Prazer em Saber

Prazer em Saber Indicações de livros, cursos e eventos sobre sexualidade humana. Por isso, resolvi criar uma rede, para partilhar um pouco mais sobre estes saberes!

Esta ideia começou a ser construída a partir de uma reflexão que tive no XVI Congresso da Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana ( ). Falar sobre sexualidade ainda é um tabu em nossa sociedade e muitas vezes não encontramos, com facilidade, um lugar para partilharmos informações científicas sobre a sexualidade, principalmente em sua interface com a Psicologia. Como uma amante por livros; apaixonadamente Psicologia e Sexualidade espero poder compartilhar informações que visem diminuir mitos e preconceitos, bem como possibilite o crescimento de saberes diante da Sexualidade Humana
-vindo

Você ama a pessoa, sente carinho, conexão, vontade de estar junto, mas o desejo sexual não aparece?Essa é uma das queixa...
27/02/2026

Você ama a pessoa, sente carinho, conexão, vontade de estar junto, mas o desejo sexual não aparece?
Essa é uma das queixas mais comuns no consultório, e muita gente carrega isso como culpa, como se fosse uma falha pessoal, todavia, é super importante sabermos que o desejo é influenciado por rotina, emoções, estresse e até pelo tipo de vínculo construído com o outro.
Quando há sobrecarga emocional, o corpo entra em modo de alerta e o desejo, que é uma expressão de segurança e prazer, pode simplesmente sumir. Além disso, com o tempo de relação é bem comum que o desejo espontâneo diminua e o desejo responsivo, aquele que acontece diante de um estímulo, se torne mais frequente. Por isso, antes de se matricular em 1000 cursos, inclusive esses de pompoarismo, aperta e solta e afins, é importante investigar e se questionar: o que está mobilizando meu desejo? O que está inibindo meu desejo?

Fernanda Bonato | Psicóloga | (CRP 08/10734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista em Se ualidade Humana e em Terapia Se ual

26/02/2026

E agora o que eu faço?
Um guia para compreender e ajudar filhas/os/es LGBTQIAPN+

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A paixão tem gosto de novidade, de intensidade, de tudo acontecer pela primeira vez. Já a rotina traz segurança, previsi...
25/02/2026

A paixão tem gosto de novidade, de intensidade, de tudo acontecer pela primeira vez. Já a rotina traz segurança, previsibilidade, estabilidade. Conciliar essas duas forças parece impossível para muita gente, mas a verdade é que dá, desde que a gente entenda que o amor não sobrevive no piloto automático.

Com o tempo, a rotina tende a acomodar o casal. Mas isso não signif**a o fim da paixão. Pequenos gestos, conversas sinceras, brincadeiras fora de hora e toques de surpresa mantêm a chama acesa. A paixão precisa ser alimentada, não esperada.

Mais do que repetir os velhos rituais, o segredo está em renovar o olhar: redescobrir quem está ao seu lado, mesmo depois de anos.

Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se.ualidade Humana e em Terapia Se.ual | Terapia individual e de casais

O toque é uma linguagem poderosa, mas nem sempre é bem compreendida. Há quem toque com pressa, por hábito, ou esperando ...
23/02/2026

O toque é uma linguagem poderosa, mas nem sempre é bem compreendida. Há quem toque com pressa, por hábito, ou esperando uma resposta automática. E há quem receba o toque sem estar presente, apenas permitindo, seja por costume ou para agradar o/a outro/a.

Sempre digo que o óbvio precisa, por isso digo:

Tocar e ser tocado exige consciência corporal!

Quando o toque acontece no automático, ele deixa de ser encontro e vira gesto repetido. É por isso que tocar e ser tocado exige consciência corporal. Cada pessoa tem zonas de conforto e desconforto, ritmos próprios e preferências que nem sempre são evidentes. E aí f**a a pergunta: você sabe, de fato, que tipo de toque você gosta? Consegue colocar isso em palavras na sua relação?

Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se.ualidade Humana e em Terapia Se.ual | Terapia individual e de casais

O verão costuma intensif**ar inseguranças com o corpo. Biquíni, espelho, praia podem tornar essa relação ainda mais difí...
19/02/2026

O verão costuma intensif**ar inseguranças com o corpo.
Biquíni, espelho, praia podem tornar essa relação ainda mais difícil, já que a pressão estética não é pequena e costuma aparecer justamente quando o corpo f**a mais exposto..
Sentir desconforto com o próprio corpo não é exagero... Isso tem relação com padrões irreais que fomos aprendendo ao longo da vida e que fazem a gente se observar, se comparar e se sobrar o tempo todo.Quando passamos a olhar para nós mesmos a partir desses critérios externos, a autoestima tende a sofrer.
Cuidar da relação com o corpo não signif**a gostar de tudo o tempo todo, mas tentar sair de uma lógica de julgamento constante, tratando o corpo com mais respeito e menos cobrança.

Fonte:
MARINHO, André Gonçalves. Adolescência, o corpo e a praia: um estudo sobre a insatisfação com o peso entre os residentes nas capitais do litoral e do interior do Brasil. 2019. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde). Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/items/4c40f149-d3b3-45f0-8d4d-33322afdf829 e GOMES, Isabelle Rachel Paiva. O papel do Instagram no desenvolvimento de transtornos alimentares. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Jornalismo) — Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 2020. Disponível em:https://media.journoportfolio.com/users/296707/uploads/dfc29753-c0ca-45fa-a352-53926780e66e.pdf
Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se.ualidade Humana e em Terapia Se.ual | Terapia individual e de casais

18/02/2026

Lembre-se: tamanho não é documento!
Importa muito mais o que você faz com seu documento 🙃

O verão costuma intensif**ar inseguranças com o corpo.  Biquíni, espelho, praia podem tornar essa relação ainda mais dif...
31/01/2026

O verão costuma intensif**ar inseguranças com o corpo.


Biquíni, espelho, praia podem tornar essa relação ainda mais difícil, já que a pressão estética não é pequena e costuma aparecer justamente quando o corpo f**a mais exposto..

Sentir desconforto com o próprio corpo não é exagero... Isso tem relação com padrões irreais que fomos aprendendo ao longo da vida e que fazem a gente se observar, se comparar e se sobrar o tempo todo.Quando passamos a olhar para nós mesmos a partir desses critérios externos, a autoestima tende a sofrer.

Cuidar da relação com o corpo não signif**a gostar de tudo o tempo todo, mas tentar sair de uma lógica de julgamento constante, tratando o corpo com mais respeito e menos cobrança.

Fonte:
ARINHO, André Gonçalves. Adolescência, o corpo e a praia: um estudo sobre a insatisfação com o peso entre os residentes nas capitais do litoral e do interior do Brasil. 2019. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde).

Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/items/4c40f149-d3b3-45f0-8d4d-33322afdf829 e GOMES, Isabelle Rachel Paiva. O papel do Instagram no desenvolvimento de transtornos alimentares. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Jornalismo) —

Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 2020. Disponível em:https://media.journoportfolio.com/users/296707/uploads/dfc29753-c0ca-45fa-a352-53926780e66e.pdf

Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10.734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se.ualidade Humana e em Terapia Se.ual | Terapia individual e de casais

Tem casais que usam o se.o como forma de reconciliação após brigas. Às vezes, esse encontro é cheio de emoção e entrega;...
27/01/2026

Tem casais que usam o se.o como forma de reconciliação após brigas. Às vezes, esse encontro é cheio de emoção e entrega; outras vezes, vira uma forma de evitar a conversa difícil que ficou pendente, e aí mora o risco.

O se.o pós-conflito pode ser um reencontro genuíno, mas também pode servir como anestesia emocional. Se a briga foi varrida para debaixo do tapete, a relação pode acumular ruídos silenciosos que, mais cedo ou mais tarde, tendem a explodir.
Por isso, vale perguntar se perguntar: estamos nos reconectando ou evitando lidar com algo?
A intimidade pode ser um ótimo lugar para melhorar a comunicação e a relação, mas não substitui a honestidade emocional que sustenta uma relação de verdade.

Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10.734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se.ualidade Humana e em Terapia Se.ual | Terapia individual e de casais

Estamos na metade de janeiro e eu queria te perguntar uma coisa: você já ouviu falar em 'Janeiro Branco'? Sabe do que se...
21/01/2026

Estamos na metade de janeiro e eu queria te perguntar uma coisa: você já ouviu falar em 'Janeiro Branco'? Sabe do que se trata essa campanha e por que ela é tão importante?
Criada no Brasil, em 2014, a campanha tem como objetivo a reflexão sobre a saúde mental, já que, por exemplo, a depressão é uma das doenças mentais mais prevalentes e a mais associada ao su!c!d!o, com tendência a ser crônica e recorrente, especialmente quando não recebe tratamento adequado.
No Brasil, estima-se que cerca de 15,5% da população vivencie ao menos um episódio depressivo ao longo da vida, e, segundo a Organização Mundial da Saúde, a prevalência de depressão na atenção primária chega a 10,4%.
Diante desse cenário, a campanha do 'Janeiro Branco' nos convida a refletir e cuidar, além de diminuir o estigma e a falta de acesso ao tratamento das doenças mentais.

Fonte:
https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/edicoes/2024/boletim-epidemiologico-volume-55-no-04.pdf
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/depressao

Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista em Se.ualidade Humana e em Terapia Se.ual | Terapia individual e de casais

Muita coisa acontece entre quatro paredes sem ser nomeada. Nem sempre o silêncio representa ausência de conteúdo; muitas...
19/01/2026

Muita coisa acontece entre quatro paredes sem ser nomeada. Nem sempre o silêncio representa ausência de conteúdo; muitas vezes, ele comunica mais do que as palavras e acaba moldando, de forma signif**ativa, a vida se.ual.
Na maioria das vezes, esse silêncio não está relacionado apenas à falta de coragem para falar, mas também ao medo da reação do/a outro/a, especialmente da possibilidade de rejeição, do constrangimento ou de provocar conflitos. No entanto, aquilo que não é dito não desaparece. Pelo contrário, tende a se acumular e, aos poucos, pode se transformar em um peso, afetando a espontaneidade, a intimidade e a qualidade da relação afetiva/se.ual, afinal, o que não encontra espaço no diálogo frequentemente acaba sendo expresso de outra maneira.

Por isso, criar espaço para conversas honestas, mesmo quando desconfortáveis, pode ser um movimento profundamente libertador. A intimidade não começa no toque, mas no diálogo. Falar sobre se.o é, antes de tudo, um gesto de cuidado consigo e com o/a outro/a, capaz de favorecer vínculos mais conscientes e alinhados a desejos que, muitas vezes, já existem há algum tempo, mas permanecem silenciados.

Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10.734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se.ualidade Humana e em Terapia Se.ual | Terapia individual e de casais

O papel da linguagem no prazer: falar sobre se.o é parte do s**oMuitas pessoas sentem vergonha ou dificuldade de falar s...
17/01/2026

O papel da linguagem no prazer: falar sobre se.o é parte do s**o

Muitas pessoas sentem vergonha ou dificuldade de falar sobre o que gostam na cama, e isso impacta diretamente o prazer.
A comunicação s.xual não é um extra: ela faz parte do encontr e é tão importante quanto o toque ou o desejo.
Quando os/as parceiros/as conseguem dizer o que dá prazer (ou o que não dá), algo se reorganiza na relação… O encontro deixa de ser um espaço de adivinhação e passa a ser um território de escuta, presença e cuidado.

Fernanda Bonato | Psicóloga (CRP 08/10.734)
Doutora e Mestre em Psicologia | Especialista Se.ualidade Humana e em Terapia Se.ual | Terapia individual e de casais

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Essa história começou...

Esta ideia começou a ser construída a partir de uma reflexão que tive no XVI Congresso da Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana (#Sbrash). Falar sobre sexualidade ainda é um tabu em nossa sociedade e muitas vezes não encontramos, com facilidade, um lugar para partilharmos informações científ**as sobre a sexualidade, principalmente em sua interface com a Psicologia.

Por isso, resolvi criar uma rede, para partilhar um pouco mais sobre estes saberes! Como uma apaixonada por livros; Psicologia e Sexualidade espero poder compartilhar informações, diminuindo mitos e preconceitos, possibilitando o crescimento de conhecimento sobre a sexualidade humana.

Quem gerencia esta página é Fernanda Bonato, psicóloga (CRP 08/10734), formada pela PUCPR (2004), especialista em Psicopedagogia pela PUCPR (2010), especialista em Sexualidade Humana pela FMUSP (2013), mestranda em Psicologia pela UFPR (previsão de término para 2019). Integra a Comissão de Direitos Humanos do CRP-PR e sua sub comissão Diverges (Núcleo de Diversidade de Gênero e Sexualidades) , além de ser integrante do Grupo Paranaense de Sexualidade Humana (GPSex).

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