Psicóloga Mara Regina Olivo

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Nem tudo o que você sente começou em você.O corpo humano é um sistema de registro.Ele aprende com as experiências vivida...
01/04/2026

Nem tudo o que você sente começou em você.

O corpo humano é um sistema de registro.

Ele aprende com as experiências vividas —
e também pode carregar marcas de experiências que vieram antes.

A neurociência já demonstra que, diante de situações de estresse, a amígdala cerebral entra em ativação, preparando o organismo para reagir ao perigo.

Quando esse estado se torna frequente, o corpo passa a operar em modo de alerta, mesmo na ausência de ameaça real.

O eixo HPA (hipotálamo, hipófise e adrenal) mantém essa resposta ativa, sustentando níveis elevados de vigilância, tensão e dificuldade de relaxamento.

É por isso que muitas pessoas dizem:

“Está tudo bem… mas eu não consigo desligar.”

Além disso, estudos em epigenética mostram que experiências intensas podem influenciar a expressão gênica, especialmente nos mecanismos ligados ao estresse.

Ou seja, o corpo pode responder não apenas ao presente,
mas também a padrões herdados.

Na visão sistêmica, isso ganha ainda mais profundidade.

O indivíduo pode estar, de forma inconsciente, vinculado a histórias não resolvidas do seu sistema familiar.

Lealdades invisíveis.
Vínculos profundos.
Movimentos que não foram concluídos.

E o corpo… expressa.

O que na ciência aparece como resposta ao estresse,
na visão sistêmica também pode ser compreendido como um movimento de pertencimento.

Por isso, o trabalho não é apenas “acalmar a mente”.

É criar condições para que o corpo reconheça segurança.

O aterramento atua exatamente nesse ponto.

Ao trazer a atenção para o corpo — respiração, contato com o chão, sensações —
há uma redução da hiperativação do sistema de alerta
e uma ativação dos estados de regulação.

Mas, além disso, existe um movimento mais profundo:

voltar para o corpo
é também voltar para o próprio lugar.

E, aos poucos,
romper ciclos que se repetem
e viver com mais presença, leveza e pertencimento.

Se isso fez sentido para você,
salva esse conteúdo.

E se você sente que seu corpo vive em alerta constante,
talvez seja hora de olhar para isso com mais profundidade.

Mara Olivo
Psicóloga | Consteladora Familiar
Integração entre corpo, mente e sistema familiar

Tem um tipo de cansaço que não se resolve com descanso.Ele aparece quando você vive muito tempo desconectada do próprio ...
01/04/2026

Tem um tipo de cansaço que não se resolve com descanso.

Ele aparece quando você vive muito tempo desconectada do próprio corpo.

Você segue fazendo.
Pensando.
Resolvendo.

Mas já não está realmente presente.

E então vem a ansiedade, a tensão, a sensação de estar sempre em alerta.

Não porque a vida está pesada demais…
mas porque você não tem onde pousar dentro de si.

O corpo é o lugar onde o sistema nervoso se regula.

É nele que a segurança é percebida.
É nele que o ritmo desacelera.
É nele que a vida acontece de verdade.

Mas muitas vezes, sair do corpo foi uma forma de proteção.

Para não sentir.
Para dar conta.
Para continuar.

Só que o que te protegeu um dia…
hoje pode estar te afastando de si.

Na visão sistêmica, isso aprofunda ainda mais:

quando você não está no corpo,
também não está totalmente no seu lugar.

E quando você sai do seu lugar,
começa a carregar mais do que deveria.

Voltar para o corpo não é parar a vida.

É voltar para si.

É criar espaço interno para sentir, sustentar e existir com mais presença.

E, aos poucos,
romper ciclos que se repetem
e encontrar seu lugar com mais leveza e pertencimento.

Se isso fez sentido para você,
talvez não seja mais esforço que você precisa.

Talvez seja voltar.

Eu posso te ajudar nesse caminho.

Mara Olivo
Psicóloga | Consteladora Familiar
Com um olhar profundo sobre o que está por trás do que se repete

Na minha prática, eu aprendi a olhar além do sintoma.Porque, muitas vezes, a criança não está “doente”.Ela está sensível...
01/04/2026

Na minha prática, eu aprendi a olhar além do sintoma.

Porque, muitas vezes, a criança não está “doente”.

Ela está sensível ao sistema em que está inserida.

O diagnóstico é importante, sim.
Ele orienta, organiza, direciona.

Mas ele não conta toda a história.

Existem dinâmicas invisíveis, vínculos profundos e movimentos inconscientes acontecendo.

E muitas crianças, por amor,
acabam se conectando com aquilo que não foi resolvido.

Isso pode gerar estado de alerta, inquietação, dificuldade de atenção.

Mas, para além disso, existe algo essencial:

👉 a tentativa de manter algum tipo de equilíbrio dentro do sistema familiar.

Quando esse movimento é visto com respeito — sem julgamento, sem pressa —
abre-se espaço para uma reorganização.

E, aos poucos, a criança pode voltar para o seu lugar.

Um lugar onde ela não precisa sustentar…
não precisa cuidar…
não precisa carregar.

Um lugar onde ela pode viver com mais leveza, presença e pertencimento.

O sintoma não é o erro.
É a linguagem de algo que ainda não foi ouvido.

Se isso faz sentido pra você, talvez seja hora de olhar para além do sintoma.

Se você sente que seu filho pode estar carregando mais do que deveria…
existem caminhos para olhar isso com segurança.

Mara Olivo
Psicóloga e Consteladora Familiar

Nem tudo o que influencia a sua vida foi dito.Em muitos sistemas familiares, existem histórias que foram escondidas.Dore...
31/03/2026

Nem tudo o que influencia a sua vida foi dito.

Em muitos sistemas familiares, existem histórias que foram escondidas.
Dores que não puderam ser olhadas.
Fatos que se tornaram segredo.

Mas aquilo que é ocultado não desaparece.

Na visão sistêmica, o que é excluído continua atuando — ainda que fora da consciência.

E muitas vezes isso se manifesta através de sintomas, padrões ou emoções que não parecem ter explicação.

Nem sempre temos acesso ao que aconteceu.

E talvez nem seja necessário.

Como disse Santo Agostinho de Hipona:

“Há coisas que nos pertencem…
e há coisas que pertencem ao além.”

O movimento mais importante não é descobrir o segredo.

É reconhecer que algo existiu.

E olhar para isso com respeito.

Sem julgamento.
Sem curiosidade.
Sem invadir aquilo que não nos pertence.

Porque, muitas vezes, não precisamos saber.

Precisamos apenas dar um lugar.

E quando algo encontra um lugar…
o sistema pode respirar.

Existem dores que não fazem barulho.Elas não são faladas.Não são choradas.Não são reconhecidas.Mas continuam… atuando.Na...
31/03/2026

Existem dores que não fazem barulho.

Elas não são faladas.
Não são choradas.
Não são reconhecidas.

Mas continuam… atuando.

Na clínica, é muito comum observar que perdas não elaboradas — como abortos (espontâneos ou provocados) — permanecem vivas no sistema familiar.

E quando não encontram lugar…
alguém, muitas vezes na geração seguinte, expressa isso:

na ansiedade
nos conflitos
no vazio
ou em dificuldades na vida afetiva

Não como culpa.

Mas como tentativa do sistema de trazer à luz o que ficou no escuro.

Quando um casal não atravessa esse luto…

a relação pode endurecer, se afastar ou perder vitalidade.

Porque algo importante ficou sem reconhecimento.

O que não é chorado no amor…
é carregado em silêncio por gerações.

E o sistema pede ordem.

Olhar para isso não é reviver dor.

É liberar o que ficou preso.

E, muitas vezes, é isso que permite:

mais leveza
mais conexão
e mais vida fluindo

Se você sente que existe algo não elaborado na sua história…

isso pode ser cuidado.

Atendo online.
Com um olhar profundo, sistêmico e terapêutico.

Mara Olivo
Psicóloga e Consteladora Familiar

Muitas pessoas perguntam:“Como alguém pode sentir algo na constelação… sem me conhecer?”E, muitas vezes, a resposta que ...
30/03/2026

Muitas pessoas perguntam:

“Como alguém pode sentir algo na constelação… sem me conhecer?”

E, muitas vezes, a resposta que recebem é:
“é de sentir.”

Mas existe uma explicação.

Os neurônios-espelho, descritos por Giacomo Rizzolatti, são responsáveis pela nossa capacidade de empatia e identificação.

Eles fazem com que o cérebro reaja ao outro como se a experiência fosse nossa.

Ou seja:

você não apenas observa…
você sente.

É por isso que você se emociona com um filme.
Sente o clima de um ambiente.
Percebe algo antes mesmo de entender.

Na constelação, esse processo se intensifica.

Porque você está em presença, em foco e em relação.

O cérebro lê sinais sutis.
O sistema nervoso responde.
E o corpo manifesta.

Não é místico.

É o seu corpo em relação com o outro e com o sistema.

E quando você entende isso,
você deixa de se confundir com o que sente…

e começa a usar essa percepção com mais consciência.

Se esse conteúdo fez sentido pra você, salva esse post.

Talvez ele te ajude a olhar para algumas coisas com mais clareza.

Se você sente que está repetindo algo
e quer sair desse lugar com consciência…

eu posso te acompanhar nesse processo.

Mara Olivo
Psicóloga e Consteladora Familiar

Nem tudo o que você sente vem apenas da sua história.Nós estamos o tempo todo em relação.E dentro dessas relações existe...
30/03/2026

Nem tudo o que você sente vem apenas da sua história.

Nós estamos o tempo todo em relação.

E dentro dessas relações existe um campo — invisível, mas perceptível — onde emoções, tensões e histórias circulam, mesmo sem palavras.

O seu corpo lê isso.

O seu sistema nervoso responde antes da sua mente entender.

Por isso, às vezes, você sente algo que não consegue explicar.

Não é exagero.
Não é fraqueza.
Não é “coisa da sua cabeça”.

É percepção.

E quando você começa a compreender isso,
você deixa de se confundir com tudo o que sente.

E passa a ter mais clareza sobre o que é seu… e o que é da relação.

Se você quer compreender de forma mais profunda
o que está por trás das suas relações,
existe um caminho.

Mara Olivo
Psicóloga e Consteladora Familiar

Existe um equívoco muito comum quando se fala em constelação familiar.Muitas pessoas acreditam que é algo místico, sem e...
29/03/2026

Existe um equívoco muito comum quando se fala em constelação familiar.

Muitas pessoas acreditam que é algo místico, sem explicação…
ou que depende de “sentir” sem compreender.

Mas não é isso.

A constelação tem base em estudos da psicologia, na neurociência e na compreensão sistêmica do ser humano.

O que acontece ali não é aleatório.

Existe um cérebro que interpreta.
Um corpo que responde.
E um sistema que se revela.

Quando você externaliza uma imagem interna,
o que estava confuso dentro… ganha forma fora.

E quando você vê com clareza,
algo começa a se reorganizar.

Não é sobre acreditar.

É sobre compreender.

E quando você compreende…
você deixa de se confundir com tudo o que sente
e passa a se posicionar com mais consciência.

Se esse conteúdo fez sentido pra você, salva esse post.

Talvez ele seja importante em algum momento do seu processo

Nem tudo precisa de resposta imediata.

Mas talvez…
isso mereça ser olhado com mais atenção.

E talvez…
o que você sente hoje
não seja só sobre você.

Mara Olivo
Psicóloga e Consteladora Familiar

Se você percebe padrões se repetindo na sua famíliaou sente que carrega algo que não é seu…isso pode ser olhado com prof...
28/03/2026

Se você percebe padrões se repetindo na sua família
ou sente que carrega algo que não é seu…

isso pode ser olhado com profundidade.

Me chama no direct com a palavra “NOME”
e eu te explico como funciona o atendimento.

— Mara Olivo
Psicóloga & Consteladora Familiar

O corpo não é inimigo.Ele é um mensageiro.Diversas abordagens — da neurociência ao trabalho corporal, da psicoterapia à ...
28/03/2026

O corpo não é inimigo.

Ele é um mensageiro.

Diversas abordagens — da neurociência ao trabalho corporal, da psicoterapia à visão sistêmica — já reconhecem que experiências emocionais intensas impactam diretamente o organismo.

O estresse crônico, por exemplo, ativa o sistema nervoso e pode alterar:

• eixo HPA (hipotálamo-hipófise-adrenal)
• níveis de cortisol
• resposta inflamatória
• memória emocional (amígdala e hipocampo)

Na visão sistêmica, somamos a isso:

👉 histórias familiares não elaboradas
👉 traumas transgeracionais
👉 lealdades invisíveis

E o corpo, muitas vezes, expressa o que não pôde ser dito.

A chamada “medicina germânica” trouxe uma leitura interessante sobre o sintoma como resposta a choques emocionais —
mas é essencial lembrar:

isso não substitui acompanhamento médico.

É uma ampliação de olhar.

Quando você une consciência + cuidado adequado,
você deixa de lutar contra o corpo
e começa a escutar o que ele está tentando revelar.

(romper ciclos que se repetem… também passa pelo corpo)

Se você sente que seu corpo está tentando te mostrar algo
e você ainda não conseguiu compreender…

isso pode ser cuidado com profundidade.

Me chama no direct com a palavra “SINTOMA”
e eu te explico como funciona o atendimento.

— Mara Olivo
Psicóloga & Consteladora Familiar

Na visão sistêmica, nomes não são apenas identificação.Eles podem ser vínculos invisíveis.A repetição de nomes dentro de...
28/03/2026

Na visão sistêmica, nomes não são apenas identificação.

Eles podem ser vínculos invisíveis.

A repetição de nomes dentro de uma família, muitas vezes, aponta para algo que ainda não foi visto, reconhecido ou elaborado.

A psicogenealogia nos mostra que:

👉 o que não é resolvido, se transmite
👉 o que não é reconhecido, se repete
👉 o que não tem lugar, busca pertencimento

E o nome pode ser uma dessas formas.

Não é sobre superstição.
É sobre memória sistêmica.

Quando você olha para isso com consciência,
você deixa de viver no automático
e começa a ocupar o seu verdadeiro lugar.

(romper ciclos que se repetem… começa quando você vê)

Se você percebe padrões se repetindo na sua família
ou sente que carrega algo que não é seu…

isso pode ser olhado com profundidade.

Me chama no direct com a palavra “NOME”
e eu te explico como funciona o atendimento.

— Mara Olivo
Psicóloga & Consteladora Familiar

Nem toda tatuagem é só estética.Algumas são movimentos profundos do inconsciente —tentativas do sistema de trazer à luz ...
26/03/2026

Nem toda tatuagem é só estética.

Algumas são movimentos profundos do inconsciente —
tentativas do sistema de trazer à luz algo que ficou oculto.

Na constelação familiar, entendemos que:

O que é excluído, retorna

O que não é visto, se manifesta

O que não é elaborado, busca repetição

E, muitas vezes, isso aparece no corpo.

A tatuagem pode ser um símbolo de amor, dor, lealdade…
ou até uma tentativa de dar lugar a alguém que foi esquecido.

Não é sobre certo ou errado.
É sobre consciência.

Quando você olha com respeito para o que está por trás,
você deixa de carregar no automático
e passa a escolher com presença.

E isso muda tudo.

(romper ciclos que se repetem… começa assim, com consciência)

Se você sente que existe algo na sua história
que ainda não foi visto ou reconhecido…

isso pode ser cuidado.

Me chama no direct com a palavra “PELE”
e eu te explico como funciona o atendimento.

— Mara Olivo
Psicóloga & Consteladora Familiar

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Criciúma, SC

Telefone

+5548999470586

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