Dra Elisa Ferrari

Dra Elisa Ferrari ▪️ Clínica Médica CRM/PR: 31.744 RQE: 24029
🌟 Medicina que integra
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Hoje é um dia para reconhecer a força, a trajetória e as conquistas das mulheres — mas também para lembrar da importânci...
08/03/2026

Hoje é um dia para reconhecer a força, a trajetória e as conquistas das mulheres — mas também para lembrar da importância de cuidar da própria saúde ao longo de todas as fases da vida.

A saúde da mulher passa por mudanças importantes com o tempo. Ciclo menstrual, gestação, puerpério, menopausa e envelhecimento trazem transformações hormonais, metabólicas e emocionais que exigem atenção e cuidado contínuo.

Cuidar da saúde feminina vai muito além da estética ou do peso. Envolve preservar massa muscular, proteger o metabolismo, manter equilíbrio hormonal, cuidar do sono, da saúde mental e da prevenção de doenças que podem impactar qualidade de vida no longo prazo.

Muitas mulheres passam anos priorizando o cuidado com a família, o trabalho e tantas outras responsabilidades — e acabam deixando a própria saúde em segundo plano. Mas cuidar de si não é egoísmo, é necessidade.

📌 Saúde é autonomia.

É energia para viver, trabalhar, amar e aproveitar cada fase da vida com mais qualidade.

Neste Dia da Mulher, que o cuidado com o corpo e com a mente também seja prioridade.

✨ Feliz Dia da Mulher.

Muitas pessoas percebem que, depois dos 40 anos, perder peso parece mais difícil do que antes — mesmo mantendo hábitos s...
06/03/2026

Muitas pessoas percebem que, depois dos 40 anos, perder peso parece mais difícil do que antes — mesmo mantendo hábitos semelhantes. Isso não é apenas impressão. Com o passar do tempo, o corpo passa por mudanças hormonais, metabólicas e de composição corporal que podem tornar o emagrecimento mais desafiador.

Mais do que emagrecer rápido, o foco nessa fase deve ser melhorar composição corporal e proteger o metabolismo no longo prazo.

Você pode estar com os exames “normais” e, ainda assim, apresentar sinais de inflamação de baixo grau no organismo.📌 Saú...
27/02/2026

Você pode estar com os exames “normais” e, ainda assim, apresentar sinais de inflamação de baixo grau no organismo.

📌 Saúde não é apenas ausência de alteração laboratorial.

É equilíbrio funcional.

E muitas vezes, o primeiro passo não é remédio — é reorganizar rotina, sono, alimentação e movimento.

Perder peso costuma ser a fase mais motivadora do processo. A balança desce, as roupas mudam, os elogios aparecem. Mas p...
25/02/2026

Perder peso costuma ser a fase mais motivadora do processo. A balança desce, as roupas mudam, os elogios aparecem. Mas poucas pessoas falam sobre o verdadeiro desafio: manter o resultado ao longo do tempo.

📌 Manutenção não é continuação da dieta.

É construção de um estilo de vida.

Manter o resultado exige ajustes contínuos, consciência e estratégia.

Não é sobre restrição eterna — é sobre equilíbrio inteligente.

Quando falamos em saúde metabólica, muita gente pensa apenas em gordura corporal. Mas existe um tecido que funciona como...
23/02/2026

Quando falamos em saúde metabólica, muita gente pensa apenas em gordura corporal. Mas existe um tecido que funciona como verdadeiro protetor do seu metabolismo: a massa muscular.

O músculo é altamente ativo do ponto de vista metabólico. Ele participa diretamente do controle da glicose, da sensibilidade à insulina e do gasto energético basal. Quanto mais massa muscular funcional você tem, maior é a sua capacidade de utilizar glicose de forma eficiente — reduzindo risco de resistência à insulina, diabetes tipo 2 e acúmulo de gordura visceral.

📌 Pense no músculo como um “reservatório metabólico”.

Após as refeições, ele ajuda a captar glicose do sangue. Durante períodos de maior demanda energética, ele fornece substrato para manter o equilíbrio do organismo. Além disso, preserva mobilidade, força, autonomia e reduz risco de quedas e fraturas com o envelhecimento.

Com o passar dos anos, a perda progressiva de massa muscular (sarcopenia) é um dos principais fatores associados a declínio funcional, piora metabólica e maior inflamação sistêmica. Por isso, construir e preservar músculo não é estética — é estratégia de longevidade.

✔️ Treino de força regular

✔️ Ingestão adequada de proteína

✔️ Sono de qualidade

✔️ Controle inflamatório

Massa muscular é investimento.

É proteção contra doenças metabólicas.

É independência no futuro.

Construir músculo hoje é proteger sua saúde amanhã.

Existe uma ideia muito comum: “Eu posso comer o que quiser, porque eu treino pesado.”Mas, fisiologicamente, isso não fun...
20/02/2026

Existe uma ideia muito comum: “Eu posso comer o que quiser, porque eu treino pesado.”

Mas, fisiologicamente, isso não funciona assim.

O exercício é uma ferramenta poderosa para saúde metabólica, preservação de massa muscular e melhora da sensibilidade à insulina. Porém, ele não anula excessos frequentes, principalmente quando a alimentação é rica em ultraprocessados, álcool, excesso calórico e baixa densidade nutricional.

📌 O que acontece na prática?

Mesmo treinando intensamente, se a ingestão calórica ultrapassa de forma consistente o gasto energético, o corpo continuará armazenando energia — principalmente na forma de gordura. Além disso, uma alimentação desorganizada:

- Prejudica a recuperação muscular
- Aumenta inflamação
- Desregula hormônios da fome
- Compromete qualidade do sono
- Reduz desempenho nos treinos seguintes

Outro ponto importante: treino não é apenas sobre “queimar calorias”. Ele é um estímulo fisiológico. Para que o corpo responda com ganho de força, melhora de composição corporal e desempenho, ele precisa de substrato adequado — proteínas suficientes, carboidratos estratégicos, micronutrientes e hidratação.

⚖️ Exercício e alimentação não competem. Eles se complementam.

Treinar muito e comer mal gera frustração.

Treinar bem e comer com estratégia gera resultado sustentável.

Se o seu objetivo é saúde, performance ou emagrecimento real, a base é consistência — não compensação.

Sentir mais fome no fim do dia não é, necessariamente, falta de força de vontade. Existe um componente biológico e hormo...
18/02/2026

Sentir mais fome no fim do dia não é, necessariamente, falta de força de vontade. Existe um componente biológico e hormonal envolvido nesse processo.

Fome noturna não é “fraqueza”. É um sinal de que sua rotina, seus hormônios ou seu padrão alimentar precisam de ajuste — não de culpa.

O inchaço que aparece no Carnaval não é “ganho real de gordura” em poucos dias. Na maioria das vezes, é retenção hídrica...
16/02/2026

O inchaço que aparece no Carnaval não é “ganho real de gordura” em poucos dias. Na maioria das vezes, é retenção hídrica, resultado de álcool, excesso de sódio, privação de sono e desidratação.

Carnaval não precisa ser sinônimo de inchaço.

Com estratégia, você aproveita — e mantém o equilíbrio metabólico.

O Carnaval, por si só, não “estraga” seu emagrecimento. O que compromete resultados não são quatro dias diferentes — é a...
14/02/2026

O Carnaval, por si só, não “estraga” seu emagrecimento. O que compromete resultados não são quatro dias diferentes — é a soma de excessos sem consciência e a dificuldade de retomar a rotina depois.

Carnaval não é o problema.

O exagero sem estratégia é.

Curta com consciência — e volte para sua rotina com maturidade metabólica.

🍷 Álcool e emagrecimento: vilão ou apenas um detalhe?Se o seu objetivo é emagrecer, o álcool precisa entrar na conta. Nã...
13/02/2026

🍷 Álcool e emagrecimento: vilão ou apenas um detalhe?

Se o seu objetivo é emagrecer, o álcool precisa entrar na conta. Não porque ele seja “proibido”, mas porque ele impacta o metabolismo de forma direta — e muitas vezes silenciosa.

Primeiro ponto: o álcool tem 7 kcal por grama. Ou seja, é altamente calórico e praticamente não

Se o consumo é frequente, ele pode estar sabotando seus resultados — mesmo que sua alimentação esteja “correta”.

A pergunta não é “posso beber?”.

➡️ A pergunta é: isso está alinhado com o seu objetivo?

Muita gente acredita que o metabolismo é algo “determinado pela genética” e que não há muito o que fazer. Mas isso não é...
12/02/2026

Muita gente acredita que o metabolismo é algo “determinado pela genética” e que não há muito o que fazer. Mas isso não é verdade. O metabolismo é dinâmico. Ele se adapta constantemente ao que você come, ao quanto você se movimenta, ao quanto dorme e até ao seu nível de estresse.

Quando você dorme mal, reduz massa muscular, passa longos períodos sedentário ou faz dietas muito restritivas, o corpo entende que precisa economizar energia. O resultado? Redução do gasto energético, mais fome, mais dificuldade para emagrecer. Isso não é “metabolismo lento” — é um metabolismo adaptado à sua rotina.

Por outro lado, quando você treina força, preserva massa muscular, consome proteína adequada, organiza o sono e controla o estresse, o corpo responde. A sensibilidade à insulina melhora, a eficiência mitocondrial aumenta e o gasto energético se torna mais favorável.

Metabolismo não é sentença. É consequência.

Ele não trabalha contra você — ele responde ao ambiente que você cria diariamente.

📌 Se o resultado não está vindo, talvez o problema não seja genética. Talvez seja ajuste de estratégia.

E estratégia se constrói com constância.

Food noise é o termo usado para descrever pensamentos repetitivos, insistentes e muitas vezes invasivos sobre comida, qu...
06/02/2026

Food noise é o termo usado para descrever pensamentos repetitivos, insistentes e muitas vezes invasivos sobre comida, que surgem mesmo quando não há fome física real. Não é falta de força de vontade — é um fenômeno neurobiológico e comportamental cada vez mais reconhecido.

Esses pensamentos podem aparecer como vontade constante de beliscar, dificuldade de se concentrar sem pensar em comida, antecipação exagerada da próxima refeição ou sensação de perda de controle diante de certos alimentos. Para muitas pessoas, o food noise ocupa um espaço mental significativo ao longo do dia, gerando cansaço, culpa e frustração.

O food noise está frequentemente associado a desequilíbrios hormonais e metabólicos, como resistência à insulina, alterações nos hormônios da saciedade (leptina e grelina), privação de sono, estresse crônico e dietas muito restritivas. Além disso, o ambiente alimentar moderno — altamente palatável e estimulante — amplifica esse ruído mental.

Quando o cérebro recebe sinais constantes de recompensa ligados à comida, ele passa a “pedir” alimento não por necessidade energética, mas por estímulo, emoção ou hábito. Isso explica por que comer nem sempre traz alívio duradouro.

Reduzir o food noise não é sobre “fechar a boca”, e sim sobre organizar o metabolismo, regular hormônios, melhorar sono, reduzir estresse e construir uma relação mais consciente com a alimentação.

✨ Silenciar o food noise é libertador — e possível com a abordagem correta.

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Curitiba, PR
80240-040

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