Dr. Carlos Sabbag

Dr. Carlos Sabbag Atendimento em doenças do aparelho digestivo e tratamento cirúrgico da obesidade.
- Clínica Bell TRATAMENTOS CLINICOS E CIRURGICOS

27/03/2026

Quando a cirurgia é realmente necessária? (vesícula, hérnia, refluxo, bariátrica)
Muita gente tem medo de cirurgia e tenta adiar ao máximo.
Mas, em muitos casos do aparelho digestivo, esperar demais pode aumentar o risco de complicações.
De forma geral, a cirurgia costuma ser indicada quando:
• Os sintomas são frequentes e prejudicam a qualidade de vida.
• O tratamento clínico já não faz mais efeito.
• Existe risco real de agravamento ou de urgência.
🔹 Vesícula (pedra na vesícula). O diagnóstico de litíase na vesícula biliar já é indicativo de cirurgia devido a grande possibilidade de complicações. A cirurgia passa a ser de indicação mais precoce quando as pedras causam dor, enjoo, vômitos, inflamação ou internações repetidas
Se a pedra já deu crise, há risco de complicações mais graves no futuro (como pancreatite). Operar, nesses casos, é uma forma de prevenção.
🔹 Hérnia
Hérnias não “somem” sozinhas. Quando aumentam de tamanho, doem, atrapalham as atividades do dia a dia ou têm risco de o intestino ficar preso (encarcerado), a cirurgia é indicada para evitar uma emergência.
🔹 Refluxo
Na maioria das vezes, o refluxo é tratado com mudanças de hábitos e medicamentos.
A cirurgia entra em cena quando, mesmo com tratamento, os sintomas persistem ou existem complicações, como esofagite grave, estreitamento do esôfago ou alterações pré-cancerígenas.
🔹 Cirurgia bariátrica
Não é um procedimento estético.
Ela é indicada em casos de obesidade mais avançada, principalmente quando o excesso de peso já causou outros problemas de saúde, como diabetes, hipertensão, apneia do sono, gordura no fígado e dores articulares.
👉 Em resumo: a cirurgia é considerada quando o risco de continuar como está é maior do que o risco de operar.
Se você tem sintomas digestivos frequentes ou já ouviu que “talvez seja caso de cirurgia”, o ideal é passar por uma avaliação individual com um cirurgião do aparelho digestivo.

25/03/2026

Você sabia que existe um tipo raro de câncer que pode afetar o estômago chamado linfoma gástrico?
Ele acontece quando as células do sistema linfático, que ajudam a proteger nosso corpo contra infecções, começam a crescer de forma descontrolada no estômago.
Os sintomas podem ser parecidos com os de gastrite ou úlcera: dor abdominal, perda de peso, náuseas e sensação de estômago cheio. Por isso, é importante procurar um médico se esses sintomas persistirem!
O diagnóstico é feito por meio de exames como endoscopia e biópsia. O tratamento pode envolver antibióticos (em casos ligados à bactéria H. pylori), quimioterapia ou radioterapia, dependendo do tipo e estágio do linfoma.
Cuidar da saúde é fundamental! Compartilhe essa informação e ajude a conscientizar mais pessoas.

Algumas dicas importantes:
✅ Trate a infecção por H. pylori
Essa bactéria está ligada a problemas no estômago, incluindo alguns casos de linfoma gástrico. Se você tem dor no estômago frequente, queimação ou desconforto após as refeições, converse com seu médico sobre investigar H. pylori.
✅ Não ignore sintomas persistentes
Dor abdominal, perda de peso sem explicação, náuseas, sensação de estômago sempre cheio ou vômitos não são “normais”. Se duram semanas, precisam ser avaliados.
✅ Cuide da alimentação
– Reduza alimentos ultraprocessados e muito salgados
– Evite excesso de bebidas alcoólicas
– Inclua frutas, verduras, legumes e fibras diariamente
✅ Pare de fumar (ou busque ajuda para isso)
O tabagismo aumenta o risco de vários tipos de câncer, inclusive os do sistema digestivo.
✅ Faça check-ups regulares
Quem tem histórico de câncer gástrico na família ou já teve gastrite crônica, úlcera ou H. pylori deve ter ainda mais atenção aos exames e consultas de rotina.
Lembre-se: prevenção também é diagnóstico precoce. Quanto antes um problema é identificado, maiores as chances de tratamento eficaz.
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20/03/2026

Bora, carlos! Vou montar um texto pronto pra feed (e você pode quebrar em carrossel se quiser).

MITOS E VERDADES SOBRE O LEITE 🥛

Você ainda tem dúvidas se o leite faz bem ou mal? Vamos descomplicar com alguns mitos e verdades:

1️⃣ “Adulto não pode tomar leite” – MITO
Adultos saudáveis podem, sim, consumir leite e derivados. O problema não é a idade, e sim se a pessoa tem intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite.

2️⃣ “Leite engorda muito” – DEPENDE
O leite tem calorias, mas também proteínas, cálcio e outros nutrientes importantes. A questão é a quantidade e o tipo: versões desnatadas ou semidesnatadas têm menos gordura.

3️⃣ “Leite faz mal para os ossos” – MITO
Pelo contrário: o leite é uma das principais fontes de cálcio, importante para ossos e dentes. O que faz mal é o excesso de açúcar, sedentarismo e dieta pobre em nutrientes.

4️⃣ “Quem é intolerante à lactose nunca mais pode tomar leite” – MITO
Hoje existem opções sem lactose, além de queijos mais maturados e iogurtes que muitas pessoas intolerantes conseguem consumir bem. Também existe suplementação de lactase (sempre com orientação profissional).

5️⃣ “Leite é essencial para todo mundo” – MITO
O leite é uma forma prática de consumir cálcio e proteína, mas não é a única. Quem não consome leite pode obter esses nutrientes de outras fontes, desde que tenha uma alimentação bem planejada.

👉 Moral da história: o leite não é vilão nem mocinho universal. Tudo depende da sua individualidade, quantidade consumida e do contexto da sua alimentação.

16/03/2026

Café da manhã reforçado faz diferença real na saúde? 🥣☕
Um estudo recente divulgado pela Medscape mostrou que um café da manhã mais completo pode ajudar a regular melhor o apetite ao longo do dia e ainda impactar positivamente a saúde intestinal. Em outras palavras: começar o dia com uma refeição nutritiva pode reduzir beliscos desnecessários e contribuir para um intestino mais equilibrado.
Priorizar proteínas, fibras e bons carboidratos logo cedo não é só “modinha”, é estratégia baseada em evidência. Pequenas mudanças na primeira refeição do dia podem gerar grandes resultados na energia, no controle da fome e no bem-estar digestivo.
Você costuma tomar café da manhã de verdade ou acaba pulando essa refeição?
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06/03/2026

⚠️ Hérnia não é “coisinha simples”: entenda as possíveis complicações
Muita gente descobre que tem uma hérnia (umbilical, inguinal, abdominal…) e deixa “para depois”, porque a dor melhora ou porque ela entra e sai sozinha.
Mas a verdade é que toda hérnia tem potencial de complicar, principalmente quando vai aumentando de tamanho ou começa a doer com mais frequência.
🔴 Principais complicações de uma hérnia não tratada:
• Aumento progressivo do tamanho
A hérnia tende a crescer com o tempo, o que pode tornar a cirurgia mais complexa e o desconforto maior no dia a dia.
• Dor e limitação das atividades
Esforço, tossir, pegar peso ou até ficar em pé por muito tempo pode piorar a dor, atrapalhando trabalho, exercícios e até o sono.
• Encarceramento da hérnia
Quando o conteúdo da hérnia (geralmente intestino ou gordura) “fica preso” e não volta mais para dentro da barriga.
👉 Isso causa dor intensa, inchaço local e mal-estar, sendo um quadro de urgência.
• Estrangulamento (complicação mais grave)
Quando a hérnia encarcerada perde o fluxo de sangue, o tecido começa a “morrer”.
Pode causar vômitos, febre, abdome muito doloroso e risco sério à vida, exigindo cirurgia de emergência.
Por isso, não é recomendado esperar a hérnia “sumir sozinha”, porque ela não some.
Ela pode até ficar menos perceptível em alguns momentos, mas a porta de saída do conteúdo continua ali.
✅ Cuidados importantes:
• Procurar avaliação com cirurgião assim que a hérnia for percebida
• Evitar carregar peso até orientação médica
• Tratar tosse crônica, constipação e sobrepeso, que aumentam a pressão no abdome
• Não usar cintas e “faixas” por conta própria como solução definitiva – elas não corrigem a hérnia.
Cuidar da hérnia na hora certa é muito melhor do que enfrentar uma complicação depois.
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03/03/2026

DIVERTICULOSE E DIETA ( MITOS E FATOS)
Por muitos anos se dizia que quem tinha diverticulose não podia comer sementes, grãos, milho, pipoca, amendoim, etc., com medo de que eles “entalassem” nos divertículos e causassem inflamação (diverticulite).
Mas os estudos mais recentes não confirmaram essa ideia.
Então: quem tem diverticulose pode comer sementes?
Na maioria dos casos, sim, pode.
As evidências atuais mostram que:
• Sementes (linhaça, chia, gergelim, etc.), grãos e até pipoca não aumentam o risco de diverticulite.
• O mais importante para quem tem diverticulose é manter:
o Dieta rica em fibras (frutas, verduras, legumes, grãos integrais)
o Boa hidratação (beber água ao longo do dia)
o Evitar constipação (prisão de ventre)
Quando é preciso ter mais cuidado
• Se você está em crise de diverticulite aguda (dor forte, febre, mal-estar, alteração de intestino), muitas vezes o médico orienta dieta mais leve ou com poucas fibras temporariamente, até melhorar.
• Em pessoas que percebem que algum alimento específico piora os sintomas (mesmo sem crise), vale a regra prática: observe seu corpo. Se algo sempre faz mal, melhor evitar.
Resumo
• Diverticulose (só a presença dos divertículos, sem inflamação):
→ Em geral pode comer sementes e outros grãos, salvo orientação específica do seu médico.
• Diverticulite (crise inflamada):
→ A dieta muda temporariamente, e aí o médico pode restringir fibras até melhorar.

🧪 Conservantes e nitritos: por que podem fazer mal ao seu estômago?Você já reparou como muitos alimentos industrializado...
27/02/2026

🧪 Conservantes e nitritos: por que podem fazer mal ao seu estômago?
Você já reparou como muitos alimentos industrializados duram “uma vida” na prateleira?
Grande parte disso vem de conservantes químicos, como os nitritos e nitratos, muito usados em embutidos: presunto, salsicha, mortadela, salame, linguiça, bacon…
Dentro do nosso corpo, esses compostos podem se transformar em nitrosaminas, substâncias potencialmente cancerígenas. E quem sente primeiro é o sistema digestivo – especialmente o estômago e o intestino.
🔴 O consumo frequente pode:
• Agredir a mucosa do estômago, favorecendo gastrite e queimação
• Aumentar processos inflamatórios no trato digestivo
• Estar associado, em excesso e a longo prazo, a maior risco de câncer gástrico e intestinal
Isso não quer dizer que comer um embutido de vez em quando vai te fazer mal imediatamente.
O problema está no uso diário, constante e em grande quantidade, principalmente para quem já tem:
• Gastrite
• Refluxo
• Úlcera
• Histórico de câncer gastrointestinal na família
✅ Para proteger seu estômago:
• Priorize comida de verdade e minimamente processada
• Reduza o consumo de embutidos e ultraprocessados no dia a dia
• Leia rótulos e desconfie de listas enormes de ingredientes
• Busque acompanhamento profissional se você já sente desconfortos digestivos
Seu estômago é a porta de entrada da sua saúde.
Cuidar dele hoje é prevenir problemas amanhã.
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22/02/2026

ESTEATOSE E RESISTÊNCIA À INSULINA: QUAL A RELAÇÃO?
Você já ouviu falar que “gordura no fígado” está ligada ao açúcar do sangue? Não é mito.
A esteatose hepática (fígado gorduroso) e a resistência à insulina andam quase sempre de mãos dadas.
🔹 O que é esteatose hepática?
É o acúmulo excessivo de gordura dentro das células do fígado.
Pode ser leve, moderada ou grave – e muitas vezes não dá sintomas no começo.
Com o tempo, se não cuidar, pode evoluir para inflamação do fígado, fibrose e até cirrose.
🔹 O que é resistência à insulina?
Insulina é o hormônio que coloca a glicose (açúcar) para dentro das células, para ser usada como energia.
Na resistência à insulina, o corpo produz insulina, mas as células não respondem bem. Resultado:
• O pâncreas aumenta a produção de insulina
• A glicemia começa a subir
• O corpo tende a acumular mais gordura, especialmente na barriga e no fígado
🔗 Como uma coisa puxa a outra?
• O excesso de carboidratos refinados, açúcares e calorias em geral aumenta a produção de insulina.
• A insulina alta favorece o armazenamento de gordura, inclusive no fígado.
• Quanto mais gordura no fígado, maior a resistência à insulina.
• E quanto maior a resistência à insulina, mais o fígado acumula gordura.
É um ciclo vicioso.
⚠️ Principais fatores de risco
• Sobrepeso e obesidade (especialmente gordura abdominal)
• Resistência à insulina, pré-diabetes e diabetes tipo 2
• Alimentação rica em açúcar, farinha branca, ultraprocessados e bebidas açucaradas
• Sedentarismo
• Ingestão elevada de álcool (no caso da esteatose alcoólica)
✅ O que ajuda a reverter esteatose e melhorar a sensibilidade à insulina?
• Perda de peso gradual (5 a 10% do peso já faz muita diferença no fígado)
• Redução de açúcares e refinados (refrigerantes, doces, biscoitos, pães brancos)
• Aumento de fibras (vegetais, frutas in natura, leguminosas, grãos integrais)
• Proteína adequada em todas as refeições
• Atividade física regular (aeróbico + musculação)
• Sono de qualidade e controle do estresse
🩺 Quando procurar ajuda?
Se você tem gordura no fígado no exame de ultrassom, alteração de enzimas hepáticas ou histórico de resistência à insulina, pré-diabetes ou diab

17/02/2026

🟣 CÂNCER DE PÂNCREAS: UMA DOENÇA FREQUENTEMENTE SILENCIOSA
O câncer de pâncreas é um dos tumores mais agressivos da medicina — e o maior desafio é que, na maioria das vezes, ele evolui sem sintomas claros nas fases iniciais.
Segundo dados do Medscape, alguns fatores aumentam significativamente o risco:
✔️ Tabagismo
✔️ Pancreatite crônica
✔️ Diabetes de início recente
✔️ Obesidade e sedentarismo
✔️ Dieta rica em ultraprocessados
✔️ Consumo excessivo de álcool
✔️ Idade acima de 55 anos
✔️ Histórico familiar e fatores genéticos
⚠️ Por isso, informação e acompanhamento médico são fundamentais, especialmente para quem apresenta fatores de risco.
📲 Em caso de dúvidas ou para avaliação especializada, agende sua consulta.




A complexidade oculta da alimentação saudável: o que mudou? Hoje, comer “saudável” ficou bem mais complexo do que há alg...
06/02/2026

A complexidade oculta da alimentação saudável: o que mudou?
Hoje, comer “saudável” ficou bem mais complexo do que há alguns anos. Antes, falávamos basicamente em “evitar açúcar e gordura” — agora, entendemos que a alimentação envolve processamento dos alimentos, impacto metabólico individual, resposta inflamatória, microbiota intestinal, ritmo circadiano, ambiente alimentar e até saúde mental.
Vários fatores tornaram as escolhas mais difíceis:
• A indústria de alimentos ultraprocessados ficou mais sofisticada e criou produtos com aparência “saudável”, mas que afetam negativamente o intestino, o metabolismo e os hormônios da saciedade.
• A ciência mostrou que mesmo alimentos com igual teor calórico podem gerar respostas muito diferentes em cada pessoa.
• O estresse, o sono curto e a vida moderna alteram a relação do corpo com a comida.
• O ambiente alimentar — facilidade, publicidade, disponibilidade — influencia mais do que a força de vontade.
• A individualização ficou essencial: microbiota, genética, intolerâncias, doenças crônicas e rotina mudam o que “funciona” para cada organismo.
No fundo, a grande mudança é que entendemos que alimentação saudável não é só o que você come, mas como, quando e por quê. A saúde digestiva virou parte central desse processo — e não existe estratégia perfeita igual para todos.

02/02/2026

Gastrite: o que causa, como tratar e o que comer para melhorar
A gastrite é a inflamação do revestimento do estômago e pode surgir por vários motivos — desde infecção por H. pylori, uso frequente de anti-inflamatórios, estresse intenso, álcool, tabagismo, até alimentação desregulada. Os sintomas mais comuns incluem queimação, dor na "boca do estômago", azia, enjoo e sensação de estômago cheio.
O tratamento depende da causa: quando há H. pylori, usamos antibióticos; nos casos sem infecção, focamos em reduzir a acidez, ajustar hábitos, orientar dieta adequada e controlar fatores de risco, sempre com acompanhamento médico.
A alimentação é parte essencial da melhora. O ideal é evitar frituras, ultraprocessados, café em excesso, álcool, alimentos muito condimentados e refeições volumosas. Dê preferência a refeições leves, feitas em menor quantidade e mais vezes ao dia, priorizando frutas não ácidas, legumes, verduras, proteínas magras e carboidratos de fácil digestão.

Alguns dias atrás, durante um almoço em família, fui surpreendido por uma cena que me marcou profundamente. Uma pessoa s...
30/01/2026

Alguns dias atrás, durante um almoço em família, fui surpreendido por uma cena que me marcou profundamente. Uma pessoa se aproximou, perguntou se eu era o Dr. Sabbag e, ao confirmar, me envolveu em um abraço emocionado. Era uma paciente que eu havia operado há vinte anos, em um caso complexo que exigiu interromper a amamentação da filha de apenas dois meses. Naquele instante, todas as memórias voltaram: a tensão da cirurgia, a força daquela família e o alívio quando tudo correu bem.

O sucesso foi completo, o pós-operatório seguiu o curso esperado e a vida seguiu seu caminho. E agora, tantos anos depois, esse reencontro trouxe uma sensação de gratidão difícil de descrever. Percebi novamente que não operamos apenas pacientes, mas também suas famílias, suas expectativas, seus medos e suas esperanças. Receber essa lembrança viva de que fiz diferença na história de alguém é, talvez, a maior recompensa que a medicina pode me dar.

Sou grato à profissão que escolhi e aos sacrifícios que ela exige. Estudos, plantões intermináveis, dedicação diária: tudo vale a pena quando vemos o impacto duradouro do nosso trabalho. Momentos assim reacendem o propósito e o amor pela medicina.

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