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osersingular Reflexões sobre a singularidade humana, a infância e a educação consciente e positiva.

Você quer que a criança siga suas orientações por ela não querer ser punida ou por compreender o motivo do que precisar ...
22/02/2024

Você quer que a criança siga suas orientações por ela não querer ser punida ou por compreender o motivo do que precisar fazer?

Quando nosso objetivo é obter resultados a curto prazo, podemos usar ameaças, punições, castigos, gritos ou recompensas porque em geral “funcionam” rapidamente. Apesar do alto preço a ser pago!

Porém, é preciso ter consciência que educar uma criança não combina com imediatismo, com pressa, com manipulação.
Educar uma criança combina com paciência, com perseverança, com cuidado, com afeto, com honestidade, com amor!💛

A missão de educar uma criança é um trabalho artesanal, que se faz com objetivos a longo prazo, porque muitas vezes vamos colher os resultados, bem mais tarde.

Educar de verdade é sobre ajudar a formar um ser humano íntegro, que saiba fazer escolhas conscientes (mesmo quando não tem ninguém olhando!), não por medo de receber uma punição, ser expulso da escola, ou (quando adulto) levar uma multa ou ser preso e sim por respeito por si mesmo, pelo outro, pelo ambiente, por princípios e valores que foram cultivados ao longo da infância.

Educar uma criança é preparar o terreno com todo cuidado para receber boas sementes que vão florescer, no seu tempo.🌾

Em defesa da infância.
Por um mundo melhor!✨
Vamos juntos?

Patrizia Borgonovo
Psicóloga, Pedagoga e
Educadora Parental
Facilitadora do Programa
Encorajando Pais
CRP 08/05949

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Acesse o linktree na minha bio para acessar meus textos do blog osersingular.wordpress.com e para as informações sobre os programas para pais e responsáveis.
Você também pode baixar um ebook gratuito sobre a educação positiva e consciente.

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A frequência e o tempo que utilizamos nossos celulares está a cada dia maior e nossa presença de qualidade com as pessoa...
19/02/2024

A frequência e o tempo que utilizamos nossos celulares está a cada dia maior e nossa presença de qualidade com as pessoas que amamos, está a cada dia menor.

A reflexão que trago hoje não tem o objetivo de demonizar o uso das tecnologias nem tão pouco dar nenhuma lição de moral.
Sei bem que hoje dependemos dos nossos smartphones para muitas coisas, inclusive para o trabalho, como é o meu próprio caso e de muitos.
Mas precisamos estar conscientes de quem está a serviço de quem.

A questão que trago aqui é sobre o uso sem critérios.
Um exemplo: como você se sente quando está conversando com algum amigo ou familiar e a pessoa f**a o tempo todo mexendo no celular?
Em geral nos sentimos preteridos ou pouco importantes, certo?

Quando continuamos a usar o celular enquanto estamos ao lado das pessoas que amamos, estamos passando uma mensagem, mesmo sem perceber.

Qual é a mensagem que você quer transmitir às pessoas importantes da sua vida?

Nunca deixe que seu filho(a) ou qualquer pessoa que você ama, acreditar que seu celular é mais importante que ele!

Quando estiver PERTO de quem você ama, deixe seu celular LONGE de você.

Aproveite o privilégio da sua companhia.
Na hora das refeições não leve seu celular para a mesa e aproveite a interação com a família.
Quando seu filho vier lhe contar algo e você estiver usando o celular, pare de usar e vire a tela para baixo, olhe em seus olhos e escute com toda sua atenção.
Quando levar seu filho ao parquinho, deixe seu celular em casa ou no bolso e só use se realmente for muito necessário.
Se você tem algo urgente ou precisar trabalhar com o celular, avise seus filhos que vai f**ar x tempo e assim que terminar você poderá lhe dar atenção.

Seja modelo do que você espera dos seus filhos.

Lembre que o que fazemos comunica muito mais do que o que falamos!

Se desconecte para se conectar mais com quem você ama!💛

Viva mais presente e consciente!✨

Patrizia Borgonovo
Psicóloga e Educadora Parental
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Você sabia que os primeiros 6 anos de vida são os mais importantes para o desenvolvimento integral do ser humano? Este p...
16/02/2024

Você sabia que os primeiros 6 anos de vida são os mais importantes para o desenvolvimento integral do ser humano?

Este período é como a fundação de uma casa e tudo o que acontecer nele vai impactar de forma signif**ativa pela vida inteira, seja de forma positiva ou negativa.

Então, enquanto pais e responsáveis de crianças pequenas, investir em conhecimento é crucial para fazer uma fundação forte e proporcionar aos filhos o que eles precisam para se desenvolver de forma mais plena e saudável.

Por isso hoje, quero lhe fazer um convite para uma oportunidade muito especial!

Que tal participar de um grupo de pessoas que compartilham do mesmo objetivo de viver uma parentalidade mais leve, responsável e consciente?💛

Vamos juntos aprender como funciona o cérebro da criança, como ajudá-la a conhecer e regular suas emoções, como nos comunicar de forma assertiva e não violenta e como estabelecer uma relação baseada em empatia, conexão e respeito mútuo, entre vários outros conhecimentos e reflexões importantes para permitir que a criança se desenvolva em toda sua potência e singularidade!✨

📌Quem pode participar?

✅ Pais, mães, avós e qualquer adulto responsável por uma criança.

📌Qual é a frequência dos encontros?

✅ 1 vez por semana / 12 encontros

📌Quais dias e horário?

✅ Quartas feiras às 20:30

📌Qual é a duração de cada encontro?

✅ Aproximadamente 1:30

📌Qual o período?

✅ De 06.03 a 29.05.24

📌Qual a plataforma?

✅ Zoom

📌Qual é o investimento?

✅ 540,00 por todo o programa

📌Para pais de qual faixa etária?

✅ Para famílias com crianças de 0 a 6 anos

📌Qual é a fundamentação do programa?

✅ É baseado nas teorias da Inteligência Emocional, da Neurociência, da Parentalidade Consciente, da Disciplina Positiva e da Comunicação Não Violenta.

Se ficou com alguma dúvida, me manda um direct!

E se você se interessou, compartilhe para outros pais que também possam se beneficiar!💕

“A infância é o chão sobre o qual caminharemos o resto dos nossos dias.”
Lya Luft

Patrizia Borgonovo
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Acredito que este é um dos “mantras” mais importantes para mantermos consciente nas nossas relações. Seja com nossos fil...
14/02/2024

Acredito que este é um dos “mantras” mais importantes para mantermos consciente nas nossas relações.
Seja com nossos filhos, pais, companheiros, alunos, colegas ou amigos.

Escutar o outro não é sinônimo de concordar com ele.
Escutar o outro não signif**a não se posicionar.
Escutar o outro não signif**a não expressar o que você sente e pensa.
Escutar o outro é lhe oferecer um espaço para que ele possa expressar a sua perspectiva.
Escutar o outro é lhe oferecer a oportunidade dele SE escutar.
Escutar o outro é buscar compreender o ponto de vista dele, a partir do ponto onde ele está.
Além disso, escutar o outro abre a porta para que você também seja escutado. Mas esse é apenas um bom “efeito colateral” da escuta.

⚠️Mas atenção! Rubem Alves nos faz um lembrete: na hora da escuta, “não basta o silêncio de fora, é preciso o silêncio de dentro.”

Deixe que o mundo interno do outro encontre um espaço no seu mundo.
Ele pode se acomodar lá e fazer ou não, mudanças no seu.
Consciente, você decide.✨

Por um mundo melhor, buscando a cada dia, sermos um pouco melhores para o mundo!💛

Patrizia Borgonovo
Psicóloga, Pedagoga e
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Você costuma tomar partido nas brigas entre irmãos ou colegas?É muito comum que frente a algum conflito entre crianças, ...
12/02/2024

Você costuma tomar partido nas brigas entre irmãos ou colegas?

É muito comum que frente a algum conflito entre crianças, o adulto tome a frente para julgar a situação e definir quem está certa e quem está errada.

No convívio entre irmãos também é comum que os pais ou cuidadores acabem definindo um como sendo o vilão e o outro o mocinho.
Seja pela idade ou temperamento.

Porém, esta postura, além da possibilidade de criar ainda mais rivalidade entre as crianças, a consequência negativa não recai apenas no “culpado”, que pode afetar a estima por si mesmo e se sentir injustiçado.

A consequência para o “inocente” é que ele pode criar uma crença positiva sobre o papel de vítima, ele pode se sentir confortável e valorizado neste papel e mais tarde, pode buscar inconscientemente situações que o mantenham neste papel.
Se vitimizando, ele pode se sentir melhor, principalmente pela referência do conforto que ele sentia nesta posição, na infância.

Escutar o posicionamento dos dois lados, legitimar as emoções que surgem e estimular a busca por uma solução conjunta, são alguns dos caminhos possíveis.
Lembrando sempre de procurar enxergar a situação da perspectiva da criança, sem julgar a situação pelo nosso crivo adulto.

É importante que as crianças cresçam compreendendo que os conflitos são oportunidades para aprender muitas habilidades de vida como a empatia, a escuta, a tolerância, a cooperação, a paciência, o respeito mútuo, etc. e que não precisamos evitá-los e sim, aprender a gerenciá-los.

Por um mundo melhor, buscando sermos a cada dia, pessoas um pouco melhores para o mundo!💛

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Quando os filhos nos contam algo particular, seja algo desafiador ou até cotidiano, existem alguns caminhos que podem fa...
09/02/2024

Quando os filhos nos contam algo particular, seja algo desafiador ou até cotidiano, existem alguns caminhos que podem facilitar a comunicação e aumentar a confiança e a conexão. Estes são alguns:

✅ escutar com atenção parando o que estiver fazendo (f**ar na mesma altura, olho no olho)

✅ não ter pressa para falar, dê um tempo para processar e acomodar a informação que você está escutando

✅ agradecer por ter contado, principalmente se for algo mais íntimo (obrigada por confiar em mim e me contar sobre isso)

✅ se interessar e pedir para contar mais (e depois o que aconteceu…como você se sentiu quando...) sem fazer um inquérito😅

✅ empatizar (poxa, deve estar sendo muito difícil para você lidar com isso)

✅ validar o seu sentimento (f**ar com medo em uma situação como essa, é natural...)

✅ parafrasear o que ele contar para confirmar que você entendeu (então você está me dizendo que…)

✅ ajudar ele a ampliar suas perspectivas sobre a situação (e você pensou na possibilidade de...)

✅ ajudar ele a refletir sobre a sua intenção ou a do outro (o que você acha que ele queria quando fez...)

✅ pensarem juntos em uma solução, se necessário (você já pensou no que fazer agora? quer alguma ideia?)

✅ procurar resolver COM ele e não POR ele, se colocando à disposição para apoiar no que for preciso (eu estou aqui se precisar conversar de novo sobre isso).

Estas são posturas que podem ajudar a manter o canal de comunicação aberto entre vocês e aumentar a confiança e a intimidade emocional. 💛

Julgamentos, críticas e sermões fecham a porta da conexão com qualquer pessoa.

Mas isso não signif**a que devemos nos omitir da nossa responsabilidade como pais, mas sim conduzir e orientar de uma forma segura e empática, sem necessidade de humilhar ou envergonhar.

Entre o real e o ideal, existe o possível!

Um mundo melhor se faz com cada um buscando ser melhor para o mundo!✨

Vamos juntos?

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Neste período de início/retorno das aulas, é natural que algumas crianças demorem um pouco mais para se sentirem confian...
07/02/2024

Neste período de início/retorno das aulas, é natural que algumas crianças demorem um pouco mais para se sentirem confiantes em f**ar longe dos pais e se adaptarem ou se readaptarem à rotina escolar.

Então, percebo que é comum que muitos pais, sem saberem bem o que fazer, lançam mão de “pequenas mentiras” para contornar a situação, como dizer que vão ao banheiro e já voltam, mas vão embora ou esperam a criança se distrair e saem escondidos.

Este tipo de postura até pode “resolver” a situação no momento, mas, dificulta o estabelecimento da confiança da criança nos pais pois em algum momento a criança vai perceber que foi enganada e se sentirá ainda mais insegura.

Por isso, o mais indicado é oferecer segurança, lhe explicando com honestidade o que vai acontecer, que você precisa ir embora mas que ela pode ter certeza que você vem buscar tal hora ou depois de tal atividade.

Nos primeiros dias de aula também é indicado usar um “objeto transicional”, como um brinquedo ou o “cheirinho” que a criança tenha apego, para que ela possa fazer a transição casa/escola de forma mais segura e tranquila.

Outra ideia linda (que já postei por aqui) é fazer o botão do abraço, desenhando um pequeno coração na mão da criança e da mãe/pai, orientando para ela apertar o botão cada vez que sentir saudades e assim ela vai receber um “abraço mágico” dos pais.
E para “carregar” o botão os dois precisam chegar de mãos dadas na escola.

Além disso, é preciso sempre reconhecer, validar e acolher os sentimentos que surgirem.

A escola precisa ser um lugar de referência de acolhimento e segurança para a criança e por isso, o início das aulas é um momento único e marcante e que pede uma postura de afeto e muita paciência de todos os envolvidos no processo.💛

E se precisar de apoio neste momento,
conte comigo!🙌🏼

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📷crédito da imagem: pixabay

Nossa forma de comunicação pode nos conectar mais ou nos distanciar dos filhos e dificultar a intimidade emocional, tão ...
06/02/2024

Nossa forma de comunicação pode nos conectar mais ou nos distanciar dos filhos e dificultar a intimidade emocional, tão importante em uma relação familiar saudável.

Então, para que os filhos queiram compartilhar a vida deles com você, quando eles lhe contarem algum problema ou desafio que aconteceu com eles, procure evitar este tipo de postura:

⚠️mostrar desinteresse (por ex. continuar olhando o celular enquanto ele fala)

⚠️mudar de assunto (ah ta, não esquece que hoje tem dentista…)

⚠️dar sermão (mas quantas vezes eu te falei que...)

⚠️querer corrigir antes de ouvir (nossa! você deveria ter feito...)

⚠️expressar julgamentos (caramba mas você é muito bobo...)

⚠️fazer comparações (você deveria ser igual seu irmão...)

⚠️criticar sua atitude (como você foi fazer uma coisa tão sem noção?)

⚠️dar lição de moral (eu te avisei...se você tivesse me ouvido...)

⚠️desmerecer a geração (porque “na minha época” não podia...)

Agora me conta, você costuma fazer alguma dessas coisas na interação com os filhos?
Se sim, não se preocupe, sempre é tempo de mudar e recuperar a confiança deles.
Você quer saber como?
Então comenta aqui que logo faço outro post só com formas de comunicação e escuta que promovem mais conexão e proximidade.💛

Não é sobre perfeição, é sobre evolução!✨

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Percebo que muitas pessoas confundem uma educação com respeito e não violenta, com uma educação permissiva onde a crianç...
02/02/2024

Percebo que muitas pessoas confundem uma educação com respeito e não violenta, com uma educação permissiva onde a criança pode fazer tudo o que quiser.

Mas, a permissividade pode ser tão nociva como a violência ou a negligência.
A grande diferença é aprender a dizer NÃO com respeito à criança e ao que ela sente, sem esperar que a reação dela seja passiva e que aceite tranquilamente que ela não possa fazer o que quer.
Afinal, se tem uma coisa que é esperada e até admirável na infância, é que ela lute para realizar seus desejos.

No entanto, pais que se importam com os filhos, precisam se responsabilizar e zelar pela saúde integral (mental inclusa!) e bem estar deles e, para isso, muitas vezes o NÃO é necessário.
Nem tudo o que a criança quer é o que ela realmente precisa.
Para muitos isso pode parecer óbvio demais mas, no meu trabalho, conheço pais que por medo de fazerem mal e frustrar os filhos, cedem em praticamente tudo, mesmo sabendo que o benefício de ter o sorriso do filho a curto prazo, definitivamente não será maior do que o preço a ser pago, a longo prazo.

É preciso estar consciente de que, para uma criança crescer saudável, o que ela precisa é sentir que ela importa, que é amada, respeitada e que tem espaço para se expressar, que tem direito de argumentar e até de reclamar dos limites que você está colocando.
E eu sei, ter que lidar com isso dá bem mais trabalho do que ceder. Porém, você colherá os frutos e seu filho será grato por isso.
Mesmo que ele nunca te diga isso.

Você é o adulto da relação e seu filho precisa da sua maturidade, da sua responsabilidade e do seu amor.💛

Se precisar de apoio para esta linda e desafiadora tarefa, de ajudar a formar um ser humaninho, conte comigo!

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Ameaças, chantagens, gritos, rótulos, humilhações, são algumas estratégias de uma “educação” autoritária (que a maioria ...
30/01/2024

Ameaças, chantagens, gritos, rótulos, humilhações, são algumas estratégias de uma “educação” autoritária (que a maioria de nós ouvimos na nossa infância e repetimos, como pais, sem perceber!) e que muitas vezes até funcionam eu sei, mas pagamos um alto preço pois criam um clima de hostilidade e não favorecem a colaboração espontânea das crianças, apenas alimentam o medo e o distanciamento na relação com elas.

Sugestões de trocas como essas que fiz neste post, não são fórmulas para seu filho te obedecer, elas são exemplos de formas de se relacionar com os filhos com clareza e respeito e que criam um clima mais pacifico e tranquilo na família e, como consequência, maiores chances da criança se sentir melhor e querer colaborar, pois sente que está sendo respeitada e compreendida.

No entanto, para que estas mudanças aconteçam naturalmente, é preciso antes uma mudança de olhar para a criança, que ela seja vista como um ser humano digno de consideração e respeito, como qualquer adulto, e não como alguém que precisa ser manipulado ou consertado.

Eu sei que não é nada fácil desligar o piloto automático e desaprender antigos padrões inconscientes, mas eu também sei que é tanto possível, como necessário!💛

“De onde tiramos a ideia absurda de que para levar uma criança a agir melhor, antes precisamos fazê-la se sentir pior?”
Jane Nelsen

Por um mundo mais consciente, começando em nossos lares.✨

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Eu costumo comparar os julgamentos que fazemos, como se fossem um quarto escuro que trancamos o outro e que nos impossib...
26/01/2024

Eu costumo comparar os julgamentos que fazemos, como se fossem um quarto escuro que trancamos o outro e que nos impossibilita enxergar para além do que nosso pensamento, tantas vezes limitado, acredita.

Sabemos que todo ser humano tem suas histórias e lutas particulares, porém, se não estivermos intencionalmente conscientes disso, o modo de economia de energia da nossa mente, logo busca simplif**ar e acomodar o outro em algum quarto escuro.

Um exemplo bem comum é quando uma pessoa que pede dinheiro nas ruas, facilmente é rotulada como “vagabunda”, um julgamento que desconsidera a existência de toda a sua história pregressa, até a pessoa chegar naquela situação de vida.

Todos os dias me esforço para manter viva a consciência de que cada pessoa que encontro, tem a sua história singular e que, mesmo sem a conhecer, ela dá vida às palavras, atitudes, pensamentos, sentimentos e rege suas escolhas.

Todos os dias me esforço para compreender que ninguém é apenas um quarto, somos como uma mansão com muitos e diferentes cômodos que vão compondo a nossa casa interior, única e autêntica, que ninguém tem igual.

Essa casa vai sendo construída aos poucos, com todos os tipos de experiências, atuais, passadas e inclusive, antepassadas.
Imagine que cada quarto tem nele um tipo de vivência: dores, alegrias, decepções, realizações, perdas, conquistas, lutas, frustrações, etc., e que juntas se constituem no ser singular que somos.

Só por isso, ao julgar alguém, é sábio dedicar um esforço para limpar e aprofundar nosso olhar, para enxergar para além do que está visível.
Afinal, ninguém é feito de apenas um quarto. Todos somos uma grande e complexa casa.

E, mesmo sem conhecer todos os quartos da casa do outro, mesmo invisíveis, tenha certeza que eles existem, que são muitos, e que não contém apenas alegrias.

Se você é responsável por uma criança, a ajude, desde cedo, com seu exemplo, a não perder seu olhar naturalmente amplo e compassivo para a complexidade humana.✨

Por mais valor à singularidade na pluralidade do mundo!💛

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