Psicóloga Fabiane Valentin

Psicóloga Fabiane Valentin Psicóloga (CRP 08/27620)
Atendimento especializado em adultos

Hoje eu vim te explicar por que a ansiedade não é uma inimiga, ela é uma aliada.A ansiedade é um sentimento como tantos ...
17/01/2026

Hoje eu vim te explicar por que a ansiedade não é uma inimiga, ela é uma aliada.

A ansiedade é um sentimento como tantos outros: assim como a tristeza, a alegria, o medo.

Apesar de ser desconfortável, ela tem uma função muito importante na nossa vida.

A principal função da ansiedade é nos alertar quando existe um perigo ou quando precisamos tomar alguma ação.
Ela funciona como um sinal de alerta do nosso corpo e da nossa mente.

Mas então, quando a ansiedade se torna um problema?

Quando esse sinal de alerta f**a ligado o tempo todo.
Quando já não conseguimos diferenciar situações realmente perigosas de situações inofensivas.

Quando a ansiedade permanece ativada por longos períodos, ela deixa de nos proteger e começa a gerar sofrimento, com sintomas físicos, pensamentos acelerados e desgaste emocional.

Por isso, o objetivo não é eliminar a ansiedade, mas aprender a escutá-la e regulá-la.

Psicóloga Fabiane Valentin
CRP 08/27620

3 motivos para encerrar uma discussãoDiscutir é uma coisa normal, mas nem sempre o debate é produtivo, principalmente qu...
01/08/2025

3 motivos para encerrar uma discussão

Discutir é uma coisa normal, mas nem sempre o debate é produtivo, principalmente quando as emoções tomam conta.

Separei 3 motivos pelos quais talvez você deva interromper uma discussão quando perceber que ela não está mais sendo útil:

1. Preservar o seu autocontrole

Quando o nível de estresse aumenta, é comum que a parte emocional do cérebro (amígdala) assuma o controle, dificultando o pensamento racional. Encerrar a discussão ajuda você a evitar explosões, agressividade ou comportamentos impulsivos dos quais possa se arrepender depois.

Dica prática: Se sentir que está "perdendo a cabeça", diga:
"Preciso de um tempo para pensar. Vamos conversar depois com calma."

2. Reduzir a ativação emocional

Continuar uma discussão acalorada mantém o corpo em estado de alerta (batimento acelerado, respiração ofegante, tensão muscular, etc). Ao interromper a conversa, você ajuda o seu sistema nervoso a retornar ao equilíbrio, diminuindo a intensidade das emoções.

Exercício complementar: técnicas de respiração diafragmática podem te ajudar nesse momento.

3. Proteger relações importantes

Palavras ditas no impulso podem ferir e deixar marcas difíceis de reparar depois. Encerrar uma discussão é um ato de proteção emocional, tanto sua quanto da outra pessoa. Isso ajuda a manter vínculos saudáveis e seguros.

Frase útil:
"Eu valorizo nossa relação e prefiro conversar quando estivermos mais calmos."

Aprender a encerrar discussões de forma consciente é um comportamento saudável que favorece a regulação emocional e a qualidade dos relacionamentos.

Psicóloga Fabiane Valentin da Silva
CRP 08/27620

(41) 9 9665-4005

Imagine que a sua melhor amiga está passando por uma semana muito difícil. Ela te procura, querendo desabafar, e te cont...
17/06/2025

Imagine que a sua melhor amiga está passando por uma semana muito difícil. Ela te procura, querendo desabafar, e te conta que os últimos acontecimentos abalaram muito a autoestima dela. E então… o que você faz? O que você diria? Nem sempre é fácil encontrar as palavras certas, não é mesmo? Às vezes, a gente até sente vontade de ajudar, mas f**a com medo de dizer algo que não faça sentido ou que não traga conforto.

Nessas horas, vale lembrar que, mais do que dizer coisas perfeitas, o mais importante é estar presente, acolher e, se fizer sentido, oferecer palavras que tragam leveza, carinho e reflexão. E sabe de uma coisa? Talvez essas palavras não sirvam só para sua amiga… pode ser que, em algum momento, você mesma também precise ouvir isso.

Por isso, se você ou alguém que você ama estiver lidando com uma fase difícil e que está abalando a autoestima, lembre dessas 5 frases. Elas podem não resolver tudo, mas podem ser um abraço em forma de palavras:

1. “Você aprendeu a se olhar de uma forma muito crítica, mas isso não signif**a que essa visão seja a mais justa ou verdadeira sobre você.”

2. “Se você falasse com uma amiga do mesmo jeito que fala consigo, como acha que ela se sentiria? Você merece a mesma gentileza que oferece aos outros.”

3. “Muitas das coisas que você acredita sobre si mesmo foram construídas lá atrás, em momentos de dor, mas não precisam ser verdades para sempre.”

4. “Vamos olhar também para as suas qualidades, suas conquistas e tudo o que você já superou. Isso também faz parte de quem você é.”

5. “Você não precisa ser perfeito para ser digno de amor, respeito e reconhecimento, inclusive de si mesmo.”

Psicóloga Fabiane Valentin da Silva
CRP 08/27620

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Nem sempre dá pra separar o que a gente sente. E tá tudo bem.Na terapia, é comum que a gente vá aprendendo, aos poucos, ...
09/05/2025

Nem sempre dá pra separar o que a gente sente. E tá tudo bem.

Na terapia, é comum que a gente vá aprendendo, aos poucos, a reconhecer e nomear cada emoção separadamente: tristeza, medo, ansiedade, frustração, raiva, inveja…
Fazemos isso de forma didática. Um sentimento por vez. Como quem aprende uma nova língua: palavra por palavra, até começar a montar frases.

Mas na vida real, os sentimentos não aparecem assim, em caixinhas separadas. Eles chegam todos juntos, confusos, principalmente em momentos difíceis e com pessoas que são importantes pra gente.

Numa conversa delicada com alguém que você ama, por exemplo, pode surgir uma mistura de mágoa, medo de perder, raiva, tristeza, e até vergonha. E aí, tentar entender exatamente o que você está sentindo pode parecer confuso e até impossível naquele momento.

Essa confusão não é sinal de fraqueza ou falta de evolução no processo terapêutico. É sinal de humanidade.

A terapia ajuda a construir esse vocabulário emocional, para que, aos poucos, você possa reconhecer o que sente mesmo nos momentos mais intensos. Nem sempre com clareza imediata. Mas com mais acolhimento e menos julgamento.

Sentir tudo junto é normal. E aprender a dar nome ao que se sente leva tempo.
Seja gentil com você nesse processo. 🌱

Psicóloga Fabiane Valentin da Silva
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