Gislaine Lobo Psicologia

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Faz tempo que eu não apareço aqui.Janeiro e fevereiro passaram num piscar de olhos. E eu tive a sensação de ter vivido u...
02/03/2026

Faz tempo que eu não apareço aqui.

Janeiro e fevereiro passaram num piscar de olhos. E eu tive a sensação de ter vivido uma vida inteira nesses dois meses. Muita coisa aconteceu. Coisas importantes, difíceis, bonitas, cansativas. E nada disso apareceu por aqui.

Isso me fez pensar na minha presença nessa rede.

Em algum momento, produzir conteúdo começou a virar só mais uma tarefa na lista. E ficou pesado.

Eu reduzi drasticamente o tempo de tela.
Fiquei mais no off. Estudei. Trabalhei atendendo minhas pacientes. Curti a minha casa, meus filhos, meus silêncios. Vivi dias absolutamente comuns. Alguns bem desafiadores. E, ainda assim, bons.

Esse tempo distante continua me fazendo pensar.

Estamos vivendo de verdade ou vivendo para mostrar que estamos vivendo?

No consultório, eu vejo mulheres incríveis se sentindo insuficientes. Muitas vezes porque o parâmetro deixou de ser a vida real e passou a ser o que aparece na tela.

Mas a vida de verdade não é enquadrada. Ela é feita de dias repetidos. De cansaço acumulado. De pequenas frustrações. De momentos simples que não dão engajamento, mas dão sentido.

Eu continuo acreditando na potência de trazer psicologia para esse espaço. Mas eu quero fazer isso sem perder a vida que acontece fora dele.

Porque, no fim, não é a vida mais postada que é mais feliz.
É a vida mais vivida.

E me conta…

Você tem vivido ou só registrado?

Mãe, você não está atrasada.O que acontece é que o tempo da maternidade não obedece ao mesmo ritmo do mundo lá fora.Enqu...
06/02/2026

Mãe, você não está atrasada.
O que acontece é que o tempo da maternidade não obedece ao mesmo ritmo do mundo lá fora.

Enquanto tudo pede velocidade, entrega, performance, você está vivendo dias que exigem presença.
Você cuida da casa, do trabalho, das demandas da vida adulta.
E, ao mesmo tempo, está formando alguém. Educando. Sustentando emocionalmente.

Isso consome tempo, energia, corpo e mente.

O ano virou no calendário, mas você ainda estava lidando com férias escolares, adaptação de rotina, culpa por não dar conta de tudo do jeito ideal.
E aí vem a sensação de estar sempre devendo.
Devendo mais foco no trabalho.
Devendo mais paciência em casa.
Devendo mais tempo para si.

Muitas mães chegam até mim com esse peso.
A ideia de que estão ficando para trás em todos os outros papéis porque agora não conseguem avançar no mesmo ritmo de antes.

Mas há algo importante aqui.
Na maternidade, você não está parada.
Você está investindo em um valor central da sua vida.

O problema começa quando você se compara com quem vive outra fase, outra realidade, outro tipo de responsabilidade.
Ou quando passa a brigar com a realidade que existe hoje, em vez de reconhecê-la.

Brigar com a realidade só gera desgaste.
A comparação só aumenta a sensação de insuficiência.

Talvez o que você precise agora não seja fazer mais.
Mas parar de se medir com réguas que não consideram o que você sustenta todos os dias.

Você não está atrasada.
Você está vivendo uma fase que pede outro ritmo, outras prioridades e, principalmente, mais gentileza consigo mesma.

Em qual parte do texto você se reconheceu hoje?

Eu sei que nós, mulheres, precisamos pensar em muitas coisas.Na última colher de requeijão dentro da geladeira.No materi...
13/01/2026

Eu sei que nós, mulheres, precisamos pensar em muitas coisas.
Na última colher de requeijão dentro da geladeira.
No material que precisa ficar pronto para a reunião da próxima semana.
No tênis das crianças que está ficando apertado.
Ou no mundo que, às vezes, parece perigoso demais para criar filhos.

Se preocupar faz parte da vida.
E, em muitos momentos, é até necessário.
Ajuda a proteger, a prever, a cuidar.

A questão é quando a sua mente não descansa mais.
Quando você termina um pensamento e já começa outro.
Quando, mesmo nos momentos tranquilos, algo em você segue em alerta.

Na clínica, muitas mulheres descrevem isso como “meu jeito”.
Como se viver tensa, antecipando tudo, fosse parte da personalidade.
Ou como se, sem esse estado de vigilância constante, as coisas simplesmente não acontecessem.

Mas viver assim cansa.
E adoece.

Rouba presença.
E, com o tempo, vira sofrimento.

Quando a preocupação passa a ocupar quase todo o espaço,
quando ela se repete, se espalha e não traz alívio,
não estamos mais falando de cuidado.
Estamos falando de ansiedade.

E ansiedade tem tratamento.

Você não precisa se acostumar a viver com a cabeça sempre ligada.
Nem sustentar tudo sozinha para dar conta da vida.

Buscar ajuda profissional não é exagero.
É um gesto de cuidado com a sua saúde mental.

👉 Em que momento você começou a achar que viver assim era normal?

Muitas mulheres não se percebem deprimidas porque continuam funcionando.Elas não estão chorando.Não estão paradas.Não es...
12/01/2026

Muitas mulheres não se percebem deprimidas porque continuam funcionando.

Elas não estão chorando.
Não estão paradas.
Não estão “no fundo do poço”.

Elas apenas seguem.
Sem prazer.
Sem envolvimento.
Sem sentir que a vida realmente as atravessa.

Com o tempo, isso vira hábito.
O vazio vira rotina.
E o silêncio emocional passa a parecer normal.

Na clínica, eu escuto isso com muita frequência.
E quase sempre vem acompanhado da mesma frase:
“Eu achei que fosse assim mesmo.”

Não é.

Quando a vida perde o brilho e nada gera satisfação, não estamos falando de personalidade, nem de fase.
Estamos falando de sofrimento psíquico.
E isso precisa de cuidado.

Você não precisa se acostumar a viver no automático.
Existe outra forma de estar na vida.
E buscar ajuda faz parte desse caminho.

Em que momento você começou a achar que isso era normal?

Fiquei alguns dias em silêncio por aqui.E o silêncio foi escolha.Me permiti viver sem postar, sem registrar, sem transfo...
11/01/2026

Fiquei alguns dias em silêncio por aqui.
E o silêncio foi escolha.

Me permiti viver sem postar, sem registrar, sem transformar cada momento em conteúdo.
Porque isso aqui também é trabalho.
E eu precisava, simplesmente, viver.

Teve praia, família, descanso, ceia e presença.
Mas também teve cansaço, louça na pia, irmãos brigando.
Teve malas para desfazer, roupas sujas, casa para organizar.
Mesmo em férias, a vida continua acontecendo.

Assisti à série do meu adolescente.
E talvez você não imagine o quanto esses momentos, sentados juntos, sem pressa, têm sido importantes pra nós.
Teve piscina, teve parque.
Teve bagunça e teve afeto.

E, no meio de tudo isso, algo ficou ainda mais claro pra mim.
O trabalho é importante, sim.
Mas ele é uma parte da vida, não a vida inteira.
É uma fatia da pizza, não a pizza toda.

Volto agora aos atendimentos com essa certeza ainda mais integrada em mim.
De que, para ser uma boa profissional, eu preciso estar conectada à minha própria vida valiosa.
À presença, aos vínculos, ao descanso possível, à realidade como ela é.

Ser psicóloga não me tira da condição de ser gente.
E talvez seja exatamente isso que sustenta o meu trabalho.

A partir de agora, retorno aos atendimentos com a agenda aberta para novos pacientes.
Se fizer sentido pra você, o link está na bio.

Estou de volta.
Inteira.

Às vezes, quando olhamos para fotos como esta, é fácil acreditar que algumas famílias vivem num mundo à parte. Mas atrás...
08/12/2025

Às vezes, quando olhamos para fotos como esta, é fácil acreditar que algumas famílias vivem num mundo à parte. Mas atrás de qualquer imagem bonita existe aquilo que quase nunca aparece: conversas difíceis no fim do dia, desacordos, ajustes constantes, noites mal dormidas, crianças que testam limites, cansaço acumulado e dois adultos tentando se encontrar no meio da rotina.

Aqui não é diferente. Somos reais. Temos fases leves e outras bem desafiadoras. Há dias em que fluímos, e outros em que nos desencontramos. Há momentos de carinho e também momentos em que só estamos tentando sobreviver ao que a vida pede.

E talvez você, olhando para tantas imagens perfeitas neste fim de ano, esteja sentindo um aperto silencioso no peito. Talvez pense que só você está cansada desse jeito, que só sua casa é caótica, que seu casamento tem problemas demais, que seus filhos exigem demais, que sua vida não parece tão leve quanto a dos outros.

Eu queria que você soubesse que essa comparação não é justa. As redes sociais mostram recortes escolhidos, momentos congelados no segundo exato em que tudo parece bonito. Mas ninguém fotografa o acúmulo mental, as lágrimas no banheiro, a sensação de estar falhando como mãe, mulher, profissional. Ninguém posta a distância que às vezes surge entre um casal que ainda se ama, mas está esgotado.

A vida real acontece no intervalo entre as fotos.
No abraço cansado no fim do dia.
No “desculpa, vamos tentar de novo”.
Na mão que aperta a outra mesmo depois de uma discussão.
Nos pequenos esforços que mantêm uma família de pé.

Se hoje você está se sentindo insuficiente, por favor, respire um pouco mais fundo. Não tem nada de errado com você. Você não está atrás. Você não está falhando. Você está vivendo uma vida real, com desafios reais, dentro de um corpo cansado que tenta dar conta de muita coisa ao mesmo tempo.

E por trás desta foto aqui, existe exatamente isso: uma família real. Com alegrias, dores, reconstruções e escolhas diárias para permanecer.

Você não está sozinha.
E não precisa carregar sozinha a ideia de que deveria ser perfeita numa vida que é, por natureza, imperfeita.

Quando uma mulher decide iniciar terapia, ela não está apenas “conversando sobre a vida”.Ela está entrando em um process...
28/11/2025

Quando uma mulher decide iniciar terapia, ela não está apenas “conversando sobre a vida”.
Ela está entrando em um processo estruturado, baseado em evidências, que envolve responsabilidade, entrega e compromisso consigo mesma.

Depoimentos como este me lembram que, quando o espaço é seguro, a presença é atenciosa e o processo é conduzido com técnica e humanidade, algo importante acontece:
a pessoa passa a se ver com mais clareza, a reduzir o ruído interno e a construir recursos emocionais que antes pareciam distantes.

A evolução não vem de um encontro isolado.
Ela nasce do passo a passo, da coragem de permanecer, da abertura para questionar velhas crenças e da disposição para experimentar novas formas de estar no mundo.

É uma honra acompanhar cada movimento desse caminho.

Se você sente que chegou no limite de fazer tudo sozinha, minha agenda está no link da bio.

Reconhecer os sinais do Burnout não é simples, principalmente para mulheres que seguem funcionando mesmo quando já passa...
28/11/2025

Reconhecer os sinais do Burnout não é simples, principalmente para mulheres que seguem funcionando mesmo quando já passaram do limite. A rotina continua, o trabalho exige, a vida não para, e você vai tentando se adaptar… até perceber que algo em você não está mais respondendo como antes.

Burnout é uma síndrome causada por estresse crônico relacionado ao trabalho que não foi administrado com sucesso. E, quando ele se instala, o corpo e a mente começam a dar sinais claros: exaustão emocional que não melhora com descanso, irritabilidade fora de contexto, dificuldade de concentração, distanciamento das tarefas que antes eram naturais e uma sensação persistente de que você não está rendendo o que gostaria.

Para muitas mulheres, esses sinais se misturam com a carga mental da vida doméstica, com o cansaço acumulado da maternidade e com a expectativa de ser forte o tempo todo. É por isso que tantas seguem trabalhando normalmente enquanto, internamente, vivem um desgaste emocional profundo.

Ignorar esses sinais não faz desaparecer. Pelo contrário. Burnout é um chamado para reorganizar limites, rever expectativas e olhar com seriedade para o ritmo que você está levando. Não é sobre fraqueza, é sobre saúde.

Se você se reconhece nessa descrição, talvez seja o momento de buscar um espaço seguro para entender o que está acontecendo e construir um caminho mais sustentável. A terapia pode ajudar nesse processo de resgate e reorganização emocional.

O link está na bio para agendar sua sessão. Você não precisa enfrentar isso sozinha.

Há um tipo de cansaço que não aparece nas fotos, mas que consome a vida por dentro. É aquele em que você continua entreg...
27/11/2025

Há um tipo de cansaço que não aparece nas fotos, mas que consome a vida por dentro. É aquele em que você continua entregando, continua cuidando, continua funcionando… mas já não se reconhece mais. Você sorri no trabalho, resolve as demandas da casa, administra a rotina dos filhos e ao mesmo tempo carrega um peso silencioso que ninguém imagina.

E, por fora, parece tudo bem. Por dentro, não está.

A disponibilidade constante costuma ser elogiada: “ela dá conta de tudo”, “ela é forte”, “ela é confiável”. Mas, com o tempo, o corpo e a mente começam a sinalizar o impacto: irritabilidade fora de contexto, tristeza persistente, choro fácil, dificuldade de sentir prazer, cansaço que não passa, mente acelerada e uma sensação de estar vivendo no automático. É a mulher que continua funcionando, mas em sofrimento, mantendo a rotina, mas desconectada de si.

E quando esse estado se prolonga, ninguém ganha com isso.
Não é bom para os filhos, que começam a perceber uma mãe mais distante e irritada.
Não é bom para o casamento, onde a paciência diminui e a comunicação se desgasta.
Não é bom para o trabalho, que passa a receber uma versão sua já esgotada emocionalmente.
Não é bom para a família, que não entende suas oscilações.
E, principalmente, não é bom para você, que vai se afastando da própria essência, dos seus desejos e da sua vitalidade.

Esse padrão não é sustentável e tampouco é inevitável. A mudança começa quando você se pergunta, com sinceridade: por que eu acredito que preciso estar disponível o tempo todo? O que exatamente eu temo desapontar? Em que momento comecei a tratar o meu limite como algo negociável?

Há caminhos mais leves e possíveis. Mas eles começam com uma decisão: olhar para si antes que o corpo e a mente cobrem uma conta mais alta.

Se esse texto descreve a sua realidade, talvez seja o momento de buscar um espaço seguro para compreender o que está acontecendo e reconstruir um ritmo mais saudável.

A terapia pode ser esse espaço.
O link está na bio para agendar sua sessão.
Você não precisa sustentar tudo sozinha.

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Curitiba, PR

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