Dra. Nathália Cabral

Dra. Nathália Cabral Esta página é dedicada à informação sobre saúde e neurologia, em busca de uma melhor qualidade de vida.

Seja bem-vindo e fique à vontade para tirar dúvidas e compartilhar experiências.

25/03/2026

🧠 O que acontece no cérebro no Parkinson?

O Parkinson não começa no tremor.
Ele começa dentro do cérebro, muito antes dos primeiros sinais aparecerem.

Na Doença de Parkinson, existe uma perda progressiva de neurônios que produzem dopamina um neurotransmissor essencial para o controle dos movimentos.

Sem dopamina suficiente, o cérebro perde a capacidade de enviar comandos coordenados.

E é por isso que surgem sintomas como:
lentidão, rigidez, tremor e alterações na marcha.

👉 O que muitas pessoas não sabem:
essas alterações no cérebro podem começar anos antes do diagnóstico.

Hoje, com o avanço da neurologia, já é possível oferecer tratamentos para Parkinson mais personalizados, com medicações, estratégias não medicamentosas, toxina botulínica, DBS (estimulação cerebral profunda) e acompanhamento contínuo.

E um ponto essencial:
cada paciente com Parkinson é único.
Cada cérebro responde de uma forma diferente.

✨ Entender o que acontece no cérebro muda a forma de viver com a doença.

Salve este conteúdo e compartilhe com quem precisa dessa informação.



Dra. Nathália Cabral | Neurologista⁣⁣⁣
Doença de Parkinson e outros distúrbios do movimento⁣⁣⁣⠀
CRM-PR 32.092 | RQE 22.201⁣⁣⁣⠀
Curitiba-PR

Neste sábado tivemos mais um encontro do Vida em Movimento aqui no Instituto Mobilitat, um espaço pensado para acolher, ...
23/03/2026

Neste sábado tivemos mais um encontro do Vida em Movimento aqui no Instituto Mobilitat, um espaço pensado para acolher, escutar e conversar sem julgamentos.

Foi uma manhã muito especial, marcada por trocas íntimas e cheias de significado.
Falar sobre sexualidade no contexto da Doença de Parkinson é falar sobre qualidade de vida, identidade e cuidado temas que muitas vezes permanecem em silêncio, mas que precisam ser olhados com atenção.

Como é transformador poder oferecer esse cuidado além da consulta.

Meu sincero agradecimento a todas as mulheres que confiaram em nossa equipe para compartilhar um tema tão delicado e tão fundamental para a saúde.
À Dra. Anna Carolina Petry, ginecologista e sexóloga, que trouxe o tema com tanta delicadeza e sensibilidade, encantando todas nós.

E a equipe Mobilitat, que não mede esforços para oferecer um cuidado atento, humano e de excelência.

10/03/2026

A refeição pode, sim, mudar o efeito da levodopa no tratamento da Doença de Parkinson e muita gente não sabe disso.

A levodopa é o principal medicamento usado para controlar sintomas como tremor, rigidez e lentidão. Porém, quando ela é tomada junto com refeições muito ricas em proteína, a absorção do medicamento pode diminuir.

Isso acontece porque a proteína compete com a levodopa no processo de absorção no organismo. O resultado?

O remédio pode demorar mais para fazer efeito ou parecer que não funcionou como deveria.

Por isso, em muitos casos, orientamos que a levodopa seja tomada 30 a 60 minutos antes das refeições ou conforme a orientação médica.

Cada paciente com Parkinson tem uma rotina e um organismo diferente. Ajustes na alimentação e no horário da medicação podem fazer grande diferença na qualidade de vida e no controle dos sintomas.

Se você percebe que o efeito da medicação muda ao longo do dia, vale conversar com um neurologista especialista em Parkinson.

💬 Salve este conteúdo e compartilhe com quem convive com a doença de Parkinson.

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08/03/2026

No Dia Internacional da Mulher, eu quero lembrar algo essencial: cuidar da sua saúde também é um ato de coragem.

Muitas mulheres colocam tudo e todos em primeiro lugar e silenciam seus próprios sintomas.

Cansaço excessivo, alterações de humor, tremor, rigidez, mudanças no sono… não são “normais da idade” sem investigação.

Quando falamos de Doença de Parkinson, saúde hormonal, menopausa e doenças neurológicas, o diagnóstico precoce faz toda a diferença na qualidade de vida.

Ser forte não significa suportar sozinha.

Significa buscar informação, acompanhamento médico e respeito ao próprio corpo.

Neste Dia da Mulher, meu convite é simples: priorize sua saúde física, emocional e neurológica.

Você merece viver com autonomia, clareza e movimento. ✨ Feliz Dia da Mulher.

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O Parkinson muda os movimentos… mas não apaga sonhos, histórias e conquistas.Cada dia é um ato de coragem. Cada pequeno ...
05/03/2026

O Parkinson muda os movimentos… mas não apaga sonhos, histórias e conquistas.

Cada dia é um ato de coragem. Cada pequeno avanço é uma vitória silenciosa.

Se você convive com o Parkinson ou ama alguém que convive lembre-se: a força não está apenas no corpo, está no coração. 💛

Continue.
Respeite seu ritmo.
Celebre cada passo.

Marque alguém que precisa ler isso hoje.

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Hormônios e Parkinson: menopausa e estrogênio influenciam os sintomas?Sim e isso precisa ser falado com mais clareza.Mui...
04/03/2026

Hormônios e Parkinson: menopausa e estrogênio influenciam os sintomas?
Sim e isso precisa ser falado com mais clareza.

Muitas mulheres com Doença de Parkinson relatam piora dos sintomas motores e não motores durante a menopausa, especialmente pela queda do estrogênio.

O estrogênio possui papel neuroprotetor. Ele influencia diretamente neurotransmissores como a dopamina, que é justamente o sistema afetado no Parkinson.

Por isso, é comum observar:
✔️ Oscilação na rigidez e lentidão
✔️ Alterações no humor e na cognição
✔️ Mudanças no padrão do sono
✔️ Maior sensibilidade à medicação

Cada mulher vive essa fase de forma única e o acompanhamento neurológico individualizado faz toda a diferença.
Menopausa não deve significar piora inevitável.

Com avaliação adequada, ajustes terapêuticos e abordagem personalizada, é possível manter qualidade de vida e estabilidade dos sintomas.

Se você ou alguém próximo está vivendo essa fase, compartilhe este conteúdo. Informação segura transforma decisões.

📍 Agende uma avaliação especializada.

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Quando falamos em Doença de Parkinson, é comum ouvir que “não tem cura”.E isso é verdade. Mas também é verdade que exist...
26/02/2026

Quando falamos em Doença de Parkinson, é comum ouvir que “não tem cura”.

E isso é verdade. Mas também é verdade que existem estratégias capazes de retardar a progressão do Parkinson e preservar autonomia por mais tempo.

A ciência já mostra que alguns hábitos têm impacto direto na evolução dos sintomas motores e não motores.

- Exercício físico regular (aeróbico + força + equilíbrio)
- Estimulação cognitiva constante
- Sono de qualidade
- Alimentação equilibrada com padrão anti-inflamatório
- Acompanhamento com neurologista especialista em Parkinson

O Parkinson é uma doença neurológica progressiva, mas não é uma sentença de imobilidade.

Com estratégia, ajustes finos de medicação (como a levodopa), acompanhamento regular e mudanças consistentes no estilo de vida, é possível manter qualidade de vida, mobilidade e função cerebral por muitos anos.

Quanto antes esses hábitos foram incorporados, maior o impacto a longo prazo.

Se você convive com tremor, rigidez, lentidão de movimentos ou já tem diagnóstico de Parkinson, não improvise.

Busque orientação especializada.
Salve este conteúdo para revisar depois e compartilhe com familiares que precisam dessa informação.

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23/02/2026

O Parkinson jovem existe e começa antes dos 50 anos.

Quando falamos em Doença de Parkinson, muitas pessoas ainda associam apenas ao envelhecimento.

Mas existe o Parkinson de início precoce, que pode surgir antes dos 50 anos e, em alguns casos, até antes dos 40.

Os sintomas nem sempre começam com o tremor. Rigidez, lentidão de movimentos, alterações no sono, dor muscular, ansiedade e mudanças sutis na coordenação podem ser os primeiros sinais.

Por isso, a informação é essencial.
O diagnóstico precoce permite iniciar tratamento adequado, ajustar medicações, planejar a vida profissional e preservar qualidade de vida por muitos anos.

Se você ou alguém próximo apresenta sintomas persistentes como tremor, rigidez ou lentidão antes dos 50, procure avaliação com neurologista especialista em Parkinson e distúrbios do movimento.

Salve este post para consultar depois e compartilhe com quem precisa dessa informação.

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Carnaval 2026 🎉Dias de muita festa em família e bons amigos, mas também tempo de novas descobertas e descanso com meu tr...
18/02/2026

Carnaval 2026 🎉
Dias de muita festa em família e bons amigos, mas também tempo de novas descobertas e descanso com meu trio favorito deste mundo ♥️

E aí, como foi o carnaval?

Muitas pessoas com Doença de Parkinson sofrem com constipação intestinal (prisão de ventre) e não é apenas um sintoma is...
12/02/2026

Muitas pessoas com Doença de Parkinson sofrem com constipação intestinal (prisão de ventre) e não é apenas um sintoma isolado.

O intestino influencia a microbiota intestinal, a inflamação do organismo e até a intensidade dos sintomas motores do Parkinson, como rigidez, lentidão e tremor.
Estudos mostram que alterações no intestino podem surgir anos antes do diagnóstico.

Por isso, tratar intestino preso no Parkinson não é detalhe. É parte do tratamento e da qualidade de vida.

Alimentação rica em fibras, hidratação adequada, atividade física e acompanhamento neurológico fazem diferença real.

Se você vive com Parkinson ou cuida de alguém, entender essa conexão é essencial.
Salve este conteúdo e compartilhe com quem precisa dessa informação.

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07/02/2026

Você já ouviu falar em flutuação motora no Parkinson?

A flutuação motora acontece quando os sintomas da Doença de Parkinson variam ao longo do dia momentos em que a medicação funciona melhor (período ON) e outros em que os sintomas retornam ou se intensificam (período OFF).

Essas oscilações podem causar:
▫️ aumento do tremor
▫️ rigidez muscular
▫️ lentidão dos movimentos
▫️ dificuldade para caminhar
▫️ queda na autonomia
▫️ impacto direto na qualidade de vida

A flutuação motora não significa que o tratamento falhou.
Ela indica que o Parkinson está evoluindo e que ajustes no tratamento são necessários seja na medicação, na rotina, no acompanhamento neurológico ou, em alguns casos, em terapias avançadas como o DBS.

Reconhecer os sinais e registrar os sintomas ao longo do dia ajuda o neurologista a tomar decisões mais precisas e personalizadas.

🧠 Entender a flutuação motora é um passo essencial para controlar melhor o Parkinson.

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A ansiedade no Parkinson vai muito além do emocional.Ela pode intensificar tremores, aumentar a rigidez muscular, piorar...
31/01/2026

A ansiedade no Parkinson vai muito além do emocional.

Ela pode intensificar tremores, aumentar a rigidez muscular, piorar a lentidão dos movimentos e reduzir significativamente a qualidade de vida do paciente.

Isso acontece porque a ansiedade ativa o sistema nervoso, eleva o cortisol e interfere diretamente no controle motor, especialmente em quem convive com a doença de Parkinson.

Muitos pacientes relatam que os sintomas motores do Parkinson pioram em momentos de estresse, tensão emocional ou crises de ansiedade e isso não é coincidência. É um sinal de que o tratamento precisa ser integral, olhando para corpo, cérebro e emoções.

Ansiedade tem tratamento, e quando ela é controlada, os sintomas do Parkinson também podem se estabilizar.

Cuidar da saúde emocional faz parte do cuidado neurológico.
Não normalize o sofrimento silencioso.

👉 Converse com seu neurologista e ajuste seu plano de tratamento.

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DRA. NATHÁLIA CABRAL

Nascida em Maringá-PR, reside em Curitiba há 3 anos. Médica formada pela Universidade Estadual de Maringá em 2013, com residência médica em Neurologia Clínica pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo - IAMSPE concluída em 2017. Possui especialização com programa de fellowship em Distúrbios do Movimento pelo Hospital de Clínicas de Curitiba - UFPR (2017-2018). Atualmente cursa o programa de mestrado em Medicina Interna e Ciências da Saúde pelo Hospital de Clínicas de Curitiba - UFPR com ênfase em distúrbios do movimento. Membro Titular da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) com Título de Especialista obtido em 2018.

Trabalhou na Associação Paranaense dos Portadores de Parkinsonismo - APPP. Médica voluntária do ambulatório de Estimulação Cerebral Profunda (DBS) do Hospital Universitário Cajuru. Atualmente trabalha com neurologia geral em ambientes ambulatorial (consultório), hospitalar e domiciliar, com ênfase em distúrbios do movimento (doença de Parkinson, tremores, distonias, ataxia), neuromodulação (DBS) e tratamento com toxina botulínica. Possui também experiência no diagnóstico e tratamento de cefaleias primárias e secundárias, dores crônicas (dores neuropáticas), doenças neurodegenerativas como Alzheimer e outras demências, neuropatias periféricas, doenças vasculares (AVC, aneurismas), vertigem e alterações visuais de causa neurológica.