Drª Paola Fadul

Drª Paola Fadul Drª Paola Fadul - CRM/MT 8110.

- Formada na UNOESTE - Universidade do Oeste Paulista - na cidade de Presidente Prudente/SP;

- Especialização em Pediatria também na UNOESTE/HRPP;

- Especialização em Neurologia Infantil na UNESP em Botucatu/SP.
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�Locais de Atendimento:

�Cuiabá-MT
�Rondonópolis-MT
�Primavera do Leste-MT

27/03/2026

Tem criança que não acompanha o ritmo dos seus pares.
E não é porque não quer.

É porque passou horas tentando se adaptar, se controlar, lidar com dificuldades que ninguém percebe.
Chega uma hora que o corpo simplesmente para.

O que muita gente chama de “excessos”, “desinteresse” ou “falta de limite”, muitas vezes é a ponta do iceberg de um pedido de ajuda.

Incluir não é forçar a criança a caber no padrão.
É ajustar o ambiente, o olhar e a forma de ensinar.

Quando a gente entende a necessidade, a dificuldade deixa de ser problema e vira aprendizado.

E aí tudo muda.

Inclusão de verdade começa quando paramos de exigir e passamos a compreender.

Se isso fez sentido pra você, compartilha com alguém que precisa enxergar além das dificuldades 💙

Acolher é estar presente, validar o que a criança sente, nomear emoções e oferecer segurança.Mas acolher não significa a...
25/03/2026

Acolher é estar presente, validar o que a criança sente, nomear emoções e oferecer segurança.
Mas acolher não significa abrir mão de limites.

Crianças precisam de contorno para se organizarem por dentro.
É no limite claro, previsível e respeitoso que elas aprendem até onde podem ir, e se sentem seguras para explorar o mundo.

Permitir tudo pode parecer cuidado, mas muitas vezes gera insegurança, desregulação e dificuldade de convivência.

Entre o “pode tudo” e o “não pode nada”, existe um caminho mais saudável: o do equilíbrio e direção.

É possível ser firme sem deixar de ser afetuoso.
E é exatamente isso que sustenta o desenvolvimento.

No dia 20 de março celebramos o Dia Mundial da Análise do Comportamento, data escolhida por associações internacionais d...
21/03/2026

No dia 20 de março celebramos o Dia Mundial da Análise do Comportamento, data escolhida por associações internacionais da área por marcar o aniversário de B. F. Skinner, um dos principais nomes da ciência do comportamento. Mais do que uma homenagem histórica, é o reconhecimento de um campo científico sólido e em constante desenvolvimento.

A Análise do Comportamento estuda como o comportamento é aprendido e modificado a partir da interação com o ambiente. No contexto do Transtorno do Espectro Autista, a ABA representa a aplicação prática dessa ciência por meio de intervenções baseadas em evidências, conduzidas de forma técnica, individualizada e mensurável.

Uma intervenção responsável envolve avaliação detalhada, definição de metas claras, coleta e análise contínua de dados e ajustes estratégicos ao longo do processo. Não se trata de atividades isoladas, mas de um trabalho estruturado que envolve equipe e família com foco em desenvolvimento real.

Celebrar essa data é reforçar a importância da ciência aplicada com rigor, ética e responsabilidade para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Seu filho realiza intervenção em ABA? Como tem sido essa experiência para vocês?

Na clínica, é muito comum ouvir mães dizendo que, lá atrás, perceberam algo diferente no desenvolvimento do filho… mas h...
19/03/2026

Na clínica, é muito comum ouvir mães dizendo que, lá atrás, perceberam algo diferente no desenvolvimento do filho… mas hesitaram em falar. Tiveram medo de estar exagerando. De estar comparando demais. De ouvir que era “coisa da cabeça delas”.

Só que quem convive todos os dias percebe mudanças sutis antes de qualquer outra pessoa. Pequenas diferenças no olhar, na comunicação, na forma de reagir, no comportamento.

Essa percepção nasce da rotina, da observação diária, de estar presente em cada detalhe.

Confiar nisso não significa fechar um diagnóstico sozinha. Significa observar com mais atenção, buscar orientação quando necessário e não ignorar aquilo que insiste.

Se essa mensagem fez sentido para você, compartilhe com outra mãe que talvez precise ouvir isso hoje. 💛

Catarina 4 meses 🩷Nosso sorriso de todas as manhãs. Nossa calmaria em meio a tempestades.Um amor que só cresce nas nossa...
13/03/2026

Catarina 4 meses 🩷

Nosso sorriso de todas as manhãs.
Nossa calmaria em meio a tempestades.
Um amor que só cresce nas nossas vidas.

Nós te amamos mais que tudo filha!

Quando uma criança autista se bate ou se morde, o comportamento não é aleatório. Todo comportamento tem função. Ele está...
12/03/2026

Quando uma criança autista se bate ou se morde, o comportamento não é aleatório. Todo comportamento tem função. Ele está comunicando ou regulando algo naquele momento.

A sobrecarga sensorial é uma das causas mais comuns. Luz forte, barulho, muitas pessoas ou estímulos intensos podem gerar um nível de ativação que o corpo tenta regular. O comportamento pode surgir como tentativa de aliviar essa sobrecarga.

A dificuldade de comunicação também pesa. Quando a criança não consegue expressar dor, frustração ou necessidade, o corpo pode virar a forma de comunicar que algo não está bem.

Alguns casos envolvem busca por estímulo sensorial. Sensações físicas intensas podem organizar o sistema nervoso naquele momento.

E há situações relacionadas à ansiedade, frustração ou mudanças inesperadas na rotina, que podem gerar explosões emocionais quando a regulação ainda é limitada.

Entender a função do comportamento é o primeiro passo para intervir com estratégia e não apenas reagir.

Você já presenciou uma situação assim? Me conte aqui nos comentários!

Alterações do sono são muito comuns em pessoas com TEA.Estima-se que até 80% das crianças no espectro apresentem algum t...
11/03/2026

Alterações do sono são muito comuns em pessoas com TEA.

Estima-se que até 80% das crianças no espectro apresentem algum tipo de dificuldade relacionada ao sono, como dificuldade para iniciar o sono, despertares frequentes durante a noite, sono agitado ou dificuldade em manter um padrão regular de sono.

A relação entre autismo e sono ainda é estudada, mas alguns fatores podem contribuir para essas alterações. Entre eles estão dificuldades na regulação do ritmo circadiano, o “relógio biológico” que organiza os ciclos de sono e vigília, além de possíveis alterações na produção de melatonina, hormônio importante para a indução do sono.

Outro aspecto importante envolve a sensibilidade sensorial. Algumas crianças podem perceber estímulos como luz, sons ou texturas de forma mais intensa, o que pode dificultar o relaxamento necessário para adormecer.

Quando o sono não acontece de forma adequada, os impactos podem aparecer durante o dia: mais irritabilidade, dificuldade de atenção, alterações de comportamento e prejuízos no processo de aprendizagem.

Além disso, noites difíceis também podem afetar diretamente a qualidade de vida da família.

Por isso, dentro do cuidado com crianças no espectro, olhar para o sono não é um detalhe.
Ele pode ser uma peça importante para o comportamento, a aprendizagem e o desenvolvimento.

E por aí, como estão as noites de sono na sua casa?

Durante muito tempo, dificuldades no desenvolvimento infantil foram silenciadas, minimizadas ou atribuídas ao “jeito da ...
10/03/2026

Durante muito tempo, dificuldades no desenvolvimento infantil foram silenciadas, minimizadas ou atribuídas ao “jeito da criança”.

Quando alguém diz: “na minha época não existia isso”, é importante lembrar que muitas questões simplesmente não eram identificadas, ou não recebiam nome.

O que mudou não foi a existência dessas dificuldades, foi a forma como passamos a compreendê-las.
Hoje temos mais informação, mais estudos e mais responsabilidade ao olhar para a infância. Sabemos que reconhecer sinais precoces faz diferença na trajetória da criança e no suporte oferecido à família.

Nomear não é exagerar, é reconhecer para orientar. É compreender para cuidar.

Cuidar da infância exige menos comparação entre gerações e mais olhar técnico e atualizado.

O Transtorno do Processamento Sensorial acontece quando o cérebro tem dificuldade em organizar e interpretar os estímulo...
09/03/2026

O Transtorno do Processamento Sensorial acontece quando o cérebro tem dificuldade em organizar e interpretar os estímulos que vêm do corpo e do ambiente.

Todos nós recebemos informações sensoriais o tempo todo, por meio da visão, audição, tato, olfato, paladar… Em condições adequadas, o cérebro processa esses estímulos e gera respostas proporcionais.

Em algumas crianças, porém, esse processamento acontece de forma diferente. Elas podem reagir de maneira exagerada ou reduzida a determinados estímulos, como sons, texturas, movimentos ou sabores. Isso explica comportamentos que muitas vezes são confundidos com birra, teimosia ou “frescura”.

Essas alterações sensoriais podem impactar a rotina, o comportamento, a alimentação, o sono, a atenção e a regulação emocional. Por isso, quando há suspeita, é fundamental conversar com o pediatra e, se necessário, encaminhar para avaliação com terapeuta ocupacional.

Salve este post para consultar quando precisar e envie para famílias que possam se beneficiar dessa informação.


No autismo, aquilo que parece “estranho” para quem observa de fora costuma ser, na verdade, uma estratégia legítima de a...
05/03/2026

No autismo, aquilo que parece “estranho” para quem observa de fora costuma ser, na verdade, uma estratégia legítima de autorregulação do cérebro.

Rotina não é rigidez por escolha.
Movimentos repetitivos não são “mania”.
Preferências sensoriais não são frescura.

São respostas neurológicas a um mundo que, muitas vezes, exige mais do que aquele sistema nervoso consegue processar.

O cuidado começa quando paramos de perguntar “como faço para mudar esse comportamento? E passamos a perguntar: “o que esse comportamento está tentando nos dizer?”

Compreender é o primeiro passo para intervir com responsabilidade.

Se esse conteúdo te ajudou a olhar o desenvolvimento infantil com mais clareza, salve e compartilhe. Informação também é cuidado.

A dúvida é comum: se meu filho ainda está na infância, brincar não deveria ser prioridade?Sim. Mas participar da rotina ...
04/03/2026

A dúvida é comum: se meu filho ainda está na infância, brincar não deveria ser prioridade?

Sim. Mas participar da rotina da casa também pode fazer parte do desenvolvimento quando isso é feito de forma adequada à idade e inserido com clareza no dia a dia.

Um estudo que acompanhou 9.971 crianças do início da vida escolar até o 3º ano observou que aquelas que realizavam tarefas domésticas com maior frequência apresentaram melhor percepção de competência acadêmica e social, mais comportamentos pró-sociais, maior satisfação com a vida e melhor desempenho em matemática. Esses resultados permaneceram significativos mesmo após o controle de variáveis como renda familiar, escolaridade dos pais e s**o.

Trata-se de um estudo observacional, portanto não é possível afirmar causalidade direta. Ainda assim, os dados sugerem que a participação em responsabilidades cotidianas pode estar relacionada ao fortalecimento da autoeficácia e da percepção de capacidade.

Do ponto de vista do desenvolvimento, tarefas domésticas mobilizam funções executivas como planejamento, organização, autorregulação e tolerância à frustração. Além disso, oferecem algo essencial: a experiência concreta de pertencimento e contribuição dentro da família.

Não se trata de antecipar responsabilidades.
Trata-se de incluir a criança, de forma proporcional ao seu estágio de desenvolvimento, na vida real.

E na sua casa, seu filho já participa das tarefas do dia a dia?
Com quantos anos ele começou? Conte aqui nos comentários!

Referência: White et al., 2019 – Journal of Developmental & Behavioral Pediatrics.

A infância passa rápido e é nela que se formam as bases que sustentam toda a vida.É na infância que se constrói caráter,...
03/03/2026

A infância passa rápido e é nela que se formam as bases que sustentam toda a vida.

É na infância que se constrói caráter, segurança emocional, forma de se relacionar com o outro e com o mundo. Não como uma etapa que se “fecha”, mas como um alicerce que permanece.

Por isso, cuidar do desenvolvimento emocional das crianças não é opcional. Exige presença, preparo e responsabilidade do adulto que acompanha esse processo.

Que a gente esteja, todos os dias, mais consciente e mais preparado para oferecer às crianças o que realmente importa enquanto isso ainda está sendo construído.

E você… o que tem construído na infância da sua criança?

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