22/01/2026
Fazer uso das medicações para emagrecer funciona? Claro que funciona, isso já é comprovado cientificamente.
A questão é que sem acompanhamento e uma estrutura inteligente e personalizada por trás, o tiro que poderia ser certeiro pode se transformar em um tiro no pé.
Tais medicamentos podem potencializar muito o processo de emagrecimento, desde que acompanhado de um método e de uma estratégia adequada. Suplementação adequada, musculação, análise hormonal e metabólica, aumento do consumo de proteínas, etc.
Em relação a diferença entre elas:
A semaglutida foi um marco no tratamento da obesidade. Como agonista do GLP-1, ela reduz o apetite, aumenta a saciedade e desacelera o esvaziamento gástrico. Os grandes estudos clínicos mostram perdas médias de peso em torno de 15 a 17%, com benefício metabólico real, desde que associada a mudanças de estilo de vida.
A tirzepatida ampliou esse efeito ao atuar também no GIP, um hormônio intestinal ligado à resposta da insulina e ao metabolismo energético. Essa ação dupla explica por que os estudos mostram perdas médias maiores, chegando a 20-25% do peso corporal, com resultados superiores.
Já a retatrutida, ainda experimental, representa uma nova fronteira. Ela combina GLP-1, GIP e glucagon, atuando não apenas na fome e na insulina, mas também no gasto energético e na mobilização de gordura. Ainda não aprovada para uso.
Importante destacar que nenhuma dessas medicações constrói hábitos. Sem alimentação adequada, preservação de massa muscular, sono regulado, manejo do estresse e saúde intestinal, análise hormonal e correção de déficits nutricionais, vitaminas e minerais, o peso pode voltar..
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