23/05/2026
O uso de ferramentas de inteligência artificial tem crescido na área da saúde, com avanços importantes no apoio a diagnósticos, análise de dados e otimização de processos.
Porém, mesmo com a evolução tecnológica, a decisão médica continua sendo humana e acompanhada de responsabilidade profissional.
A Resolução CFM nº 2.454/2026 estabelece diretrizes para o uso ético e seguro da inteligência artificial na medicina, reforçando que essas ferramentas devem atuar como apoio à prática médica, sem substituir o julgamento clínico, a autonomia profissional ou a relação médico-paciente.
A norma também determina que:
> O uso da IA deve ser registrado em prontuário;
> Os pacientes devem ser informados quando houver utilização relevante dessas ferramentas;
> Os dados de saúde devem seguir critérios rigorosos de confidencialidade e segurança;
> Diagnósticos e decisões terapêuticas não podem ser comunicados exclusivamente por sistemas de IA.
Você já conhecia essas diretrizes? Leia a Resolução completa e compartilhe com seus colegas médicos.