Psicólogo Cleyton Demétrio

Psicólogo Cleyton Demétrio Psicólogo Clínico Cleyton Demétrio (CRP: 12/18650). Atendimento familiar, casais, adulto e infantil.

Do ponto de vista psicológico, o cansaço nem sempre está ligado apenas à quantidade de tarefas, mas à energia psíquica g...
28/04/2026

Do ponto de vista psicológico, o cansaço nem sempre está ligado apenas à quantidade de tarefas, mas à energia psíquica gasta para sustentar o que não é dito, sentido ou elaborado.

Quando emoções, necessidades e conflitos são constantemente reprimidos, o organismo precisa manter um esforço contínuo de controle. Esse processo, muitas vezes inconsciente, consome recursos internos importantes, gerando sensação de peso, irritação, desânimo e esgotamento, mesmo quando “aparentemente está tudo sob controle”.

Silenciar pode ter sido, em algum momento, uma estratégia de adaptação: para evitar conflitos, manter vínculos ou dar conta do que era possível naquele contexto.
E quando isso se torna padrão, o custo emocional aparece.

Nem toda exaustão pede descanso físico, algumas pedem escuta, expressão e elaboração.

A psicoterapia contribui justamente nesse ponto: ao oferecer um espaço seguro para dar forma ao que foi silenciado e assim você pode direcionar essa energia para o que realmente importa!

Pra saber mais você vai precisar agendar um horário comigo! Me chama!
16/04/2026

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Me chama!

Do ponto de vista psicológico, as emoções não são excessos, são sinais. Elas organizam nossa experiência interna e indic...
09/04/2026

Do ponto de vista psicológico, as emoções não são excessos, são sinais. Elas organizam nossa experiência interna e indicam necessidades, limites e percepções sobre o mundo.

A dificuldade surge quando não aprendemos a reconhecer, nomear e regular aquilo que sentimos. Nesse cenário, a emoção deixa de ser uma informação e passa a ser vivida como descontrole, gerando impulsividade, evitação ou sobrecarga emocional.

Regulação emocional não é suprimir o que se sente, mas desenvolver recursos para sustentar, compreender e direcionar essas experiências de forma mais funcional.

É nesse processo que a psicoterapia atua: ajudando a transformar emoção em linguagem, impulsos em consciência e reação em escolha.

Porque sentir não é o problema.
O desafio, e também o caminho, está no que fazemos com isso.
Na minha prática clinica ajudo você a encontrar esse ponto de regulação e a lidar com mais tranquilidade com experiências que hoje podem ser uma dificuldade pra você.

Na perspectiva da psicologia sistêmica, ninguém se constrói sozinho.Somos resultado das relações que vivemos, dos contex...
02/04/2026

Na perspectiva da psicologia sistêmica, ninguém se constrói sozinho.
Somos resultado das relações que vivemos, dos contextos que nos atravessaram e das formas que aprendemos para pertencer, lidar e sobreviver.

A forma como você reage, escolhe, se protege ou até se cobra hoje tem raízes.
Ela foi, em algum momento, uma resposta possível dentro do ambiente em que você estava inserido.

O problema é que, no presente, muitas vezes olhamos para nós mesmos de forma isolada, como se tudo dependesse apenas de esforço individual.
E nesse movimento, ignoramos a complexidade da nossa própria trajetória.

Se cobrar sem considerar a própria história é como avaliar um caminho sem olhar de onde ele começou.

Não é sobre se justificar, mas sobre se compreender de forma mais ampla, mais humana e mais verdadeira.

E é a partir desse olhar que mudanças mais sustentáveis se tornam possíveis, e é esse o objetivo do processo terapeutico, conhecer sua essencia para que você tenha contexto, repertório e mecanismos para ser quem você quiser ser.

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12/03/2026

Quer abrir o seu consultório ou já trabalha na área e sente dificuldade de alavancar o seu negócio?

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Na natureza, não existe uma única fórmula de crescimento. Algumas plantas precisam de sol pleno, outras florescem melhor...
09/03/2026

Na natureza, não existe uma única fórmula de crescimento. Algumas plantas precisam de sol pleno, outras florescem melhor à sombra. Algumas se desenvolvem em solos secos, outras só prosperam com muita água. Quando uma planta não cresce, raramente concluímos que ela “falhou”. Primeiro observamos o ambiente.

Com pessoas, porém, muitas vezes fazemos o contrário.

Na psicologia do desenvolvimento, já sabemos que o crescimento humano é profundamente influenciado pelo contexto. Vínculos seguros, condições emocionais, oportunidades, reconhecimento, segurança psicológica e até fatores culturais moldam a forma como cada indivíduo se desenvolve. O potencial não se manifesta no vazio, ele emerge nas condições que o sustentam.

Isso também ajuda a entender por que comparações são tão injustas. Cada pessoa carrega histórias, recursos internos, desafios e ambientes diferentes. O que funciona para um pode não funcionar para outro. E isso não significa incapacidade, significa diversidade de caminhos.

Crescer, muitas vezes, não é “se esforçar mais”, mas encontrar ou construir ambientes onde aquilo que somos possa realmente florescer.

Às vezes, a pergunta mais importante não é “o que há de errado comigo?”, mas sim:
“em quais condições eu consigo crescer?” 🌱

Desde muito cedo, aprendemos a ocupar lugares para sobreviver emocionalmente dentro dos nossos sistemas familiares. O “f...
04/03/2026

Desde muito cedo, aprendemos a ocupar lugares para sobreviver emocionalmente dentro dos nossos sistemas familiares. O “forte”, o “responsável”, o “boazinha”, o “que não dá trabalho”, o “mediador”, o “invisível”. Esses papéis não surgem por acaso, eles são respostas adaptativas a contextos específicos. Em algum momento, foram estratégias inteligentes de proteção.

A psicologia sistêmica e as teorias do apego mostram que nos moldamos para manter vínculo e pertencimento. A criança percebe, ainda que de forma implícita, o que é valorizado, o que gera tensão, o que aproxima ou afasta cuidado. E então se organiza para garantir amor, segurança e estabilidade.

O problema não está em ter assumido esses papéis. O problema é quando eles deixam de ser escolhas e passam a ser prisões identitárias.

Na vida adulta, muitas vezes continuamos operando com as mesmas estratégias que fizeram sentido no passado, mesmo que hoje elas nos custem exaustão, dificuldade de intimidade ou perda de autenticidade. Crescer, então, não é virar outra pessoa, é flexibilizar e perceber que aquilo que um dia te protegeu talvez já não precise mais te definir.

Desaprender é um processo delicado. Envolve luto pela versão de si que foi necessária, reconhecimento da própria história e construção de novas formas de estar no mundo com mais consciência e liberdade.

Porque amadurecer não é abandonar quem você foi.
É integrar e escolher quem você quer continuar sendo.

Vivemos em uma era em que recebemos, em um único dia, mais estímulos do que outras gerações recebiam em semanas. Notific...
28/02/2026

Vivemos em uma era em que recebemos, em um único dia, mais estímulos do que outras gerações recebiam em semanas. Notificações, notícias, vídeos curtos, opiniões, comparações, urgências artificiais. O nosso cérebro, porém, continua sendo biologicamente o mesmo.

Do ponto de vista cognitivo, a mente humana possui limites claros de processamento. A atenção é um recurso finito. Quando somos expostos a um volume excessivo de informações, entramos em estado de sobrecarga cognitiva, o que aumenta a sensação de exaustão, dificuldade de concentração e irritabilidade. Não é falta de disciplina. É um sistema nervoso constantemente ativado.

Além disso, a lógica das plataformas digitais opera na base da recompensa intermitente, mecanismo estudado na psicologia comportamental, que mantém o cérebro em busca contínua de novidade. Isso favorece ciclos de distração e reforça padrões ansiosos: estamos sempre esperando a próxima atualização, o próximo alerta, a próxima resposta.

A ansiedade nesse contexto não nasce apenas de conflitos internos, mas da ausência de pausas externas. Sem tempo para integrar experiências, refletir e simbolizar o que vivemos, acumulamos informação sem elaborar significado.

Silêncio, tédio e pausa não são luxo. São condições psíquicas necessárias para a regulação emocional e para a construção de pensamento profundo.

Eu acredito que o cuidado hoje não seja buscar mais conteúdo, mas recuperar espaços de presença.

25/02/2026

Pertencer para Educar
A escola não é feita apenas de professores.
Ela é construída por pessoas.
Na palestra “Pertencer para Educar”, eu convido cada profissional a compreender o seu papel dentro do ecossistema escolar. Do gestor à merendeira, da secretaria aos serviços gerais, todos sustentam o ambiente onde o aprendizado acontece.
Educar é um ato coletivo.
E quando cada um entende sua importância, deixa de apenas cumprir uma função e passa a exercer uma missão.
Uma escola forte nasce do pertencimento, da responsabilidade compartilhada e da consciência de que ninguém educa sozinho.

Falar organiza.Na psicoterapia, a escuta não é comum, é qualificada, ética e sem julgamentos. Quando você coloca em pala...
18/02/2026

Falar organiza.

Na psicoterapia, a escuta não é comum, é qualificada, ética e sem julgamentos. Quando você coloca em palavras aquilo que antes estava confuso ou reprimido, o sofrimento deixa de ser apenas sensação e passa a ser compreendido.

Muitas dores se intensificam no silêncio.
Na terapia, elas encontram significado.

E quando algo ganha sentido, começa a perder o peso de ser carregado sozinho.

Essa pergunta parece simples, mas carrega um movimento psíquico muito importante: o de revisitar a própria história com ...
16/02/2026

Essa pergunta parece simples, mas carrega um movimento psíquico muito importante: o de revisitar a própria história com consciência e compaixão.

Muitas vezes olhamos para versões antigas de nós mesmos com crítica, julgando escolhas, tolerâncias, silêncios e erros. Mas aquele “eu” do passado tomou decisões com os recursos emocionais, a maturidade e a compreensão que tinha naquele momento. Não com os que você desenvolveu depois.

Na psicologia, amadurecer também significa integrar a própria trajetória.
É reconhecer que cada fase cumpriu uma função: sobreviver, aprender, se adaptar, se proteger. Mesmo comportamentos que hoje você não repetiria talvez tenham sido estratégias necessárias naquele contexto.

Perguntar o que você diria ao seu eu do passado pode revelar duas coisas importantes: O quanto você cresceu e o quanto ainda precisa se acolher.

Talvez você diria: “Você fez o melhor que podia.”
Talvez diria: “Você não precisava ter sido tão duro consigo mesmo.”
Ou ainda: “Eu cuido disso agora.”

Olhar para trás com gentileza não muda o que aconteceu, mas tem o potencial de transformar a forma como isso vive dentro de você.

E, muitas vezes, é assim que começamos a nos reconciliar com a própria história.

Falar de saúde mental nas empresas não é falar apenas de sofrimento.É falar de sentido, pertencimento, relações e da for...
05/02/2026

Falar de saúde mental nas empresas não é falar apenas de sofrimento.
É falar de sentido, pertencimento, relações e da forma como o trabalho atravessa a vida de quem está ali.

Quando líderes aprendem a escutar de verdade, equipes se sentem vistas.
Quando o ambiente permite diálogo, o adoecimento diminui.
Quando a empresa compreende o humano, o desempenho deixa de ser imposto e passa a ser construído.

As palestras que conduzo levam às organizações reflexões profundas e aplicáveis sobre:
• saúde mental no contexto corporativo
• bem-estar psicológico
• relações de trabalho mais saudáveis
• liderança humanizada e consciente

Tudo isso com base em psicologia, vivência prática e uma escuta que não romantiza, mas sim humaniza.

Porque empresas são feitas de pessoas.
E pessoas precisam ser cuidadas para sustentar qualquer resultado duradouro.

Endereço

Rua Cel. Pedro Benedet, 363, Sala 806 (Edifício San Vicente)
Criciúma, SC
88801-250

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