíbrio para que o negócio volte a prosperar com mais leveza e verdade.

Empresas não adoecem sozinhas.
Elas apenas mostram o que precisa ser reconhecido.

• Quer entender o que sua empresa está tentando dizer?
Entre em contato.

A verdade suprema não é complexa.Ela é simples demais para o ego aceitar.O ser humano cria caminhos, métodos, crenças e ...
29/01/2026

A verdade suprema não é complexa.
Ela é simples demais para o ego aceitar.

O ser humano cria caminhos, métodos, crenças e disputas
na tentativa de alcançar algo
que nunca esteve distante.

Toda experiência espiritual,
quando é colocada em palavras,
precisa assumir uma forma.
E as formas variam.

Mas no fundo, todas apontam para o mesmo lugar:
o retorno à origem.

Não se trata de conquistar estados elevados,
nem de acumular práticas ou conhecimentos.
Trata-se de soltar as falsas idéias
sobre quem precisamos ser
para, então, repousar no que já somos.

A terapia, quando é profunda,
não adiciona camadas.
Ela remove ruídos.

E nesse silêncio,
algo essencial se lembra de si.

Procure ajuda profissional pra te ajudar a ter uma mete mais clara, objetiva e leve. Para ter clareza de fazer o que precisa e ter forças para isso.

O medo te pede cautela.A alma te pede verdade.Entre ficar onde dóie caminhar sem garantias,a vida sempre escolhe o movim...
27/01/2026

O medo te pede cautela.
A alma te pede verdade.

Entre ficar onde dói
e caminhar sem garantias,
a vida sempre escolhe o movimento.

Talvez coragem não seja ausência de medo.
Talvez seja amor suficiente por si
para não se abandonar mais.

A vida não cobra pressa.Ela pede presença.O que passa não é o trem.É o momento certo.
27/01/2026

A vida não cobra pressa.
Ela pede presença.

O que passa não é o trem.
É o momento certo.

O que eu aprendi caminhando pelo deserto…Que eu estava buscando partes minhasque eu nem sabia que tinha perdido.Sonhos e...
25/01/2026

O que eu aprendi caminhando pelo deserto…

Que eu estava buscando partes minhas
que eu nem sabia que tinha perdido.
Sonhos esquecidos.
Idealizações não vividas.
Desejos que ficaram pelo caminho.

Foram encontros e desencontros.
Dores e alegrias.
Uma busca incessante.

Até que, em algum ponto, eu compreendi:
o outro sempre foi espelho.
Estava ali para me mostrar
aquilo que eu não queria —
ou não conseguia — ver.
Eu estava cansada.

Quando cheguei ao oásis, pude parar.
Respirar.
Perceber.

E então ficou claro:
eu procurava fora
o que sempre esteve dentro.

Quando isso se revelou…
ahhh…
veio um sorriso de alívio.
O sorriso de uma grande descoberta.

Agora, preenchida.
Inteira.
Livre para seguir sem precisar
de nada
nem de ninguém.

O outro passa a ser escolha —
ou não.
Sem peso.
Sem exigência.
Sem a obrigação de ser deste
ou daquele jeito.

Apenas alguém que saiba dançar comigo
no mesmo ritmo,
com leveza.

E assim, desperta,
sigo para a próxima jornada.

Endereço

Criciúma, SC

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