Doutor Luiz Ferreira

Doutor Luiz Ferreira Ginecologia com foco em cirurgia minimamente invasiva.

Os primeiros 7 dias depois da laparoscopia são decisivos e muita gente subestima essa fase.É aqui que o corpo começa a c...
04/05/2026

Os primeiros 7 dias depois da laparoscopia são decisivos e muita gente subestima essa fase.

É aqui que o corpo começa a cicatrizar, se reorganizar e responder ao que foi feito.

Recuperação é parte ativa do tratamento.

E quando bem conduzida, ela não só evita complicações como melhora o resultado final.

30/04/2026

Cirurgia robótica não é “pra tudo” e nem deve ser.

Ela é indicada quando realmente faz diferença no resultado, na precisão e na recuperação do paciente.

Existem casos em que a tecnologia permite movimentos mais delicados, melhor visualização e menor agressão aos tecidos.

E é aí que ela se torna uma aliada importante. Mas você precisa saber o que é mais seguro, mais eficaz e mais adequado para você.

Indicação bem feita é o que garante um bom resultado com ou sem robô.

21/04/2026

O robô não toma decisões. Ele não sente, não avalia, não reage sozinho.

Por trás de cada movimento preciso, existe uma mente treinada, anos de estudo e uma mão experiente guiando tudo com responsabilidade.

A tecnologia potencializa, mas é o cirurgião que conduz. No fim, o cuidado que existe em cada escolha.

Nem todo exame “normal” significa ausência de doença.Muitas mulheres convivem com dor, ciclos difíceis e sintomas persis...
14/04/2026

Nem todo exame “normal” significa ausência de doença.

Muitas mulheres convivem com dor, ciclos difíceis e sintomas persistentes — mesmo com ultrassons e ressonâncias sem alterações aparentes.

Isso acontece porque a endometriose nem sempre é visível nos exames de imagem. Lesões pequenas, profundas ou em locais específicos podem passar despercebidas.

E quando o exame não mostra, o risco é o sintoma ser minimizado.

Por isso, o diagnóstico não pode depender só da imagem. Ele começa na escuta, na análise clínica e na experiência de quem investiga além do óbvio.

Se você ou alguém próximo já ouviu que “está tudo normal”, mas o corpo diz o contrário, esse conteúdo precisa chegar até mais pessoas.

Quando a tecnologia amplia a visão do cirurgião, ela muda a qualidade de cada decisão dentro do procedimento. Mais detal...
08/04/2026

Quando a tecnologia amplia a visão do cirurgião, ela muda a qualidade de cada decisão dentro do procedimento. Mais detalhe, mais controle, mais precisão em cada movimento.

No fim, isso se traduz em algo simples: mais preservação, mais segurança, melhores resultados.

Se esse tipo de conteúdo te ajuda a entender melhor a medicina de hoje, compartilha.

31/03/2026

Dois dias intensos de troca, ciência e atualização na 12ª edição do Simpósio Internacional de Ginecologia Oncológica 2026.

Na sexta e no sábado, estive presente contribuindo com conhecimento em mais uma edição do congresso de ginecologia — um espaço que reúne especialistas de todo o país para discutir avanços e práticas na saúde da mulher.

Seguimos comprometidos com o que há de mais atual na medicina.

A resposta é: sim, embora seja incomum, é possível engravidar fora do período fértil. Para entender melhor, é importante...
18/09/2024

A resposta é: sim, embora seja incomum, é possível engravidar fora do período fértil. Para entender melhor, é importante saber que o período fértil é aquele em que a ovulação acontece, geralmente entre o 11º e o 21º dia do ciclo menstrual, dependendo da regularidade e da duração do ciclo de cada mulher. Nesse período, o óvulo é liberado pelo ovário e pode ser fertilizado por um espermatozoide, o que torna esse o momento mais propício para a concepção. No entanto, o corpo humano nem sempre segue um calendário exato. Fatores como estresse, alterações hormonais, mudanças na rotina ou até mesmo doenças podem afetar o ciclo menstrual, tornando-o irregular e dificultando a previsão exata do período fértil. Nesses casos, a ovulação pode ocorrer em um momento inesperado, aumentando as chances de uma gravidez fora do período "esperado". Além disso, é importante lembrar que os espermatozoides têm a capacidade de sobreviver no trato reprodutivo feminino por até cinco dias após a relação sexual. Isso significa que, mesmo que a relação ocorra antes da ovulação, ainda há a possibilidade de o espermatozoide encontrar o óvulo quando ele for liberado. Por esses motivos, confiar exclusivamente no calendário menstrual para evitar a gravidez pode não ser totalmente eficaz, especialmente se o ciclo for irregular. Para quem deseja evitar a gravidez, é recomendável utilizar métodos contraceptivos de barreira, hormonais ou outros que ofereçam maior segurança. Por outro lado, se você está tentando engravidar, conhecer bem o seu ciclo e entender os sinais do seu corpo pode ajudar a identificar o período mais fértil, aumentando as chances de sucesso. Em ambos os casos, o acompanhamento com um ginecologista é fundamental para fornecer orientações personalizadas e adequadas à sua saúde reprodutiva. Entender o seu corpo e como ele funciona é essencial, seja para planejar uma gravidez ou para prevenir uma, e o suporte médico pode fazer toda a diferença nessa jornada.

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Luiz Rodrigo Ferreira

Ginecologista

CRM 27274 | RQE 292111

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma condição médica caracterizada por níveis hormonais alterados e múltiplos...
06/09/2024

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma condição médica caracterizada por níveis hormonais alterados e múltiplos pequenos cistos nos ovários. Isso pode levar a vários sintomas, como irregularidades menstruais, dificuldade para engravidar (infertilidade), excesso de pelos corporais (hirsutismo), acne e ganho de peso.

O tratamento da SOP geralmente envolve uma abordagem multifacetada, que pode incluir mudanças no estilo de vida, medicamentos e, em alguns casos, procedimentos cirúrgicos. A cirurgia é considerada quando outros tratamentos não são eficazes ou quando há complicações associadas à SOP.

Existem dois tipos principais de cirurgia para tratar a SOP:

Cirurgia Laparoscópica com Abertura de Cistos (Laparoscopic Ovarian Drilling): Este procedimento envolve a criação de pequenos orifícios nos ovários usando uma agulha de cauterização ou laser. Isso pode ajudar a restaurar a ovulação em mulheres com SOP que desejam engravidar. A cirurgia laparoscópica é geralmente bem-sucedida em melhorar a ovulação e pode ser uma alternativa para mulheres que não respondem a medicamentos ou que não desejam tratamento hormonal.
Remoção de Cistos: Em casos em que os cistos são grandes ou estão causando sintomas significativos, pode ser necessário removê-los cirurgicamente. Isso geralmente é feito por meio de uma cirurgia laparoscópica, que é menos invasiva do que uma laparotomia (abertura cirúrgica do abdômen).
É importante notar que a cirurgia não é a primeira linha de tratamento para a SOP e é geralmente considerada apenas quando outros tratamentos falham. Além disso, a cirurgia não cura a SOP, mas pode ajudar a gerenciar os sintomas e, em alguns casos, melhorar a fertilidade.

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Luiz Rodrigo Ferreira

Ginecologista

CRM 27274 | RQE 292111

É comum que muitas mulheres sintam cólicas durante a ovulação, e se você já passou por isso, saiba que você não está soz...
29/08/2024

É comum que muitas mulheres sintam cólicas durante a ovulação, e se você já passou por isso, saiba que você não está sozinha. Esse tipo de dor, conhecido como "dor do meio" ou "mittelschmerz", acontece durante o processo de ovulação, que ocorre mais ou menos no meio do ciclo menstrual, por volta do 14º dia antes da próxima menstruação.

A ovulação é quando o ovário libera um óvulo, e esse momento pode causar um desconforto ou dor em um dos lados do abdômen. Para algumas mulheres, é uma pontada leve que desaparece rapidamente, enquanto para outras pode ser uma cólica mais intensa que dura algumas horas. Às vezes, também pode haver um pequeno sangramento ou uma secreção diferente durante esse período.

Sentir essa dor durante a ovulação é normal e, na maioria das vezes, não é motivo de preocupação. É apenas uma parte natural do ciclo que o corpo atravessa todos os meses. No entanto, se você notar que a dor é muito forte, dura mais do que o normal ou vem acompanhada de outros sintomas como febre, náusea ou um sangramento mais intenso, vale a pena procurar um médico para garantir que está tudo bem. Em alguns casos, pode ser necessário investigar mais a fundo, já que outras condições, como cistos ovarianos ou endometriose, também podem causar desconforto.

Lembre-se de que cada corpo é único, e o que você sente é válido. Se as cólicas da ovulação estão incomodando você, não hesite em buscar orientação e apoio. Seu bem-estar é importante, e compreender melhor o que está acontecendo no seu corpo pode ajudar a lidar com esses momentos de desconforto de forma mais tranquila.

Compartilhe esse post com alguma amiga que passa por isso também!

Luiz Rodrigo Ferreira

Ginecologista

CRM 27274 | RQE 292111

O DIU de cobre é um pequeno dispositivo em forma de T feito de plástico e cobre, inserido no útero. O cobre presente no ...
20/08/2024

O DIU de cobre é um pequeno dispositivo em forma de T feito de plástico e cobre, inserido no útero. O cobre presente no DIU interfere com a mobilidade e viabilidade dos espermatozóides, impedindo que eles fertilizem o óvulo. Além disso, o DIU cria um ambiente hostil no útero, dificultando a implantação de um óvulo fertilizado. A inserção é feita por um médico ou enfermeiro durante uma consulta, sendo um procedimento rápido que pode causar algum desconforto momentâneo. O DIU pode permanecer no útero por até 10 anos, oferecendo proteção contínua contra a gravidez durante todo esse período. É um dos métodos contraceptivos mais eficazes, com uma taxa de falha inferior a 1%, e a fertilidade volta rapidamente após a remoção do DIU. Além disso, por não conter hormônios, é uma boa opção para quem quer evitar os efeitos colaterais hormonais. O DIU de cobre é uma opção conveniente e duradoura para a contracepção, adequada para muitas mulheres.

Compartilhe esse post com alguém que tem dúvidas sobre o DIU de cobre.

Luiz Rodrigo Ferreira

Ginecologista

CRM 27274 | RQE 292111

Os métodos contraceptivos não hormonais são ótimas alternativas para quem quer evitar hormônios. As opções disponíveis s...
12/08/2024

Os métodos contraceptivos não hormonais são ótimas alternativas para quem quer evitar hormônios. As opções disponíveis são:

Pr********vo masculino e feminino: Protegem contra gravidez e ISTs.
Diafragma e capuz cervical: Barreira inserida na va**na, usada com espermicida.
Espermicidas: Produtos químicos que matam espermatozoides.
DIU de cobre: Dispositivo no útero que dura até 10 anos.
Métodos comportamentais: Tabelinha, temperatura basal e observação do muco cervical.

Esses métodos são ideais para quem busca evitar os efeitos colaterais dos hormônios e prefere opções relativamente mais saudáveis.

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Luiz Rodrigo Ferreira

Ginecologista

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A decisão de trocar de anticoncepcional deve ser tomada em conjunto com seu médico ginecologista. No entanto, existem al...
02/08/2024

A decisão de trocar de anticoncepcional deve ser tomada em conjunto com seu médico ginecologista. No entanto, existem algumas situações que podem indicar que é hora de considerar uma nova opção:

Se você está enfrentando efeitos colaterais indesejáveis, como sangramento irregular, alterações de humor, ganho de peso ou outros sintomas associados ao método atual, pode ser hora de considerar uma alternativa.
Se você foi diagnosticada com uma condição médica que torna um método contraceptivo menos eficaz ou potencialmente arriscado, será essencial considerar alternativas. Por exemplo, mulheres com histórico de trombose venosa profunda não devem usar anticoncepcionais orais combinados.
Idade, estilo de vida e planos futuros podem influenciar a escolha do método contraceptivo ideal. Por exemplo, se você está planejando engravidar em breve, pode ser necessário trocar para um método que não afete a fertilidade.

Conhece alguém que está pensando em trocar o anticoncepcional? Compartilhe esse post com ela!

Luiz Rodrigo Ferreira

Ginecologista

CRM 27274 | RQE 292111

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