Dra. Nathália Cabral

Dra. Nathália Cabral Esta página é dedicada à informação sobre saúde e neurologia, em busca de uma melhor qualidade de vida.

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Quando falamos em Doença de Parkinson, é comum ouvir que “não tem cura”.E isso é verdade. Mas também é verdade que exist...
26/02/2026

Quando falamos em Doença de Parkinson, é comum ouvir que “não tem cura”.

E isso é verdade. Mas também é verdade que existem estratégias capazes de retardar a progressão do Parkinson e preservar autonomia por mais tempo.

A ciência já mostra que alguns hábitos têm impacto direto na evolução dos sintomas motores e não motores.

- Exercício físico regular (aeróbico + força + equilíbrio)
- Estimulação cognitiva constante
- Sono de qualidade
- Alimentação equilibrada com padrão anti-inflamatório
- Acompanhamento com neurologista especialista em Parkinson

O Parkinson é uma doença neurológica progressiva, mas não é uma sentença de imobilidade.

Com estratégia, ajustes finos de medicação (como a levodopa), acompanhamento regular e mudanças consistentes no estilo de vida, é possível manter qualidade de vida, mobilidade e função cerebral por muitos anos.

Quanto antes esses hábitos foram incorporados, maior o impacto a longo prazo.

Se você convive com tremor, rigidez, lentidão de movimentos ou já tem diagnóstico de Parkinson, não improvise.

Busque orientação especializada.
Salve este conteúdo para revisar depois e compartilhe com familiares que precisam dessa informação.

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23/02/2026

O Parkinson jovem existe e começa antes dos 50 anos.

Quando falamos em Doença de Parkinson, muitas pessoas ainda associam apenas ao envelhecimento.

Mas existe o Parkinson de início precoce, que pode surgir antes dos 50 anos e, em alguns casos, até antes dos 40.

Os sintomas nem sempre começam com o tremor. Rigidez, lentidão de movimentos, alterações no sono, dor muscular, ansiedade e mudanças sutis na coordenação podem ser os primeiros sinais.

Por isso, a informação é essencial.
O diagnóstico precoce permite iniciar tratamento adequado, ajustar medicações, planejar a vida profissional e preservar qualidade de vida por muitos anos.

Se você ou alguém próximo apresenta sintomas persistentes como tremor, rigidez ou lentidão antes dos 50, procure avaliação com neurologista especialista em Parkinson e distúrbios do movimento.

Salve este post para consultar depois e compartilhe com quem precisa dessa informação.

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Carnaval 2026 🎉Dias de muita festa em família e bons amigos, mas também tempo de novas descobertas e descanso com meu tr...
18/02/2026

Carnaval 2026 🎉
Dias de muita festa em família e bons amigos, mas também tempo de novas descobertas e descanso com meu trio favorito deste mundo ♥️

E aí, como foi o carnaval?

Muitas pessoas com Doença de Parkinson sofrem com constipação intestinal (prisão de ventre) e não é apenas um sintoma is...
12/02/2026

Muitas pessoas com Doença de Parkinson sofrem com constipação intestinal (prisão de ventre) e não é apenas um sintoma isolado.

O intestino influencia a microbiota intestinal, a inflamação do organismo e até a intensidade dos sintomas motores do Parkinson, como rigidez, lentidão e tremor.
Estudos mostram que alterações no intestino podem surgir anos antes do diagnóstico.

Por isso, tratar intestino preso no Parkinson não é detalhe. É parte do tratamento e da qualidade de vida.

Alimentação rica em fibras, hidratação adequada, atividade física e acompanhamento neurológico fazem diferença real.

Se você vive com Parkinson ou cuida de alguém, entender essa conexão é essencial.
Salve este conteúdo e compartilhe com quem precisa dessa informação.

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07/02/2026

Você já ouviu falar em flutuação motora no Parkinson?

A flutuação motora acontece quando os sintomas da Doença de Parkinson variam ao longo do dia momentos em que a medicação funciona melhor (período ON) e outros em que os sintomas retornam ou se intensificam (período OFF).

Essas oscilações podem causar:
▫️ aumento do tremor
▫️ rigidez muscular
▫️ lentidão dos movimentos
▫️ dificuldade para caminhar
▫️ queda na autonomia
▫️ impacto direto na qualidade de vida

A flutuação motora não significa que o tratamento falhou.
Ela indica que o Parkinson está evoluindo e que ajustes no tratamento são necessários seja na medicação, na rotina, no acompanhamento neurológico ou, em alguns casos, em terapias avançadas como o DBS.

Reconhecer os sinais e registrar os sintomas ao longo do dia ajuda o neurologista a tomar decisões mais precisas e personalizadas.

🧠 Entender a flutuação motora é um passo essencial para controlar melhor o Parkinson.

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A ansiedade no Parkinson vai muito além do emocional.Ela pode intensificar tremores, aumentar a rigidez muscular, piorar...
31/01/2026

A ansiedade no Parkinson vai muito além do emocional.

Ela pode intensificar tremores, aumentar a rigidez muscular, piorar a lentidão dos movimentos e reduzir significativamente a qualidade de vida do paciente.

Isso acontece porque a ansiedade ativa o sistema nervoso, eleva o cortisol e interfere diretamente no controle motor, especialmente em quem convive com a doença de Parkinson.

Muitos pacientes relatam que os sintomas motores do Parkinson pioram em momentos de estresse, tensão emocional ou crises de ansiedade e isso não é coincidência. É um sinal de que o tratamento precisa ser integral, olhando para corpo, cérebro e emoções.

Ansiedade tem tratamento, e quando ela é controlada, os sintomas do Parkinson também podem se estabilizar.

Cuidar da saúde emocional faz parte do cuidado neurológico.
Não normalize o sofrimento silencioso.

👉 Converse com seu neurologista e ajuste seu plano de tratamento.

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28/01/2026

O início do ano é um momento estratégico para reavaliar o tratamento do Parkinson.

E isso é ainda mais importante para quem utiliza DBS (Estimulação Cerebral Profunda).
A Doença de Parkinson não é estática. Os sintomas mudam, o corpo responde de forma diferente ao longo do tempo e, por isso, ajustes no tratamento são parte fundamental do cuidado seja na medicação, na programação do DBS, na rotina ou na saúde emocional.

Para pacientes com DBS no Parkinson, o acompanhamento regular permite:
✔ ajustes finos da estimulação cerebral
✔ melhor controle dos sintomas motores
✔ redução de efeitos indesejados
✔ mais autonomia no dia a dia
✔ mais qualidade de vida

Revisar o tratamento no começo do ano não é retrocesso.
É estratégia, prevenção e cuidado contínuo.
Parkinson exige acompanhamento.
DBS exige ajuste.

Qualidade de vida exige atenção constante.

Salve este conteúdo para lembrar da importância do acompanhamento
Compartilhe com quem vive essa jornada ou cuida de alguém com Parkinson

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Última semana de férias escolares e já com aquele misto de saudade e alívio 😜Registro de doces lembranças, férias replet...
27/01/2026

Última semana de férias escolares e já com aquele misto de saudade e alívio 😜

Registro de doces lembranças, férias repleta de família e muito amor.

Que 2026 seja rico em momentos como esses!

Obs: a última foto é a melhor, não dá para saber quem está mais feliz!

19/01/2026

Começar um novo ano convivendo com o Parkinson pode trazer muitas dúvidas, inseguranças e ansiedade.
E isso é mais comum do que parece.

A Doença de Parkinson não afeta apenas os movimentos. Ela impacta a saúde mental, a rotina, a autonomia e a forma como a pessoa se organiza no dia a dia.

Por isso, mais do que promessas, o que realmente ajuda é estrutura.

Existem 5 pilares essenciais que ajudam a lidar melhor com o Parkinson ao longo do ano trazendo mais previsibilidade, controle dos sintomas e qualidade de vida.

Quando o paciente entende o próprio corpo, registra seus sintomas e se organiza, o tratamento deixa de ser apenas reativo e passa a ser mais consciente e estratégico.

🧠 Cuidar do Parkinson também é cuidar da mente.

👉 Salve este conteúdo para começar o ano com mais clareza

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Acompanhar a evolução do Parkinson vai muito além das consultas.Pequenos registros diários fazem uma grande diferença no...
16/01/2026

Acompanhar a evolução do Parkinson vai muito além das consultas.

Pequenos registros diários fazem uma grande diferença no tratamento.

Anotar sintomas do Parkinson, horários da medicação, variações de tremor, rigidez, lentidão ou momentos de “ON e OFF” ajuda o neurologista a entender como a doença está evoluindo no dia a dia e a ajustar o cuidado de forma mais precisa e individualizada.

Um diário de sintomas não é exagero.
É parte do tratamento.

Se você convive com a Doença de Parkinson ou cuida de alguém esse acompanhamento traz mais clareza, segurança e controle ao longo do tempo.

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2026 começou e muita gente acha que é só chegar na consulta e contar como tem se sentido…Mas a verdade é que um pouco de...
14/01/2026

2026 começou e muita gente acha que é só chegar na consulta e contar como tem se sentido…

Mas a verdade é que um pouco de organização faz toda a diferença especialmente em casos como Parkinson, distonia e outros distúrbios do movimento.

Detalhes que parecem pequenos (como o horário dos remédios ou quando os sintomas pioram) ajudam MUITO no ajuste do tratamento.

Já vi paciente melhorar só porque levou um caderninho com anotações simples.

Salva esse post pra lembrar antes da próxima ida ao neuro! E se quiser, compartilhe com quem cuida de alguém especial.

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DRA. NATHÁLIA CABRAL

Nascida em Maringá-PR, reside em Curitiba há 3 anos. Médica formada pela Universidade Estadual de Maringá em 2013, com residência médica em Neurologia Clínica pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo - IAMSPE concluída em 2017. Possui especialização com programa de fellowship em Distúrbios do Movimento pelo Hospital de Clínicas de Curitiba - UFPR (2017-2018). Atualmente cursa o programa de mestrado em Medicina Interna e Ciências da Saúde pelo Hospital de Clínicas de Curitiba - UFPR com ênfase em distúrbios do movimento. Membro Titular da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) com Título de Especialista obtido em 2018.

Trabalhou na Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo - APPP. Médica voluntária do ambulatório de Estimulação Cerebral Profunda (DBS) do Hospital Universitário Cajuru. Atualmente trabalha com neurologia geral em ambientes ambulatorial (consultório), hospitalar e domiciliar, com ênfase em distúrbios do movimento (doença de Parkinson, tremores, distonias, ataxia), neuromodulação (DBS) e tratamento com toxina botulínica. Possui também experiência no diagnóstico e tratamento de cefaleias primárias e secundárias, dores crônicas (dores neuropáticas), doenças neurodegenerativas como Alzheimer e outras demências, neuropatias periféricas, doenças vasculares (AVC, aneurismas), vertigem e alterações visuais de causa neurológica.