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Amentando a perda de gordura através da MusculaçãoGeralmente quando o assunto é diminuição do peso corporal através da q...
16/08/2016

Amentando a perda de gordura através da Musculação

Geralmente quando o assunto é diminuição do peso corporal através da queima de gordura, o primeiro tipo de prescrição de treinamento que é proposto, é o da utilização dos exercícios aeróbios.

Porém a musculação pode e promove uma perda de gordura corporal de uma amplitude as vezes maior que a do exercício aeróbio.

Para que possamos entender a afirmação anterior é necessário analisarmos como ocorre a queima de gorduras pelo metabolismo orgânico, e como a musculação pode maximizar esta queima.

A perda de gordura corporal implica em primeira instância na diminuição do percentual de gordura, que é determinado por diversos métodos e representa em porcentagem quanto do peso corporal é composto por gordura.
Assim sendo, por exemplo caso tenhamos um indivíduo de 100kg e percentual de gordura igual a 20%, temos que este indivíduo possui 20kg do seu peso em gordura, e o objetivo de qualquer programa de perda de peso deveria ser a obtenção da queda deste percentual.
Porém muitas vezes a perda de peso ocorre devido a canibalização de tecido magro, ou seja, perda de musculatura para gerar as calorias que foram restritas dentro da dieta e são necessárias ao organismo.

Daí concluímos que dietas radicais ou de extrema restrição calórica produzem grande parte da perda de peso em forma de tecido magro, e ao final do processo por vezes o percentual de gordura terá aumentado pois o indivíduo perdeu mais músculos que gordura e a proporção destes acaba se alterando de forma negativa.
Além disso, devido a perda de massa magra haverá um processo de flacidez visível e extremamente inadequado ao objetivo estético daquele indivíduo.

Neste contexto é que a musculação mostra-se mais eficiente que o exercício aeróbio, apesar da solicitação aeróbia ser a única que utiliza as gorduras como combustível durante o exercício.
Baseado nisto muitos supõe que a perda de gordura será maior através da solicitação aeróbia, porém caso analisemos o físico de um maratonista e um corredor de 100 metros, veremos que o sprinter possui uma maior definição muscular apesar de executar bem menos exercícios aeróbios que o maratonista.
Obviamente o maratonista possui um percentual de gordura baixo, mas sua massa magra é extremamente inferior a de um corredor de 100 metros, pois a musculatura tem uma densidade e peso maior que a gordura, e caso o maratonista tivesse uma maior massa muscular isto representaria mais “peso” a ser transportado durante a corrida e uma menor eficiência devido ao aumento de gasto energético que isto acarretaria.

Estudos têm demonstrado que durante a maratona ocorre um consumo do tecido magro afim de gerar-se a energia necessária ao esforço, sendo que após a prova ocorre o rompimento de várias fibras musculares e até um processo de necrose nas mesmas (Wilmore, J.H. and Costill, D.L.,1994).

Esta perda de musculatura acarretará em uma queda do metabolismo basal, o qual representa o número de calorias que o organismo consome para permanecer em seu estado vegetativo, ou seja a quantidade de calorias gastas em um dia para os processos de manutenção do organismo (Keyes et al, 1973).
O valor do metabolismo basal quando somado ao que gastamos com atividades diárias e exercícios físicos representará a necessidade total diária do organismo, e para ocorrer a perda de peso deveremos consumir menos calorias que este total.

Já analisando a utilização da musculação, veremos que esta inibe tanto a perda de musculatura em adultos, sendo que esta ocorre na razão de 2 a 3kg a cada década ( Forbes,1976, Evans e Rosenberg,1992), quanto a queda que o metabolismo basal sofre em cada década que esta em torno de 2 a 5% (Keyes et al, 1973, Evans e Rosemberg,1992).

Porém a musculação não irá apenas prevenir as perdas anteriormente citadas, e sim promoverá um aumento do metabolismo, sendo que ao se acrescentar 1,5kg de musculatura teremos um aumento aproximado de 7% no metabolismo e de 15% nas calórias necessárias diariamente (Campbell et al, 1994).
Em decorrência disso teremos um aumento na capacidade e metabolização de gorduras já que as mesmas irão ser queimadas na musculatura durante o esforço e processo de regeneração, e quão maior for a quantidade de musculatura maior será a necessidade energética e a queima de gorduras, sendo que a musculação pode produzir a perda de 2kg de gorduras após 3 meses de treinamento, mesmo quando forem consumidos 15% a mais de calorias por dia, pois neste mesmo período a musculatura terá aumentado em aproximadamente 1,5kg. ( Campbell et al,1994).
Obviamente não devemos abrir mão da execução de exercícios aeróbios, porém este não devem ser a prioridade em um programa de perda de peso, utilizando-os de 3 a 4 vezes por semana com duração de 20 a 30 minutos.

Pois caso haja uma grande solicitação aeróbia o organismo não terá energia suficiente para entrar em anabolismo e não desfrutará dos benefícios anteriormente citados que são gerados pelo aumento da massa muscular.

Caso seja alegado que o exercício com peso não promove a saúde cardiovascular, isto vêm sendo sistematicamente derrubado pela ciência sendo que o exercício com pesos trazem inúmeros benefícios cardíacos tais como: a melhora da capacidade de ejeção do miocárdio e melhora da elasticidade das paredes arteriais (Hatfield,1989), além de propiciar uma diminuição nos riscos de ocorrência de doenças coronárias (Hurley et al, 1988).
Assim vemos, que para a diminuição da gordura corporal a musculação tem relativamente uma maior importância que o exercício aeróbio, e caso queiramos atingir o máximo de perda de gorduras devemos associar a musculação e exercício aeróbio a uma dieta de restrição calórica, porém a solicitação aeróbia deve ser utilizada em menor quantidade para não anular os efeitos benéficos da musculação.

Fonte: hipertrofia.org

Os exercícios de musculação podem ser divididos basicamente em exercícios compostos e exercícios isoladores.Quem está ce...
05/08/2016

Os exercícios de musculação podem ser divididos basicamente em exercícios compostos e exercícios isoladores.

Quem está certo ?

Na verdade, tanto exercícios compostos como isoladores tem o seu lugar e hora no treino para hipertrofia. Negligenciar qualquer um dos tipos significa abrir mão de uma parcela significativa dos ganhos.

# Porque os exercícios compostos são importantes #

Os compostos são exercícios que recrutam mais de um grupo muscular ao mesmo tempo. Geralmente, um grupo muscular grande faz a maior parte do trabalho com a ajuda de um ou mais músculos menores.

Por exemplo, no supino reto: o peitoral faz a maior parte do trabalho, com o tríceps e deltoides sendo os auxiliares.

Justamente por envolver mais grupos musculares ao mesmo tempo, os exercícios compostos permitem que você use mais carga, permitindo maior estresse e estímulo para o corpo crescer como um todo.

Pense.

Considerando que o corpo precisa ser forçado a se adaptar e ficar mais forte, qual cenário vai causar mais isto ? Levantar 100kg no supino (exercício composto) ou 15kg no crucifixo (exercício isolador) ?

Pois é.

Basicamente, os compostos gerarão a maior parte dos estímulos para hipertrofia, por conta disso a maioria das pessoas, na maioria das situações vão se beneficiar mais com o uso de exercícios compostos do que exercícios isoladores.

Isto significa que os isoladores são apenas dispensáveis ou até inúteis ? Não.

# Porque os exercícios isoladores também são importantes #

Os exercícios isoladores envolvem um único grupo muscular. Tipicamente, o movimento é feito de uma forma que músculos auxiliares não entrem em ação, isolando o músculo a ser trabalhado.

Por exemplo, no crucifixo: o peitoral faz todo o trabalho, neste caso, sem a interferência do tríceps e deltoides.

Existem várias situações específicas onde exercícios isoladores serão úteis no treino.

Imagine a seguinte situação.

Quando você faz supino reto, é possível que os deltoides e tríceps sejam mais fortes fazendo com que você sequer sinta que o peitoral está sendo trabalhado. Isto vai fazer com que os músculos auxiliares fiquem mais fortes que o principal, gerando desproporção com o tempo.

Ao incluir exercícios isoladores no dia de peito, você pode dar atenção especial ao músculo sem que os auxiliares interfiram. Com o tempo o peitoral vai ficar maior e mais forte, transcendendo a diferença com os auxiliares e isto vai até ajudar no desempenho dos exercícios compostos.

Talvez você tenha sofrido uma lesão.

Imagine o cenário onde você queira treinar pernas, mas está com algum problema na coluna. Neste caso não será possível fazer exercícios compostos como agachamento, mas é possível incluir exercícios isoladores como flexora e extensora.

Bem, já deu pra entender a mensagem.

Não podemos esquecer também que conforme você for ganhando experiência e força, os exercícios isoladores serão sua melhor opção para treinar grupos musculares menores como bíceps, tríceps e panturrilhas, sem adicionar estresse desnecessário nos grupos maiores.

No primeiro ano de treino, apenas usando exercícios compostos é possível gerar estímulo suficiente para os músculos menores crescerem junto com os grandes, até mesmo sem movimentos isoladores.

Mas conforme você for crescendo, pode esperar, fraquezas surgirão e nem todos os grupos musculares receberão a mesma atenção só com compostos. Os isoladores serão os seus melhores amigos nestas situações.

# Conclesão #

Apesar dos exercícios compostos serem os principais responsáveis pela hipertrofia muscular, ambos os tipos de movimentos devem ser combinados para gerar melhores resultados.

Não há porque perder um neurônio sequer discutindo qual tipo de exercício é o melhor e absoluto, pode acreditar, o seu corpo vai continuar precisando de exercícios compostos e exercícios isoladores para vencer.

Na musculação, quanto mais extrema for uma ideia, mais longe da realidade ela está. O sensato está sempre próximo do meio termo.

Fonte: http://www.hipertrofia.org/blog/2007/05/13/exercicios-compostos-vs-exercicios-isoladores/

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