Psicóloga Luana Ribeiro

Psicóloga Luana Ribeiro Psicóloga | Abordagem Humanista e Intercultural | Psicoterapia para vínculos, presença e autocuidado.

Acolho pais e filhos adultos no caminho do afeto, do autoconhecimento e da liberdade de estar presente e pertencer ao mundo.

Você não explode porque é agressivo, você explode porque aprendeu a reprimir. Desde menino, você ouviu que homem não cho...
28/04/2026

Você não explode porque é agressivo, você explode porque aprendeu a reprimir. Desde menino, você ouviu que homem não chora, que tem que ser forte, e você acreditou. Então aprendeu a engolir, a fingir que está tudo bem, a seguir como se nada estivesse acontecendo, até isso virar automático.

Mas o que é reprimido não desaparece. Se acumula, se transforma e começa a sair de outras formas. Na irritação, no tom mais duro, no controle, no afastamento. E aos poucos, você vai afastando as pessoas sem perceber, sem entender exatamente o porquê.

Não é falta de sentimento. É falta de acesso ao que você sente. E quando você não consegue acessar, também não consegue comunicar. E aquilo que não é dito acaba sendo expresso da pior forma.

Vulnerabilidade não é fraqueza. É a capacidade de reconhecer o que acontece dentro de você sem precisar se defender o tempo todo. E o homem que desenvolve isso não perde força, ele ganha controle de verdade.

Esse pode ser você.

Você não aprendeu a sentir, aprendeu a controlar. E quando não existe palavra, tudo vira a mesma coisa. Raiva vira respo...
20/04/2026

Você não aprendeu a sentir, aprendeu a controlar. E quando não existe palavra, tudo vira a mesma coisa. Raiva vira resposta pra tudo, mesmo quando não é raiva. Às vezes é medo, às vezes é insegurança, às vezes é aquela sensação de não ser suficiente que nunca foi dita, nem pra ninguém, nem pra si mesmo.

O problema é que isso não f**a dentro. Sai no jeito de falar, no tom, no silêncio, no afastamento, no controle. E quem está do outro lado não vê medo, vê dureza. Não vê insegurança, vê frieza. E aos poucos, a relação vai desgastando sem que você entenda exatamente o porquê.

Não é falta de sentimento. É falta de vocabulário. E sem vocabulário emocional, você não consegue reconhecer o que sente, muito menos comunicar. E aquilo que não é nomeado, sempre encontra um jeito de sair, normalmente da pior forma.

Aprender a dar nome ao que acontece dentro de você não te enfraquece. Te organiza. Te dá consciência. E só quem entende o que sente consegue, de fato, ter controle.

17/04/2026

Tem homem que não é agressivo, ele só nunca aprendeu a dizer o que sente. E quando você não tem palavra, você usa o que tem. A raiva vira resposta pra tudo, mas nem sempre é raiva.

E isso aparece como grosseria, silêncio, afastamento, controle. E quem está do outro lado enxerga um homem difícil, quando, na verdade, existe um homem que não sabe se explicar nem por dentro.

Não é falta de sentimento. É falta de vocabulário. E sem vocabulário emocional não existe comunicação, não existe relação que sustente, não existe controle de verdade. Porque controlar não é reprimir, é entender o que está acontecendo dentro de você.

E isso começa pelo básico: saber dar nome ao que sente. Porque aquilo que você não nomeia sempre encontra um jeito de sair. Vamos juntos?

Se no vídeo anterior falamos sobre o silêncio como uma forma de autoabandono, aqui ampliamos a reflexão.Muitas vezes, al...
14/04/2026

Se no vídeo anterior falamos sobre o silêncio como uma forma de autoabandono, aqui ampliamos a reflexão.

Muitas vezes, além de se calar, você também assume responsabilidades que não são suas. Resolve conflitos que não provocou. Justif**a atitudes que não concorda. Minimiza comportamentos que ferem.

Isso não é maturidade emocional. É sobrecarga sustentada pelo medo.

Permitir que alguém enfrente as próprias consequências não é abandono. É uma forma de respeitar o processo de crescimento daquela pessoa — e de preservar a sua energia.

Relacionamentos saudáveis se constroem com responsabilidade compartilhada, não com resgate constante.

Apoiar não é carregar.
E carregar não é amar.

É comum avaliar uma relação pela intensidade do sentimento. Mas sentimento não é critério suficiente para medir saúde em...
06/04/2026

É comum avaliar uma relação pela intensidade do sentimento. Mas sentimento não é critério suficiente para medir saúde emocional.

O que realmente revela a qualidade de um vínculo é o impacto dele na sua autoestima, na sua espontaneidade e na forma como você se percebe dentro da relação.

Relacionamentos maduros ampliam. Não comprimem.

Observe como você se sente quando está ali. Isso diz mais do que qualquer declaração.

Vivemos uma cultura que romantiza o início e demoniza as fases difíceis.Quando o encantamento diminui e a convivência re...
30/03/2026

Vivemos uma cultura que romantiza o início e demoniza as fases difíceis.

Quando o encantamento diminui e a convivência revela imperfeições, muitos interpretam isso como sinal de que o amor acabou. Mas relações duradouras não são mantidas apenas por emoção intensa. Elas são sustentadas por escolhas repetidas no cotidiano.

Amar também é atravessar conflitos com maturidade, aprender a comunicar o que incomoda e reorganizar expectativas sem transformar cada desconforto em ruptura.

Isso não signif**a tolerar desrespeito ou negligência. Signif**a entender que vínculos profundos exigem construção contínua.

Nem toda fase difícil é um fim. Algumas são pontos de amadurecimento.

26/03/2026

Existe a ideia de que terapia é apenas um lugar confortável para desabafar. Mas ela vai além.

É um espaço de escuta, sim.
Mas também é um espaço de confronto gentil com padrões, escolhas e narrativas que você talvez nunca tenha questionado.

Processos terapêuticos não prometem soluções mágicas. Prometem consciência. E consciência exige coragem.

Quem entra em terapia não está buscando muleta emocional. Está escolhendo responsabilidade.

Muitas pessoas adiam a primeira sessão de terapia porque imaginam um cenário que não existe.Imaginam julgamento. Pressão...
20/03/2026

Muitas pessoas adiam a primeira sessão de terapia porque imaginam um cenário que não existe.

Imaginam julgamento. Pressão. Expectativa de respostas prontas. Como se fosse preciso organizar toda a própria história antes de entrar no consultório.

Mas terapia não é sobre desempenho emocional.

É sobre ter um espaço seguro para falar do que dói, do que confunde, do que ainda não faz sentido. É um processo de construção, não de cobrança.

Você não precisa estar no limite para procurar ajuda. E não precisa saber por onde começar. Às vezes, o primeiro passo é apenas permitir-se ser escutada.

E isso já é um começo.

18/03/2026

Toda mudança de fase cobra um preço.

Quando você decide amadurecer, mudar hábitos, organizar sua rotina ou construir algo maior, inevitavelmente algumas dinâmicas deixam de fazer sentido. Certas conversas já não alimentam. Certos ambientes começam a cansar. Certas companhias não combinam mais com a versão que você está tentando se tornar.

Isso não é arrogância. É alinhamento.
Disciplina não é apenas levantar cedo ou cumprir metas. É sustentar escolhas, mesmo quando elas criam desconforto social. É aceitar que crescimento exige ajuste de contexto.

Muitas pessoas querem novos resultados mantendo os mesmos ambientes que sustentavam os antigos padrões. Isso raramente funciona.

Amadurecer é entender que nem todo mundo vai acompanhar todas as suas versões. E tudo bem.
Você não está abandonando pessoas. Está escolhendo coerência.

Esperar que a felicidade chegue quando algo mudar é uma forma silenciosa de adiamento emocional.Existe uma parte da vida...
12/03/2026

Esperar que a felicidade chegue quando algo mudar é uma forma silenciosa de adiamento emocional.

Existe uma parte da vida que não controlamos. Mas existe uma parte enorme que depende da interpretação que damos às experiências. A forma como reagimos, como organizamos o signif**ado do que acontece e como escolhemos responder.

Autorresponsabilidade não é culpa. É poder.
Não é negar dificuldades. É reconhecer que sua percepção influencia diretamente sua experiência.

Enquanto você espera o futuro ideal, o presente continua acontecendo.

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