31/01/2026
O câncer da tireoide não pode ser totalmente prevenido, porém é possível reduzir riscos e favorecer o diagnóstico precoce, o que impacta diretamente no sucesso do tratamento.
Isso ocorre porque muitos fatores associados à doença, como predisposição genética e histórico familiar, não são passíveis de controle. Ainda assim, algumas medidas contribuem para diminuir o risco, como evitar exposições desnecessárias à radiação, especialmente na região da cabeça e do pescoço, sempre que possível.
A alimentação adequada também exerce um papel importante. O iodo é um mineral essencial para a produção dos hormônios tireoidianos, e sua deficiência pode levar a alterações na glândula. No entanto, é importante destacar que, no Brasil, o sal de cozinha é iodado, o que geralmente é suficiente para manter níveis adequados de iodo na população, não sendo indicada suplementação sem orientação profissional.
Além disso, o acompanhamento médico regular e a atenção a sinais clínicos são fundamentais. Alterações como nódulos, aumento de volume ou assimetrias no pescoço devem ser avaliadas por um profissional habilitado. A detecção precoce permite intervenções mais eficazes e melhores resultados terapêuticos.
Para pessoas com maior risco, especialmente aquelas com histórico familiar de câncer da tireoide, o acompanhamento periódico é ainda mais relevante. Em situações específicas, a avaliação genética pode ser considerada como parte de uma abordagem preventiva individualizada.
Conteúdo com finalidade exclusivamente educativa. Não substitui avaliação ou orientação médica individualizada.
Dr. Rogério Leite
CRM 2850/MT
Cirurgião Oncológico – RQE 1215
Cirurgião de Cabeça e Pescoço – RQE 1052
📍 Instituto da Tireoide
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