Psicóloga Ester Marinete Stalter Schäfer

Psicóloga Ester Marinete Stalter Schäfer Psicóloga Clínica Cognitivo Comportamental
Especialista em Psic. do Tráfego
Sexóloga
Neuropsicologia

15/02/2026
27/11/2025
Vale a reflexão.
10/11/2025

Vale a reflexão.

Aos doze anos, Mary Rexroat se tornou mãe de sete irmãos — não por escolha, mas porque uma noite de inverno decidiu desafiar os limites da alma humana.

Janeiro de 1886 trouxe ao Kansas uma tempestade com a fúria de um deus ofendido. O vento cortava a planície, o frio se enraizava até os ossos e o céu parecia feito de gelo. Quando os pais de Mary saíram para verificar o gado, prometeram voltar antes do anoitecer. Eles nunca voltaram.

Na manhã seguinte, Mary os encontrou congelados, a poucos metros do celeiro — tão perto da segurança, tão longe da vida. Atrás dela, sete irmãos — o mais novo com dois anos, o mais velho com dez — esperavam uma resposta. Ela era apenas uma menina. Mas, naquele momento, a infância terminou.

Sozinha, sem vizinhos por milhas, sem família por perto e sem qualquer ajuda, Mary fez o que a coragem manda quando o medo não é uma opção: decidiu sobreviver.

Racionou cada pedaço de comida, derreteu neve para fazer água, manteve o fogo aceso durante noites inteiras. Quando as provisões se esgotaram, caminhou cinco quilômetros pela neve, levando as crianças por turnos, até conseguir trocar a aliança da mãe — o último elo com o amor perdido — por um pouco de farinha e carne salgada.

Aprendeu a caçar com a espingarda do pai, a montar armadilhas, a pescar em rios congelados, a costurar roupas rasgadas à luz trêmula de uma vela. Cada gesto se tornava um ato de resistência silenciosa contra o frio, a fome e o desespero.

À noite, enquanto o vento rugia lá fora, Mary contava histórias. Falava sobre a primavera que viria, sobre o jardim que plantariam, sobre a vida que os aguardava além do gelo. Mentia, mas era uma mentira sagrada, feita de esperança.

Quando o sol finalmente derreteu a neve, as oito crianças Rexroat ainda estavam vivas. Os vizinhos, que há muito os davam por mortos, os encontraram magros, mas de pé — a cabana limpa, o fogo aceso, o jardim começando a brotar.

Quando perguntaram a Mary como tinha conseguido, ela respondeu apenas:

“Eles precisavam de mim. Então eu fiz o que precisava ser feito.”

A história se espalhou por todo o Kansas. Os jornais chamaram-na de "a menina que se recusou a desistir." Mas Mary nunca quis ser he***na. Queria apenas manter viva a promessa que o amor lhe impôs.

Anos mais tarde, casou-se, teve filhos e viveu uma vida simples. Mas para aqueles que conheciam o inverno de 1886, ela foi e sempre será a guardiã da esperança, a menina que provou que o heroísmo não nasce de força, mas de amor.

Porque a coragem de Mary Rexroat não estava em desafiar tempestades — estava em segurar pequenas mãos no escuro e dizer:

“Vai passar.”

E passou. A pradaria tentou quebrá-los. O inverno tentou tomá-los. A morte tentou separá-los. Mas Mary ficou. E, por isso, sete crianças viveram.

O nome dela pode se perder entre os ventos do Kansas, mas o eco de sua coragem permanece: a lembrança de que, às vezes, a maior forma de heroísmo é simplesmente não deixar ninguém para trás.

08/11/2025

Para levar para vida!

03/11/2025

26/08/2025

Ansiedade de Separação ou comportamento normal? Saiba diferenciar!

É comum que crianças pequenas chorem ou se sintam inseguras na hora de se despedir dos pais, principalmente entre os 6 meses e 3 anos de idade. Isso faz parte do desenvolvimento.

👉 Mas quando o sofrimento é intenso, persistente e começa a atrapalhar a rotina, como recusar ir à escola, evitar dormir fora de casa ou apresentar sintomas físicos (dores de barriga, dor de cabeça, náusea), pode ser sinal do Transtorno de Ansiedade de Separação.

Se esses sinais duram mais de 4 semanas e afetam a vida da criança, é hora de buscar ajuda profissional. Quanto mais cedo o diagnóstico, maior a chance de oferecer apoio adequado e evitar prejuízos na vida escolar, social e emocional.

✨ Identificar a ansiedade de separação não é exagero, é cuidado!

26/08/2025

Aprendendo a falar 😊

🔷🔸Quanto mais estímulos a criança receba no seu primeiro ano de vida, mais facilidade terá para expressar e falar. A estimulação é um dos segredos para conseguir que a criança aprenda a falar adequadamente.
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🔸Falar com a criança com frequência, escutá-la com atenção e pronunciar bem as palavras, são alguns conselhos que podemos citar.
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🔹Os pais são fundamentais na estimulação da linguagem das crianças. Devemos falar com frequência, empregando em primeiro lugar uma linguagem clara e simples, pronunciando bem as palavras.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
🔸A evolução da linguagem, acontece com o desenvolvimento da criança. É um processo gradual e não é igual para todas, umas têm um ritmo mais lento, outras mais acelerado.
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🔷🔸É importante conversar com um médico ou profissional de saúde capacitado. Lembre-se: Quanto mais precoce o diagnóstico, melhores resultados do tratamento.

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